FACETAS!
Somos únicos.
Somos múltiplos.

By Moacir Rauber
FACETAS!
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QUAL É O SEU RITMO?

Mais e mais vejo pessoas querendo diminuir o ritmo de vida nas questões ligadas ao trabalho. Ouço-as dizerem com convicção, Quero dedicar um tempo para mim, melhorar minha qualidade de vida… entre outras justas justificativas. Realmente acredito que as pessoas queiram reencontrar-se, saber quem são, entender o que fazem, como o fazem e para que o fazem. Muitas pessoas simplesmente fazem sem saber para que o fazem. São tantas as atividades, as obrigações sociais e profissionais que terminam por perder a identidade e o ritmo. Finalmente começam a sentir a necessidade de dar um sentido ao que fazem e a própria vida.

PERGUNTE-SE:

Qual é o seu ritmo?

O que fazer?

Por onde começar?

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O grande ladrão

Frases do livro Ladrão de si mesmo. PEÇA O SEU. FRETE GRÁTIS!!!

Roubava de si e dos outros porque tinha medo. Com medo fugia. Com a fuga mentia. Quando mentia fraudava. Quando fraudava voltava a ser ladrão. Era círculo pernicioso da autossabotagem.
O grande ladrão
O ladrão não só rouba dos outros, rouba de si. Porque quando ele rouba de si ele também rouba dos outros o melhor que ele poderia dar de si.


Conformados…

Para os conformados o não fazer já está feito. É mais fácil admirar as habilidades dos outros e nada fazer para melhorar as próprias.

Para os acomodados o não conseguir já está conseguido. É tão simples ter sempre tudo a mão e desistir frente as dificuldades. 

Para os resignados o não realizar já está realizado. É tão reconfortante viver no mundo dos sonhos.


Serão eles conformados, acomodados, resignados ou Ladrões de si mesmos?



O empreendedor e o preguiçoso: quem é o ladrão de si mesmo?


A ideia lhe pareceu genial. Precisava implantá-la rapidamente. Como bom empreendedor ele fez várias pesquisas sobre a oportunidade que vislumbrara. Tudo indicava que tudo daria certo. Ele estava entusiasmado. Antes, resolveu conversar com algumas pessoas que entendem de negócios e também da área onde ele pretendia investir seu tempo e seus recursos. As primeiras avaliações foram positivas. Por fim, foi até uma pessoa que era especialista na área. Apresentou a sua ideia. O especialista, com um olhar desconfiado, disse:
– Olha, não acredito que funcione. Acho que não vai dar certo.

Foi um banho de água fria. Todo o seu entusiasmo se esvanecia mais rapidamente do que esperava implantar a ideia. Inicialmente, ficou sem reação. Depois fez a única coisa que um empreendedor poderia fazer, perguntou “por quê?”. E a resposta do especialista veio com detalhes e nuances sobre as quais ele não havia pensado. O empreendedor fez outras perguntas que encontravam objeções precisas do especialista. Por fim, o empreendedor parou de fazer perguntas. Nada mais havia a perguntar. Não conseguia acreditar que aquilo não daria certo e, talvez, fosse o momento de por uma pedra sobre o assunto e desistir de tudo. Seria ele um empreendedor caso desistisse diante do primeiro obstáculo? O choque da ideia com a realidade faz muitos desistirem. E a realidade coloca nossas ideias para serem avaliadas por otimistas e por pessimistas, por animados e desanimados, por não críticos e críticos. Dos primeiros, o empreendedor deve usar a energia positiva. Dos segundos, o empreendedor deve captar os pontos de vista diversos e as críticas para corrigir o rumo. O empreendedor deve entender que tanto uns como os outros são potenciais clientes.

Após as críticas do especialista, a empolgação do empreendedor diminuiu. Ele não entendia porque o especialista, com tanto conhecimento sobre o assunto, não desenvolvera a sua ideia. Foi então que o empreendedor leu a frase: Empreendedor, converse com um preguiçoso e escute a explicação! Não seja preguiçoso, não seja ladrão. Desenvolva a solução. Logo, o empreendedor começou a perceber que as críticas do especialista eram respostas para problemas que ele poderia ter. Elas não inviabilizavam a ideia. Elas a aprimoravam. Nesse momento teve uma visão, Era isso. O especialista conhecia, mas não tinha forças para desenvolvê-la. Ele era um preguiçoso. Avançou na leitura sobre o texto que dizia que a preguiça era um dos grandes propulsores do empreendedorismo, porque fazia com que se desenvolvessem soluções para diminuir o esforço físico e intelectual. Era a preguiça que, muitas vezes, fazia com que se encontrasse uma maneira mais fácil e rápida de se fazer o que se fazia. Porém, o texto também alertava que a preguiça era o maior ladrão das pessoas, porque roubava a vontade de desenvolver a solução. Depois disso, o empreendedor repensou o projeto usando os pontos antes não avaliados. Ele aprendeu com a preguiça daquele que não fez para fazer. O empreendedor desenvolveu o negócio.

Por isso, um empreendedor deve conversar com otimistas e pessimistas, com dinâmicos e preguiçosos para escutar a explicação, mas não deve ter preguiça de implantar a solução. Um empreendedor deve aproveitar todas as análises para encontrar o caminho mais inteligente de se resolver um problema. Lembre-se: para ser empreendedor é preciso prender o ladrão de si mesmo. A preguiça é um deles!
Fonte:http://www.criatives.com.br/2015/09/30-imagens-engracadas-mostram-como-os-seres-humanos-sao-preguicosos/gfchdm1/

Um aluno aprendiz ou um ladrão de si mesmo?

Os alunos participavam ativamente da aula. Eram aprendizes ávidos por explorar o fascinante mundo do conhecimento. O professor, contudo, já começava a ficar ansioso com a possibilidade de que Joaquim, o aluno problema, chegasse a qualquer momento. Particularmente, preferia que esse aluno nem viesse. Já havia tentado de tudo para que o Joaquim se empenhasse nas aulas. O desassossego do professor com o Joaquim era real, mas também se preocupava com os seus colegas. Sempre que ele chegava as aulas desandavam. Foi nesse momento que a porta se abriu e o Joaquim entrou. De forma desafiadora passou em frente do professor e cumprimentou-o:
– Bom dia professor, tudo bem? Tudo bem com a família?
O Joaquim se dirigiu para a sua carteira. No caminho puxou o cabelo de um colega e chutou a carteira de outro. Com caretas provocava os demais colegas. Esse parecia ser o grande prazer de Joaquim. Chamar a atenção para si. O professor tentava continuar a aula sem dar importância ao Joaquim, mas era impossível. Ele agora falava alto. Ninguém mais conseguia prestar atenção na aula. O professor perdeu a paciência e pediu:
– Joaquim, por favor, será que eu posso continuar com a aula?
– Claro que pode, professor. Você de lá e eu daqui… e deu risada.
O professor parou, respirou profundamente e disse:
– Bom, Joaquim, então peço que você saia da sala.
O Joaquim empertigou-se todo e falou de forma a que todos pudessem ouvir:
– É verdade, professor. Vou sair e não vou mais voltar. Para que vou ficar aqui perdendo meu tempo…
Depois disso o Joaquim saiu da sala e não voltou mais para a escola. Quem sabe um dia ele se daria conta do que fizera nesse dia, porque ele havia se revelado como um grande ladrão. Por quê?
Nos anos em frequentara a escola, os professores perceberam que o Joaquim tinha um grande potencial. Era inteligente, criativo e comunicativo. Entretanto, as escolhas do Joaquim sempre passavam pelo confronto. Criava conflito com os colegas e com os professores. No fundo, essa postura revelava os conflitos internos que fazia com que o Joaquim se autossabotasse. Algo dentro dele exigia que ele demonstrasse uma coragem que ele não tinha, por isso brigava. Algo dentro dele fazia com que ele desafiasse os outros para ocultar o medo, que era o que ele na verdade sentia. Ele não soube fazer as escolhas certas. O Joaquim poderia ter admitido a existência do medo, entendendo-o para saber o que nele era real. Com isso, poderia ter feito escolhas que o ajudassem a ter atitudes de coragem positivas, apesar do medo. Ele optou em tomar atitudes destrutivas impulsionadas pelo medo. Com as suas escolhas, o Joaquim roubou a si mesmo quando sabotou as aulas e quando deixou a escola. Foi ele quem mais perdeu com isso. Foi o Joaquim que não desenvolveu o seu potencial. Foi o Joaquim que deixou de fazer muito do que ele poderia ter feito. Foi o Joaquim que deixou de ser aprendiz. Mas com isso, ele também roubou os professores, os colegas a família e a sociedade.
Quando o Joaquim abandonou a escola ele consumou o grande roubo. Fechou um ciclo de autossabotagem, revelando-se um autêntico ladrão de si mesmo. Não foi nem aluno nem aprendiz. O Joaquim foi um ladrão de si mesmo, dos colegas, dos professores e da sociedade. Quem sabe um dia ele deixe de ser ladrão e volte a ser um aluno e um aprendiz.
E você, é um aluno aprendiz ou um aluno ladrão?

 

Cada um tem as suas justificativas

Frases do livro Ladrão de si mesmo. Veja mais informações sobre o lançamento aqui.

Os medrosos, os preguiçosos e os sem caráter também têm as suas justificativas para não fazer o que deve ser feito ou para fazer o que não deveria ser feito. Está tudo elaborado e justificado pela mente daqueles que mentem para si mesmo.

Justificativas
As pessoas conseguem manter a mente sob controle apenas em curtos períodos. Depois a mente quase sempre controla as pessoas. Como vai a sua relação com a sua mente?

Você é um ladrão!

Nas próximas semanas publicarei frases do livro Ladrão de si mesmo. Veja mais sobre o lançamento aqui.

Dimas, o bom ladrão, ainda não sabia o quanto a mente lhe mentia, o que fazia com que ele mentisse com a convicção de quem fala a verdade.
Você é um ladrão
Todos somos especiais! Sendo todos especiais não seríamos então todos comuns? É certo que todos somos únicos e singulares como característica humana de dessemelhança. Por outro lado, é a pluralidade e a multiplicidade de cada uma das nossas facetas que nos garante tal dessemelhança. Somos especiais porque somos comuns. Somos comuns porque somos especiais.