Em 2010, olhe mais uma vez…

Sempre que se cruza uma ponte, vê-se um rio, mas não se vê o mesmo rio. Sabe-se que muita água já passou por debaixo da ponte, mas nunca a mesma água. O mesmo acontece quando se olha para uma árvore, para uma rua, para uma pessoa ou para uma oportunidade. Nunca se vê a mesma árvore, nunca se vê a mesma rua, nunca se vê a mesma pessoa e nunca se vê a mesma oportunidade. Isto porque no instante em que se observa aquilo que se vê ele já não é o mesmo. A todo momento muita água passa por aquela ponte. A árvore absorve nova luz e é impactada por outros ventos. Na rua circulam outras pessoas e se abrem ou se fecham muitas janelas. As pessoas têm outros pensamentos e evoluem em diferentes direções. E as oportunidades, algumas são aproveitadas e outras absorvem luz, são impactadas pelos ventos, pelo abrir e fechar de janelas, pelas pessoas e por muitos pensamentos. Mas todos estão lá, reinventando-se. O rio, a árvore, a rua, as pessoas e as oportunidades.

Por isso, em 2010, olhe mais uma vez!

Moacir Jorge Rauber

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