Vindima – a colheita da uva

A vindima já foi uma questão de sobrevivência.

Sem muitos recursos tecnológicos as pessoas trabalhavam em mutirão para a colheita da uva. Conforme elas maturavam os grupos se dirigiam para uma chácara ou outra. Eram os parentes e os vizinhos mais próximos que formavam uma legião de trabalhadores. O ditado, “a união faz a força” era exercido ao pé da letra durante a vindima.

A vindima também era motivo de celebração, porque após um longo e duro dia de trabalho havia a diversão: comidas, bebidas e dança. A vindima transformava-se em festa, quase uma despedida do verão.

Nos dias de hoje, a vindima continua sendo uma festa, mas muito mais por turismo do que por necessidade. A sobrevivência já não é a razão principal para a sua realização, mas a vindima se mantém como tradição.


Fica uma pergunta: por onde será que anda a colaboração? Ficou quase como uma vaga lembrança de um tempo em que a colaboração nos garantia a sobrevivência…


Foi uma experiência única na quinta do Zé Manuel e Maria Alice. Muito obrigado!

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