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SER MÃE É ESTAR DE PÉ!

Formatura 1996

SER MÃE É ESTAR DE PÉ!

Já havia cumprido todas as disciplinas da faculdade e faltava o trabalho de conclusão de curso, um momento solitário. Depende das escolhas individuais, da própria iniciativa e da disciplina mantida para concluir. Foi o momento mais desafiante, porque, assim como muitos, conciliava os estudos na universidade com o trabalho. Minha mãe me perguntava sobre a faculdade e o que ainda faltava. Eu disse que não concluiria naquele ano.

A reação foi imediata:

– O que? Nem pensar? Começou tem que terminar… e seguiu uma série de argumentos e justificativas para não deixar para depois o que se poderia fazer agora.

A fala foi respeitosa, mas com a força de quem ama e tem autoridade. Certamente, ao me ouvir, ela teria em si uma mistura de amor, de frustração e de esperança.

Para mim, era um período de esgotamento, porque trabalhava de segunda à sábado até às 18h. Teria os domingos para fazer o trabalho de conclusão. Inicialmente, fiquei irritado com minha mãe. Em seguida, fiquei pensativo sobre o que ela disse. Por fim, tive que dar razão a ela.

Ela tocou em três pontos essenciais para quem quer estar de pé pelos caminhos da vida:

  1. Escolha: havia sido escolha minha entrar na faculdade, porque era importante para o meu trabalho e para a progressão profissional. Ela deixou-me uma pergunta: a escolha não é mais importante para você?
  2. Iniciativa: é mais fácil iniciar novos projetos do que concluir aqueles iniciados. Assim, ela me deixou outro questionamento: você tem capacidades conclusivas?
  3. Disciplina: se a escolha feita gerou a iniciativa de começar algo, a disciplina é o caminho para sua conclusão. Outra pergunta: quem comanda as tuas escolhas?

Talvez não tenha sido exatamente assim, mas nas minhas lembranças, fui desafiado em pontos chave que marcam a diferença entre o fracasso e o sucesso de qualquer projeto. O estudo está no centro disso, porque é uma escolha; exige iniciativa; e cobra disciplina, além de nos dar a possibilidade de estar de pé frente aos desafios da vida.

Ao responder a primeira pergunta sabia que era importante no presente e no futuro a conclusão da faculdade. Assim, parar, pensar e avaliar a importância da escolha feita é um processo que nos ajuda a permanecer no caminho, a desenvolver as competências de pensamento crítico, inteligência emocional e alinhamento de propósitos. Um empurrão para Estar De Pé.

A segunda pergunta sobre a capacidade de terminar as coisas começadas tocou nos meus brios, porque não queria ficar marcado como alguém que começa tudo e não termina nada. Desse modo, ao avaliar a escolha feita, teria que desenvolver a automotivação para me manter no caminho escolhido com a coragem de sair da zona de conforto. Um estímulo para Estar De Pé.

A pergunta sobre quem comanda as minhas escolhas tratava da disciplina, que entendo ser o exercício da liberdade que nos leva a cumprir com as escolhas feitas e das iniciativas tomadas. Dessa maneira, ter a disciplina para gerir o tempo, manter rotinas e ser perseverante me levaria a não desistir da faculdade. Um motivo a mais para Estar De Pé.

Ao reencontrar minha mãe no dia seguinte, a irritação havia passado, mas ainda carregava o cansaço sobre concluir a faculdade no prazo estabelecido. Porém, já não tinha dúvidas de que o faria. O medo de me arrepender ao abandonar o projeto iniciado agora era motivo de motivação pessoal.

O semestre terminou. Ouvi o meu nome ser chamado para receber o diploma. Ao subir a rampa em cadeira de rodas pude olhar para minha mãe e ver o seu sorriso de felicidade. Ela cumpria, comigo, o sonho de concluir um curso superior. Ela não teve a oportunidade, eu sim.

Portanto, ao desafiar-me ela me mostrou que Estar De Pé é um Estado de Espírito, assim como para Ser Mãe é preciso Estar de Pé para incentivar e disciplinar; orientar e cobrar; e dar e receber.

Por fim, entendo que as responsabilidades são condicionais, mas o AMOR DE MÃE É INCONDICIONAL. Ele nos põe De Pé!

Feliz Dia das Mães!

Moacir Rauber

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In Memoriam: Noêmia Rauber que sempre esteve De Pé!

A ARTE DE ERRAR SEM SE COMPARAR: REINVENTE-SE!

A arte de errar sem se comparar: reinvenção!

As conversas exploravam as possibilidades encontradas ao se trabalhar com o Canvas da Reinvenção (Nadya Zhexembayeba). A ferramenta permite realizar um diagnóstico da capacidade e do nível de reinvenção de uma organização, de uma posição ou de si mesmo. As discussões variavam de um departamento para uma organização ou um segmento, mas terminavam no indivíduo. Uma colega falava de suas diferentes atividades, mas que a sua reinvenção pessoal era a mais importante. Ela citava os avanços, classificando-os na ferramenta e comentou:

– Reinventar-me sem me comparar permite que eu cometa erros sem medo!

Uma percepção que pode parecer senso comum, porém é difícil de se assimilar no dia a dia dos desafios pessoais e profissionais. É fundamental ter uma mentalidade de crescimento para que a reinvenção pessoal e profissional aconteça, resultando na reinvenção organizacional e, possivelmente, do segmento. Para esse fim, manter uma mentalidade flexível diante de uma realidade em constante mudança faz toda a diferença. O Canvas da Reinvenção no seu eixo horizontal avalia os subsistemas, o sistema e o ecossistema. Nos subsistemas estão as atividades realizadas, no sistema está a função atual, pessoal ou organizacional, e no ecossistema estão os impactados por essa atividade. No eixo vertical se avalia o nível de reinvenção na sua relação do impacto na ordem existente, podendo ser incremental, intermediário ou radical. Para fazer o diagnóstico, as perguntas dão o caminho. Entende-se que dentro de cada organização, função ou dentro de cada indivíduo existem desafios, obstáculos e habilidades, em que ocorrem falhas e há inspiração.  Para cada momento uma competência, que no seu conjunto permite que se exiba uma mentalidade flexível, adaptável e de crescimento que manterá o indivíduo em movimento. Os desafios? São aceitos ao se manter em mente a (1) curiosidade. Os obstáculos? Estimulam a perseverança por meio da (2) criatividade. As habilidades? São desenvolvidas para que os obstáculos de cada desafio sejam superados com a (3) iniciativa. As falhas? São o reconhecimento de nossa humanidade que nos leva a entender a essência do processo de aprendizagem com o pensamento (4) multidisciplinar. A inspiração? Pode vir de observar o sucesso alheio em que a (5) empatia permite que cada um possa se aprimorar no caminho da reinvenção como um processo natural, constante e vitalício. Portanto, a reinvenção requer que cada um analise o impacto das suas atividades atuais na sua realidade pessoal e profissional e no seu mercado. É simples, mas não se pode ser simplista, porque nós seres humanos somos complexos, mas não necessariamente complicados. Outra colega ressaltou, “acredito que o ser deve predominar sobre o ter”. Concordo! Assim, para avançar num processo de reinvenção de um nível incremental, para um nível intermediário e quem sabe radical, se pergunta: a reinvenção faz sentido? O mundo será melhor com ela? Se não faz sentido ao não melhorar o mundo, qual a razão para reinventar?

Enfim, a proposta de reinvenção como ferramenta é um processo eficiente para um diagnóstico individual e organizacional ao explorar o impacto daquilo que se faz em diferentes níveis de progressão, inclusive para saber se faz sentido. Portanto, entendo que a reinvenção auxilia e organiza um processo natural e humano nas suas diferentes dimensões. Porém, cabe destacar alguns elementos presentes na fala inicial da minha colega para que a reinvenção faça sentido:

(1) inspirar-se sem comparar-se, porque a comparação entre o incomparável, as pessoas, é o caminho para a infelicidade, não é o caminho da reinvenção;

e

(2) é essencial se reinventar com abertura para errar, porque “somente quem erra está vivo de verdade” (Pe. Nardi).

Você tem se comparado ou se inspirado? Quais os erros que você se permite cometer?

Moacir Rauber

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E-mail: mjrauber@gmail.com

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OLHE MAIS UMA VEZ… gratuito!!!

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Este livro traz uma proposta simples, clara e objetiva para se perceber as oportunidades de forma natural em diferentes situações para você empresário, estudante, professor, enfim a qualquer pessoa. O texto é apresentado por meio de uma linguagem acessível, que enlaça conhecimento e sabedoria (ou não) ao longo de uma vida. Desafios, vitórias, fracassos e superações fazem parte deste entorno. Você, leitor, estará em contato com uma fonte de inspiração e reflexão para muitas circunstâncias do nosso cotidiano. E, em algum momento, será o protagonista da história ou sentir-se-á parte dela, relembrando situações vividas e refletindo sobre como poderá aproveitá-las para conduzir a sua vida rumo aos objetivos sonhados.

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Você sabe com quem está falando?

ESARH 2018:

Inspirar pessoas para potencializar o coletivo!

Você sabe com quem está falando?

É uma pergunta que nos leva a acreditar que se está diante de uma suposta autoridade querendo sobrevalorizar a sua importância ou frente a alguém que quer desvalorizar a nossa importância por sermos um ser minúsculo num universo infinito. Porém, o que eu gostaria de destacar é que os gestores (e todos nós) deveriam se fazer essa pergunta sempre que estiverem diante de qualquer outro ser humano. E isso acontece todo o dia, não é? Pergunte-se: será que eu sei com quem estou falando? A partir daí se lembre de que você está falando com um ser humano único e singular no universo e que o universo somente é o que é porque este Ser Humano com quem você está falando existe. A posição hierárquica que ele ocupa? A condição financeira que ele desfruta? Isso pouco importa. O que realmente conta é que você está diante de uma pessoa que é o centro do seu universo. Não há nada mais importante para ela do que ela mesma, assim como você o é para você. Entender isso em todos os níveis nos levará a um mundo em que o respeito, a aprendizagem e a evolução humana passarão a trilhar um caminho inspiracional rumo a potencializar uma coletividade equilibrada.

Você é um ladrão!

Nas próximas semanas publicarei frases do livro Ladrão de si mesmo. Veja mais sobre o lançamento aqui.

Dimas, o bom ladrão, ainda não sabia o quanto a mente lhe mentia, o que fazia com que ele mentisse com a convicção de quem fala a verdade.
Você é um ladrão
Todos somos especiais! Sendo todos especiais não seríamos então todos comuns? É certo que todos somos únicos e singulares como característica humana de dessemelhança. Por outro lado, é a pluralidade e a multiplicidade de cada uma das nossas facetas que nos garante tal dessemelhança. Somos especiais porque somos comuns. Somos comuns porque somos especiais.

Ladrão de si mesmo

Agende uma palestra de lançamento 
entre 18-04-16 e 28-05-16!
Lançamento
Na palestra exploram-se as ideias subjacentes nas estórias contadas no livro Ladrão de si mesmo”. 

Acompanhe a trajetória de um homem acusado publicamente de ser um ladrão. Esse homem é Dimas, que sempre se referia a si mesmo como o bom ladrão numa alusão ao criminoso crucificado do lado direito de Jesus Cristo e que tivera os seus pecados perdoados. No desenrolar da estória, após a acusação que ele jurava ser falsa, Dimas descobre que na realidade ele fora sistematicamente roubado e sabotado nas diferentes esferas da sua vida. O pior de tudo é que ele não sabe quem o acusa nem quem o rouba. E quando Dimas descobre não quer acreditar quem é o seu inimigo. Ele fica literalmente paralisado com a descoberta do verdadeiro ladrão. Afinal, quem é o ladrão?

As situações neste livro levam o leitor a diferentes reflexões sobre como descobrir, conviver e enfrentar o ladrão, seu inimigo. Entra-se no mundo do desenvolvimento pessoal, ficando bastante claro que há uma diferença imensurável entre aquilo que as pessoas acreditam que podem fazer e aquilo que realmente fazem. Os diálogos e as estórias contadas promovem no leitor as reflexões que o ajudam a desenvolver o seu potencial, transformando-o em talento. Considere que potencial é tudo aquilo que alguém imagina que possa ser. Talento é explorar esse potencial, colocando-o a serviço de si e dos outros.

Por isso a pergunta: quem é o ladrão? As reflexões se aplicam àquilo que ocorre em âmbito pessoal e organizacional: (1) o que acontece numa relação quando as pessoas roubam? (2) Quais os resultados para uma equipe de trabalho quando há um ladrão? (3) Qual a influência de um ladrão numa organização? (4) Como prender o ladrão?


MANTENHA CONTATO:


INDICTO EDITORA
Rosan Luiz do Prado
Fone: 4532771888

Moacir Rauber
Skype: mjrauber


AUTOR
Moacir Rauber acredita que tem “MUITAS RAZÕES PARA VIVER BEM!” porque “MELANCOLIA NÃO DÁ IBOPE”. Também considera que a “DISCIPLINA É A LIBERDADE” que lhe permite fazer escolhas conscientes, levando-o a viver de forma a “NÃO FAZER NADA QUE NÃO POSSA COMPARTILHAR COM OS PAIS OU QUE TENHA QUE OCULTAR DOS FILHOS”. Por isso a pergunta: frente a um dilema qual é o seu lema?

Moacir faz doutorado em Ciências Empresariais, é mestre em Gestão de Recursos Humanos (UMINHO-PT) e em Engenharia de Produção (UFSC). Fez MBA em Marketing, Bacharelado em Secretariado Executivo e Letras (Português/Espanhol), além de larga formação complementar. Também tem formação internacional em Coaching Executivo Organizacional reconhecida pela FIACE e pela ICC. Tem experiência profissional nas áreas Administrativa, Secretariado, Gestão de Recursos Humanos, Vendas e Planejamento Estratégico. Também foi professor universitário no Paraná e em Santa Catarina e atualmente trabalha como Coach, Palestrante e Escritor.


Foi remador da Seleção Brasileira entre os anos de 2004 e 2008 e ainda hoje segue praticando o remo como lazer. Também faz trabalhos voluntários em instituições que desenvolvem projetos de inclusão social.

Livros publicados:
(1) Olhe mais uma vez! Em cada situação novas oportunidades (2010)
(2) Perguntar não ofende… Uma abordagem de coaching para o profissional de Secretariado (2013)
(3) Superação, a marca do Ser Humano! (2013) (Disponível gratuitamente em pdf na página www.olhemaisumavez.com.br)
(4) Ladrão de si mesmo (2016) PRÉ-VENDA DIGITAL