FACETAS!
Somos únicos.
Somos múltiplos.

By Moacir Rauber
Skip to main content

Negócios, amizade, fidelidade e lealdade: é possível?

Quando se toma consciência de que o mundo é igual para todos e que a real diferença está em como cada um o vê, percebe-se que a amizade, os negócios e os pontos de vista diferentes são possíveis.

Trabalhar com pessoas permite acompanhar histórias. Testemunhei uma trajetória de negócios e de amizade que, às vezes, parece não ser possível que caminhem juntas. Porém, quando se toma consciência de que o mundo é igual para todos e que a real diferença está em como cada um o vê, percebe-se que a amizade, os negócios e os pontos de vista diferentes são possíveis. Nesse ponto entra a importância de que se tenham valores convergentes, ainda que a vivência deles seja diferente, dependendo do momento de cada um. Vamos a história dos meus dois amigos.

Um sujeito ofereceu ajuda para outro no início de sua vida profissional. Não foi uma ajuda gratuita, mas sim uma ajuda interessada no retorno que aquele a quem ela foi oferecida poderia dar. Foi iniciado o negócio e estabeleceu-se uma parceria que perdurou por vários anos. O negócio se desfez e permaneceu a amizade. O tempo passou. Outros projetos e convites foram feitos entre os amigos. Tratavam-se de ofertas como resultado da relação estabelecida, revelando também a presença de valores como a fidelidade e a lealdade, defendidos pelos dois. Passados alguns anos dessa relação, aquele que inicialmente oferecera a ajuda, precisava de ajuda. Sabendo que o seu amigo estaria para iniciar um projeto na área em que ele atuava, dirigiu-se a ele e pediu ajuda, afinal ele era seu amigo. Porém, o amigo disse que não poderia fazê-lo, porque a parceria seria com outro. O que aconteceu? Onde estariam a lealdade e a fidelidade defendida por ambos?

Entendo que quando se estabelecem determinadas relações, alguns valores são intrínsecos a elas e acredito que a fidelidade e a lealdade estejam na base do casamento, da amizade e das ligações profissionais. Pressuponho, também, que há uma distinção entre como cada um vê e vive o conceito dessas palavras, dependendo do momento em que se encontra. Nos dicionários, a fidelidade pode ter entre os seus sinônimos a lealdade, a honradez, a constância e a obediência, sendo entendida como a qualidade daquele que é fiel ao demonstrar zelo com os compromissos assumidos. A fidelidade não depende de algo escrito, embora possa ser. Como um valor, a defesa da fidelidade estava presente no discurso de ambos. Por outro lado, a lealdade também tem entre os seus sinônimos a fidelidade, além de representar a sinceridade, a integridade e a dignidade, sendo entendida como o cumprimento dos compromissos assumidos. E a lealdade é um valor que dificilmente se escreve, porque ela apenas existe ou não. Da mesma forma, a lealdade estava presente no discurso da relação de amizade dos dois. Particularmente, entendo que a lealdade é o valor com maior amplitude, abarcando e envolvendo a fidelidade.

Alguém pode ser infiel, permanecendo leal, porém, uma vez sendo desleal certamente se é infiel. Entretanto, podem existir diferenças no momento de vida em que cada um se encontra e como são vividos tais valores.

E o amigo que foi pedir ajuda do outro amigo sentiu na pele essa diferença.

O amigo teve a ajuda recusada no formato como ele a pedira. Por isso, inicialmente, sentiu-se traído. Acusou, mentalmente, o outro de não ter respeitado os valores defendidos por ambos. Onde estava a fidelidade defendida? Como ficava a lealdade na recusa de ajuda? Ele calou-se. Passado o impacto inicial, conversaram sobre o tema. O amigo que agora recusava a ajuda estava em outra relação, porém os valores permaneciam importantes para ele. Por isso, nesse projeto, especificamente, ele estava sendo fiel e leal para com quem ele já havia se comprometido, porque a vida segue. Ao final, retomaram uma parceria em outro projeto. A lealdade e a fidelidade continuavam importantes para ambos, por isso os negócios e a amizade prevaleceram.

Moacir Rauber

Blog: www.facetas.com.br

E-mail: [email protected]

Home: www.olhemaisumavez.com.br

Sucesso ou bem sucedido?

Para ser bem sucedido, muito além de ter sucesso:

mais do que falar de gratidão é importante viver a gratidão.

Mais do que falar de humildade é essencial viver humildemente.

Mais do que falar de bondade é preciso ser bondoso.

Mais do que falar de esperança é necessário manter a esperança.

Mais do que falar de amabilidade é indispensável ser amável.

Mais do que falar de confiança é básico confiar e ser confiável.

Mais do que falar de lealdade o principal é ser leal.

Mais do que falar de educação é obrigatório ser educado.

Mais do que falar de empatia é fundamental viver a empatia.

Mais do que buscar o sucesso é primordial ser bem sucedido.

Para ser bem sucedido nem sempre é importante falar bem, cantar espetacularmente, representar maravilhosamente ou ter muito dinheiro, porque ser bem sucedido independe de ter habilidades espetaculares ou fortunas imensuráveis.

Para ser bem sucedido é importante estar autenticamente alinhado com os valores professados, porque alguém bem sucedido sempre é um sucesso e nem sempre quem tem sucesso é bem sucedido.

Alguma comparação?

Felicidade é uma Questão de Atitude 2!

A FELICIDADE É A ATITUDE DE

Despir-se de medos para se vestir de coragem.

Despir-se de preconceitos para se vestir de tolerância.

Despir-se de julgamentos para se vestir de respeito.

Despir-se de desconfianças para se vestir de confiança.

Despir-se da tristeza para se vestir de alegria.

Despir-se de mágoas para se vestir de paz.

Despir-se de ressentimentos para se vestir de tranquilidade.

Despir-se da impaciência para se vestir de paciência.

Despir-se da animosidade para se vestir de amabilidade.

Despir-se da maldade para se vestir da bondade.

Despir-se da infidelidade para se vestir de fidelidade.

Despir-se da volubilidade para se vestir do domínio próprio.

Despir-se do desamor para se vestir de amor.

Felicidade não é emoção.

Felicidade é a atitude de Ser Feliz,

AGORA!