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Quanto vale um conselho…

Quanto vale um conselho? Este pesquisa realizada com vinte e cinco dos maiores executivos de empresas no Brasil mostra que por trás daquela aparência imponente, muitas vezes prepotente, existe uma pessoa que foi criança, que lembra do pai, do avô, do tio, da professora e de conselhos, geralmente, com valores morais e éticos. Fica a pergunta: por quê o nosso mundo não é melhor? Mas também fica a esperança que temos tudo para melhorar. Leia, é interessante.

Conhecendo Bamberg – Alemanha

Algumas histórias

Um dia, logo após a aula fizemos um passeio pela parte antiga da cidade. Começamos conhecendo a antiga prefeitura, construída no meio do rio. Depois visitamos um jardim maravilhoso, a biblioteca estadual e, por fim, a catedral (der Dom) local. A Catedral impressiona pela beleza, pela arquitetura, pelos personagens nela enterrados, pelo seus mais de mil anos e pelas histórias.

Histórias como a da aparição da figura de um diabo na abóboda da catedral, em frente ao altar principal. Conta-nos o professor que o surgimento dessa figura tem duas versões, uma crível e outra pouco plausível. A versão crível (1) é que o diabo tentou entrar na igreja pelo teto, para dominá-la. Escolheu a parte de cima com o intuito de mostrar a todos quem realmente mandava naquela área. Mas o “tinhoso” não contava com a fé das pessoas de Bamberg, que foi tão grande que ele ficou petrificado no teto da catedral. A versão pouco plausível (2) diz que o bispo da época contratou um pintor muito especial, que era referência na região pela qualidade do seu serviço. Combinaram o preço e o prazo de entrega da obra. O pintor cumpriu a sua parte, religiosamente. Ao terminar o serviço se dirigiu ao bispo para a cobrança, porém este negou o pagamento alegando falhas no serviço. O pintor, irritado, disse-lhe, “toda vez que o senhor rezar uma missa na catedral vai se lembrar de mim” e saiu. Na surdina ele teria pintado a cara do diabo no ponto mais alto do teto da catedral, bem em frente ao altar. Deste modo, sempre que o bispo consagrasse hóstia, ao erguer os olhos veria em sua frente a figura do demônio. Essa história, porém, é pouco crível, não passando de folclore, enquanto a primeira é completamente aceitável!

Não era granola…

Como toda manhã segui minha rotina. Enquanto esquentava a água para o chimarrão misturava numa tigela a granola com o yogurte. Meu café da manhã não tem café. Depois levei a térmica com a água quente para o chimarrão, a cuia e a tigela com a granola para a mesa da sala, onde liguei meu computador. Tomei um chimarrão enquanto ele inicializava. Depois aproveitei para experimentar a granola, que já estava no ponto. Agora estava tenra, após absorver por mais de vinte minutos a umidade do yogurte. Senti aquele volume macio em minha boca, o paladar um pouco acre do yogurte sem açúcar misturado com o sabor dos diferentes cereais que compõe a granola. O movimento calmo e tranqüilo dos maxilares que não encontravam nenhuma resistência ao mastigar esse alimento tão macio. Senti um volume um pouco maior entre meus dentes e, inconscientemente, fiz uma força desproporcional ao alimento que estava ingerindo. Dei uma dentada digna de um pedaço de carne meio dura, mas que se morde com apetite. A manhã que estava calma e tranqüila, seguindo sua rotina normal, de repente se encheu de estrelas, lágrimas me vieram aos olhos, perdi a compostura e praguejei em alto e bom som, “M…, é a língua!”
Moacir Jorge Rauber

Conhecendo Bamberg – Alemanha

Alles Blau!!!
Naquele dia entrei na sala onde já se encontravam os colegas estrangeiros e eles me saudaram, “Wie geht’s?”, “Como vai?”. Para usar parte do alemão trazido da infância, rápida e espontaneamente respondi, “Alles Blau”, ficando eles impressionados com minha fluidez. Mas alertei que eu não sabia se isto estava correto ou não. Logo chegou a professora e eu perguntei sobre essa expressão, ao que ela respondeu que ela a desconhecia completamente. A única referência a “Blau”, “azul” em alemão que ela conhecia era “Ich bin Blau” ou “Eu estou bêbado”. Gargalhada geral!

Pato ou Cientista

Este texto provocou diferentes comentários direcionados ao meu e-mail. Alguns concordando e outros nem tanto. Mas teve um muito interessante. Ele dizia que “se burros no comando é uma ciência nosso presidente é um cientista, sem dúvida”, assim como não restaria dúvida que os “patos” somos nós, não ele. Não se fala em habilidades.