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Facetas!


Somos Únicos.
Somos Múltiplos.
By Moacir Rauber

Um mundo com propósito na Era de Humanidade

Aqui estamos nós na Era Digital caminhando para um período Pós-Digital num mundo de oportunidades geradas pelo macro e microuniverso que podem nos levar para uma Era de Humanidade. Se tudo pode ser multiplicado e tudo pode ser dividido, tem-se infinitos planos infinitos que nos oferecem uma sucessão de oportunidades, que combinadas com a finitude da vida tendem a nos deixar humanos. É a Era de Humanidade. Por isso, cabe a cada um assumir o protagonismo da sua vida, começando por responder à pergunta:

O que você faria se não tivesse medo? O medo, muitas vezes, nos paralisa a mente, embota a imaginação e limita a criatividade, assim como acaba com a iniciativa e rouba a motivação.

Assim, fazer algo que você faria se não tivesse medo, sem julgamentos ou preconceitos baseado em fatos e observações, é um dos caminhos que o levará até onde você quer ir. Ao compreender o ciclo das próprias motivações, tende-se a identificar um propósito, entendendo que não é o mundo que muda as pessoas, mas as pessoas é que mudam o mundo. E a motivação com propósito são variáveis fundamentais no processo para se chegar na Era de Humanidade.

Voltando-se no tempo para a Idade das Pedras, as motivações humanas se resumiam a terminar o dia vivo, bem alimentado e com a ambição de perpetuar a espécie. Num passado mais recente as motivações humanas buscavam recompensas e o evitamento das punições. Felizmente, as motivações evoluíram e as pessoas já não se satisfazem com somente terminar o dia vivo, de barriga cheia ou tendo recebido uma recompensa ou não sendo punido. Elas se deram conta da finitude da vida, o que as faz buscar algo mais em suas vidas. Para esse fim, as pessoas devem buscar a autonomia, desenvolver a excelência e ter um propósito, num caminho evolutivo para a Era de Humanidade.

A autonomia dá a possibilidade da auto direção em que todos podem conduzir a própria vida de forma a ter o destino em suas mãos.

As pessoas que exercem a autonomia sobre o que fazem, sobre quando o fazem, sobre com quem o fazem e sobre como o fazem, exibem a iniciativa de fazer o que deve ser feito e quando deve ser feito. A autonomia motiva as pessoas a fazerem aquilo que se quer mesmo quando não se está com vontade, assim como a fazer aquilo que não se gosta na busca daquilo que se quer.

Desse modo, uma pessoa autônoma alinha os objetivos próprios com os da organização criando um mundo de oportunidades.

Pessoas que exercem a autonomia vão em busca da excelência, que é paradoxal.

A excelência tão logo é alcançada deixa de ser excelente, o que nos leva a buscar um novo estado num movimento de melhoria contínua.

A excelência exige esforço, dedicação e prática deliberada encontrada na repetição, na observação e na mudança de padrões exibidos por quem tem motivação. As Eras Digital e Pós-Digital têm possibilitado inúmeras alternativas de exercer a autonomia e de buscar a excelência, porém o desafio é entrar na Era de Humanidade.

Para avançar para a Era de Humanidade a motivação deverá ter a sua base no propósito, que é exercer a sua autonomia de forma excelente numa atividade que tenha sentido para si e para os outros.

Ao se dar conta da infinitude do universo e da finitude da vida, o lucro, puramente financeiro, começa a perder relevância frente ao propósito. Caminha-se, assim, rapidamente para uma mudança de paradigmas organizacionais provocada pela transformação dos objetivos individuais. Somente poderia ser assim, porque não há organização sem pessoas. Enfim, os indivíduos com propósitos com sentido criarão uma geração de organizações que reformularão os negócios e a forma de ver o mundo. Essa será a Era de Humanidade, em que o propósito daquilo que se faz virá em primeiro lugar, criando um mundo repleto de oportunidades.

No ESARH – Encontro Sulamericano de Recursos Humanos (https://esarh.com.br/ ) o tema estará em evidência por meio da proposta de (Re) Criar a Humanização na Era Digital.

Moacir Rauber

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(Re) Criar a Humanização: Ser Humano” ainda é “humano”?

Humano é tudo que é relativo ao homem, com a característica de bondoso, afetuoso, sensível, compassivo, terno e sentimental, que nos leva a pensar em ações que visam ao bem-estar da humanidade. Humano também pode ser traduzido como amor aos semelhantes por meio da busca da eliminação das injustiças a fim de alcançar a felicidade humana (Dicionário Aurélio). Normalmente, em oposição ao que é humano encontramos a palavra animal, que nos remete a ideia de “qualquer animal que não o homem; ser irracional”. Em seu sentido figurado animal expressa uma “pessoa desumana, bárbara, cruel”, ou “pessoa muito ignorante, estúpida”. São estas algumas das definições encontradas nos dicionários para o sentido normalmente dado a estas palavras em seu uso cotidiano. Daí se pergunta: tudo que for “humano” pode ser considerado bom e tudo que for “animal” deve ser considerado como mau?

O questionamento não é quanto à correção semântica das palavras, mas para o seu verdadeiro sentido como resultado das ações realizadas e comparadas derivadas dos humanos e dos animais. Há relação dos conceitos com a realidade? Tomando-se como exemplo as ações humanas atuais, que são conscientes e racionais, comparando-as com as ações dos animais, que são instintivas e irracionais, percebe-se que as ações humanas têm pouco de humano. As ações humanas continuam a provocar guerra e morte de milhões de pessoas, bem como a extinção de outras espécies. As ações mais comuns a nossa espécie são a competição, na busca incessante pelo melhor posto de trabalho; a concorrência, para desenvolver o produto que venda mais; o consumo para ostentar a melhor posição social; os roubos, a corrupção e os assassinatos para conseguir tudo aquilo que a sociedade julga importante ter. Desse modo, as ações humanas atingem a “bestialidade”, referindo-se ao demônio e não ofendendo o animal “besta”, o que têm gerado ansiedade e atormentado pessoas ao sobrepujar valores morais e éticos, instintivos. Resultado de uma sociedade aflita e mortificada em que o sentimento de culpa pelo fracasso de não obter tudo que é tido como necessário para ser um sucesso pode levar a matar ou a se suicidar. Isso é de uma crueldade animal. Não, isso é de uma crueldade “humana”!

Por outro lado, nas ações dos animais também existe competição, mas tão somente para manter-se vivo; também existe a morte, mas somente para garantir o direito à vida; também existe o consumo, mas sem a necessidade de acúmulo de riqueza; também existe o gozo e o prazer, mas tão somente para a continuidade da espécie. Nas ações animais não existem assassinatos, estupros ou guerras, justas ou injustas. Nas ações animais não existem sequestros, torturas ou a ansiedade que corrói a alma. Nas ações animais existem apenas ações que preservam a vida baseadas na transparência do comportamento ético dos instintos de cada espécie.

Por isso, como podemos nós, “humanos”, dizer que “humano” é bom e que “animal” é cruel, quando nossas ações nos desmentem? Como podemos nós nos classificarmos de racionais e as demais espécies de irracionais, quando nós, “humanos”, estamos racionalmente destruindo-nos e as demais espécies? Entendo que quase podemos inverter o sentido de cada uma das palavras, passando “humano” a ser considerado cruel e bárbaro, enquanto “animal” se refira, não exatamente a bondoso, mas pelo menos a leal e ético. O que fazer? Acredito que ao invés de sobre valorizar a competição, valorizemos a colaboração; ao invés de sobre valorizar a disputa, valorizemos a cooperação; ao invés de sobre valorizar o ter, valorizemos o ser; porque ainda é possível e bom ser “humano”!

Portanto, cabe a nós, representantes da espécie humana, ressignificar o valor semântico da palavra “humano” por meio da (Re) Criação da Humanização na Era Digital ao “animalizar” um pouco os padrões de comportamento humano para fazer valer o significado de “Ser Humano” encontrado nos dicionários.

Moacir Rauber

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O Chefe

Na última reunião, o chefe reclamava que ninguém o respeitava. Naquele mesmo dia, ele foi a uma loja e comprou uma placa e a colou na sua porta com a frase: EU SOU O CHEFE.

Um pouco mais tarde, ao retornar ao seu escritório depois de um compromisso, ele encontrou outra placa na sua porta que dizia: A SUA MULHER LIGOU E PEDIU A PLACA DE VOLTA.

Chefia que desperta o respeito e é sinônimo de liderança não tem a ver com imposição, mas com a posição da pessoa.

Que venha um tempo para não incluir ninguém…

Que venha um tempo para não incluir ninguém

O evento estava lindo, as pessoas se respeitavam e a diversidade estava presente na unicidade dos quase cem participantes. Essa era a observação dos fatos que eu fazia a partir da minha percepção. Por outro lado, havia um grupo de pessoas que não estava satisfeita, pois consideravam que não se havia tido a preocupação com a inclusão e que algumas categorias ou classificações de pessoas estavam sub representadas no evento. Desse modo, elas apresentaram a sua reclamação para o grande grupo, que foi recebida com o respeito que a opinião alheia requer.  Uma reclamação expressa um pedido que parte de uma observação, muitas vezes, baseada em percepções individuais que são tomadas como fatos. Não se tem aqui a pretensão de dizer que a reclamação acima estava baseada num fato ou numa percepção individual. Quero destacar que a reclamação apresentada era um pedido que trazia em si sentimentos e representava uma necessidade daqueles que reclamavam. O grande grupo acatou e respeitou a reclamação. Nas rodas menores de conversas, o tema voltou à tona, pois é um assunto delicado. Afinal, estávamos falando de inclusão. Nesse momento, uma das pessoas disse uma frase que me marcou:

– Respeito a opinião de quem reclama, entretanto não concordo porque ninguém foi excluído…

A pessoa seguiu o seu raciocínio dizendo que para falar de inclusão, antes deveria ter sido praticada a exclusão. Concordei com a argumentação. Sei que falar de inclusão é algo que mexe com pessoas, que por um motivo ou outro são classificadas por meio de rótulos que, por vezes, terminam por marginalizá-las criando minorias excluídas. É um processo histórico que tem gerado danos naqueles que são estigmatizados por um rótulo. Diferentes etnias? Negros, Amarelos, Vermelhos e Brancos. Culturas que se chocam? Ocidental, oriental entre outras. Escolhas que divergem? Direita, esquerda ou sei lá mais o quê. Pessoas com Deficiência? Cegos, surdos, mudos, amputados ou deficiência intelectual. Estes últimos, formam um grupo que se eu aceitasse classificação integraria, já foram considerados deficientes, aleijados, inválidos, incapazes, excepcionais e descartáveis. Sim, em determinadas sociedades uma pessoa com deficiência era descartada para minimizar o risco do grande grupo. Essa era a exclusão que hoje exige um trabalho de inclusão.

É importante entender que os grupos sempre se organizaram com o objetivo de proteger os seus integrantes dando-lhes a sensação de pertencimento. Na origem de um grupo, categoria ou classificação existem ou são identificadas determinadas características que servem para que alguns se aproximem e que outros se afastem ou sejam afastados. Aqueles que são incluídos passam a pertencer ao grupo, formando o “nós”. Outros são excluídos e não pertencem ao grupo, formando o “eles”. Isso é exclusão. Esse é o tipo de pensamento que depois exige a inclusão. Por isso, acredito que o grande desafio, para que não se precise mais falar em inclusão, seja o de não excluir, a começar pelo fato de não rotular um “nós” e “eles”. Muitas vezes ouço expressões como, “Eles, pessoas com deficiência…”, entre outras, que me excluem ao me transformar num “eles”. Tenho uma deficiência física, mas isso não me descaracteriza como Ser Humano. Sou “nós”.

Ao lembrar que cada pessoa é única e indivisível, não há como classificar ou rotular e não seria possível excluir, eliminando a necessidade de se incluir. Portanto, lutar para não classificar ou rotular aquilo que não é classificável rotulável, as pessoas, é um dos passos para não excluir e, portanto, não precisar incluir. Por isso, desejo que tenhamos um tempo em que não se exclua a ninguém, transformando a inclusão descartável.

Isso porque entendo que a única classificação aceitável é a de Ser Divinamente Humano.

Moacir Rauber

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Um 2020 iluminado: a fábula do fósforo e da vela

O fósforo disse para a vela:

– Hoje vou acender você?

– Não, por favor! Respondeu a vela. É que se você me acender eu vou estar com os meus dias contados.

– Mas você quer permanecer assim toda a sua vida? Dura, fria, sem vida e sem nunca brilhar? Retrucou o fósforo.

– É preciso me queimar para isso? Isso vai doer demais e consumirá todas as minhas forças, murmurou a vela.

O fósforo respondeu:

– Você tem toda a razão, mas esta é a nossa missão. Nós fomos feitos para ser luz. Eu sou um simples fósforo e a minha luz é pouca e dura pouco tempo, ainda assim é a minha missão. Eu posso ser a chama para que outros também se iluminem e possam cumprir com a sua missão. Posso dar a chama para você?

Não sei o autor da fábula, mas desejo que para o ano de 2020 cada um possa ser a luz que foi destinado a ser. Cada um de nós é apenas uma centelha se considerarmos o número de pessoas que existem no planeta, além da infinitude do universo. Muitas vezes podemos acreditar que aquilo que se faz ou se deixa de fazer é tão pouco que não fará diferença. Eis um grande engano. Acredito que cada ser humano possa ser luz no seu ambiente, seja ele familiar, organizacional ou social. Cada pessoa pode exibir competências relacionais, como a confiança, a autenticidade e o domínio próprio que servem de luz para aqueles com quem se convive no ambiente familiar. Quem você inspirou hoje? Creio que cada um possa exibir competências de desempenho, como produtividade, aprendizagem e espírito de equipe que cumpram com a missão de iluminar o ambiente profissional em que circula. O que você fez melhor hoje do que ontem? Entendo que cada ser humano possa exibir competências de conduta, como a ética, a flexibilidade e o respeito que contribuam com o seu propósito divino de iluminar o seu mundo e o mundo dos demais. Quais os seus comportamentos que podem ser replicados pelos outros? Não quer dizer que nós vamos enfrentar dores, percalços e sofrimento na jornada. Os reveses fazem parte do crescimento, porque o vento que não apaga a vela produz mais chama.

Enfim, passar por este mundo para que o mundo seja melhor é permitir que a tua chama ilumine ao seu redor. Da mesma forma, é aceitar que a chama dos outros ilumine o seu caminho nos momentos em que a tua luz estiver mais fraca. Ainda mais, é entender que quando você estiver com a chama forte e o outro também o mundo todo se ilumina. Trata-se de assumir o protagonismo da própria vida para fazer as escolhas que tornam o mundo um lugar melhor. Por isso, permitir-se ser aceso quer dizer que ao produzirmos luz nós cumpriremos a nossa missão de deixar o mundo um lugar melhor pela nossa presença. Teremos relações melhores, organizações com mais desempenho e uma sociedade mais justa. Aceite luz, produza luz! A vela concordou, porque entendeu que a sua missão também era a de produzir luz e somente assim ela daria sentido a sua existência. E você, concorda?

Por fim pergunto: o mundo é melhor com a nossa presença? Se não for melhor, então por que estamos nele?

Que tenhamos um 2020 ILUMINADO!

Moacir Rauber

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NATAL: faça uma viagem para um reino nada nada distante

Natal é uma data especial em que muitas pessoas aproveitam para tirar férias e viajar. Isso é maravilhoso! Porém, gostaria de destacar de que além de viajar para fora, esse é um período apropriado para fazer uma viagem para dentro e reconhecer o lugar mais incrível do mundo: o Seu Eu. Recentemente lancei o livro chamado O Reino de Logo Ali ao Lado que nos dá a impressão de que se dirige o olhar para o exterior. É só a impressão. No reino ao lado nem sempre algo ou alguém é aquilo que parece ser. Por isso, ninguém confia em ninguém. Para cada um dos habitantes do reino o outro é que é mau, invejoso, ganancioso, avarento, cruel, vingativo e desumano. Naquele reino alguém pode se apresentar de uma maneira e ser exatamente o oposto. É uma fábula que poderia acontecer ao lado, ou não…

A fábula se desenvolve no Reino de Logo Ali ao Lado onde sete habitantes com características e personalidades muito diferentes resolvem se isolar num casarão para se proteger dos demais habitantes. O problema sempre são os outros, não é? As más companhias dos meus filhos são os filhos dos outros, entretanto nos esquecemos de que as más companhias dos filhos dos outros podem ser os meus filhos. Os incompetentes são os meus colaboradores e me esqueço de que eles apenas refletem as minhas próprias competências ou a falta delas. Esquece-se de que ninguém se realiza no isolamento, portanto é importante se reconhecer como frágil e vulnerável para que se possa identificar nossa força. Inicialmente, aqueles habitantes se isolaram para se proteger, porém descobrem que não conseguem se realizar sem os outros. No seu isolamento, os habitantes do casarão procuram criar um ambiente seguro dentro de um reino caótico fazendo dele a sua fortaleza. Nele ninguém mais entra. A segurança e a abundância do casarão chamam a atenção dos demais habitantes do reino que lutam para entrar. Eles querem entrar no casarão, porém os habitantes não querem deixar que isso aconteça porque não confiam em ninguém. Até que um dia o casarão é invadido. O pior pode acontecer! Ou não… O enredo leva o leitor a uma viagem para O Reino de Logo Ali ao Lado que termina… Bom, você quer saber quem habita no Casarão? Leia a fábula O Reino de Logo Ali ao Lado (disponível em https://amzn.to/2r4nFH4 – amazon.com.br) e você vai se surpreender.

Enfim, neste período de Natal também é importante viajar para dentro de si mesmo para encontrar o melhor de cada um. Entendo que a saída é viajar para dentro de si mesmo para que cada um redescubra o valor da sua própria história. Reconhecer as próprias fragilidades e vulnerabilidades é que nos prepara para explorarmos as nossas fortalezas. Posso identificar em mim as fraquezas oriundas de comportamentos negativos como, nem sempre ser bom, a inveja, a ganância desmedida, a avareza, um nível de dureza, um desejo de vingança e até uma dose de desumanidade. É perfeitamente normal. Destaque-se que ao identificar tais fraquezas humanas é que posso exercer o meu livre arbítrio. Ao reconhecer as minhas fragilidades é que posso escolher ser bom. Posso manifestar meu desapego. Posso exibir uma ambição saudável. Posso optar pela generosidade. Posso preferir a flexibilidade. Posso desejar o bem ao próximo. E, finalmente, posso ser verdadeiramente humano, o que nos aproxima do DIVINO.

Para finalizar, pergunto: existe momento mais apropriado do que o período Natalino para fazer esta viagem? Conheça O Reino de Logo Ali ao Lado  (disponível em https://amzn.to/2r4nFH4) que não está nada nada distante.

FELIZ NATAL!

Moacir Rauber

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