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Moacir Rauber acredita que tem "MUITAS RAZÕES PARA VIVER BEM!" porque "MELANCOLIA NÃO DÁ IBOPE". Também considera que a "DISCIPLINA É A LIBERDADE" que lhe permite fazer escolhas conscientes, levando-o a viver de forma a "QUE POSSA COMPARTILHAR TUDO COM OS PAIS E QUE TENHA ORGULHO DE CONTAR PARA OS FILHOS".

SE DEUS EXISTE, ELE NÃO É VOCÊ!

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SE DEUS EXISTE, ELE NÃO É VOCÊ!

Escutar uma conferência sobre os cinco sentidos de Chesterton com uma abordagem não convencional, é um exercício de despojamento de nossa suposta importância. A reflexão nomeia os sentidos: (1) corpóreos, (2) sobrenatural, (3) crítico, (4) comum e (5) de humor.

Ao finalizar a intervenção, ele afirma:

— Deus existe e não é você. Por isso, relaxa!

O sentido de humor esteve presente.

Como os cinco sentidos apresentados se expressam nas organizações?

Os sentidos corpóreos que aprendemos na escola são: o tato, que se manifesta na “flor da pele”; a visão, que traz imagens e informações sobre luz, escuridão e sombra; a audição, que nos brinda com o som e o silêncio; o olfato, que registra os odores à nossa volta; e o paladar, que nos conecta com os sabores. Eles integram o sistema sensorial que nos oferece informações sobre o ambiente em que vivemos. Os sentidos corpóreos nos permitem desfrutar dos prazeres da vida; contudo, é importante desenvolver a razão e a vontade para não nos tornarmos escravos deles. Você domina os sentidos corpóreos ou é dominado por eles?

O sentido sobrenatural é um dos menos explorados por nós nos diferentes ambientes. É natural olhar para uma flor e ficar encantado com sua beleza; porém, ao não saber quem a criou e como ela surgiu, abrimos espaço para o sobrenatural. Quando a razão não abarca plenamente o ambiente natural, a lógica nos conduz ao reconhecimento do sobrenatural. Entretanto, muitas vezes desviamos nosso comportamento para o antinatural, destruindo o ambiente em que vivemos. Você reconhece a beleza do ambiente natural em que está ou o contamina?

O sentido crítico é o exercício da razão na busca pelo conhecimento e tem sido confundido com o império do pensamento dominante. Muitas pessoas, ao iniciar o dia, organizam-se a partir dos likes que esperam receber, tornando-se reféns da aprovação alheia. O sentido crítico, entretanto, organiza o dia a partir da própria consciência, ainda que em contraposição ao pensamento dominante. Assim, a capacidade de discernimento é ativada para diferenciar o bem e o mal; o belo e o feio; o correto e o incorreto. Com o sentido crítico, reconhece-se o sobrenatural, evita-se o antinatural e cuida-se do natural. Só assim deixamos de ser escravos do nosso tempo. Como você organiza o seu dia?

E o senso comum — o que fazer com ele? Entender, aprofundar e aproveitar o conhecimento empírico que carrega. Trata-se de um dos sentidos mais subvalorizados pelo predomínio do cientificismo. O senso comum traz em si um conhecimento prático acumulado em séculos de experimentação, desenvolvendo em nós o instinto da verdade para compreender o mundo de forma coerente. Ele confronta o conhecimento abstrato, que muitas vezes deriva em erudição sem sentido, com a sabedoria prática, que vê o sublime nos eventos mais simples, ainda que sem explicação científica. O senso comum é um conhecimento que se recusa a demonstrar o evidente, reconhecendo o sobrenatural e desfrutando do natural.

Por fim, o sentido de humor.

Logo após dizer que Deus existe e que nenhum de nós o É, ele complementou que ter bom humor é o senso comum em forma de dança. É ele que nos permite rir com os outros e rir de nós mesmos, fazendo da vida um baile contínuo. Nessa abordagem, desenvolvemos um processo curativo de não levar a vida tão a sério, porque “ninguém sai vivo dela”. O senso de humor combate a tristeza, diminui a ansiedade e ilumina a alma.

Porém, alguém disse:

— É lindo, mas eu sou ateu…

Seguiu-se um silêncio respeitoso e uma resposta direta:

— Se Deus não existe, então você não é Deus. Relaxa…

A conferência, baseada no pensamento de Chesterton, integra alma e corpo; natural e sobrenatural; erudição e simplicidade; seriedade e senso de humor, a partir de uma “visão paciente e um coração ardente”.

Você tem os cinco sentidos de Chesterton?

Moacir Rauber

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Inspirado na conferência Mons. Munilla

VOCÊ SABE COMUNICAR?

Fonte: Pixabay

VOCÊ SABE COMUNICAR?

O diretor chega à empresa para começar o dia e, como sempre, reúne a equipe para revisar as tarefas delegadas, as responsabilidades assumidas e os resultados a serem entregues. Cada um dos membros está ciente de seus afazeres, que estão alinhados com as suas competências. Em uma das interações, ele pergunta:

— O que aconteceu com a entrega prevista para ontem, que não foi feita?

O responsável começa a responder:

— Parece-me que houve…

E segue com uma explicação baseada no entendimento daquilo que supostamente havia ocorrido, segundo a sua interpretação dos fatos. Qual é o problema desse tipo de explicação? Ela nos afasta da realidade objetiva. O que se pode fazer para melhorar a comunicação organizacional? O essencial é saber diferenciar fatos de interpretações.

Em tempos de dados, informações e conhecimento abundantes, não há espaço para divagar sobre acontecimentos que impactam os resultados organizacionais. Em primeiro lugar, é preciso apurar os fatos para depois passar às interpretações. Mas qual é a diferença entre fatos e interpretações? Com relação à pergunta do diretor, o membro da equipe, ao começar a explicação com “Parece-me…”, notadamente invocou uma interpretação, uma vez que se tratava daquilo que ele pensava que poderia ter acontecido. Um fato se refere a algo que, uma vez descrito, pode ser comprovado por qualquer membro da organização. Por exemplo, o que aconteceu para que a entrega não fosse feita? “O caminhão quebrou…”, “O motorista faltou…” ou ainda “Os produtos não estavam prontos…” são fatos. Entretanto, muitas vezes não apuramos os fatos e seguimos com as nossas interpretações, que podem ser diferentes das dos demais membros, gerando conflitos.

Destacam-se também as diferenças entre observações e opiniões; notícias e narrativas; convites e intimações; pedido e exigência; e, por fim, que um aviso não é improviso. Não saber a diferença atrapalha a comunicação.

Para este texto, observação refere-se a um estudo, a uma pesquisa ou a uma análise que pode ser atestada por outras pessoas, enquanto a opinião é derivada da compreensão individual do fenômeno observado.

Notícia deveria ser somente o fato em si, e não uma narrativa em que o jornalista conduz a fala de modo a endossar as suas crenças sobre o ocorrido.

Entendo que, para melhorar a comunicação, é essencial ter clareza sobre essas diferenças, para poder começar a falar com base em fatos, observações e notícias que possam ser comprovadas por qualquer pessoa. Depois de uma descrição comprovável, a interpretação será bem recebida, a opinião será respeitada e a narrativa poderá ser construída em equipe. Com essa abordagem, a realidade é a mesma para todos, respeitando-se o direito de cada um de vê-la em conformidade com as suas crenças.

Outras diferenças importantes que permitem melhorar a comunicação: convite e pedido não se referem a intimação e exigência, uma vez que os primeiros aceitam um “não” como resposta, enquanto os segundos não. Nas organizações, um convite e um pedido tendem a ser mais efetivos que as intimações e as exigências.

Por fim, aviso não é improviso.

Um ponto central no processo comunicacional é que, ao se dar um aviso, fazer um comunicado ou delegar uma tarefa, alguns elementos devem estar claros: quem, para quem, o quê, quais as condições e quanto tempo para atender ou realizar aquilo que foi avisado, comunicado ou delegado. Por que destaco isso? Porque são inúmeros os líderes que começam a dar um aviso, a fazer um comunicado ou a delegar uma tarefa e terminam emitindo a sua opinião em uma improvisação que se afasta da objetividade necessária para o assunto.

Finalmente, ao participar de uma reunião organizacional, tenha em mãos dados, informações e conhecimento que sejam fatos, observações e notícias comprováveis. Em seguida, caso necessário, faça a sua interpretação, dê a sua opinião e desenvolva sua narrativa. Por fim, faça um convite ou um pedido sabendo que o “não” será bem-vindo. Desse modo, os confrontos e os conflitos desaparecem enquanto a comunicação floresce.

Por isso, tenha tudo organizado, porque avisar, comunicar e delegar não é improviso — é competência comunicacional.

Moacir Rauber

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AINDA QUE DÊ ERRADO… ESTÁ CERTO!

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AINDA QUE DÊ ERRADO… ESTÁ CERTO!

Ele se preparava para uma cirurgia que poderia ser complicada. Minha esposa e eu o escutávamos falar sobre o procedimento, o período de internação e o tempo de recuperação. Ao final, fiz o comentário: Vai dar tudo certo! Ele ficou calado e, em seguida, respondeu:

– Verdade, porque ainda que dê errado, vai estar certo!

Ficamos um pouco encabulados com a sua resposta, porém ela traz várias reflexões possíveis, entre elas: (1) manter o foco naquilo que está sob controle; (2) desenvolver a confiança nas relações pessoais e profissionais; e (3) nutrir a força individual da fé e da esperança. Como essa postura pode nos ajudar no nosso dia a dia organizacional, familiar e social?

O autor coreano Byung-Chul Han fala da “sociedade do cansaço”, em que saímos de um modelo disciplinar para um modelo de desempenho. Abandonamos — em parte — o hábito de obedecer, seguir regras e tradições, e adotamos a autonomia, acreditando poder tudo. Criamos a falsa ideia de que somos autossuficientes e não precisamos seguir as ordens de ninguém, apenas as próprias. Entretanto, isso é um engano.

Quando deixamos de seguir ordens ou comandos externos em nome da autorregulamentação, criamos um chefe muito mais exigente do que qualquer outro poderia ser: nós mesmos. Desse modo, temos sistematicamente aprendido a nos “amar” e a projetar o “Eu Ideal”, que supostamente nos levaria à plenitude, acreditando que sou especial porque sou único. Então, todos são especiais, porque todos são únicos. Ao nos voltarmos para nós mesmos, passamos da autoestima para o egoísmo, no qual acredito ter o direito a tudo. Entretanto, quando não alcanço o êxito que penso merecer pelo fato de ser único, frustro-me e deprimo-me, esgotando-me de maneira a gerar uma sensação de cansaço contínuo. Já não posso criticar o meu chefe, porque ele sou eu. Nos arrogamos uma importância tamanha que passamos a atribuir todo o nosso sucesso apenas a nós mesmos. Cremos que a autonomia deveria nos manter no topo, uma vez que “eu posso”. Ao perceber que, muitas vezes, não podemos tudo, nos deparamos com o “Eu Real”, que nos leva ao burnout, consumindo-nos pela frustração de não sermos tão especiais quanto acreditávamos.

A vida, cedo ou tarde, nos coloca em situações que nos fazem lembrar de que, muito mais do que independentes ou interdependentes, somos dependentes. Para isso, basta recordarmos o ciclo da vida: ao nascer, dependemos; ao aproximarmo-nos da morte, dependemos; e por que entendemos que, ao viver, seria diferente? Entendo que nada muda — apenas a nossa falsa percepção de controlar tudo à nossa volta.

Byung-Chul Han resgata a importância do equilíbrio entre a vida contemplativa e a vida ativa, pois é a arte de contemplar que nos permite compreender o motivo da atividade. Citando São Gregório, ele afirma que um bom programa de vida exige tempo de silêncio intencional, “de tal modo que a chama da contemplação que se acende no coração transmita toda a sua perfeição à atividade”. Dessa maneira, é na contemplação que se dá sentido ao que se faz, mantendo o foco naquilo que está ao alcance da própria ação. Ao compreender o sentido daquilo que se faz, estabelece-se a confiança que desperta a fé e a esperança, transcendendo do ativo para o contemplativo. O cansaço de uma atividade que tem sentido é prazeroso: não consome, alimenta.

Ao retornar à fala do amigo que se preparava para uma intervenção cirúrgica, estava clara a confiança que ele tinha nas pessoas que fariam o procedimento. Ele também demonstrava consciência ao se ocupar apenas daquilo que estava sob seu controle, mantendo a fé e a esperança. Por fim, entendo que sua postura nos conecta diretamente com o transcendente, que a contemplação nos permite acessar. Saímos do “Eu Ideal” e nos contentamos com o “Eu Real”.

E você, está satisfeito com o seu “Eu Real”, ainda que a vida não tenha sido como imaginada?

Moacir Rauber

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2026: TEMPO PARA ESCOLHER OUTRO CAMINHO?

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2026: TEMPO PARA ESCOLHER OUTRO CAMINHO?

Na última sexta-feira antes do Natal conseguimos terminar a reforma da casa com mais de três meses de atraso. Ainda faltavam alguns pontos, como interruptores que não funcionavam; o alçapão de acesso ao teto incompleto; entre outras coisas que não impediriam que passássemos as festas com tudo renovado. Estávamos felizes, porém a relação com os pedreiros ficou estremecida. Antes da obra, nós os tínhamos em alta conta como profissionais e como pessoas, entretanto com o atraso, as faltas constantes, o pouco empenho, o desperdício de material e o descuido com a casa em que planejávamos viver nos havia frustrado, desgastando a confiança que tínhamos neles. Ainda assim, pagamos a última cota e desejamos boas festas, assim como nós esperávamos ter. Ao final, um deles disse:

-Qualquer coisa pode nos chamar… e se foram.

Dois dias depois tivemos fortes chuvas. Nós estávamos tranquilos na nossa casa renovada. Víamos um filme e apreciávamos a companhia um do outro. Minha esposa se levantou e foi até a sacada. Assustou-se ao sentir uma gota de água em sua cabeça. Olhou para o teto e viu que era muita água. A nossa alegria desapareceu. Fomos até a parte debaixo da casa, onde encontramos perda de água no encanamento do banheiro. Era domingo, final de tarde. Fizemos as imagens e na manhã seguinte enviamos para o pedreiro chefe. Ele disse que era com o rapaz da funilaria, porque a água entrava pela chaminé da churrasqueira. Ao ver o vazamento do banheiro somente disse, putz. A partir daí, silêncio. O nosso Natal ameaçava afundar.

Tivemos que voltar para a casa velha no andar debaixo, que queríamos alugar para a temporada. Já não seria possível. A luta agora era para arrumar o que estava mal. Foram seis dias de trabalho intenso para o telhado e outros tantos para abrir as paredes para o encanamento novo. Faltava a parte elétrica da garagem onde surgiram novos e graves problemas. Aqui destaco uma diferença de postura. O atual pedreiro sempre propunha uma solução para os problemas, reaproveitando ao máximo o que estava feito, reutilizando materiais disponíveis e garantindo a segurança do trabalho. Ele não empurrou a responsabilidade para o “funileiro”. Ele resolveu.

Assim, a pergunta: você é parte do problema ou resolve os problemas? Respondê-la pode ser a oportunidade de encontrar novos caminhos em 2026.

Para os cristãos, o último dia 06 foi o dia dos Reis Magos e encerra um período de reflexão iniciada antes do Natal em que a espiritualidade é valorizada na busca pelo discernimento para os caminhos a seguir na jornada. A data dedicada aos Reis Magos que visitam o Menino Jesus traz algumas mensagens. Eles, humildemente, olharam para cima ao entender que fazem parte de algo maior e assim viram a estrela que os guiou. Quais são as tuas buscas superiores que te guiam? Eles também levaram presentes que valorizaram a presença diante daquele Menino Rei. Qual é o presente da sua presença na vida dos demais? Enfim, pergunte-se, qual o caminho a seguir em 2026?

Os Reis Magos ao terminarem a sua visita escolheram retornar por outro caminho, evitando a rota já percorrida que poderia pô-los em perigo, assim como ao Menino Rei. Talvez essa mensagem deva ser escutada e seguida por mim, por você, pelo pedreiro e por muitos que têm a chance de escolher outro caminho. Em 2026, escolho o caminho da preguiça ou do trabalho? O caminho da sabedoria ou da ignorância? O caminho da humildade ou da soberba? Por fim, assumo as responsabilidades ou o elijo o caminho de culpar e de acusar os outros escusando-me dos compromissos?

São questões essenciais para, talvez, escolher outro caminho em 2026.

Minha esposa não permitimos que nosso Natal afundasse junto com a incompetência dos pedreiros e as questões ordinárias, ainda que tenhamos passado as festas com problemas de uma casa disfuncional. Nós escolhemos outro caminho e reforçamos os nossos compromissos humanos e espirituais. E você, é tempo de escolher outro caminho?

Moacir Rauber

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2026: TEMPO DE MANTER O SAGRADO

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ANO NOVO: TEMPO DE MANTER O SAGRADO

Nas festividades natalinas, o Sagrado, a Virtude e o Sentido têm um espaço na vida das pessoas acima da média anual. São muitos aqueles que, depois de um ano inteiro de desregramentos, excessos e descuidos, dedicam um tempo para fazer uma avaliação do ano que termina e pensar no ano que vai iniciar. As pessoas querem melhorar; porém, por vezes, não tiram o tempo necessário para refletir sobre o processo e comprometer-se com ele. Por isso, aproveitar o período natalino para realizar um ritual em que olhamos para dentro de nós com autenticidade, reconhecendo fragilidades e encontrando forças para seguir em frente, é tão importante.

Pode ser um “exame de consciência” para perguntar-se:
(1) O que fiz em 2025 que contribuiu para uma vida melhor?

(2) O que fiz no ano que não contribuiu para uma vida melhor?
(3) O que poderei fazer em 2026 para que a vida e eu sejamos melhores?

Responder a essas questões com sinceridade exige introspecção num ritual Sagrado, para manter o foco nas Virtudes e no Sentido. Por isso, pergunto: o que você vai fazer em 2026 para manter o Sagrado na Mesa, na Cama e na Missa? Na Mesa estão as tuas buscas profissionais e conquistas pessoais; na Cama estão as tuas relações pessoais, familiares e sociais; na Missa está representada a espiritualidade em suas diferentes manifestações e religiões e a busca por transcendência.

Antes de tudo, creio ser necessário reincorporar e valorizar determinados rituais — como a Missa — para manter o foco no Sagrado, desenvolver as Virtudes e encontrar o Sentido daquilo que se faz na Mesa e na Cama. A palavra ritual vem do latim ritus, percebida como uma classe de costume, tradição ou prática rotineira que contribui para destacar determinados momentos de nossas vidas. O ritual incute o poder do Sagrado em comportamentos repetidos, criando uma disciplina organizadora que nos apoia psicológica e socialmente com sua força simbólica, que se torna real.

Ao ritualizar o dia, nós dominamos nossos instintos e subjugamos nossos desejos com a disciplina de quem exerce escolhas feitas conscientemente. Estabelecer a rotina de levantar-se todos os dias às 6h, por exemplo, para fazer um esporte, uma oração ou meditação, é um ritual que exige autodomínio e força de vontade. Ao repetir o ritual tantas vezes que ele se incorpore como um costume, a pessoa começa a transformá-lo em Sagrado. Ao escolher tomar café, almoçar e jantar todos os dias com a família, repetindo a prática por semanas, meses e anos, o ritual de compartilhar com as pessoas mais importantes de sua vida se transforma num momento Sagrado. Ao estabelecer a rotina de levantar-se para saudar a pessoa com quem você compartilha a vida com bom humor e nunca dormir sem estar bem com ela, fazendo uma revisão do dia vivido com a gratidão de quem entende o privilégio da vida, você cria uma relação Sagrada. Ao entender o propósito do trabalho e como ele impacta a vida de outras pessoas, comprometendo-se autenticamente em ajudar o outro num ritual de presença e constância, você converte o trabalho em Sagrado.

Portanto, ao incorporar o ritual na sua vida familiar, social e laboral, você mantém o Sagrado, desenvolve as Virtudes e encontra o Sentido da vida. Assim, o Sagrado sai da Missa e integra a Mesa e a Cama do cotidiano.

Por fim, com o Sagrado em mente, é mais simples responder o que fiz em 2025 que ajudou a construir um mundo melhor. Transforme essas ações em rituais Sagrados. A partir do Sagrado posso identificar os pontos em que devo melhorar. Assim, elimine os comportamentos que o afastaram do Sagrado. E, com o foco no Sagrado, defina o que poderá fazer para que 2026 seja melhor com a sua presença.

O que você vai fazer e como vai se comprometer para manter o Sagrado na sua vida em 2026?

Moacir Rauber

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NATAL: TEMPO DE RESGATAR O SAGRADO

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NATAL: TEMPO DE RESGATAR O SAGRADO

No início de dezembro acolhemos em nossa casa três equatorianos que vieram para uma ordenação diaconal, um momento sagrado. Com as visitas conversávamos sobre a comida do Equador, suas belezas naturais, sua cultura e fé. Com a cultura em pauta, uma senhora comentou:

– Acredito que devamos resgatar os três altares sagrados em nossas vidas. Os altares da Mesa, Cama e Missa.

Nós ficamos em silêncio e logo ela discorreu sobre os pontos levantados.

Sobre a “Mesa”, ela disse que as famílias, em geral, perderam o costume de se reunir a sua volta como um momento de encontro. Há algumas décadas, as famílias se encontravam regularmente três vezes ao dia. Pela manhã, todos se sentavam à mesa para tomar o café juntos. Os pais com os filhos mais numerosos começavam o dia conversando sobre os compromissos individuais e familiares. Alguns iriam para a escola, outros para o trabalho e os menores ficavam em casa. Na volta da escola ou do trabalho, novamente estavam à mesa para compartilhar como havia sido a primeira metade do dia e o mesmo acontecia no anoitecer. Os integrantes da família se reuniam para jantar juntos, fazendo um repasso do dia vivido. Muitas vezes, cada refeição era acompanhada de uma oração. Era um momento sagrado de partilhar as dificuldades e as alegrias da vida. A Mesa não era só sobre comida, era um Altar.

A reflexão sobre a “Cama” se voltava para o sagrado representado pelo quarto do casal. Esse espaço perdeu importância nas últimas décadas em que casais se formam e se desfazem com tanta rapidez que nada é sagrado. Para ela, o quarto e a cama eram sagrados, porque era nele que o casal compartilhava as agruras da vida, assim como o amor, as alegrias e as realizações individuais e dos filhos de quem acompanhavam a evolução. A cama e o quarto do casal era o Altar do matrimônio com o desafio de manter os sagrados laços em que a união de duas pessoas resultava num lar. A Cama era muito mais do que um lugar para estar com o outro, era um Altar.

Ao falar sobre a Missa, a ponderação apontava para a ausência, a diminuição ou a ignorância da força da fé. As pessoas têm se mantido tão ocupadas com os estímulos externos vindos da superabundância de tecnologia que não praticam mais os rituais que os coloca frente a frente com o desconhecido, o divino e o sagrado. A superficialidade e a mediocridade afastam as pessoas do profundo e do elevado que a espiritualidade oferece. A Missa é muito mais do que um ritual, é o Altar para se encontrar com o Eu Profundo e o Divino.

Enfim, pode-se concluir que ao não manter a fé recebida das gerações anteriores, deixamos de ser seres espirituais sendo somente animais. Ao nos afastarmos da “Missa”, desconstruímos o sagrado da “Cama” e da “Mesa”. Sem o sentido mais profundo e elevado trazido pela “Missa”, transformamos a cama em luxúria e a mesa em gula. E o Natal? Sem o sagrado serve de pretexto para comer e beber com exagero e a buscar o prazer em relações fugazes e superficiais.

Por fim, o período Natalino que se vive é um convite para Resgatar o Sagrado da Mesa, da Cama e da Missa, os altares de nossas vidas. Espero que cada um possa se sentar à mesa com as pessoas que são importantes para compartilhar muito mais do que a comida, o amor e o cuidado. Que cada um possa desfrutar do lugar Sagrado com quem compartilha a vida com o compromisso de fazê-la feliz. Que cada um possa estar numa Missa, culto ou outro momento sagrado, para se ajoelhar frente ao Desconhecido e ao Divino, fazendo que o Natal seja um momento Sagrado, celebrando o nascimento de Jesus Cristo.

FELIZ NATAL!!!“Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros. E ele será chamado Maravilhoso, Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6).

Moacir Rauber

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Inspirado por Maritza Pesántez V.

¿CUÁL SERÁ TU VIAJE?

Fonte da imagem: IA COPILOT

¿CUÁL SERÁ TU VIAJE?

La elección es entre hacer un crucero o un retiro de silencio de ocho días en el que la oferta es bajo el sistema todo incluido. En el crucero tienes que desplazarte hasta el puerto de embarque y, a partir de ahí, no te preocupas por nada más. Las cabinas son cómodas, al igual que las piscinas, la sauna, la sala de juegos, el cine, el teatro y la sala de juegos están disponibles, además de las constantes diversiones. Entretenimiento todo el tiempo. Igualmente están incluidas todas las comidas, como el desayuno con una infinidad de variedades en la mesa para satisfacer a los más exigentes. Los almuerzos pueden pedirse y elegirse entre tantos menús que genera cansancio solo de hacer la elección. La cena es otro momento de abundancia. Todo esto acompañado de todo tipo de bebidas: agua, jugo, refresco, cerveza, vino, espumante, whisky, hasta cualquier tipo de cóctel exótico que interese.

En el retiro, igualmente solo necesitas desplazarte hasta el lugar. Al llegar, la habitación es cómoda, así como los senderos por el bosque, la biblioteca y la capilla, con momentos de meditación, oración y lectura. Reflexión predominante. De la misma manera, están incluidas todas las comidas, como el desayuno con frutas, panes, algunos tipos de queso, café, leche y jugo. Un cafecito a media mañana y el almuerzo puntualmente a las 12h con arroz, frijoles, ensalada y carne. En la cena se sirve sopa con tostadas y frutas. Disponible todo el tiempo agua potable en todas las llaves del espacio que tiene su propio pozo artesiano.

Las propuestas están sobre la mesa, corresponde a cada uno elegir en cuál viaje va a embarcar: ¿el Crucero o el Retiro? En el primero es el ruido que evita el silencio perturbador. En el segundo es el silencio que provoca el ruido que incomoda.

Al llegar al barco, todos son recibidos con fiesta. En seguida son encaminados a sus cabinas y de ellas se dirigen lo más rápidamente posible a los espacios en los que será posible aprovechar el valor pagado. La sofocación está presente. Algunos van directamente a las piscinas, otros a la sauna y una gran parte a los bares. Las bebidas y las comidas son consumidas con voracidad. Se come y se bebe en medio de una tremenda algarabía y muchos finalizan el primer día embriagados. Para el segundo están fritos.

Al llegar al retiro, todos son acogidos con cariño. Pronto son encaminados a sus habitaciones, donde se acomodan tranquilamente. Algunos salen a caminar por el espacio, otros van a la biblioteca y la gran mayoría va a la capilla. La tranquilidad reina en el lugar. El retiro es de silencio, por eso se escuchan los sonidos de la naturaleza, el suave ruido de algunos pasos o, a veces, el susurro de un saludo. Poco después, todos están en la capilla para el inicio de la fiesta de encontrarse consigo mismos. Así, todos se abren al segundo día.

El crucero es una experiencia que puede brindarnos placer, deleite y alegría, sin embargo, hay que preguntarse: ¿qué quiero encontrar en el viaje? Hay que estar atentos para que el crucero no sea una fuga de uno mismo y no deslumbrarse con lo superficial de un lugar que puede ser un no lugar. Estás en el restaurante de un crucero, pero podrías estar en cualquier lugar… Estás en la piscina del barco, pero podrías estar en cualquier piscina… Y así, el ruido externo calla cualquier posibilidad de conversación interna.

Por otro lado, el retiro es una experiencia que nos va a provocar reflexión, cuestionamientos y movimiento. Al entrar en un período de silencio exterior los ruidos interiores aparecen, porque la analogía es la de entrar en una sala de espejos en la que todo refleja tu propia imagen. No hay nadie más allí. Así es posible cuestionarse: ¿qué dimensiones de mi vida puedo expandir? ¿Estoy acomodado o puedo entregar algo más al mundo?

Y tú, ¿cuál es el viaje que necesitas hacer?

Moacir Rauber

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O FINAL DA VIAGEM… SAIA DE VOCÊ!

O FINAL DA VIAGEM… SAIA DE VOCÊ!

Tudo começa com uma escolha.

Ao iniciar o dia você pode sorrir ou franzir a testa; ao sair de casa você pode se irritar ao ver uma transgressão no trânsito ou seguir em frente; no trabalho você pode criticar ou propor para resolver; ao voltar para casa você pode estar contente por rever a família ou frustrado com as dificuldades enfrentadas; e, ao finalizar o dia você pode agradecer o dia vivido ou pode desapontar-se por tudo falta. A escolha é individual. Um dia encerra em si o ciclo completo de uma semana, mês, ano ou de uma vida. Assim, podemos terminar 2025 agradecidos ou frustrados. Qual é a tua escolha?

Nas últimas semanas fizemos uma viagem dentro de nós mesmos com a analogia da Casa de Quatro Ambientes (Pe. Eliomar Ribeiro). O primeiro ambiente vasculhou o quarto dos espelhos em que nos encontramos com o “Eu” Profundo. O segundo ambiente analisou a nossa relação com os demais no Presépio da Vida e nossa dependência na condição da fragilidade humana. O terceiro ambiente explora a nossa Missão, em que somos convidados a colocar o outro no centro, uma vez que a nossa vida somente tem sentido com o outro. Terminamos deixando as perguntas:

  • Qual é a tua missão no casamento e na família?
  • A quem você ajuda com o seu trabalho?
  • Você é Luz ou Escuridão?

O Natal é um tempo que está marcado por festividades e espiritualidade.

A escolha pode ser a de viver as festividades, confraternizações, comidas e bebidas em exagero. Nessa escolha as expectativas são grandes, as relações são frágeis, a alegria é intensa e, quase sempre, a ressaca é a consequência. Após os picos de prazer e felicidade passageira chega o desânimo, frustração e desencanto, resultados do não compromisso superficial e medíocre.

Por outro lado, a escolha pode ser a visita íntima a si mesmo conectando-se com a espiritualidade, proposta principal do sentido do Natal em que somos convidados a nos reconciliar com Deus (o mistério da vida, o desconhecido), através dos ensinamentos de amor e compromisso com o próximo a partir do nascimento, morte e ressureição de Jesus Cristo. Pode ser um tempo de introspecção para reordenar nossos afetos, objetivos e metas pessoais que, inevitavelmente, têm impactos coletivos. Qual a tua intenção mais profunda para 2026?

Nessa perspectiva saímos das expectativas e vamos aos compromissos. Para finalizar a viagem de 2025, pergunte-se:

  • O que abandono? Desapegar-se de medos, impaciências, julgamentos e preconceitos para não carregar pesos que não ajudam, mas aproveitar a experiência da dor para aprender algo novo. “Vinde a mim, vós todos que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei” (Mateus, 11, 28).
  • O que vou levar e oferecer? Cada um pode escolher qual será a busca em 2026, como a esperança, a compaixão, o amor, a caridade, a solidariedade, a escuta, entre outras atitudes para compartilhar na família e no trabalho.

Deixar o fardo dos apegos e aprender com as escolhas feitas no passado para tomar decisões melhores no presente. Nesse caminho, reconhecemos nossos sentimentos e sabemos quais estimular; e identificamos nossas necessidades para escolher como atendê-las.

Mantendo em mente o que você quer levar e oferecer no próximo ano, pense: a quem você vai presentear as tuas atitudes e quais os compromissos para que você seja o reflexo delas? Quando as próprias atitudes refletirem o significado das palavras que você escolheu levar e oferecer você será Luz com autoridade ao dar autoria e autonomia, permitindo que o outro se levante. Enfim, aquilo que você se propõe ajuda a que os outros fiquem de pé? Lembrando que estar de pé é um estado de espírito.

O final do dia, semana, mês e ano marca o fim de uma viagem, mas indica o início de uma nova aventura. Por isso, O Natal é tempo em que cada um pode escolher como vai ser a viagem da sua vida.

Saia de você mesmo, escolha ser Luz!

Moacir Rauber

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DO RUÍDO QUE DÓI À CONSCIÊNCIA QUE ILUMINA

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DO RUÍDO QUE DÓI À CONSCIÊNCIA QUE ILUMINA

O retiro de silêncio já estava no sexto dia, sem celular, internet ou televisão. Nesse tempo, o silêncio exterior abria espaço para um processo de reconhecimento interior que havia começado no quarto dos espelhos, onde cada um manteve contato com o “Eu” Profundo; passara pelo presépio da vida real, em que avaliamos nossas relações; e prosseguira para o desafio de escolher uma missão de vida cujo centro nem sempre é você.Nesse ambiente, éramos constantemente provocados: quais dimensões da sua vida precisam se expandir? Sua vida necessita de um salto de qualidade? Há espaço para o risco da aventura ou apenas para o medo asfixiante? Perguntas que não deixavam o coração em silêncio. A elas somavam-se questionamentos que buscavam nos afastar da mediocridade de viver autocentrados. O convite era reordenar nossos afetos para desenvolver uma missão voltada ao outro.

O ruído amedrontador do silêncio interior dava lugar à dor da constatação: temos apegos que nos diminuem, afetos que nos limitam e seguimos centrados em nós mesmos. Muitos não suportam o silêncio e desistem, porque o ruído interior, na ausência de estímulos externos, é doloroso. Contudo, esse ruído que gera dor é prenúncio da consciência de que o fazer deve ajudar, contribuir e melhorar. Afinal, o que você faz ajuda a quem?

Ao responder com honestidade, descobrimos se a Missão tem Propósito e obtemos pistas sobre nossos afetos. Por que e para quem fazemos o que fazemos? Isso nos leva a refletir sobre as dimensões de nossas vidas que podem se expandir com qualidade, abrindo-nos ao risco da aventura com o outro no centro. A consciência de que nossas ações — e nossas omissões — impactam o outro transforma o fazer habitual em escolha deliberada. Assim, tanto quanto brincar eu posso brigar; tanto quanto partir eu posso ficar; tanto quanto estudar eu posso faltar; tanto quanto persistir eu posso desistir; tanto quanto construir eu posso destruir; tanto quanto amar eu posso odiar; e tanto quanto ajudar eu posso atrapalhar, dificultar, abandonar, desassistir ou desservir. É nessa consciência que se realizam as tarefas de uma Missão que se afasta do estereótipo da utilidade, mas que deve ajudar a alguém.

No silêncio do retiro, a noção da Missão de Vida se define como ajudar. Não se trata de ser útil, pois até o inútil existe para que o útil seja reconhecido. Retomo nossa dependência natural como pessoas, patente nos primeiros anos de vida e, quase sempre, evidente no final da jornada. Portanto, a Missão de Vida se conecta com o fazer, ajudar, contribuir e servir sem ser utilitarista. É um ato consciente de Amor que nos conduz à Luz, o último ambiente de nossa casa interior (analogia de Pe. Eliomar Ribeiro).

Na Luz, o meu Eu Profundo se encontra e se resolve. Na Luz, minhas relações no Presépio da Vida são autênticas. Na Luz, minha Missão de Vida tem o foco no outro, fazendo com que eu sirva e seja servido; ajude e seja ajudado; aprenda e ensine; afete e seja afetado. Ainda no silêncio, pergunte-se: quem eu quero ser para ser Luz? Quais valores orientam a minha missão?

A partir daqui, as dores provocadas pelo silêncio no contato com o “Eu” Profundo começam a se transformar em impulso para novas possibilidades. Vemos nossas fragilidades, que nos revelam nossas forças; enxergamos nossos vícios, que nos permitem avaliar nossas virtudes; constatamos a mediocridade própria da condição humana, mas entendemos que podemos rompê-la com escolhas elevadas. São essas escolhas que nos aproximam da profundidade e da sabedoria.

Com isso, podemos nos perguntar:

  • Qual é a minha missão no casamento e na família?
  • A quem ajudo no meu trabalho?
  • Sou Luz ou Escuridão?

É tempo de Natal. Escolha Ser Luz. Ilumine!

“Se a dor acompanha o ser humano, o que é senão tolice desperdiçá-la?”

(José María Escrivá)

Moacir Rauber

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