Vai criticar? É muito fácil…

Criticar é muito fácil. Basta avaliar a situação e assumir um ponto de vista diferente daquele de quem fez a ação. E isso é quase um exercício natural, uma vez que dificilmente se tem uma posição exatamente igual a um outro por sermos diferentes de todos os outros. Portanto, criticar o outro e aqueles que fizeram ou fazem algo é fácil, podendo ser uma crítica superficial ou profunda, autêntica ou enganosa ou que tenha qualquer um dos adjetivos entre as posições extremas que um indivíduo pode assumir sobre um determinado assunto. Observa-se, entretanto, que quando as críticas são verdadeiras observações de alguém que pensa diferente, normalmente, elas são construtivas e contributivas. Por outro lado, quando as críticas são falsas elas revelam os diferentes também, porém, maldosos e perigosos. Contudo, para mim há uma crítica que pode ser ainda mais perigosa do que a crítica feita por pessoas superficiais, invejosas e fofoqueiras: é a crítica daqueles que se acham. 

O que é a crítica daqueles que se acham? É a crítica daqueles que assumem ter um entendimento e uma visão melhor de mundo, acreditando-se mais sábios e mais justos do que os outros. Particularmente entendo ser muito mais perigoso, pois pode ocultar o arrogante. A pessoa que se vê dessa maneira se entende como diferente, assim como cada um realmente o é, porém se entende como um diferente superior. Passa a ter a pretensão de mostrar ao outro como tomar as melhores decisões, ensinando-o a fazer o mundo melhor. Não o faz, mas ensina a fazer. Não está aberto a entender outras posições, pois já assumiu ser a sua a verdadeira e que somente por intermédio dela é que o mundo vai ser um lugar melhor. Oculta-se nessa visão superior o verdadeiro autoritário. Ao criticar, também se julga numa condição moralmente superior para poder conduzir os destinos dos demais, que segundo ele são alienados e nada têm a contribuir para que o mundo seja melhor. Dirige as suas críticas aos outros, nunca a si.

Vejo, porém, que não somos melhores nem piores do que os outros. Somos apenas diferentes. A crítica autêntica feita de um ponto de vista diferente é uma forma de deixar o legado de um mundo que pode ser melhor do que aquele que recebemos. É essa crítica que nos leva a argumentar, a contra-argumentar, a explicar e a entender, mas conscientes de que devemos fazer a nossa parte ao fazer melhor aquilo que está ao nosso alcance. O mundo pode não ser justo, mas eu tenho a possibilidade de ser justo nas minhas escolhas. 

Vai criticar alguém que fez algo? Muito bem. Trata-se de um crítica simplesmente pela crítica? Você vai apenas criticar ou vai fazer a sua parte? Você teria feito diferente se estivesse na mesma posição? Por que? Porque você é simplesmente diferente ou porque você se acha melhor? 

A última vez…

– É meu caro, esta foi a sua última vez!

O médico avaliou os resultados dos exames, fez um diagnóstico e deu o seu prognóstico. Eu não fiquei nada feliz ao ouvir o que o médico dizia. Na verdade não quis acreditar. Como assim, última vez? Quer dizer que acabou pra mim? Inicialmente fiquei meio chocado. Saí dali da emergência, passando de um corredor a outro no hospital e logo passei a sentir-me completamente atordoado. Minha esposa que me acompanhava adivinhava como eu estava me sentindo. No caminho de volta fiquei totalmente absorto em meus pensamentos. Ao sermos confrontados com uma realidade que não nos é favorável muitos de nós têm reações diferentes. Alguns esbravejam. Outros choram. Eu fiquei introspectivo. Parece-me até irônico, porque dois dias antes escrevi o texto Introspecção e Projeção, em que dizia que usaria os dias de festas entre Natal e Ano Novo para um período de introspecção em busca de projeções para o novo ano. Introspectivo eu estava, mas como projetar depois da notícia de que aquela havia sido a última vez? Menos mal que deveria ser a última vez que eu jogaria basquete sobre rodas…

Nunca fui nenhum Cristiano Ronaldo ou Messi do basquete sobre rodas, mas sempre gostei muito do esporte pela sua competitividade, estratégia, contato, companheirismo e amizades que dele surgem. Quem pratica algum esporte coletivo sabe do que estou falando. Acontece que no último dia de treino de 2014 sofri uma lesão que me levou ao hospital. Após os exames o médico avaliou a situação e recomendou que eu não jogasse mais basquete em função da fragilidade da minha estrutura óssea após quase trinta anos de uso da cadeira de rodas. A frase foi aquela do início da texto: foi a sua última vez!

Já tinha o desejo de fazer um período de reflexão, agora tinha um motivo a mais. Lembrei-me que sempre nos preparamos para a primeira vez. Os pais esperam ansiosamente pela primeira palavra de um filho, assim como pelo seu primeiro passo que são motivos de celebração. Conforme nós crescemos também fomos tendo consciência de que algumas coisas aconteceriam pela primeira vez. Muitos devem lembrar do primeiro dia na escola. Lembro-me quanta ansiedade me gerou esse momento. Depois veio o primeiro beijo e a primeira namorada, fatos marcantes que dificilmente são esquecidos. O primeiro emprego e o primeiro dia de trabalho, assim como outras tantas primeiras vezes que nos deixam estimulados. Preparamo-nos para elas. Ansiamos para que chegue o dia e a hora da primeira vez. Lembro-me como se fosse hoje a primeira vez em que vi o mar. Uma experiência indescritível. Mas o meu problema estava no lado oposto. Havia sido confrontado com a última vez. Como nos preparamos para a última vez? Qual é a reflexão? Quais as projeções?

Na verdade não nos preparamos para a última vez de nada. O engraçado que uma é o reflexo da outra. Podemos falar de sinônimos e antônimos, de cara ou coroa, de vida e morte ou de início ou fim. Depois que aconteceu uma primeira vez a última vez é inevitável. Jogar basquete sobre rodas teve a sua primeira vez e teria a sua última. Não jogar mais basquete já em 2015 é que eu não sabia que não faria. Por isso, não foi a melhor notícia que recebi no final de 2014. Para quem queria fazer projeções expansivas eu havia sido confrontado com uma projeção restritiva. Porém, o que posso tirar de bom dela? Ainda não está muito claro, mas entendo que ter sido alertado para que aquela tivesse sido a última vez que tenha treinado preservou a minha integridade evitando uma lesão mais grave. Mas ainda assim fica a pergunta: como uma restrição pode ser uma forma de expansão? Bom, como não posso mais jogar basquete por ser um esporte de contato bastante agressivo, talvez seja a oportunidade de desenvolver novas habilidades em outros esportes… Quem sabe voltar ao remo? Por que não a natação? Ou quem sabe as corridas? Enfim, uma restrição pode ser a oportunidade de olhar o mundo sob uma nova perspectiva, descortinando horizontes até então não vistos.


Uma restrição de 2014 vai me criar projeções para 2015. 

Vamos a isso!!!

Muito obrigado Ricardo, técnico da APD Braga que abriu as portas da equipe!
Agradecimento também aos amigos Manuel, Zé Gonçalves, Zé Miguel, Rogério, Dado, Sílvio, Henrique, Zé Manel, Rafael, Jorge, João Paulo, Mendes, Gabriel, Márcio e Filipe.
Muito grato ao Seu Carlos, sempre presente para apoiar e resolver os pequenos e grandes problemas de equipamentos.

Introspecção e projeção!


O ano de 2014 termina e todos vivemos nossas histórias. Foram histórias feitas de escolhas que resultaram em acertos e também em erros. Vivemos alegrias, tristezas, vitórias e derrotas. As histórias foram feitas de momentos de falar e de calar. Foram histórias vividas com a motivação e a superação natural em cada um. Mas elas já são passado. Nada mais se pode fazer por elas… Assim, vou usar os dias de festas e comemorações para momentos de introspecção e com isso, fazer a projeção de 2015. Para poder por algo para fora e necessário que se tenha algo dentro. Por isso, vou olhar para trás para entender o presente e projetar o futuro.

Desejo que cada um possa ter em 2015 um ano resultado das suas projeções, vivendo uma história que valha a pena ser contada. 

Inside the Job, um documentário que vale a pena ser assistido, Inside ourselves!

Eu realmente gostei do documentário Inside de Job disponível em http://vimeo.com/39018226. 


Os produtores são assertivos nas suas abordagens, fazem entrevistas contundentes e se aprofundam na análise do tema em questão: a perversidade do sistema financeiro e do mercado de ações. E realmente é uma vergonha o que acontece diarimente no mercado de ações e o que aconteceu ao sistema financeiro em 2008 que praticamente quebrou, levando consigo a economia de milhares de pessoas assim como você e como eu. Considere-se ainda os alertas dados por alguns economistas e analistas independentes mais críticos que não foram levados em conta. No Brasil, nós olhamos, observamos, entendemos o que aconteceu, mas não aprendemos. A Petrobrás e as estatais brasileiras que o digam…

Voltando ao documentário Inside the Job entendo que a crítica é certeira no mérito e concordo com ela em gênero, número e grau. Porém, se nós dermos um passo atrás e olharmos mais detalhadamente quem produziu a crítica e mesmo quem narrou o documentário podemos levar a reflexão para outro rumo. Quem é Charles Ferguson, o produtor? Quem é Matt Damon, o narrador?

Nos dias de hoje, Ferguson é o proprietário da Representational Pictures, especializado do filão de documentários críticos. Está meio na moda criticar e isso rende dinheiro. Antes disso, entretanto, ele foi consultor da Casa Branca nos anos 1980, período em que construiu uma excelente rede de contatos poderosos. Depois disso, em 1994, Ferguson fundou a empresa Vermeer Techonologies que criou o FrontPage, um dos primeiros softwares desenvolvedores de páginas da internet. Uma verdadeira inovação ao permitir que pessoas sem muito conhecimento informático também pudessem desenvolver páginas para a internet. Dois anos depois, Ferguson vendeu o seu empreendimento para a Microsoft por mais de 130 milhões de dólares. Certamente esse dinheiro teve origem do mercado de ações e também do mercado financeiro. No momento de por esse dinheiro na própria carteira o senhor Ferguson não teve nenhuma crítica a fazer ou tenha feito algum movimento para se recusar a recebê-lo, já que a sua origem é desprezível.

E Matt Damon, quem não o conhece? Também eu gosto do seu desempenho nas telonas, de onde ele recebeu aproximadamente 10 milhões de dólares por filme realizado na última década. Dentro das salas de cinema, certamente, tem pessoas que poderiam viver uma, dez ou vinte vidas sem jamais ganhar o que Matt Damon ganha para trabalhar num filme. Estou no grupo. Porém, simplesmente pelo fato de que ele talvez não tenha cobrado nada para narrar o documentário não o faz ser melhor do que o restante da humanidade ou do que as pessoas que ele entrevista. Na verdade não é melhor do que ninguém. Ele não fez absolutamente nada para melhorar o mundo. Ele simplesmente deixou de receber dinheiro. A situação se repete quando um grupo de famosos, sejam eles cantores ou atores, reúnem-se para fazer um espetáculo sem cobrar honorários e destinar o dinheiro arrecadado para algum fim humanitário. O que fizeram tais artistas? Nada. Absolutamente nada. Quanto do seu dinheiro foi para a caridade? Nenhum tostão. Sabe-se muito bem que se cada um desses artistas destinasse um ou dez anos daquilo que eles ganham para fins de caridade representaria muito menos do que representa o que gastaram aquelas pessoas que foram assistir ao dito show beneficente.  Eles sim desembolsaram o equivalente a um, dois ou dez dias de trabalho de um mês para assistir ao show, que no orçamento final representa muito mais para a sobrevivência com dignidade do que representaria dez anos sem receber por shows na vida de artistas de topo.


Assistir e escutar as críticas ao modelo que nos rege, como o documentário Inside the Job, é uma forma de poder entender como as coisas funcionam em escala macro para depois poder contribuir para a construção de um mundo melhor em escala micro. A questão que se coloca é que as pessoas normalmente querem melhorar o mundo nos outros, outside themselves. Não acredito em pessoas que se creem melhores do que outras pessoas, simplemente porque acreditam que sabem como os outros deveriam se comportar para que o mundo fosse melhor. Para mim, esse é um caminho difícil e que não funciona… Acredito em pessoas que querem se tornar melhores para melhorar o mundo. E isso acontece a partir de nós mesmos, do nosso entorno e das nossas relações: inside ourselves!

Acesso ilimitado ao Congresso Nacional de Secretariado

O Congresso foi um sucesso! 
Ocorreu durante a última semana do mês de novembro com acesso gratuito. Todos aqueles que se cadastraram puderam assistir as palestras no horário programado. Muitos gostariam de assistir a elas, mas não o fizeram porque o horário não o permitiu. 
Há uma nova oportunidade! 
Agora você poderá acessar ao link e adquirir o pacote com todas as palestras para assistir a elas quando melhor lhe aprouver.

Veja o conjunto de 24 palestras:
Palestrantes Tema Palestras
Mara Pessanha Abertura
Jairo Mancilha A PNL e o equilíbrio emocional na gestão de pessoas
Marcelo Felippe Encontrando seu propósito, desenhando seu destino
Daniele Bastos Como dimunuir o stress em 20segundos com ergonomia e automassagem
   
Gustavo de La Peña Planejamento Estratégico Pessoal, como estruturar uma jornada vencedora
Paula Ferreira A maravilhosa arte de sermos nós mesmos
Moacir Rauber Perguntar Não Ofende! Uma abordagem de coaching para o profissional de secretariado
Vanessa de Gusmão Como criar uma imagem poderosa?
   
Gustavo Zanini Estratégias para maior produtividade e sucesso! 
Andre Arruda O gestor de documentos e o profissional de secretariado, delícias e desafios na vida e na carreira!
Maria D´Arienzo Faça o tempo na sua vida ter mais valor
Paula Marques Entendendo o executivo expatriado
   
Alessandro Albuquerque  Importância da Inteligência Emocional nos Relacionamentos
Everton Cardoso A importância e o papel do psicoterapeuta para o indivíduo, para a empresa e para o profissional de secretariado executivo
Simone Garcia Os 06 passos da gratidão para despertar o seu melhor e transformar a sua vida
   
Camilla Carnielli O caminho para uma formação fortalecedora
Noelio Duarte A sua voz é você e você pode falar melhor
Vania Paraizo Resiliência – vencer desafios, vencer a pressão, seja qual for a situação
   
Ivana Rocha Equilíbrio Emocional, buscando o caminho do meio
Maria D´Arienzo O milagre dos relacionamentos sem conflitos
Rose Matheus Visão Sistêmica:  Equilibrando vida e carreira 
Karina Fernandes Ingles, ferramenta de sucesso no Brasil Globalizado
   
Olivia Tanioka Sonhos! Pra quem não sabe onde quer chegar, qualquer lugar serve
Carol Lameira Mediação de Conflitos: habilidades para um diálogo produtivo 
Anna Branquinho Pauta de Hoje: Arrume a Sua Vida
Mara Pessanha Encerramento

O pior vendedor do mundo

– Viram? O carro está impecável, não está? Único dono. Baixa quilometragem. Na verdade nem quero vendê-lo para o senhor. Estou a mostrá-lo porque foi pedido dele (apontando para o amigo que me acompanhava), que também é amigo meu. Se eu realmente quisesse vendê-lo eu iria usar tantos argumentos que agora o senhor já estaria assinando os documentos…E prosseguiu naquela destrambelhada faladeira de um vendedor que ainda acredita que para vender é preciso preencher o silêncio com palavras.


A história realmente começa alguns dias antes. Eu estava a procura de um carro que atendesse algumas exigências, entre elas a de ter câmbio automático e um limite de preço. Assim, pesquisei em vários sites de vendas de veículos o preço médio, por modelos básicos ou completos e para veículos com baixa quilometragem. Havia reunido muitas informações sobre o modelo que queria, agora  precisava tão somente do produto. Hoje em dia, dificilmente há comprador desinformado. Além disso, havia falado com um amigo meu que conhecia alguns revendedores de veículos usados. Exatamente este que me acompanhava.

Chegamos na loja, vimos o carro, abrimos o capô, olhamos a pintura e demos pinta de que entendíamos muito de carro. Coisa que homem gosta de fazer. Em seguida, fomos fazer o test-drive. O carro estava, aparentemente, bom. Ele na verdade estava lindo. Polido de tal maneira que se poderia usá-lo como espelho. As rodas recém pintadas, como novas. Estava completamente maquiado, pronto para ir ao baile. A sensação de andar nele fora boa e também estava dentro dos limites de preço estipulados por mim para adquirir um veículo. Foi depois disso que voltamos até loja para conversar sobre o negócio. Queria saber realmente qual era o preço final. Sabia que a negociação era comum naquela região. O vendedor, ao perceber o real interesse, tratou de prosseguir na sua tática de anular qualquer silêncio possível. Continuou dizendo:
– Posso lhe afirmar com toda a certeza que esse carro, nessas condições, você não vai encontrar por menos do que (disse um valor exorbitante). Inclusive ele está anunciado na internet por esse valor. Mas realmente podemos fazer uma diferença. Deixe-me ligar para o dono do veículo…

Retirou o celular do bolso e, supostamente, fez uma ligação. Falou e argumentou como se estivesse defendendo a minha posição. Desligou, virou-se para mim e informou:
– Consegui um desconto de (disse um valor). Assim, o carro vai ficar por (disse outro valor). Caso você queira podemos fechar agora…

O tom de voz dava aquela impressão de que esta seria a última oportunidade que eu teria de fazer um bom negócio. O vendedor procurou criar um clima de tensão que me levaria a fazer o negócio na emoção. A reação criada no meu íntimo foi inversa daquela por ele pretendida. Talvez se ele não tivesse falado nada eu teria feito uma proposta efetiva e, certamente, teríamos fechado o negócio. Entretanto, a sensação de tanta falação não era boa. Olhei para ele e respondi calmamente:
– Muito obrigado pelas informações. Vou apenas analisar a situação de que o veículo é semi-automático e não automático e na segunda conversamos…

Essa condição levantada por mim era apenas um pretexto para não fazer negócio. Não naquele momento. A forma como terminamos a conversa parece ter sido um balde de água fria nas pretensões do vendedor. Entretanto, despediu-se educadamente.

Como era um sábado já próximo ao meio dia, meu amigo fomos almoçar. Durante o almoço o meu amigo fez uma rápida consulta na internet filtrando modelo e região. Em pouco minutos encontrou o veículo. Estava um pouco diferente. A pintura estava mais apagada e as rodas com ferrugem. Mas era o mesmo veículo. Como havíamos marcado a visita na loja com alguns dias de antecedência foi o tempo suficiente para fazer a maquiagem. Porém, ele estava anunciado exatamente pelo valor pelo qual o vendedor quis vender o veículo já com o grande desconto obtido no telefonema dado ao dono. O meu amigo ficou irritadíssimo, porque havia feito a indicação. Certamente não havia dado tempo para o vendedor alterar as informações na internet entre o momento que saímos da loja até aquele  em que fizemos a consulta.


Na segunda-feira o meu amigo ligou para o vendedor comentando a situação e que não haveria negócio. Não comprei o carro porque um vendedor que mente não merece a confiança de uma venda. Um vendedor que não sabe que as informações estão disponíveis para todos, realmente não quer vender. E aí temos o pior vendedor do mundo!


O congresso é gratuito! Como?

É isso mesmo. O CONASEB é gratuito!

PERGUNTAR NÃO OFENDE? Pelo menos não deveria…

Como posso usar esta ferramenta poderosa para ampliar as competências do profissional que sou, auxiliando-me a cumprir o meu papel e a melhorar o meu desempenho?

A palestra apresenta e explora a “Pergunta?” como uma ferramenta prática e efetiva de uso diário visando melhorar a performance de cada um e a mover a organização na direção certa.

Seja mais produtivo e mais efetivo. Como? Aprenda a perguntar com respeito e genuíno interesse que os resultados vão aparecer!

Assista a palestra gratuitamente no link: http://www.onlinemeetingnow.com/seminar/?id=mvtip9kf68

http://www.onlinemeetingnow.com/seminar/?id=mvtip9kf68

Lembre-se: dia 25-11-14, às 21h. 

CONASEB

Veja também outras palestras que você poderá assistir gratuitamente (link):

Dia Data Hora Palestrantes Tema Palestras
2a feira 24-Nov 11h Mara Pessanha Abertura 
16h Jairo Mancilha A PNL e o equilíbrio emocional na gestão de pessoas
21h Marcelo Felippe Encontrando seu propósito, desenhando seu destino
livre Daniele Bastos Como dimunuir o stress em 20segundos com ergonomia e automassagem
3a feira 25-Nov 11h Gustavo de La Peña Planejamento Estratégico Pessoal, como estruturar uma jornada vencedora
16h Paula Ferreira A maravilhosa arte de sermos nós mesmos
21h Moacir Rauber Perguntar Não Ofende! Uma abordagem de coaching para o profissional de secretariado
livre Vanessa de Gusmão Como criar uma imagem poderosa?
4a feira 26-Nov 11h Gustavo Zanini Estratégias para maior produtividade e sucesso! 
16h Andre Arruda O gestor de documentos e o profissional de secretariado, delícias e desafios na vida e na carreira!
21h Maria D´Arienzo Faça o tempo na sua vida ter mais valor
livre Paula Marques Entendendo o executivo expatriado
5a feira 27-Nov 11h Alessandro Albuquerque  Importância da Inteligência Emocional nos Relacionamentos
16h Everton Cardoso A importância e o papel do psicoterapeuta para o indivíduo, para a empresa e para o profissional de secretariado executivo
21h Simone Garcia Os 06 passos da gratidão para despertar o seu melhor e transformar a sua vida
6a feira 28-Nov 11h Camilla Carnielli O caminho para uma formação fortalecedora
16h Noelio Duarte A sua voz é você e você pode falar melhor
21h Vania Paraizo Resiliência – vencer desafios, vencer a pressão, seja qual for a situação
sabado 29-Nov 11h Ivana Rocha Equilíbrio Emocional, buscando o caminho do meio
16h Maria D´Arienzo O milagre dos relacionamentos sem conflitos
19h Rose Matheus Visão Sistêmica:  Equilibrando vida e carreira 
livre Karina Fernandes Ingles, ferramenta de sucesso no Brasil Globalizado
domingo 30-Nov 11h Olivia Tanioka Sonhos! Pra quem não sabe onde quer chegar, qualquer lugar serve
16h Carol Lameira Mediação de Conflitos: habilidades para um diálogo produtivo 
18h Anna Branquinho Pauta de Hoje: Arrume a Sua Vida
19h Mara Pessanha Encerramento

Inteligentes. Quem?

Há 2500 anos os gregos tinham uma capacidade incrível de abstração que resultou em conhecimentos de filosofia, matemática e princípios políticos que ainda hoje nos servem. Eles também tinham muitos conhecimentos em medicina, geografia e astronomia sem a tecnologia que nós temos. Agora imagina se essas pessoas tivessem os recursos tecnológicos que nós temos hoje? Qual a capacidade de abstração deles? Eles deveriam ser muito inteligentes…
Wagner Rauber
18-04-2011
Aniversário de 16 anos.

É preciso eliminar a deficiência 2…

Em agosto de 2013 escrevi o texto É preciso eliminar a deficiência… em que defendo a eliminação total da deficiência da sociedade que não atende a totalidade de seus cidadãos. 
A sociedade deve servir indiscriminadamente a todos os cidadãos, sejam eles crianças, jovens, adultos ou idosos, com ou sem deficiência. Não é porque você é uma criança de colo que você ainda não é um cidadão, assim como você não deixa de ser cidadão ao envelhecer. A sociedade que é “útil para idosos e crianças” também o será para os demais integrantes, conforme o comentário do meu amigo Ricardo Vieira no post Cidadão útil ou inútil?

Vamos ser úteis, eliminando as deficiências da sociedade!

Somos únicos. Somos múltiplos.