Todos os posts de Moacir Rauber

Moacir Rauber acredita que tem "MUITAS RAZÕES PARA VIVER BEM!" porque "MELANCOLIA NÃO DÁ IBOPE". Também considera que a "DISCIPLINA É A LIBERDADE" que lhe permite fazer escolhas conscientes, levando-o a viver de forma a "QUE POSSA COMPARTILHAR TUDO COM OS PAIS E QUE TENHA ORGULHO DE CONTAR PARA OS FILHOS".

De vento em “POPA”?

Quais são os seus papéis sociais?

Existem os diferentes papéis que cada um desempenha na vida. Tem alguns que são para sempre, como ser pai, mãe ou filho. Tem outros que podem mudar, como ser marido, esposa ou a profissão. Normalmente, tem um momento na vida que tende a mudar o nosso papel social profissional: a aposentadoria.

O que fazer depois?

Muitas pessoas ficam com medo, inseguras e não sabem como enfrentar o fim de um papel social profissional que tomava uma grande parte do tempo da sua vida. Não há uma receita, mas também não há razão para ter medo ou ficar inseguro. Basta continuar embarcado no barco da vida com as mãos no leme como seu protagonista. Certamente que um vento pela Popa pode ajudar. E esse é o papel do Programa de Orientação Para a Aposentadoria – POPA coordenado pela Professora Cláudia Maria Messores da UDESC. Trata-se de um período de formação e de reflexão sobre as alternativas e possibilidades que cada um tem, que pode criar, desenvolver ou aprimorar para o novo papel social que começa com a aposentadoria. Alternativas e possibilidades? Sim, todas aquelas que cada um acreditar ser possível e agora com a segurança dos proventos da aposentadoria.

Fiquei feliz e emocionado de participar do momento de encerramento de duas turmas do programa: em Lages e em Florianópolis (Obrigado pelo convite Cláudia Maria Messores). Pessoas com coragem para se expor e compartilhar as inseguranças, as pretensões e os anseios individuais nessa nova jornada. Cada um no seu barco. Cada um sabendo que é importante navegar na companhia de outros barcos.

E o vento? Vindo pelo POPA vai levar cada um na direção certa!!!

INFORMAÇÕES: https://www.udesc.br/popa

Qual é o seu negócio?

O cliente estava em negociação com o vendedor da farmácia para o atendimento de uma ´prescrição médica que envolvia um grande número de medicamentos e um valor considerável. O cliente pediu um desconto e o vendedor disse:

– Bem, pode pesquisar na concorrência e para o preço que você encontrar mais baixo nós faremos uma oferta melhor.

É frequente ouvirmos esse tipo de proposta por parte de empresas de diferentes ramos, assim como é comum nós pensarmos que estamos diante de uma organização que faz o melhor pelo seu cliente. Porém, caso paremos e pensemos um pouco mais sobre a oferta pode-se questionar: se as empresas sabem que podem fazer melhor por que não o fazem logo? Acredito que seja porque elas ainda não sabem qual é o negócio delas e mantém o foco nas metas financeiras. Normalmente, elas lutam para alcançar o faturamento estabelecido para que cada colaborador embolse seu bônus e a organização, aparentemente, seja lucrativa. Na oferta de melhor preço fica claro que o foco dessas organizações é o lucro imediato e não a resolução de um problema do cliente que atenderia o propósito do negócio. Porém,

…acredito que as organizações focadas no lucro a qualquer custo tendem a perder espaço no mercado num futuro bastante curto, porque estão surgindo organizações em que o foco se volta ao seu negócio: resolver o problema do cliente, uma abordagem que tem a lucratividade financeira como consequência e não como prioridade.

  • Qual é o negócio da tua organização?
  • Ela está resolvendo o problema do cliente que a sustenta?

Responder as questões anteriores é importante para que as pessoas entendam qual é o negócio da organização. Recentemente, identifiquei uma situação em que a empresa mudou o foco do dinheiro para o negócio. Uma amiga minha tinha uma farmácia bastante convencional em que a preocupação com a concretização das vendas era importante para que as metas fossem alcançadas. Por isso, sempre que alguém entrava na farmácia os vendedores eram orientados a encontrar oportunidades para vender outros produtos nas entrelinhas da fala do comprador. A principal preocupação não estava em resolver o problema do cliente, mas em alcançar a meta financeira. A fala inicial do texto era constantemente usada na empresa para fechar uma venda e a farmácia sempre batia as metas. Porém, a proprietária não estava feliz com o seu propósito de vida e com a missão da empresa. Ela tinha expressado no nome da farmácia a preocupação com a saúde integral dos seus clientes, mas a realidade era determinada pelo faturamento. Ela não estava fazendo o melhor que podia fazer. Foi isso que a levou a ajustar a sua atuação para o real foco do seu negócio que era o de resolver os problemas do seu cliente. A farmácia continuou a vender os remédios prescritos e necessários para tratar os seus clientes? Sim, mas olhou para as necessidades do cliente. A minha amiga desenvolveu uma série gratuita de cursos que tratam de temas como: a orientação para uma alimentação saudável; a importância da prática de exercícios físicos; o cuidado com a mente; e o resgate da espiritualidade. São todos temas que podem contribuir de uma forma sustentável para que as pessoas resolvam os seus problemas. Ela está contra o próprio negócio? Não. Ela está no foco do negócio que é o de resolver os problemas dos seus clientes. A farmácia passou a também trabalhar com “remédios para a alma” dos clientes. O preço dos remédios? Já não era o foco. O faturamento? Depois do primeiro ano, superou as metas. A satisfação dos clientes? Aumentou a satisfação dos clientes externos com o atendimento ampliado e dos clientes internos que passaram a perceber o sentido daquilo que fazem. E a minha amiga? Tem a certeza de que está fazendo o seu melhor (Fabiane Dier – Farmacêutica, Coach e Thetahealer).

Por isso as perguntas:

qual é o seu negócio?

Você está fazendo o melhor para o seu cliente?

O que você está resolvendo para ele?

Quatro estratégias para evoluir seu negócio agora.
Fonte: http://profap.com.br/quatro-estrategias-para-evoluir-no-seu-negocio-agora/

Moacir Rauber

Blog: www.facetas.com.br

E-mail: mjrauber@gmail.com

Home: www.olhemaisumavez.com.br

Homens e mulheres: juntos ou separados?

Homens e mulheres: juntos ou separados?

Nos dias de hoje, homens e mulheres têm mais acesso e permissão para expressar seus lados masculinos e femininos, mulheres podem mais facilmente alcançar o seu lado masculino e homens podem mais facilmente alcançar o seu lado feminino, perder a atração de um pelo o outro pode ser um resultado. Sem tomar consciência disso, homens e mulheres não tem ideia porque eles estão crescendo separados. Ainda assim, mesmo tendo consciência dessa realidade não é uma tarefa fácil crescer juntos.

John Gray

(Beyond Mars and Venus – p. 78)

Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/cerebro_de_homens_e_mulheres_reage_a_medicamentos_de_maneira_diferente.html