SOU DEPENDENTE!

Fonte: IA COPILOT

Sou dependente…

A conferência tratava de um tema relevante para mim: a autonomia e a independência, uma busca que pautou boa parte de minha vida, principalmente a partir da lesão medular que me deixou em cadeira de rodas. Assim, empreendi esforços para resgatar a autonomia e a independência com os cuidados de higiene, para usar a cadeira de rodas de maneira ativa e para dirigir um carro que garantiriam a minha liberdade de escolha. Agora, frente ao palestrante que reforçava a importância da autonomia e da independência como uma manifestação de poder pessoal inerente a cada ser humano, comecei a me questionar: sou verdadeiramente autônomo? Conquistei a minha independência?

O palestrante aprofundou as reflexões sobre o poder pessoal, ressaltando técnicas como mindfulness, exercícios para manter o foco, importância de se conectar com nossos antepassados, entre outras abordagens, citando a ciência e a neurociência para dar credibilidade a sua argumentação. Em todas fazia a conexão entre a autonomia e a independência como a expressão do poder pessoal que define nossa vida presente e futura. “Somos os donos do nosso destino”, desvinculando as reflexões de qualquer visão religiosa ou espiritual, uma vez que se professava ateu. Como cristão, as suas reflexões produziram em mim outras perguntas, principalmente, até onde vai o meu poder?

Não conversei com o conferencista, mas faria algumas indagações:

  • Você pratica mindfulness? Ele diria que sim e eu responderia: “Os cristãos e membros de outras correntes religiosas praticam a meditação como forma de iniciar o dia, fazem as orações para transformar as intenções em ações e rezam como uma forma de manter o foco, diminuindo os juízos de valor que nos afastam do amor a si mesmo e ao próximo”.
  • Você sabe de onde viemos e para onde vamos? Ele teria que dizer que não, porque não há quem tenha a resposta. E eu diria: “Eu também não sei, mas nós acreditamos numa inteligência suprema e num criador universal a quem chamamos Deus.
  • Você acredita no pecado? Ele, provavelmente, responderia que não e eu comentaria: “Acredito que se deve ‘amar o teu próximo como a ti mesmo (Mateus 22:39)’, levando-nos a exibir o amor em todas as ações. Desse modo, somente a ausência de amor é pecado”.
  • Você segue as leis? Creio que ele diria sim e eu concordaria, acrescentando: “Caso seguíssemos os Dez Mandamentos as leis seriam cumpridas com o florescimento de uma humanidade autêntica, generosa e justa.

Finalmente, perguntaria:

  • Você acredita no seu poder? Uma possibilidade é a de que dissesse que está onde está pelo seu poder de escolha que o trouxe até aqui, mostrando a força da autonomia e da independência que cada indivíduo tem. Provavelmente, resgataria a sua história pessoal como um exemplo de poder pessoal, uma vez que nasceu numa família pobre e desprovida de recursos intelectuais. E eu concordaria, em parte.

Em seguida perguntaria:

  • Até onde vai o teu poder individual?
  • Onde estava o teu poder até o nascimento e na infância?
  • Para onde irá o teu poder na tua velhice?

Por um lado, acredito que o início da vida nos mostra que não somos independentes e não temos autonomia, porque independentemente dos pais que tivemos, ou não, fomos cuidados o bastante para seguirmos vivos e isso é um exemplo de dependência. Por outro lado, o final da vida nos retira gradativamente a autonomia e a independência, chegando ao ponto, muitas vezes, da dependência. E não há poder pessoal que impeça de que a vida nos seja tirada sem aviso prévio.

Muitas vezes, defendia a ideia da interdependência, entretanto acredito que o indivíduo é dependente do grupo, enquanto os grupos são interdependentes a partir dos indivíduos que o formam. Desse modo, entendo que na organização sou dependente da minha equipe, seja eu o dono ou o líder; na família sou dependente dos seus integrantes, seja eu o pai, a mãe ou o filho; na comunidade sou dependente dos demais, seja eu o tesoureiro, o secretário ou um membro; na sociedade sou dependente da ordem, seja eu o presidente, um senador, um juiz ou um cidadão qualquer. Por isso, como indivíduos, ainda que sejamos interdependetes, somos dependentes do coletivo.

Além do mais, como pessoa sou dependente de amor, de cuidado, de carinho, assim como de tantas necessidades humanas universais que somente o outro pode me dar. Por fim, sou dependente de sentido encontrado na crença de uma inteligência suprema e de um criador universal.

Sou dependente de Deus.

Moacir Rauber

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E VOCÊ: É TERMÔMETRO OU TERMOSTATO?

Fonte: IA BING

E você: é Termômetro ou Termostato?

A reunião estava tensa com a temperatura subindo pela divergência de opiniões sobre uma questão da pauta. Ambos falavam, mas não se escutavam. O diretor interveio, dizendo:

– Faremos um intervalo e voltamos daqui a 30 minutos.

Claramente a intenção do diretor era a de manter a temperatura dentro de um limite saudável. Depois de passar parte da reunião como termômetro, ele agiu como um termostato.

Qual a diferença entre ser um colaborador termostato ou termômetro?

A analogia foi usada muitas vezes, dando ênfase a importância de ser termostato ao influenciar o ambiente. Entretanto, cabe resgatar o mérito de ser termômetro, uma perspectiva, aparentemente, passiva.

O termostato tem como principal função a de medir e de regular as temperaturas de um ambiente, fazendo com que ela permaneça dentro de um limite estabelecido. Desse modo, o termostato tem uma presença ativa no ambiente. Por outro lado, o termômetro tem a função de medir a temperatura de um ambiente sem influenciar diretamente na sua variação. Portanto, o termômetro tem uma presença passiva no ambiente. Facilmente se pode concluir que é muito melhor ser termostato do que termômetro.

Creio que os colaboradores termostato têm um papel essencial em qualquer organização social, familiar ou empresarial, entretanto pessoas não são equipamentos de precisão. Por isso, os colaboradores termostato, por vezes, não reconhecem o nível de temperatura ideal para os outros membros e seguem subindo ou baixando a temperatura para atender as próprias necessidades.

No exemplo acima, na pausa solicitada pelo diretor para controlar a temperatura, os colaboradores que se haviam posto no debate como adversários tiveram dois comportamentos diferentes: um continuou sendo termostato e o outro se posicionou como termômetro.

O primeiro colaborador saiu para o café e se aproximava dos colegas da reunião, tentando influenciá-los para que aderissem ao seu ponto de vista. Continuou sua função de termostato e não aproveitou a oportunidade de se colocar num momento de pausa para poder absorver a temperatura do ambiente.

O segundo colaborador se serviu de um café e fez uma pausa num movimento ativo de considerar com profundidade o ponto de vista da outra pessoa. Inicialmente, ele se posicionou como termômetro.

Em cada interação social temos uma oportunidade, existe um caminho e pode haver um ganho. Para isso, é essencial ter em mente que se alguém tem uma perspectiva diferente da tua frente a mesma situação, isso representa uma oportunidade. É fundamental ter humildade. Igualmente, as perspectivas diferentes não são impeditivas para que se encontre um caminho, mas para isso é crucial ter iniciativa. Enfim, os entendimentos divergentes de situações em que os fatos são os mesmos nos podem trazer ganhos, para isso é vital ser tolerante. Sob essa perspectiva, a situação nos apresenta duas características do termômetro, a humildade e a tolerância, e uma de termostato, a iniciativa. Na humildade e na tolerância a pessoa pertence ao ambiente sem interferir diretamente nele, mas é transformada por ele. É a consciência do pertencimento e a abertura transformadora. Por outro lado, a iniciativa é a competência do termostato que deve agir para construir o caminho ao manter as conexões humanas no centro da sua ação. Qual é a temperatura ideal para mim e para os outros?

Finalmente, no retorno da pausa, o primeiro colaborador se apressou em novamente reforçar o seu ponto de vista de maneira incisiva. Ele queria transformar o ambiente, ainda que tivesse que romper os limites de temperatura estabelecidos, como um termostato avariado. Em seguida, a palavra foi passada para o segundo colaborador que a partir de seu comportamento de termômetro pode perceber o quanto de positivo havia na ideia de seu colega. Por isso disse:

– Concordo com o ponto que você traz e somo a ele…

Ao concordar com um ponto de vista do outro e somar a sua própria contribuição, ele acolheu como termômetro e agiu como termostato. Com isso, manteve o equilíbrio da temperatura que nos leva para onde queremos ir.

E você: é termômetro ou termostato?

Moacir Rauber

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Metas 2024, minha carta náutica para 2025!

Fonte: Copilot

Metas 2024, minha carta náutica para 2025!

Foi uma luta constante manter o foco nas metas estabelecidas e acompanhar o cronograma de execução. O primeiro semestre fez com que eu acreditasse que alcançaria com facilidade o alvo estabelecido para 2024, assim estabeleci uma nova meta para o segundo semestre. Os desafios foram aumentados e entre acertos e erros alcancei as metas propostas para o ano ao mesmo tempo em que não as atingi. A seguir explicarei a contradição e porque usarei 2024 como minha carta náutica para 2025.

Em 2024 havia estabelecido a meta de fazer 3660 minutos de remo ergômetro, simulador de remo, para alcançar a média de 10 minutos dia. Aparentemente fácil, entretanto a disciplina e a constância devem acompanhar a intenção para realizar a ação. Por isso, nem sempre é tão fácil. Ao chegar na metade do ano havia mantido a meta, melhorado meu condicionamento físico e a reforçado a confiança mental. Assim, durante setembro decidi que a meta passaria a ser de 20 minutos diários. Nos dias restantes de setembro alcancei a meta, bem como nos meses de outubro e novembro. Estava seguro de que nada me impediria de superar o novo desafio proposto e comecei dezembro com o objetivo de remar os 620 minutos correspondentes aos 20 minutos diários nos seus 31 dias. Até o dia 20 havia feito mais do que programado. De repente vieram as festas. Chegaram algumas visitas. Fizemos alguns churrascos. A rotina e a constância desapareceram. A disciplina não foi suficientemente forte para cumprir com as metas estabelecidas e terminei o ano sem alcançar as metas de dezembro. O que aconteceu em 2024? Quais foram os erros cometidos?

Eis a oportunidade para fazer de 2024 uma fonte de aprendizado para não naufragar nas mesmas pedras em 2025. Aqui entram as cartas náuticas como analogia, porque assim como os antigos navegadores construíram suas cartas náuticas após cada expedição, nós podemos usar os anos anteriores para aprimorar o nosso presente garantindo um futuro equilibrado nas esferas sociais, pessoais e profissionais.

O que é uma carta náutica? É a construção de um caminho mais seguro para navegar baseado em experiências passadas e que fornecem aos navegadores atuais informações por meio da representação visual das costas, dos portos, das correntes marítimas, da profundidade da água, assim como mostram diferentes pontos de referência que possam servir como guia. As cartas náuticas não são os mares, entretanto elas nos permitem trafegar e navegar com mais segurança. Portanto, para construir uma carta náutica pessoal, igualmente, se requer um olhar para as experiências vividas para avaliar e entender o caminho percorrido, apontando os obstáculos encontrados para poder evitá-los no próximo ciclo. As surpresas irão aparecer, porém você saberá onde está.

Desse modo, olhar para o ano de 2024 para revisitar os obstáculos de maneira objetiva, humilde, tolerante e forte para não se chocar com a mesma pedra em 2025.  A objetividade passa pelo reconhecimento de que não devemos nos surpreender com as falhas e os equívocos, porque eles aconteceram uma vez e acontecerão novamente. Entretanto, a humildade ao reconhecê-los pode nos levar a não os repetir. Qual a razão de não alcançar as minhas metas? Perdi para mim mesmo no momento em que o meu diálogo interno me levou para onde não queria ir. O que fazer para o evitar? Nesse momento passamos para a tolerância de que o cometimento de um erro e o reconhecimento de nossas falhas não deve nos perturbar, uma vez que faz parte de nossa natureza humana. Por fim, introduzimos a força para não desanimar frente a inevitabilidade dos obstáculos e das dificuldades geradas no nosso mundo interior que se reflete no exterior.

Enfim, fazer este exercício no início de um ano com o olhar para o ciclo que se fechou pode nos revelar um caminho mais seguro para o ciclo que se inicia. Desse modo, poderemos navegar pelos mares da vida de maneira serena, ainda que as águas estejam agitadas.

Qual será a tua carta náutica para 2025?

Moacir Rauber

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VOCÊ É AMBIVERTIDO?

Fonte: IA BING

Você é ambivertido?

Pertencer para transformar por meio das conexões humanas em 2025!

O ambiente profissional, social e familiar está com seus papéis cada vez mais diluídos em que as hierarquias perdem espaço e as possibilidades se multiplicam. Nas organizações os diretores têm o comando, mas não são comandantes de colaboradores submissos. Na sociedade os representantes têm o poder, mas a transparência é cada vez mais uma exigência. Nas famílias os pais têm a autoridade, mas não são autoritários. Desse modo, a liberdade pela não rigidez das funções atreladas a uma hierarquia deveria ser um estímulo a um mundo melhor. Entretanto, ela tem gerado insegurança, tem produzido uma luta insana pelo poder e tem resultado na dubiedade de nossos papéis sociais numa crescente falta de identidade.

As múltiplas alternativas de que dispomos deveriam ser positivas e libertadoras, porém, pergunta-se: por que vivemos num estado quase permanente de estresse e de angústia com um crescimento substancial das enfermidades emocionais?

Talvez, o excesso de ofertas nos tenha gerado estresse e angústia, além da sensação de não pertencimento pelo alto número de conexões superficiais, resultando na incapacidade para transformar o mundo a que pertencemos. Igualmente, a diluição dos papéis e a liquidez das relações se transformaram em desconexão.

O que fazer?

O desafio é resgatar o poder das conexões humanas ao reconhecer os contextos aos quais pertencemos para poder transformar e ser transformado num movimento de reciprocidade.

Primeiro, entender parte dos conceitos de pertencer, transformar e conectar. Pertencer tem origem latina pertinescere significando ‘ser parte de’, ‘estar contido em’ ou ‘ser propriedade de’. Assim, pode-se deduzir que se estou numa organização, faço parte dela e estou contido nela com o discernimento de que não sou propriedade dela. Por isso, o sentido de pertencimento me leva a concluir que é uma escolha minha estar onde estou. Transformar igualmente provém do latim transformare que significa ‘converter em’, ‘mudar de forma’ ou ‘metamorfosear’. Na nossa jornada organizacional, e também social e familiar, constantemente somos desafiados a transformar o ambiente com as nossas iniciativas e posicionamento. Entretanto, há um desafio de que a nossa intenção de transformar não se converta em soberba ao perder a oportunidade de ser transformado pela presença do outro num movimento de metamorfose pessoal. Por fim, conectar, que vem do latim conectare e do inglês to connect, significa ‘ligar’, ‘unir’, ‘relacionar’, entre outros sinônimos, traz a ideia de interdependência. Entendo ser a palavra que dá sentido às outras duas.

Ao entender as palavras, acrescentam-se outras perguntas: (1) como pertencer sem ser propriedade? (2) O que fazer para transformar e ser transformado? (3) De que modo criar conexões profundas e autênticas?

É sentido comum que nós nos realizamos com o outro, o que nos leva a reconhecer o poder de se conectar para poder pertencer e transformar a organização, a sociedade e a família. Eis que surge uma competência essencial para pôr em prática a teoria e dar movimento às palavras: ser ambivertido.

Para Daniel Pink a ambiversão é uma personalidade humana resultante da combinação de ser introvertido e extrovertido que resulta em ser ambivertido, uma competência que nos permite discernir o momento de falar ou de calar, de agir ou de restringir. O domínio dessa competência nos leva a ter sentido de pertencimento na organização, na sociedade e na família, clarificando a importância da escolha para desempenhar o papel.

Da mesma forma, desenvolver a competência de ser ambivertido nos dá a confiança para transformar o ambiente circundante, assim como a humildade para ser transformado pelos outros.

Por fim, ser ambivertido nos permite criar conexões autênticas e profundas em que cada um vai ensinar e aprender, dar e receber, compartilhar e acolher ao escutar e ser escutado. Portanto, que em 2025 você possa exibir o equilíbrio alinhado com os seus valores!

Moacir Rauber

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NATAL NÃO É FESTA… E O ANO NOVO?

NATAL NÃO É FESTA… E O ANO NOVO?

O Natal passou e ficaram as marcas das festas no trabalho, com os amigos e a família. Para muitos, são sinais que podem ser medidos, como o aumento de peso, de colesterol e do nível de açúcar no sangue. São aqueles que acreditam que o período natalino é destinado para festas em que o objetivo principal é relaxar comendo em excesso, bebendo até cair ou competir para ver quem dá os melhores presentes. Basta observar as campanhas de publicidade com o foco no consumo de produtos que atendem necessidades que não existem, num movimento de estímulo a superficialidade que prevalece no período natalino. Assim, o período se transformou em festa que se estende até depois do Ano Novo. Mas por que o Natal não é festa?

O Natal como período festivo é uma celebração, ainda que, por vezes, tenha a festa como sinônimo. No Natal se celebra o nascimento de Jesus Cristo. Entenda-se que Natal vem do latim “natalis” derivada do verbo “nāscor” que significa nascer. Desse modo, seja você laico ou religioso, a partir do nascimento de Jesus somos convidados a mudar o modo de vida em que saímos do ditado “olho por olho e dente por dente” para um novo princípio: “amar ao próximo como a ti mesmo”. Mais do que isso, defende-se que devemos amar aos nossos inimigos, porque não há méritos em amar aqueles que nos amam. Entretanto, ao longo das últimas décadas o período natalino se transformou num festival de comidas, bebidas e presentes deixando de lado o sentido daquilo que originalmente representava. Houve um processo de descristianizar o Natal ao substituir celebração por festa; temperança por gula; altruísmo por inveja e competição; e decência por luxúria em que o amor, principal mandamento de quem está na origem da celebração, praticamente despareceu e quase não tem forças para nascer.

Portanto, Natal não é festa, mas uma celebração para desenvolver a capacidade de amar numa escolha diária de construção de um mundo melhor. Para isso, muitas vezes, é preciso nascer de novo ou deixar que algo novo nasça em você para que o seu ano seja novo.

O que fazer para que algo novo nasça em mim? Faça uma pausa. Ainda que você celebre com a família, brinde com os amigos e vá a uma festa, o convite do espírito natalino é que cada um reveja a sua trajetória para ser e fazer algo diferente e melhor no ano que se inicia. Desse modo, faça uma pausa, dispa-se de você ou daquilo que acredita ser. O convite é que você pare e, de modo consciente, por um momento, (1) tire da sua mente tudo aquilo que você aprendeu com os seus pais; que (2) deixe de lado o que estudou e assimilou na sua carreira acadêmica; que (3) esqueça, por um instante, tudo o que você absorveu dos amigos e das relações; por fim, por um breve espaço de tempo (4) abandone as práticas profissionais, as suas conquistas, as leituras, o conteúdo aprendido e as suas crenças para estar em contato com o Eu mais profundo. Dispa-se de todas as suas máscaras, capas e couraças e ali estará você. Não há como fazê-lo em dois, três, com amigos ou numa festa. Para percorrer esse caminho há que se fazer um momento de pausa introspectiva como um exercício consciente de autenticidade individual. Pode até doer, mas você vai ter um Ano Novo!

Enfim, se não nascer algo novo em você o Natal não existiu e o ano novo não será novo, será uma repetição. Por isso, depois de se despir de suas máscaras, capas e couraças, vista-se de amor, afeto, serenidade, tolerância, paciência, bondade, colaboração, fraternidade, respeito e alegria, deixando um novo ser nascer e que se conecte com os recursos internos que você tem. Assim, você terá vivido o Natal e o Ano Novo será Novo!

FELIZ ANO NOVO!

Moacir Rauber

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NÃO ALCANCEI AS METAS EM 2024: E AGORA?

Fonte: IA BING

Não alcancei as metas em 2024: e agora?

Uma vez mais o desafio das metas para o ano estava lançado e para alcançá-las o esforço deveria ser grande. Por isso, foram criadas diferentes abordagens num processo constante de analisar o mercado, entender o público consumidor e adotar estratégias que mostrem que a nossa empresa captou quais são as suas necessidades para atendê-las. Para esse fim, foram buscados informações, números e dados para ancorar as decisões tomadas. Com todo o esforço empenhado pela equipe, ao final do ano as metas não foram atingidas e erros foram identificados, fazendo com que a organização tivesse um revés financeiro preocupante. Quais foram as falhas cometidas? O que fazer com os erros? Como tratar aqueles que foram os responsáveis pelo processo?

Muito se tem falado no mundo corporativo sobre a importância de que os colaboradores tenham a liberdade de inovar e a coragem de tomar iniciativas, mesmo quando se revelem como um erro. O conselho parece bom, mas será que na prática é assim? E a abordagem é algo novo?

Comecemos sobre a prática ser nova ou não.

Nos dias de hoje, os eventos organizacionais estão repletos de palestrantes que estimulam o uso do erro como parte do processo de aprendizagem, dando a impressão de que descobriram o “ovo de colombo”. Muitas vezes citam Samuel Beckett que cunhou o jargão “falhe de novo. Falhe melhor” usando as falhas, os erros e os defeitos como estímulo para seguir na busca pelos objetivos. É essencial, porém onde está a novidade?

Ao ler um livro de Francisco de Sales de 1609, ele resgata três pontos essenciais para que se possa caminhar na estrada do desenvolvimento pessoal e espiritual, sendo eles: (1) não se surpreenda com as falhas; (2) não se perturbe com os defeitos; e (3) não desanime com os erros, porque as falhas, os defeitos e os erros irão acontecer novamente.

Indo ainda mais longe no tempo, resgato a frase “Errar é humano, permanecer no erro é diabólico” (Santo Agostinho, 354 e 430) que nos alertava para isso. Na primeira parte, a frase nos leva a aceitar que o erro faz parte de nossa jornada e na segunda parte ela nos convida para aprender com o erro sob pena de nos desviarmos do caminho.

Enfim, há tempos nas diferentes correntes religiosas e filosóficas se trabalha com a inevitabilidade da falha, do defeito e do erro como parte da natureza humana em sua fraqueza consciente. Assim, enquanto lia Francisco de Sales (1609) pude fazer paralelos com as teorias de reconhecer a nossa fragilidade com a coragem de ser imperfeito (Brenné Brown, 2012); ou distinguir os nossos inimigos íntimos e a sabedoria inata como sinal de inteligência positiva (Shirzad Chamine, 2013); ou ainda registrar os sentimentos como mensageiros de nosso estado de ânimo não sendo eles nem positivos nem negativos (Marshal Rosemberg, 2006). Sales nos diz que: (1) não nos surpreendamos com as falhas, porque elas irão acontecer novamente. Assim, tenha a coragem de reconhecer a sua imperfeição porque a falha é expectável, prevista e aguardada, dado que cedo ou tarde ela acontecerá. O convite se estende a que (2) não nos perturbemos com os nossos defeitos, para que não fiquemos atordoados, desequilibrados e desorientados pelos sabotadores que nasceram conosco.  Ao contrário, frente a um defeito identificado é essencial serenar, equilibrar e estruturar uma nova maneira de agir. Por fim, somos chamados a que (3) não desanimemos com os nossos erros, porque o desânimo nos levaria a desistir, a desesperar e a nos deprimir. Por outro lado, use a informação do desânimo que diz que há uma necessidade a ser cuidada para alimentar, fomentar e a perseverar na busca por novas estratégias.

Enfim, voltando as questões iniciais sobre as estratégias que não deram os resultados, a partir de teorias antigas ou atuais: quais foram as falhas cometidas? O que fazer com os erros? Identifique falhas, defeitos e erros sem se surpreender, sem se perturbar e sem desanimar para criar uma nova estratégia e seguir no caminho da busca das metas e objetivos individuais e organizacionais.

E como tratar aqueles que foram os responsáveis pelo processo?

Você decide para que em 2025:

Não se surpreenda com as falhas… use-as para aprender e inovar!

Não se perturbe com os defeitos… encontre o equilíbrio e veja as alternativas!

Não desanime com os erros… entenda-os, renove a esperança e siga a sua busca!

FELIZ NATAL!

Inspirado em Francisco de Sales

Moacir Rauber

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SOU ADOLESCENTE…

Fonte: IA BING

Sou adolescente…

Eram 21h e estávamos em casa fazendo um trabalho manual na mesa da sala. De repente ouvimos um estrondo violento, parecia que um carro tivesse entrado pelo portão da casa. O susto foi grande. Em seguida saímos e vimos o portão abalroado. Minha esposa olhou cuidadosamente para a rua e viu um grupo de jovens caminhando para o lado do hotel que há na rua. De carro saímos atrás dos rapazes e indagamos se haviam sido eles que haviam golpeado o portão. Disseram que não e de maneira irônica disseram que os culpados correram para o outro lado. Sabíamos que não era verdade. Perguntamos se estavam hospedados no hotel logo à frente e negaram. Outra vez sabíamos que mentiam, porque acontecia na cidade um campeonato de futebol das categorias de base e algumas equipes estavam hospedadas naquele hotel. Por isso, entramos no estacionamento do hotel e minha esposa foi até a recepção, pedindo para falar com os técnicos das equipes. Nesse meio tempo, os meninos passaram direto em frente ao hotel, dando a impressão de que não estavam hospedados ali, porque eles viram que nós havíamos entrado no hotel. Conversamos com os técnicos sobre o ocorrido e um deles disse que os seus atletas estavam todos nos quartos. Disse que os jovens, provavelmente, estavam mais adiante esperando até que saíssemos para entrar no hotel sem serem responsabilizados pelo vandalismo. Os técnicos saíram e encontraram o grupo de garotos parados na calçada uns cinquenta metros mais à frente. Retornaram e logo o responsável foi identificado. O técnico o chamou na minha presença e o jovem pediu desculpas. Um pedido que gerou a sensação de que o fazia simplesmente para não ser castigado e arrematou dizendo:

– O senhor tem que entender que sou um adolescente. Agi no impulso da emoção…

Fiquei indignado. Que cara de pau… pensei. Como é que usa a condição de ser adolescente para fugir da responsabilidade? O que estamos ensinando para os jovens sobre reconhecer uma falta? Como damos aos adolescentes a prerrogativa de votar se não os responsabilizamos por suas condutas?  As perguntas seguiram ecoando na minha mente muito tempo depois de haver encerrado a conversa com o garoto e o técnico.

Acredito que é uma estratégia usada e difundida, ainda que inconscientemente, de que o mais importante é não ser flagrado pelo delito e, quando flagrado, culpar algo ou alguém. Desvirtuou-se o ditado “errar é humano, repetir o erro é tolice” transformando-o em “errar é humano, encontrar um culpado é fundamental”.

Parece brincadeira, mas vivemos um desvio ético e moral que está na base de grande parte das relações estabelecidas entre as pessoas, seja no âmbito pessoal ou organizacional. O discurso e a prática dos adultos de não delegar tarefas e responsabilidades para as crianças e adolescentes tem criado uma geração de pessoas que se tornam incapazes de serem os provedores das próprias vidas, impedindo-os de se transformarem como adultos. Ao não permitir que crianças e adolescentes assumam responsabilidades criamos jovens e adultos que irão necessitar de tutores para toda a vida, sejam eles os pais ou o estado. Por essa prática é que o adolescente fugiu da sua responsabilidade, transferindo-a para o fato de ser adolescente, uma condição temporária, que da maneira como vivemos, tende a ser permanente.

Frente ao pedido de desculpas do jovem respondi que a condição de ser adolescente não lhe dá salvo-conduto para ser violento, agredir ou ser mal educado. Reforcei que ele aproveitasse a fase para aprender com os acertos e os erros, tendo claro o que é certo ou errado para assumir as responsabilidades pelos próprios atos e apropriar-se da própria vida.

Por fim, ao justificar sua falta pela condição de adolescente ele me tomou por estúpido, porém não é necessário ser um gênio para saber a diferença entre tocar a campainha e dar um coice no portão. A menos que sigamos tratando as crianças e os adolescentes como imbecis e incapazes, estupidificando-nos como sociedade.

Moacir Rauber

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O PODER DA COMUNICAÇÃO AFETIVA

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CONHECIMENTO E FERRAMENTAS: ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Fonte: IA BING

Conhecimento e ferramentas: onde está a sabedoria?

“Toda a teoria deve ser feita para poder ser posta em prática, e toda a prática deve obedecer a uma teoria” .

(Fernando Pessoa)

O grupo se encontrava uma vez por semana para debater alguns temas relativos ao conhecimento, como as constatações e as descobertas da neurociência sobre a área comportamental. Igualmente, eram exploradas novas ferramentas de aplicação do conhecimento usadas nos cursos e formações que os integrantes do grupo, como intelectuais e professores, ministravam. Não eram jovens, porque tinham entre cinquenta e oitenta anos. Um dos integrantes trouxe o tema da saúde e bem estar e comentou:

– As atividades físicas são indispensáveis para que possamos ser mais produtivos… (apresentou conceitos e dados científicos para comprovar).

Em seguida, trouxe outras informações apoiadas em diversas pesquisas científicas que apontavam o jejum programado como uma estratégia que produzia benefícios para a saúde cardíaca e que aumentava a longevidade.

Uma conversa interessante, mas do que tratamos nesses parágrafos iniciais? Falamos do conhecimento trazido pela ciência que mostra que podemos ser mais produtivos e longevos com atividades físicas e jejum. Da mesma forma, mostramos duas ferramentas com comprovação científica que podem contribuir na busca por produtividade e longevidade: as atividades físicas e o jejum. Fica a pergunta: onde está sabedoria?

Comecemos respondendo: o que é sabedoria? A palavra tem origem no latim sapere e para o nosso texto será entendida como a capacidade de atuar com retidão, juízo, discernimento e bom senso frente a situações cotidianas ou extraordinárias, levando-nos a ser sábios. Acrescente-se conhecimento, raiz latina de cognescere, a capacidade de apreender as coisas usando o raciocínio ou a experimentação e que por meio de sua aplicabilidade transforma a realidade. Por fim, as ferramentas são “aquelas que servem de meio para determinado fim” (Dicionário Priberam da Língua Portuguesa), contribuindo para ampliar as capacidades das pessoas ao realizar uma atividade pontual ou alterar o entorno. As ferramentas derivam do conhecimento e ambos podem ser ensinados. Porém, podemos conhecer e ter ferramentas e ainda assim não sermos sábios, porque o uso do conhecimento e das ferramentas, seja para o bem ou para o mal, é uma escolha individual. Desse modo, a sabedoria necessita ser aprendida e praticada, uma vez que ela vem de dentro de cada um, exigindo comportamentos baseados no bom senso, no juízo, no discernimento e na retidão.

Por que faço essa digressão? Porque o grupo que comentei no início é formado por intelectuais de diferentes áreas, com muito conhecimento e o domínio de diferentes ferramentas. Entretanto, não são necessariamente sábios, uma vez que a sabedoria exige a prática do conhecimento por meio do uso das ferramentas com a intenção reta, com a capacidade do discernimento entre o bem e o mal a partir do bom senso daqueles que tem juízo. Ao observar o grupo, sabe-se que não é bem assim, porque nem sempre as ferramentas são usadas com sabedoria, quer seja para realizar uma atividade pontual pessoal ou mesmo melhorar o entorno. Ao resgatar a teorização inicial sobre a importância da atividade física e do jejum e observar os integrantes do grupo, pode-se constatar que ele é formado por intelectuais, mas também por sedentários e glutões.

Dessa forma, de que me serve ter o conhecimento sobre a importância das atividades físicas se não pratico? Qual a utilidade de conhecer e discorrer sobre os benefícios do jejum se nunca faço? Portanto, acredito que a sabedoria reside na capacidade de apropriar-se do conhecimento e de usar as ferramentas ao colocá-las em prática para benefício próprio e do entorno. Caso contrário, para que conhecer? Senão ficamos com intelectuais que não dominam a prática, comparados a corredores que não correm, a remadores que não remam, a jogadores que não jogam, a engenheiros que não engenham ou a religiosos que não rezam.

Enfim, a sabedoria pode ser encontrada com quem tem muito conhecimento, assim como no bom senso e no senso comum, porque o conhecimento e o domínio de suas ferramentas não garantem o surgimento de um sábio.

Moacir Rauber

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ESTA PESADO? A ESCOLHA É SUA…

Fonte: IA BING

Está pesado? A escolha é sua…

Outro dia, escutei um voluntário que participa da “pastoral social” de uma comunidade em que ajudam pessoas e famílias em estado de vulnerabilidade social. O trabalho consiste em cadastrar, acompanhar e orientar as pessoas para sair do estado de dependência para a independência por meio da qualificação e da recolocação profissional daqueles que podem. Porém, também é feito um trabalho assistencial com a doação mensal de cestas básicas considerando as necessidades de cada família ou grupo de pessoas atendidas. Desse modo, no primeiro final de semana de cada mês as pessoas são acolhidas e recebem os alimentos. O voluntário contou que, numa das vezes, o pai que buscaria a cesta básica não pode ir. O pai, além de desempregado, estava doente e mandou o seu filho de dez anos. O menino, ao receber a cesta básica foi ajudado pelo voluntário que perguntou:

– Tá pesado? Com ar de tristeza.

O menino voltou o seu rosto para ele e respondeu:

– Ainda bem que tá pesado. Quer dizer que tem muita comida!!! Com um sorriso de alegria.

Fiquei impressionado com a resposta e a analogia possível a partir dela. Por isso, pergunto: a sua jornada parece pesada? Os desafios são assustadores? Acredito que a alegria ou a tristeza pelo peso que cada um carrega depende daquilo que se escolhe carregar. Portanto, faça uma pausa e se pergunte: o que escolho carregar?

Ao escolher uma carga podemos agir frente a ela com alegria ou com tristeza, isso depende de cada um.

Entenda-se alegria como um sentimento de satisfação e de contentamento, comumente expressa por meio de sorrisos. Por outro lado, a tristeza pode ser entendida como um sentimento típico de quem não tem alegria ou ânimo, revelando-se na insatisfação. Ambos os sentimentos são essenciais ao ser humano, entretanto cada um pode escolher com qual deles mais tempo vai viver.

Entendo que a alegria pelo peso que se carrega está relacionada com a coragem de que se pode desenvolver as capacidades necessárias para os desafios que nos são propostos, enquanto a tristeza surge do medo de não ter forças para superá-los. A alegria frente a jornada surge pela disposição de poder fazer algo que está ao meu alcance, enquanto a tristeza tem sua fonte na preguiça em realizar o esforço exigido. A alegria diante de situações injustas me leva à ação, enquanto a indignação traz a tristeza que paralisa. A alegria perante atitudes das quais divirjo se fundamenta na confiança no outro como um verdadeiro outro que me conecta, enquanto a tristeza fomenta o ciúme e a desconfiança que desconectam. A alegria ante a realização e as conquistas de amigos e colegas se traduz em vínculos verdadeiros, enquanto a tristeza revela a inveja. Por fim, a alegria, ainda que se esteja enfrentando situações difíceis, brinda-me com a paciência, enquanto a tristeza ao não ter tudo sob o meu controle produz a impaciência.

Não se trata de não reconhecer a tristeza como um sentimento verdadeiro e necessário, mas de saber a sua origem para escolher enfrentar a realidade com a consciência das escolhas que posso fazer. Nenhuma tristeza é permanente, a menos que eu escolha que seja. Toda alegria é uma escolha, ainda que pareça que não tenha motivos.

Por fim, o menino de dez anos teria razões para estar triste com a condição de vulnerabilidade social vivida pela família e a doença do pai. Assim, muitos de nós escolhemos estar tristes pelo peso da jornada e alimentamos o medo; deixamo-nos levar pela preguiça; nutrimos a indignação; promovemos o ciúme; estimulamos a inveja; e exibimos a impaciência com aquilo que não temos. Com isso, esquecemos de desfrutar a jornada de escolher aquilo que vamos carregar. Voltando ao menino de dez anos, ele escolheu o sorriso da alegria que expressa a gratidão pelo que se tem, caminho para uma vida plena.

Escolha a sua carga e o sentimento será o indicativo de que a jornada está valendo a pena.

Moacir Rauber

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Somos únicos. Somos múltiplos.