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Felicidade é uma Questão de Atitude 2!

A FELICIDADE É A ATITUDE DE

Despir-se de medos para se vestir de coragem.

Despir-se de preconceitos para se vestir de tolerância.

Despir-se de julgamentos para se vestir de respeito.

Despir-se de desconfianças para se vestir de confiança.

Despir-se da tristeza para se vestir de alegria.

Despir-se de mágoas para se vestir de paz.

Despir-se de ressentimentos para se vestir de tranquilidade.

Despir-se da impaciência para se vestir de paciência.

Despir-se da animosidade para se vestir de amabilidade.

Despir-se da maldade para se vestir da bondade.

Despir-se da infidelidade para se vestir de fidelidade.

Despir-se da volubilidade para se vestir do domínio próprio.

Despir-se do desamor para se vestir de amor.

Felicidade não é emoção.

Felicidade é a atitude de Ser Feliz,

AGORA!

Excelência é Ser Feliz!

A FELICIDADE DEVE SER AGORA!

Nós não temos passado.

Nós não temos futuro.

Nós somente temos o presente.

Nós apenas temos o agora.

Por isso, seja respeitoso agora.

Seja aprendiz agora.

Esteja alegre agora.

Seja corajoso agora.

Tenha esperança agora.

Seja bondoso agora.

Seja amável agora.

Seja grato agora.

Esteja em paz agora.

Seja honesto agora.

Seja leal agora.

Seja confiável agora.

Seja fiel agora.

Tenha domínio próprio agora.

Seja educado agora.

Seja sensível agora.

Seja resiliente agora.

Seja persistente agora.

Seja competente agora.

Tenha um propósito agora.

Seja feliz agora porque nós somente temos o presente.

Apenas o presente é eterno.

Apenas o agora se perpetua.

Somente o presente você tem agora.

Somente agora você tem o presente.

Agora e sempre.

Seja excelente agora para que você possa ser feliz no presente, sempre!

 

Inspirar Pessoas para Potencializar o Coletivo: como cumprir essa proposta?

ESARH 2018:

Inspirar Pessoas para Potencializar o Coletivo.

Como cumprir essa proposta?

Primeiro pergunte-se: que mundo você quer respirar? A resposta está com você: depende do mundo que você inspirar! Trata-se de um convite para que cada um olhe para dentro de si mesmo, prenda os seus ladrões para inspirar pessoas e potencializar o coletivo:  inspire e inspire-se para respirar e inspirar.  Olhe para si mesmo, sinta e entenda o que realmente o inspira para poder inspirar os outros. O que você inspira? Esse é o mundo que você respira!

ESARH 2018 leva as pessoas a assumirem a sua responsabilidade no mundo coletivo que se respira!

Gatilhos para atingir o alvo: quais os seus?

“Quem não mede não gerencia. O gerenciamento começa pelos indicadores” (Kaoru Ishikawa). Estava dado o norte da reunião. Na sequência foram apresentados os indicadores e como eles estavam organizados. Um participante fez uma pergunta: para os indicadores há um alvo? A resposta foi, Sim, temos os gatilhos e as metas. Foi importante a resposta, porque se por um lado o que não se mede não se gerencia fica a pergunta: tudo o que se mede é gerenciado? Ter gatilhos e alvos é uma forma de dar valor àquilo que é medido.

Na área de Recursos Humanos, de Gestão Organizacional e também Pessoal é essencial medir para saber para onde se está indo e se realmente se está indo. Para se medir é preciso ter dados. Para ter dados é necessário que os sistemas sejam alimentados. Para alimentá-los falamos de pessoas. Ao falar de pessoas precisamos que elas estejam motivadas a construir os indicadores que são importantes para a organização e para as pessoas. Para que as pessoas mantenham a motivação de pensar, construir e alimentar o sistema com os indicadores é importante que elas saibam e sintam como o fato de fazer ou de não fazer algo vai impactar o negócio, os clientes, os colegas e a si mesmos. Em todos os momentos também ficou evidente que essas informações eram compartilhadas com as pessoas da organização para que elas também soubessem o porquê daquilo que fazem.

Na sequência da reunião foram descritos os cinco blocos de gestão em que estavam distribuídos os setenta e cinco indicadores medidos e como eles se alinhavam entre si. Com a clareza dos papéis, acredita-se que se pode simplificar o trabalho de gerenciar. Entendendo-se que gerenciar é atingir metas e que para atingi-las será preciso resolver problemas, os problemas se transformam na diferença entre o estado atual e o estado desejado. Com isso em mente, quando um indicador não atinge o mínimo esperado é disparado um gatilho, que desencadeia um plano de ação de correção. Todo o sistema está associado com a clareza de que o negócio da organização não é filantrópico e que uma das âncoras é o desempenho financeiro. Destaque-se que é muito bom ganhar dinheiro oferecendo um serviço ou um produto de qualidade e a reunião daquela organização demonstrava isso, porque eles alinhavam resultado econômico, com responsabilidade social e sustentabilidade ambiental.

Enfim, a reunião que teve como foco os indicadores de desempenho foi rica pelas informações compartilhadas e pela reflexão proporcionada. Ficou evidente que quando os indicadores fazem sentido eles são os gatilhos para que nós atinjamos o alvo: as nossas metas. As organizações coletam dados, organizam as informações e se baseiam nelas para tomar as decisões. E nós, indivíduos, que assim como as organizações somos sistemas completos e complexos, como administramos nossos dados e informações?

Voltando a pergunta do primeiro parágrafo: tudo o que se mede é gerenciado? No caso apresentado sim. Para nós como indivíduos fica a pergunta: o que tenho medido que me ajuda a gerenciar a minha vida? Se ainda não está medindo nada talvez seja hora de começar, porque a vida também vale a pena gerenciar.

Quais são os seus gatilhos e quais são os seus alvos?

Fundação ou instituto?

Muitas pessoas enriquecem com uma política agressiva e inescrupulosa. Induzem clientes a comprarem o que não querem e não precisam. Pagam baixos salários para a própria força de trabalho. Não cumprem com a tríade de ser um negócio socialmente responsável, ambientalmente sustentável e economicamente viável. Preocupam-se apenas em ser economicamente viável de forma predatória. Depois de muito ganhar dinheiro espoliando muita gente, criam um instituto ou uma fundação para fazer justiça social.

Por isso, ao iniciar um projeto ou um empreendimento, seja equitativo desde o início. Com essa visão o meio ambiente agradece, os lucros serão verdadeiros e a justiça social estará feita. Dessa forma, quando se criar um instituto ou uma fundação que seja para ajudar realmente e não para mitigar danos.

 

Como você fala com as pessoas?

Aquela grande organização havia organizado o evento para falar das expectativas das pessoas. O evento estava programado e tudo organizado. O público já havia chegado. Um pouco antes de seu início chega a notícia de que o CEO da organização estaria presente. Um leve frisson toma conta do ambiente, porque seria a primeira vez que ele visitaria aquela unidade. A responsável pelo cerimonial estremeceu e me disse:

– Eu estou muito nervosa com a presença do nosso CEO…

Respondi:

– Fique tranquila. Ele é apenas uma pessoa como você e como eu…

Pode até ser, mas  sabe-se muito bem que ele representa a imagem da responsabilidade que impacta cada componente da organização. Por isso, a ansiedade era geral e o evento se transformou num acontecimento. De repente começou o burburinho na entrada do auditório. Logo em seguida o CEO irrompe no auditório e se senta na primeira fileira. A moça do cerimonial começou a falar. A sua voz tremia, mas ela manteve o controle. Apresentou o CEO que pegou o microfone e passou a falar sobre a importância da realização daquele evento. Destacou que a organização somente era uma líder em seu segmento porque ela era composta por pessoas. Também afirmou que ele gostaria que aqueles que estivessem nela trabalhando o fizessem por livre e espontânea vontade e não porque não tivessem outra opção. O CEO continuou a falar sobre a empresa, os desafios, as vitórias e as conquistas, reafirmando a importância das pessoas nessa construção coletiva. Eu, que seria o palestrante do dia, observava tudo e concordava com aquilo que ele dizia. Por fim, ele terminou a sua fala. Entregou o microfone para a moça do cerimonial, virou-se e foi embora… Sequer viu que havia uma pessoa por trás do microfone. Da mesma forma como entrou, saiu. Não estendeu a mão para nenhum dos presentes. Assim que ele deixou o local parece que o evento se esvaziou. Pairava no ar certa perturbação. Creio que se indagavam, Será mesmo que o nosso CEO esteve aqui? Por fim,  a programação seguiu.

Se por um lado concordei com o conteúdo da fala do CEO, por outro lado as suas atitudes desfizeram o elo entre o discurso e a prática. As pessoas que ali estavam esperavam a deferência de um aperto de mão ou de uma saudação. Não se trata de bajulação. Trata-se de respeito. Ninguém questiona o fato de que o CEO tenha saído do evento, porque afinal ele precisa fazer a máquina girar. Questiona-se a distância entre falar de pessoas e interagir com as pessoas. Ele representa a todos, mas sem os representados que importância ele tem? Falar de pessoas é fácil, porém agir como um simples ser humano parece ser um pouco mais difícil, embora ninguém seja mais do que isso. Por isso, se for falar de pessoas para pessoas há que se falar com as pessoas. Caso contrário é melhor não aparecer…

Como você, gestor, fala com as pessoas da sua organização?

 

Por que as pessoas ainda não são a preocupação principal das organizações?

As pessoas “ainda” não são a preocupação principal de muitas organizações, mas serão!

O foco nas pessoas na gestão de qualquer organização está caminhando para o centro do processo. Pode parecer uma visão otimista, mas basta pensar que “não existe nada fora da natureza que não seja feito pelas pessoas e para as pessoas” . Pergunte-se: existem empresas sem pessoas? Você conhece uma família sem pessoas? Como  seria a sociedade sem pessoas? Para que criar produtos sem as pessoas? Nada tem sentido sem as pessoas!

Desse modo, sempre me pergunto: por que, afinal, a preocupação com as pessoas ainda não está no centro decisório de cada organização? Alterar o foco para as pessoas na gestão das organizações é o desafio de cada Ser Humano que tenha consciência de que a sua individualidade pode inspirar a coletividade.

ESARH 2018:

Inspirar pessoas para potencializar o coletivo!