Vai ficar na linha de chegada?

Vai ficar na linha de chegada?

Ele me dizia que gostava muito de estar na linha de chegada das maratonas para poder aplaudir os maratonistas que percorriam os 42km. Era um gesto para valorizar o esforço, a dedicação e o empenho de cada um dos corredores que cumpriam uma jornada tão árdua. Ele permanecia na linha de chegada até que o último cruzasse. Ele dizia:

– Eles merecem. Eles cruzaram!

Ficava impressionado ao ouvir o meu amigo comentar sobre as maratonas, a sua história, os fatos inusitados e o quanto ele conhecia sobre as exigências da preparação mental e física para se concluir a prova. Quando ele falava da história, resgatava a importância do passado na construção do presente e para dar a direção de futuro. Comentava que se estamos onde estamos é porque alguém nos trouxe até aqui e cabe a nós escolher as boas experiências que devem ser repetidas. Ao lembrar de momentos marcantes da maratona trouxe o exemplo de superação da maratonista suíça que em 1984 concluiu a prova cambaleando de exaustão. Era a primeira maratona feminina da era moderna do jogos olímpicos e ele se emocionava com a lembrança. Entretanto, ao descrever o nível de exigência física e mental a que um atleta se sujeitava para iniciar, percorrer e concluir uma maratona ele se transformava. Argumentava que o primeiro ponto é a decisão de participar que exige o movimento de planejar e treinar. Porém, o que ele mais gostava era de entrar na mente dos atletas enquanto acontecia a prova. Ele dizia que o jogo mental era impressionantemente duro, porque a mente, muitas vezes, nos mente, levando-nos a fazer coisas que não queremos ou que, depois de feitas, nos arrependemos. Assim, quando o atleta começa a prova a empolgação toma conta da sua mente, dando a impressão de que o desafio não será tão difícil quanto se imaginava. Passada a empolgação, vem a constatação de que a realidade é diferente do planejado e ela pode ser mais dura do que pensada. Essa percepção leva a que um atleta tenha que se adaptar mental e fisicamente sem perder o foco no objetivo de concluir a maratona. Nesse ponto da prova surgem os conflitos internos em que o atleta se questiona o que o levou a fazer a que está fazendo. São momentos determinantes para que ele termine ou não a prova. A todo momento ele precisa de gatilhos mentais que o levem a se reforçar mentalmente. O que o levou a estar ali? Quanto isso é importante? O que significa para ele e para as pessoas que ele ama? São algumas perguntas que o atleta vai se fazer que permite que continue sua movimentação física rumo a um objetivo escolhido por ele. Na última parte da prova, ao avistar o objetivo a luta é para não perecer pela arrogância. A mente pode enganar o físico ao dizer que nada mais pode nos deter. “Não é verdade”, segundo o meu amigo, porque enquanto o atleta não cruzar a linha de chegada a prova não está concluída e o objetivo não foi alcançado.

– Qualquer projeto tem um jogo mental e físico que quase nunca se vê, dizia ele. E concluir qualquer objetivo merece ser celebrado. Definitivamente sou um fã de maratonas!!!

Admirava toda a empolgação do meu amigo com as maratonas, porém não entendia muito bem o motivo de ele ser somente um fã e não um maratonista. Estar na linha de chegada e aplaudir é importante como incentivo para aqueles que fazem. Entretanto, se o outro pode fazer eu também posso. Por isso, perguntei para o meu amigo:

– Por que você não cruza a linha de chegada como maratonista?

A ideia é que muito mais do que um fã de maratona ele possa ser um maratonista, transformando-o no protagonista das suas escolhas. Na vida não basta estar na linha de chegada, também é fundamental cruzar as nossas linhas.

Moacir Rauber

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Muito obrigado, estou com pressa!

Fonte: pixabay.com

Muito obrigado, estou com pressa!

O motorista viu que o sinal estava por fechar, passava do verde para o amarelo. Segundo as leis de trânsito, deveria parar e ele sempre seguia as leis. Entretanto, naquele dia ele não pararia. Acelerou e aproveitou o último momento do amarelo, talvez já um pouco no vermelho, para cruzar o semáforo. Seguiu com a pista livre para levar a sua mãe para o hospital. Ela havia sofrido uma parada cardíaca ou AVC, não sabia. Sabia que era grave. Viu outro carro parado ao lado em função da transição do amarelo para o vermelho e deu-lhe uma pequena buzinada de cumprimento. Mentalmente disse:

– Muito obrigado, estou com pressa, é urgente…

Na semana passada escrevi um texto em que um motorista tratava o outro de estúpido pela infração de trânsito que ele, supostamente, havia visto o outro cometer: furar o sinal vermelho. Foi um diálogo interno violento. Constatar a infração (observação) gerou nele uma irritação (sentimento) descontrolada que culminou com xingamentos verbais expressando o seu descontentamento com a falta de compromisso com as normas (necessidade). Ao analisar a mesma cena a partir da perspectiva do outro envolvido, igualmente, pode-se constatar o fato do condutor cruzar o semáforo, porém com outra interpretação, outros sentimentos e outras necessidades.  Para o segundo condutor ele cruzou o sinal no limite da transição do amarelo para o vermelho, porque tinha a urgência da saúde de sua mae em foco que estava conectado com a sua necessidade de afeto. Eis um ponto essencial na interação humana: as necessidades nos movem. Quais as necessidades que movem você?  O que são necessidades? Necessidade é a qualidade daquilo que é necessário, que não se pode evitar e indispensável para a vida. A partir das necessidades as pessoas criam os sentimentos. Entretanto, nem sempre é tao simples saber quais são as necessidades, uma vez que é comum confundir as necessidades e os desejos. As pessoas, muitas vezes, desejam um carro, mas a necessidade é a mobilidade. É comum desejar um celular, mas a necessidade é de conexão. Com essa confusão, os sentimentos podem estar equivocados e a expressão no processo de comunicação pode ser agressivo. O diálogo interno do primeiro motorista foi violento. Provavelmente, com o sentimento gerado a partir da interpretação de mundo da sua perspectiva levando somente em conta a sua necessidade de ordem, o contato presencial com o outro envolvido seria negativo. Porém, se ele conhecesse a necessidade da outra parte, a urgência da saúde da mae e o afeto envolvido, certamente a interação seria diferente. Por isso, conhecer adequadamente as minhas necessidades, o que me move, e conhecer as necessidades do outro, o que o move, é fundamental num processo de resolução de conflitos.

Enfim, se o condutor que tinha a necessidade de ordem que estava parado no semáforo e o condutor que tinha a urgência da saúde da mae se encontrassem no estado de animo que estavam, a probabilidade de conflito seria grande. Porém, se cada um deles conhecesse necessidade própria e alheia, o conflito desapareceria quase que instantaneamente.  Assim, contar até dez antes de tomar uma atitude continua sendo um preceito válido para conectar-se com as próprias necessidades e com isso contribuir e ajudar sem julgar o outro como estúpido sabendo que ele tem as suas necessidades. Conhecer as necessidades próprias e alheias fará com que cada um possa ser amável consigo e com o outro.

Muito obrigado!  

– De nada! Com AFETO.

Moacir Rauber

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Inspirado: Miriam Moreno

Motorista estúpido!!!

Fonte da imagem: https://vidademotorista.com.br

Motorista Estúpido!

O trânsito, em geral, é um teste de paciência. A educação das pessoas na condução dos seus veículos parece que fica em casa. Basta estar nas ruas de grandes cidades para ver as infrações, como movimentos não permitidos, desrespeito aos sinais de trânsito e as manobras equivocadas intencionais e não intencionais. Quem está no trânsito, muitas vezes, perde a paciência. Foi o que aconteceu com um amigo meu com quem eu buscava estacionamento. Daqui a pouco aparece uma vaga, diz ele. O sinal fecha e ele para, mas outro carro avança passando ao lado de maneira tão próxima que os espelhos se tocam. Na passagem o outro buzina. A expressão tranquila do meu amigo se transforma e ele grita:

– Que sujeito estúpido!

Ele segue gesticulando de forma agressiva, procurando amparo na minha presença para lhe dar razão na sua exaltação. Na sequência fiquei pensando no ocorrido e naquilo que estava por detrás de uma situação tão corriqueira. Segundo a Comunicação Não-Violenta (CNV) de Marshall Rosemberg, um (1) fato observado gera um (2) sentimento que se origina de uma (3) necessidade que para ser atendida precisa se manifestar por meio de uma (4) estratégia. Parece simples e óbvio, mas no dia a dia não é tão fácil assim. O meu amigo observou um fato, a infração de trânsito cometida pelo outro motorista, que gerou nele um sentimento. Ao não identificar os sentimentos que surgiram em seu interior, ele não soube qual era a sua necessidade e adotou uma estratégia para se manifestar frente a situação. Primeiro, pergunte-se: que tipo de observador você é? Lembre-se que isso pode variar de um dia para o outro, porque nós somos voláteis e frágeis, podendo agir e reagir de maneira diferente frente a situações parecidas. O meu amigo, aparentemente calmo, perdeu o controle. O que você está sentindo? O desafio é identificar os sentimentos que estão presentes em você, inclusive aqueles negativos, surgidos da própria incerteza e insegurança internas. A irritação e a revolta estavam presentes nos xingamentos do meu amigo. Qual é a necessidade presente nos sentimentos? Na irritação exibida por ele, provavelmente, estava presente a necessidade de ordem ou de segurança pelo respeito as leis de trânsito. Com isso criamos e cocriamos a realidade na qual estamos inseridos. O fato, os sentimentos e a necessidade permitem que a pessoa adote uma estratégia para atendê-la, em caso de necessidade não atendida, ou para celebrá-la, em caso de necessidade atendida. Como o meu amigo se manifestou para atender a necessidade de ordem ou de segurança revelada na irritação estimulada pela infração cometida pelo outro motorista? Ele esbravejou! Foi eficaz? Talvez tenha atendido uma demanda interna, porém a estratégia não produziu nenhum resultado prático. Enfim, a CNV se propõe a diminuir a tensão, muitas vezes, presente dentro de cada um. Observar um fato objetivo sem julgar nem avaliar, identificar o sentimento que está vivo dentro de cada um, entender a necessidade própria e alheia para escolher a forma mais adequada para se manifestar. Seguir esse passo a passo possibilita que tenhamos relações mais assertivas, autênticas e amistosas ao atender as necessidades de todas as partes envolvidas.

Desse modo, é essencial que lembremos que nem sempre interpretamos aquilo que vemos como realmente é. Qual a intenção por trás da ação? Depende de cada um. Meu amigo e eu seguimos buscando uma vaga e sem que ele se desse conta fez uma conversão equivocada. Alguém poderia ter esbravejado, Motorista estúpido! Por isso, entendo que uma das maneiras mais eficazes de se diminuir a violência talvez seja a de não julgar tão rapidamente.

Moacir Rauber

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VOCÊ “É” O QUE PARECE “SER”?

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Você É o que parece Ser?

A entrevista de trabalho foi concluída. Haviam feito diferentes dinâmicas de grupo para avaliar os comportamentos dos candidatos. O rapaz me dizia que na dinâmica da ilha deserta ele acreditava ter demonstrado que sabe estabelecer bons relacionamentos. Na dinâmica de estourar o balão ele estava entre aqueles que lideraram os participantes para a interação entre todos num movimento de atividade coletiva ao diminuir o individualismo. “Eu já conhecia a atividade…”,confessou. Ainda teve que fazer uma autoavaliação e uma apresentação das suas principais competências em que pode expor a sua visão de mundo e as suas posições frente a temas considerados por ele relevantes. “Mostrei-me seguro, porque era importante mostrar personalidade!”.  O rapaz se reportava a mim satisfeito com o seu desempenho e com a imagem que havia passado para quem conduzia o processo de recrutamento e seleção. Por fim, ele concluiu:

– Tenho boas chances de ser contratado. Acho que passei a imagem de ser criativo, colaborativo e equilibrado…

Escutava o jovem e me parecia ver um ator. Não o julgo como certo ou errado, vejo-o apenas como resultado de uma construção coletiva em que Parecer se sobrepõe ao Ser. Entendo que tem sido investido esforços em parecer equilibrado e não em desenvolver competências para agir com equilíbrio. Tem sido ensinado técnicas para estimular a criatividade para se sobressair com relação aos outros e não para colaborar com os outros. O mundo contemporâneo tem levado a que o indivíduo use recursos de atuação, dando ênfase em passar uma imagem do que se poderia Ser e não de quem se É. Cria-se uma geração de atores de si mesmo num reality show global em que cada pessoa com sua câmera interpreta um papel, relegando a um segundo plano o conhecimento mais profundo sobre Ser. Entendo ser grande o desafio de se permitir descobrir quem realmente se É, nesse mundo contemporâneo com a sua dinâmica disruptiva e exponencial de incorporar novas tecnologias e mudar comportamentos. Por isso, acredito que as ações derivadas de alguém que tem um conhecimento sobre quem É estão conectadas com a clareza das intenções. Qual é a sua intenção? Passar uma imagem de criativo, colaborativo e equilibrado ou verdadeiramente Ser criativo, colaborativo e equilibrado? Para aquele que não é um ator de si mesmo, as ações serão resultado das intenções de quem ele É. Desse modo, revelam-se as intenções pelas ações, não sendo necessário se ocupar em interpretar um papel para transmitir a imagem de ser colaborativo, criativo e equilibrado.  Não é necessário ser um ator, a pessoa simplesmente É!

Enfim, na entrevista ou no trabalho, nas relações de amizade, de amor ou de qualquer natureza se pode até iniciar com uma atuação, mas quem vai mantê-las será quem você É na realidade. Não servirá ser ator de si mesmo. Preparar-se para uma entrevista é importante? Certamente que sim, mas não para agradar aos outros por parecer algo que não se é. Preparar-se é importante para exibir as competências autênticas que você tem. Com isso, as intenções são claras, as ações são naturais e a vida se torna mais leve pela autenticidade de poder Ser quem você É.

Moacir Rauber

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A chuva, a tristeza e a alegria!

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A chuva, a tristeza e a alegria!

A chuva que, com seus ventos fortes, arruinou a festa de casamento ao ar livre e levou o noivo a praguejar contra tudo e contra todos (Maldita tempestade), foi a mesma que regou o pasto e contribuiu na plantação do agricultor. No momento em que o noivo maldizia a tempestade, não distante dali o agricultor sentado na varanda da sua casa em seu sítio, agradecia a chuva fora de época:

– Bendita chuva!!!

O primeiro viu no evento uma “maldita” tempestade, enquanto o segundo viu uma “abençoada” chuva. Maldizer ou abençoar a chuva, a seca, o frio ou o calor revela emoções e sentimentos interpretativos internos com relação a uma realidade externa. Enquanto para alguém um evento pode representar a perda, a dor ou o sofrimento, para o outro o evento pode ser o triunfo, a satisfação ou a alegria.  A realidade simplesmente é. O vento é vento. A chuva é chuva. Estar agradecido ou indignado é um sentimento que está dentro de cada um. O agricultor que está agradecido pela chuva pode estar alegre, enquanto o noivo que está indignado com a tempestade pode ter ficado triste, mas nenhum dos dois é a emoção ou o sentimento que brotou neles a partir de um evento. É normal a tristeza do noivo surgida da indignação gerada ao ser impactado por um evento fora do seu controle. A festa programada não seria mais a planejada. Porém, aqui entra a capacidade individual que marca o nível de inteligência emocional para superar as emoções negativas no menor espaço de tempo, não deixando que elas se transformem em sentimentos.

Quanto tempo você vai ficar triste com algo que lhe ocorreu? Essa é a escolha que está no seu controle, a tempestade inesperada não está.

Da mesma forma, a alegria do agricultor com origem na gratidão pela chuva fora de época é natural. Os benefícios inesperados são motivos de celebração, cabendo a cada um estender a sua presença, transformando-as em sentimentos. É possível estar sempre alegre? Particularmente entendo que isso seria ser um “bobo alegre”. Eventos fora de nosso controle nos atingem, podendo provocar resultados positivos ou negativos, alegria ou tristeza. Por isso, não posso evitar ser atingido por eventos fora do meu controle, porém posso escolher com qual sentimento vou conviver por mais tempo. É inteligente emocionalmente aquele que encolher o período refratário das emoções negativas, não deixando que se transformem em sentimentos, assim como estender as emoções positivas e transformá-las em sentimentos. Com isso, posso ficar triste sem estar deprimido e posso desfrutar da alegria sem ser um bobo alegre.

Enfim, você pode ficar indignado, maldizer a tempestade e ficar triste, assim como você pode ficar agradecido, abençoar a chuva e estar alegre. Porém, não importa se você é o agricultor ou o noivo, é essencial saber que você não é alegria nem tristeza, mas que pode escolher reverberar em seu interior por mais tempo a emoção que quiser. Você pode ficar triste e ainda assim ser alguém alegre!

Moacir Rauber

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LA LLUVIA, LA TRISTEZA Y LA ALEGRÍA

¡La lluvia, la tristeza y la alegría!

La lluvia que, con sus fuertes vientos, arruinó la fiesta de bodas al aire libre y llevó al novio a las maldiciones contra todo y contra todos (maldita tormenta), fue la misma que ha regado el pasto y contribuyó con la plantación del agricultor. En el instante que el novio maldecía la tormenta, no distante, el granjero sentado en el porche de su casa en su finca agradeció la lluvia fuera de temporada:

– Bienaventurada la lluvia!

El novio vio en el evento una “maldita” tormenta, mientras que el agricultor vio una lluvia “bendita”. Maldecir o bendecir la lluvia, la sequía, el frío o el calor revelan emociones y sentimientos interpretativos internos con respecto a una realidad externa. Si bien para alguien, un evento puede representar la pérdida, el dolor o el sufrimiento, para el otro, el evento puede ser el triunfo, la satisfacción o la alegría. La realidad es simple. El viento es viento. La lluvia es lluvia. Estar agradecido o indignado es un sentimiento que está dentro de cada uno. El agricultor que está agradecido por la lluvia puede estar alegre, mientras el novio, indignado por la tormenta, puede estar triste. Pero ninguno de los dos es la emoción o la sensación que brotó en ellos a partir de un evento. Es normal la tristeza que emergió en el novio, resultado de la indignación por haber sido impactado por un evento fuera de su control. La fiesta programada no salió como esperado. Sin embargo, aquí viene la capacidad individual que marca el nivel de inteligencia emocional para superar las emociones negativas en el menor tiempo, sin dejarlas convertirse en sentimientos. ¿Cuánto tiempo estarás triste por algo que se te ocurrió? Esta es la opción que está en tu control, la lluvia o tormenta, como entiendas, inesperada no está. Asimismo, la alegría del agricultor que tuvo origen en la gratitud por la lluvia fuera de temporada es natural. Los beneficios inesperados son razones de celebración y le toca a cada uno extender su presencia, convirtiéndola en sentimiento. ¿Es posible ser siempre feliz? Entiendo que esto haría con que uno fuera un “tonto alegre”. Los eventos fuera de nuestro control nos llegan, y pueden causar resultados negativos, generando pérdidas que nos llevan a estar tristes. Es importante reconocer las emociones, hacer el duelo y seguir adelante. Así que no puedo evitar ser golpeado por eventos fuera de mi control, pero puedo elegir con qué sentimiento viviré por más tiempo. Es inteligente emocionalmente uno que reduce el período refractario de las emociones negativas, así como buscar extender las emociones positivas. Con esto, se puede estar triste sin estar deprimido y se puede disfrutar de la alegría sin ser un “tonto alegre”.

De todos modos, uno puede indignarse, maldecir la tormenta y estar triste, al igual que uno puede estar agradecido, bendecir la lluvia y estar feliz. Sin embargo, no importa si usted es el agricultor, el novio, el profesor, el director o el jardinero, es esencial saber que tú no eres la alegría o la tristeza, sino que puede elegir reverberar en tu interior por más tiempo la emoción que desea. ¡Puedes ponerte triste y seguir siendo alguien alegre!

¿Cuáles son tus elecciones?

Moacir Rauber

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Maldita tempestade!!! COMO?

Fonte da imagem: https://www.radiocampanario.com/

Maldita tempestade! Como?

A festa de casamento ao ar livre estava preparada. Os detalhes, como as flores, as mesas e os arranjos, foram pensados para que tudo estivesse perfeito. O risco de que o clima não colaborasse existia, mas eles haviam escolhido o período do ano em que as chuvas eram uma raridade. Como previsto, amanheceu ensolarado e nada indicava que algo mudaria durante o dia. Todos estavam presentes para a solenidade. O noivo e a noiva estavam nervosos e os convidados contentes. O escrivão começou em meio ao som de uma música romântica tocada por uma orquestra. Algumas poucas nuvens cobriam o sol, mas nada para se preocupar. Vídeos e fotos foram exibidos resgatando a história de amor que eles assumiam com o casamento. A felicidade estava presente, assim como uma brisa que soprava mais forte. A cerimônia se encaminha para o final. A brisa se transforma em vento. O celebrante começa a leitura da parte em que pede o “sim” dos noivos. As nuvens que antes eram poucas cobrem o sol por completo. O vento aumenta ainda mais a sua intensidade fazendo com que os convidados se sintam desconfortáveis. A chuva começa. O vento vira ventania. As mesas, as cadeiras, os arranjos e as flores voam para todos os lados. Pode-se ver um músico correndo atrás das partituras, enquanto as pessoas buscam abrigo. Os noivos se desesperam e correm para se proteger. Molhados, desarrumados e, visivelmente, irritados se protegem embaixo de uma cobertura de onde podem ver a tempestade destruir o sonho da festa perfeita. “De onde surgiu essa tempestade?” O noivo ainda não conseguia entender. Com raiva grita:

– Maldita tempestade!

Uma torrente de emoções negativas havia invadido o peito angustiado do noivo que continuava a esbravejar contra a tempestade. E a tempestade, qual era a sua preocupação? Quais eram as suas emoções? Não havia nem preocupação nem emoção, porque a tempestade é o que é, assim como a realidade do mundo que não entendemos e não controlamos. A tempestade ou o clima não tem intenção. O mundo não tem desejo. Em momentos assim, muitas vezes, surgem emoções negativas que alimentamos por pensamentos ainda mais negativos que geram sentimentos ruins. A pessoa perde o foco pretendendo atuar sobre aquilo que não está em seu controle. O diretor pensa que o problema está na equipe. O subordinado acredita que o problema é o chefe. O marido crê que o problema é a esposa e vice-versa. E muitos concluem que o mundo é um problema. Entendo que haja problemas no mundo, mas o mundo não é o problema. Ele simplesmente é. Se há emoções e sentimentos negativos eles não estão com a tempestade, com o clima, com a realidade ou com o mundo. Eles estão com você! Cabe a cada um desenvolver inteligência emocional para usar o seu autoconhecimento e autocontrole para exercer a liberdade de ação e resolver aquilo que está no seu controle.

Enfim, para os noivos,

…o que estaria em seu controle fazer? Maldizer a chuva, o vento, a tempestade ou a realidade? Não. Os sentimentos negativos são seus e não da realidade ou da tempestade.

O que fazer? Os noivos podem chacoalhar as gotas de chuva, escolher os sentimentos e concluir aquilo que começaram. Podem até cortar o bolo e ser felizes para sempre. Isso está no seu controle!

Moacir Rauber

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¡MALDITA TORMENTA! ¿QUÉ?

Fonte da imagem: https://www.radiocampanario.com/

La fiesta de bodas al aire libre estaba preparada. Los detalles, como flores, mesas y arreglos, fueron diseñados para que todo fuera perfecto. Existía el riesgo de que el clima no cooperara, pero habían elegido la época del año en que las lluvias eran una rareza. Como se predijo, el amanecer fue soleado y nada indicaba que algo cambiaría durante el día. Todos estuvieron presentes en la ceremonia. Los novios estaban nerviosos y los invitados felices. El empleado se sobresaltó en medio del sonido de una música romántica interpretada por una orquesta. Algunas nubes cubrían el sol, pero nada de qué preocuparse. Se mostraron videos y fotos rescatando la historia de amor que asumieron con su matrimonio. La felicidad estaba ahí, así como una brisa que soplaba con más fuerza. La ceremonia llega a su fin. La brisa se convierte en viento. El celebrante inicia la lectura de la parte en la que pide el “sí” de los novios. Las nubes que hace poco eran pocas cubren el sol por completo. El viento aumenta aún más su intensidad, haciendo que los invitados se sientan incómodos. Empieza la lluvia. El viento se convierte en un vendaval. Mesas, sillas, arreglos y flores vuelan por todas partes. Se pudo ver a un músico corriendo detrás de la partitura mientras la gente busca refugio. Los recién casados ​​se desesperan y corren para protegerse. Mojados, despeinados y visiblemente enojados, se refugian bajo un toldo donde pueden ver cómo la tormenta destruye su sueño de la fiesta perfecta. “¿De dónde vino esta tormenta?” El novio todavía no podía entender. Él grita enojado:

– ¡Maldita tormenta!

Un torrente de emociones negativas había invadido el pecho angustiado del novio que seguía enfurecido contra la tormenta. Y la tormenta, ¿cuál era su preocupación? ¿Cuáles eran sus emociones? No hubo preocupación ni emoción, porque la tormenta es lo que es, así como la realidad del mundo que no entendemos y no controlamos. La tormenta o el clima no tienen intención. El mundo no tiene deseos. En momentos como este, suelen surgir emociones negativas que nos alimentamos de pensamientos aún más negativos que generan malos sentimientos. La persona pierde el enfoque con la intención de actuar sobre lo que no está bajo su control. El director cree que el problema está en el equipo de profesores. Los profesores creen que el problema está con la secretaría de educación o con los alumnos. Los alumnos le echan la culpa al profesor. El esposo cree que el problema es la esposa y viceversa. Y muchos concluyen que el mundo es un problema. Entiendo que hay problemas en el mundo, pero el mundo no es el problema. Él simplemente es. Si hay emociones y sentimientos negativos, no están con la tormenta, con el clima, con la realidad o con el mundo. ¡Están contigo! Depende de cada uno desarrollar inteligencia emocional para utilizar su autoconocimiento y autocontrol para ejercer la libertad de acción y resolver lo que está bajo su control.

De todos modos, para los recién casados, ¿qué estaría bajo su control hacer? ¿Maldecir la lluvia, el viento, la tormenta o la realidad? No. Los sentimientos negativos son tuyos y no de la realidad o de la tormenta. ¿Qué hacer? Los novios pueden sacudir las gotas de lluvia, elegir sus sentimientos y terminar lo que empezaron. Incluso pueden cortar el pastel y ser felices para siempre. ¡Esto está bajo su control! ¿Qué es lo que está bajo tu control?

A meditação da morte…

…para ser um líder da vida!!!

A meditação da morte

O curso sobre liderança, que abordaria a resiliência, a compaixão e a bondade, iniciaria com uma meditação antes do café. O guia começou o processo e pediu para que todos se sentassem com a coluna ereta numa posição cômoda, mantendo os olhos fechados. Orientou para que respirássemos profunda e pausadamente e acompanhássemos o ritmo da respiração, observando os movimentos do corpo e da mente. Tudo ia muito bem, até que ele disse:

– Agora imagine que você está morto. Tudo em sua vida para. O seu corpo para. Você não respira, não enxerga, não ouve e não sente. Você para…

Silêncio mortal. A fala tranquila do condutor da meditação não impediu que me invadisse uma sensação desconfortável. Morto?, pensei. Mantive meus olhos fechados para não deixar me levar pelas distrações da reflexão. Ao mesmo tempo, parecia que podia sentir a energia do desconforto também nos demais. O condutor seguiu nos guiando para que cada um imaginasse o próprio corpo se decompondo num processo lento e irreversível. Senti náuseas, porém, ele prosseguiu até que chegássemos ao pó. “Do pó viemos e ao pó voltaremos…”, lembrou-nos. Tranquilizei-me um pouco, embora ainda estivesse impactado com o exercício. Depois do silêncio, ele nos conduziu de volta a vida fazendo o processo inverso. Do pó à vida. Ao abrir os olhos, observei meus colegas e tive a impressão de que estavam um pouco desnorteados, assim como eu. Em silêncio fomos para o restaurante tomar o café da manhã. As conversas começaram e as opiniões sobre a meditação também. Para um era estranha, para outro era invasiva e para um terceiro era horrível. Outros riam e se divertiam. O café terminou e fomos para a sala de aula.

O facilitador do programa era quem guiou a meditação, deixando agora que cada um se expressasse sobre o processo feito. Em seguida ele abordou o objetivo por detrás da proposta, levando-nos a ver como são pequenas e fantasiosas as nossas ansiedades, desassossegos, temores e sofrimentos que nos inquietam. Não se trata de negar a existência de problemas, de dilemas e de decisões que nos cabem tomar. Trata-se de mudar a perspectiva e vê-los a partir da finitude da vida. Qual é a relevância daquilo que me inquieta? Caso mantenha a relevância num horizonte que sobrepassa a própria existência, fala-se de legado e é importante. Caso permaneça relevante num espaço de tempo mediano, fala-se de resultados e deve ser considerado. Caso o significado da sua preocupação não seja importante num curto espaço de tempo, provavelmente, não tem relevância. E concluiu que a inquietude das pessoas tem origem, em grande parte do tempo, em problemas sem importância. Por isso, é essencial se indagar: o que representam as minhas inquietudes no confronto com a realidade de uma vida que termina? Assim, ao abraçar a finitude da vida sem medo, encontra-se o alívio de poder viver a vida em plenitude. O líder que tem a consciência da própria finitude desenvolve a resiliência, age compassivamente e exibe a bondade com a responsabilidade de quem sabe que o beijo da morte é o sopro da vida.

Ao encerrar o seu raciocínio tive que concordar com a Meditação sobre a Morte, porque me senti mais vivo do que nunca. Todos temos a informação de que a vida vai terminar, porém não vivemos com essa consciência. Usar essa informação para transformá-la em consciência é que fará com que se viva plenamente. Ao viver com a consciência da finitude da vida você será um profissional mais competente, mais produtivo e resiliente. Você será um Ser Humano mais compassivo e bondoso. Enfim, você será um líder da vida a partir da consciência da morte!

Moacir Rauber

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Inspirado: Anthony de Mello, S. J.

Não arruma o quarto…

Fonte: https://www.totalconstrucao.com.br/como-arrumar-o-quarto/

Não arruma o quarto…

A presença nas redes sociais é ativa e dedicada, com postagens sobre a importância da reciclagem do lixo, curtidas em matérias e a publicação de vídeos de divulgação da causa. É preciso construir um mundo melhor. Eu tenho que fazer a minha parte… pensava o adolescente de dezoito anos (adulto???) que sonhava ser prefeito da cidade. O horário passava e a madrugada chegava. Na manhã seguinte a mãe se levanta, prepara o café e nada do filho sair do quarto. Ela bate na porta para acordá-lo. Ele sai todo desarrumado, com cara de sono e reclama com a mãe. Come algo rápido, deixa as louças e o lixo na mesa e vai para a escola. A mãe precisa sair para o trabalho, mas antes lava a louça e separa o lixo. Abre a porta do quarto do filho e se depara com roupas pelo chão, latas de bebidas e restos de comida na cama. A mãe se revolta, mas não tem forças para confrontar a situação. Entretanto, pensa, “Como quer fazer manifestação, ser prefeito se não arruma nem o próprio quarto?”. O pensamento da mãe revela uma triste realidade: muitas vezes, somos comandados por pessoas que não arrumam o próprio quarto.

Entendo que cada pessoa é a menor unidade de qualquer sistema social, seja ele familiar ou organizacional. Cada ser humano é um sistema completo, complexo e interdependente com outras pessoas em diferentes sistemas sociais. Entenda-se sistema completo como integral e pleno; sistema complexo como múltiplo e profundo; e sistema interdependente como solidário e dependente. Perceber e viver esse conceito é que faz com que cada um possa ser responsável pela sua própria área de influência. Pessoas que não arrumam seu próprio quarto não tem visão sistêmica e vivem mais fortemente a dependência, sem serem solidários; perdem a complexidade na falta de profundidade que diminui a multiplicidade; e deixam de ser completos porque não são plenos nem integrais. Entretanto, ao olhar para nossos líderes se pode constatar que muitos deles nunca arrumaram os seus próprios quartos. São eles vereadores, prefeitos, deputados, governadores, senadores, juízes, diretores e até presidentes que se propõem a arrumar uma cidade, um estado, uma empresa ou um país. Muitas vezes, são essas pessoas que galgam mais rapidamente a hierarquia organizacional sem terem desenvolvido uma visão sistêmica. Como essas pessoas poderão administrar, legislar e julgar para todos sem entender a ideia de interdependência entre todos? No setor público é mais difícil expurgar essas pessoas, porque se fundem e se agarram na dependência como parasitas. Infelizmente, em grande parte, é assim. Nas organizações privadas cabe aos profissionais internalizarem a visão sistêmica, porque sem ela eles serão eliminados do mercado. Um bom profissional, além de entender o sentido daquilo que faz permanecerá no mercado enquanto aquilo que faz for importante para quem o faz.

Com relação ao adolescente de 18 anos (???) do diálogo inicial, a torcida é para que ele possa entender e viver o conceito de ser um sistema completo, complexo e interdependente e comece a arrumar o seu quarto. Caso não internalize esse conceito, que ele não se eleja para nenhuma função e que não seja admitido em nenhum concurso público. Com isso, ele terá que ir para o setor privado onde vai aprender a importância de um sistema completo, complexo e interdependente sob pena de ser excluído. Para ser um bom líder, um bom profissional e uma boa pessoa é essencial ter uma visão sistêmica. Para aquele que não aprender o conceito, que Alguém ajude a sua mãe.

Moacir Rauber

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O que fazer com as “podas” da vida?

O que fazer com as “podas” da vida?

A aluna estava triste, indignada. O trabalho de conclusão de curso entregue ao professor orientador havia voltado com vários apontamentos, sugestões e correções. Ela não acreditava que ainda teria tanto trabalho para concluir a tão sonhada universidade. Ao chegar ao final do arquivo não pode deixar de esbravejar:

– Que droga!!! Que sacanagem!!!

Parecia que sempre que ela se aproximava do objetivo ele se afastava. Sentia como se as pessoas e as situações a estivessem podando, impedindo de que ela atingisse todo o seu potencial. Até pode ser verdade a sensação de ser podado pelos obstáculos da vida, entretanto, deveríamos conhecer os benefícios da poda antes de reclamar dela.

A poda nas árvores é uma técnica que acompanha o desenvolvimento da humanidade. Os mais antigos agricultores se aperceberam que as plantas que tinham os seus galhos cortados ou comidos cresciam com mais vigor. Isso os levou a observar o fenômeno e a aprender com ele. Assim, de eventos fortuitos e sem controle a poda passou a ser uma técnica utilizada para desbastar as plantas, retirando delas os galhos inúteis. A analogia também pode ser usada pelas pessoas na sua relação com os aparentes reveses da vida. Particularmente, inúmeras vezes tive a sensação de que os outros, a vida e até Deus estavam me podando. Amigos me disseram verdades que eu precisava ouvir. Parecia ofensivo, mas era uma poda necessária. Outras vezes, parecia que a vida me tirava algumas oportunidades que acreditava serem minhas. Porém, ao não alcançar as oportunidades por mim esperadas, a poda me levava a desfrutar de momentos incríveis, principalmente, por serem inesperados. Por fim, muitas vezes acreditei que até Deus estava contra mim quando me podou em diferentes ocasiões. Entretanto, ao observar com mais cuidado, essas podas representaram novas chances. As podas dos conselhos e críticas fizeram com que eu abrisse a mente. As podas de perder oportunidades permitiram que me desenvolvesse mais. As podas de Deus proporcionaram que eu canalizasse a energia para aquilo que era o mais importante: a vida.

Por fim, a aluna que se irritava com os apontamentos, as sugestões e as correções em seu trabalho de conclusão de curso, com o tempo poderá perceber o tamanho da contribuição da poda do professor. A poda para as plantas, normalmente, é realizada com a intenção de prevenir doenças e de aumentar a eficiência dos nutrientes captados do solo para melhorar a produtividade e a qualidade da produção. A intenção está somente com quem realiza a poda e a planta reage de acordo com a sua natureza. Por outro lado, ao entendermos os reveses da vida como podas é essencial saber que a intenção daquele que faz as críticas, as sugestões e as correções existem, mas o que realmente importa é o que você fará com elas. Os apontamentos serviam para que ela soubesse para onde direcionar a pesquisa. As sugestões para acrescentar ou suprimir algo. E as correções para eliminar elementos que contagiavam a pesquisa. Para a aluna seria importante observar o fenômeno e aprender com ele. Portanto, caberia a ela digerir a sua irritação para saber aproveitar a poda e canalizar para os seus objetivos.

O que fazer com as “podas” da vida? Cada um vai seguir a sua natureza…

“Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, ele corta; e todo que dá fruto ele poda, para que dê mais fruto ainda.”

João 15:2

Somos únicos. Somos múltiplos.