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Paraplegia da mente…

O símbolo internacional de acessibilidade é um velho conhecido de quase todo mundo. O símbolo indica que o espaço é acessível para pessoas com mobilidade reduzida, mas principalmente indica que todos serão tratados de forma igualitária com mais respeito e mais amor naquele espaço.
Entretanto, o símbolo também precisava evoluir, pois ele mostrava uma figura estática numa cadeira de rodas. Sabemos que isso já  não representa a realidade. As pessoas que usam uma cadeira de rodas ou que tenham qualquer outro tipo de deficiência locomovem-se muito mais do que muitos que continuam parados.
 
Veja agora a nova imagem desenvolvida pelos designers do Gordon College, em Massachusetts, para a cidade de Nova York. Nela vemos uma pessoa ativa e em ação. “É algo que indica movimento e se aproxima da realidade”, foram as palavras de Victor Calise, Assessor do prefeito de Nova York, um usuário de cadeira de rodas desde os 22 anos.
  
Comento que em minhas andanças por esse mundão vejo muito mais andantes que não se movem do que usuários de cadeira de rodas paralisados. Verdadeiros paraplégicos mentais!
Por isso, “é importante viver sabendo que podemos falar, sem proferir palavras; que podemos ouvir, sem escutar os sons; que podemos ver, sem as imagens; que podemos caminhar, sem mover as pernas; enfim, que podemos aprender a aprender mantendo a mente aberta e em sintonia com o mundo, percebendo as oportunidades que nos rodeiam.”
Moacir Jorge Rauber

Homens são sempre homens…

Um homem estava saindo com três mulheres ao mesmo tempo. Porém, ele acreditava que havia chegado o tempo de se casar, mas estava em dúvida com qual das três. Então resolveu fazer um teste. Deu para cada uma delas a quantia de R$ 30.000,00 para avaliar o que elas fariam.

A primeira fez uma repaginada total no visual. Ela foi no melhor instituto da cidade, cortou o cabelo, fez as unhas, massagens, comprou cremes, perfumes e muitas roupas para ela. Quando encontrou o homem novamente disse-lhe que fez tudo isso porque ela o amava muito.

A segunda fez uma escolha um pouco diferente. Gastou o dinheiro comprando muitos presentes para o homem. Compro roupas, sapatos e até um computador. Assim que o encontrou entregou-lhe todos o presentes dizendo-lhe que o fizera porque o amava muito.

A terceira tomou um caminho completamente diferente. Foi ao mercado de ações, investiu e multiplicou o dinheiro em pouco tempo. Assim que encontrou o homem devolveu-lhe o dinheiro recebido, continuando a reinvestir o restante. Ela lhe disse que o resultado obtido com esse dinheiro seria para garantir o futuro deles, já que ela também o amava muito.

Qual das três ele escolheu?

Aquela que tinha os maiores seios!!!

As mulheres podem ser diferentes, mas os homens são sempre homens…

Extraída do livro: Plato and Platypus walk into a Bar… Understanding Philosophy – through jokes (Thomas Cathcart & Daniel Klein)

Cadê o dinheiro?

Tarde da noite um assaltante mascarado intercepta o caminho de um cidadão muito bem vestido e anuncia:
– É um assalto…Passa a tua grana. Agora!!!

O homem fica indignado com a situação e responde:
Você não pode fazer isto. Eu sou uma autoridade, eu sou Deputado Federal!!!

O assaltante responde prontamente:

Ah é! Então devolve a grana. Eu quero o MEU dinheiro!!!

Peso morto

O trabalho em equipe tem suas particularidades, entre elas o respeito, a confiança, a colaboração entre os membros da equipe. Também é indispensável que cada um faça a sua parte. Quando alguém não faz há um peso morto a ser carregado pelos demais. Lamentavelmente, é uma situação comum que se vejam outras pessoas apenas disfarçando que estão cumprindo com a sua função. Nesses casos a situação já é difícil. Porém, pode-se interferir e avisar, apesar do incômodo. Pode-se ignorar e trabalhar um pouco mais para carregar o peso excedente. Entretanto, a situação pode ser pior quando esse papel é desempenhado por você. Ou melhor, quando você não desempenha o seu papel sendo o sujeito do faz de conta, o peso morto.

Para se preparar para um trabalho em equipe o exercício de uma atividade isolada, solitária e feita por livre espontânea vontade pode ser um bom começo. Não há como transferir a responsabilidade. Impossível culpar outrem. Não se pode disfarçar. Ou você sua ou ninguém mais o fará por você.

Ou então vá fazer remo, pois não dá para fazer de conta que se está remando. O exercício é forte. O percurso é longo. Pode ser em equipe ou sozinho que ninguém vai remar por você. O suor é visível. Num exercício de equipe se todos suarem e você não, automaticamente vão se dar conta de quem é o peso morto. E quando você está sozinho e não remar o barco não anda.
Simples, não é?

E você, por acaso pode ser o peso morto da sua equipe? Alguém pode estar suando por você?
Para remar em Pelotas-RS: 

Academia de Remo Tissot



Nem melhores nem piores…

Nós somente somos o que somos pelo histórico de vida que tivemos.

Quando olhamos para aqueles com os quais não concordamos nós vemos exatamente aquilo que seríamos caso nós tivéssemos vivido a vida que eles viveram. Por isso, não somos melhores do que ninguém, mas podemos fazer melhor aquilo que está ao nosso alcance, sem querer fazer as escolhas pelos outros por nos crermos iluminados. Porque é justamente na pretensão de sermos melhores que deixamos de sê-lo, da mesma maneira como a presunção da humildade nada mais é do que a arrogância se manifestando.

Nem melhores nem piores, apenas somos!

Uma linda mulher…

Dois gays homens estavam parados numa esquina conversando alegremente. De repente eles olham para o lado e veem uma mulher linda e maravilhosa. Ela se aproximava deles com aquela exuberante beleza feminina, sensual!!! Ao passar por eles ainda deu-lhes uma piscadela, seguindo o seu caminho segura de si e com a certeza de que o mundo estava a seus pés.

Um dos gays olhou para o outro e disse:
– Nessas horas eu gostaria de ser uma lésbica!!!

Sinal dos tempos…

Adaptada do livro: Plato and Platypus walk into a Bar… Understanding Philosophy – through jokes (Thomas Cathcart & Daniel Klein)

O advogado e a loira…

Num voo uma loira estava sentada ao lado de um advogado. Ele logo começou a mexer com ela. Começou a brincar com a loira um jogo de perguntas e respostas. Ele, pressupondo-se um sujeito inteligente e com amplo conhecimento geral. Ela, na opinião dele, parecia não ser dotada de muita inteligência. Passou a viagem incomodando a loira com as suas perguntas, muito mais para provar o quão inteligente era do que qualquer outra intenção. Já quase chegando ao destino ele pensou que poderia ganhar alguma coisa  com a situação. Assim, propôs uma aposta: ele pagaria a ela 500 dólares por cada acerto às perguntas feitas por ele, enquanto ela lhe pagaria 50 dólares para cada acerto seu para as perguntas feitas por ela. A loira topou.

O advogado começou com a pergunta:
– Qual é a distância entre o sol e a terra?

A loira não soube responder e lhe pagou 50 dólares. Na sequência era a vez da loira.

Ela perguntou ao advogado:
– O que é que sobe uma montanha com três pernas e desce com quatro pernas?

O advogado pensou, ponderou, imaginou mil e uma situações e não pode chegar a nenhuma conclusão. Ele não sabia a resposta. Não teria jeito, teria que pagar… Pegou a sua carteira e pagou 500 dólares para a loira. Ela pegou o dinheiro e o colocou na sua bolsa sem dizer nada. A aeronave aterrissou. O advogado ainda estava intrigado, pois não sabia a resposta. Devolveu a pergunta para a loira:
– Então, diga-me o que é que sobe uma montanha com três pernas e desce com quatro?

A loira, novamente sem nada dizer, abriu a sua bolsa, pegou 50 dólares e pagou o advogado… 

Cada um seguiu o seu destino.

Cuidado com os estereótipos!!!

Não só de loiras, mas de advogados, de médicos, de contadores, …


Extraída do livro: Plato and Platypus walk into a Bar… Understanding Philosophy – through jokes (Thomas Cathcart & Daniel Klein)

Hoje vou para as ruas…

… dentro de mim!


Vou percorrer os recantos da minha alma, avaliar os meus princípios, os meus valores e os meus anseios. Analisar as minhas ações, reações e omissões. Vou me indagar se sou tão bom a ponto de protestar contra uma realidade que também é meu reflexo?

Não sair às ruas seria mais uma omissão?
Jorge Reiner