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Do que você vive?

Kamilla e Wagner escolheram viver com AMOR. Vão afetar a vida um do outro com AFETO!

Do que você vive?

Depois de muitos anos sem ver, recebi em casa um amigo meu de longa data. Um daqueles amigos que participaram de algumas das situações mais difíceis da vida. Eu estava muito feliz. Quando chegou nos acomodamos à volta da mesa na varanda da casa. A noite foi passando, os temas foram se alternando. Ora falávamos dos projetos e das experiências com seus tropeços e acertos de um e ora do outro. Ele se apercebeu que eu não tinha emprego formal e que não tinha nenhum empreendimento que pudesse me gerar uma renda fixa. Com a curiosidade e a permissão que a nossa amizade dava, ele me perguntou:

– Mas você vive do quê?

Sim, parecia estranho que não tivesse nenhuma das premissas convencionais para me sustentar. A primeira resposta que lhe dei foi:

– Vivo de amor!!!

Rimos da resposta. Depois compartilhei com ele as atividades que realizo para cumprir com as obrigações da realidade ordinária. Afinal, as contas de moradia, água, luz e internet chegam, assim como as compras de supermercado para alimentação e higiene precisam ser feitas. As necessidades básicas precisam ser cobertas e felizmente tenho conseguido atendê-las de maneira satisfatória ao longo da vida. Em seguida voltamos para a primeira resposta que de utopia pode se transformar em realidade ao se explorar mais detalhadamente a situação. Começamos a analisar que sim, tanto ele como eu vivíamos de amor ao afetar e sermos afetados nas nossas relações. Podíamos falar do amor de amigos, algo que nos unia a mais de quarenta anos pela força do afeto. Muitos amigos afetaram a minha vida com o seu afeto, assim como, de alguma maneira também eu os afetei. Podíamos falar do amor da família que afeta, quase sempre, com AFETO. Tive o privilégio de ter o amor dos meus pais e ainda tenho a oportunidade de fruir da presença afetiva dos irmãos, sobrinhos e outros membros da família. Vivo o amor conjugal que me afeta de uma maneira divina que não acreditava ser possível. Tive a possibilidade de passar por organizações que me afetaram muito pela presença de pessoas que com o seu afeto moldaram e mudaram a minha vida ao dar sentido àquilo que fazia e faço. Muitas dessas pessoas estão entre os amigos. Outras cumpriram o seu papel ao afetar com o afeto que possuíam e seguiram por outros caminhos. E os desafetos? Sim, também existiram desafetos que escolhi não ser desamor nem rancor, mas sim pessoas com ideias diferentes que também me afetaram com aquilo de que dispunham. Crises e dor? Sim, mas a escolha de carregar isso comigo ou desapegar era minha. Por isso, acredito realmente que vivo de AMOR e de AFETO. Afinal, eu AFETO o mundo que me afeta. Com AFETO as relações de amizade são melhores com a consciência. Com AFETO as relações familiares são mais tranquilas e serenas. Com AFETO as relações profissionais são mais autênticas, transparentes e até mais lucrativas. Trata-se de alinhar a intenção com a ação para que A Força da Esperança no Trabalho Orientado para o AMOR apareça.

Viver de amor é utopia? Meu amigo e eu acreditamos que não, que é possível viver com amor, porque é uma maneira humana, inteligente e divina de escolher viver a própria vida. Porque quando o final da vida se aproximar e cada um olhar para trás vai se aperceber que os melhores momentos foram aqueles vividos com amor próximo das pessoas que são importantes. Que as melhores lembranças são das decisões leais e justas para com você e com aqueles com quem você conviveu. Que as melhores escolhas que você fez mantiveram a sua integridade e para isso é preciso de AMOR, porque você AFETA o mundo e com AFETO o mundo é melhor.

Kamilla e Wagner, se vocês se imaginarem no final da jornada, o que significou o dia em que vocês disseram “Sim” um para o outro?

Desejo que sempre possam olhar para dentro de si mesmos, porque o amor vai prevalecer.

Kamilla e Wagner, vocês escolheram o AMOR. Parabéns!!!

Moacir Rauber

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E-mail: mjrauber@gmail.com

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O QUE SE PODE APRENDER COM O CONSELHO?

O que se pode aprender com o Conselho?

Via os dois anciãos sentados no banco de frente para a praia. Um mostrava o celular para o outro e falavam das diferentes funções que um determinado aplicativo dispunha. Conversavam animadamente sem nenhuma demonstração de tristeza ou de frustração por não entender ou não saber utilizar a tecnologia. Estavam aprendendo e usando. Um exclama, o outro responde e assim seguiam explorando as possibilidades da interatividade. Um deles, com cara de eureca, fala:

– Isso faz sentido!

Não sei o que aquele senhor descobriu, porém, o que podemos aprender com a situação? Talvez possamos reaprender! Reaprender o que? Reaprender que a idade não é um empecilho para a aprendizagem, mas a escolha de manter a mentalidade aberta para que se possa seguir sendo um aprendiz. E por que reaprender isso é importante? Porque era algo que sabíamos e perdemos. Durante muitos anos se criou o rótulo de que com o avançar dos anos as pessoas perdiam a capacidade de aprendizagem e, com isso, aumentaria as dificuldades para usar a tecnologia imperante na atualidade. Que grande engano! A neurociência constatou a plasticidade cerebral que afirma que o cérebro humano continua com a sua capacidade de desenvolvimento, apesar da idade, exceções feitas às enfermidades. Novidade? Não. Além do mais, com a ancianidade há a possiblidade de se acrescentar a sabedoria ao conhecimento e à tecnologia para saber usar as ferramentas para que a tua família, a tua organização e o mundo sejam melhores com o seu uso. Portanto, reaprender com a constatação da neurociência ao olhar para as civilizações antigas é ser inteligente e humilde, estimulando que se inove e se transforme com o sentido de redescobrir e ressignificar. A sabedoria que vem com a idade é ancestral, é bíblica: “Com os anciãos e mais experientes está a sabedoria, e na idade avançada, a compreensão e o entendimento” (Jó 12:12). Desse modo, as antigas civilizações criavam os conselhos de anciãos para respeitar a trajetória das pessoas que os trouxeram até onde estavam. Da mesma forma, essa prática era a representação visível da crença de que as pessoas eram mais inteligentes e mais sábias com o passar dos anos. Por isso, cabe a nós sermos inteligentes para que possamos aproveitar o conhecimento com sabedoria, assim como exercitarmos a humildade para reaprender e com isso redescobrir a importância do Ser Humano em todas as fases de sua vida. Além do mais, redescobrir que a aprendizagem é um processo para a vida muda a perspectiva das possibilidades. A idade avançada não é uma limitação, é um privilégio que abre um mar de oportunidades. Que tipo de oportunidades? Para a pessoa em si, abre a oportunidade de usufruir da vida com a qualidade que o conhecimento, a tecnologia e a sabedoria podem proporcionar. Para as organizações, as pessoas com mais idade podem ser uma oportunidade de negócios, uma vez que seguem aprendendo e ensinando. Desse modo, redescobrir e reaprender nos levam a ressignificar a própria vida ao encontrar o sentido dela e de tudo que se faz. É a compreensão e o entendimento que podem vir com a idade, muitas vezes expressos num conselho. Sim, num conselho de aconselhamento que as pessoas com a experiência da idade podem dar. Ou num conselho de agrupamento de pessoas com conhecimento e inteligência para que com humildade possam propor os rumos de uma equipe, de uma organização ou de uma profissão. O Pepitas Secretaries Club reúne as pessoas com as características de quem está aberto para Reaprender, Redescobrir e Ressignificar num movimento de sabedoria que aproveita o conhecimento com humildade e inteligência. Dele surge o FISEC – Fórum de Inovação em Secretariado que nos permite aprender a reaprender para descobrir e redescobrir num movimento natural de significar e ressignificar. Faz sentido?

A situação do diálogo inicial pode nos ensinar algo? Creio que sim, porque a constatação contida na expressão é a de que o ancião viu sentido naquilo que iria fazer ou usar. Esse é um dos nossos grandes desafios: qual é o sentido? Para que criamos e inovamos? Por isso, é indispensável se indagar: Reaprender para quê? Reaprender para redescobrir e ressignificar o próprio papel no mundo e entender se faz sentido. A humildade de reconhecer que a sabedoria pode vir com a ancianidade e que a ancianidade pode nos ensinar por ter a experiência que aquele que não é ancião não tem. Pergunte-se: quer aprender? É preciso estar disposto a reaprender. Quer descobrir? É importante estar aberto para redescobrir. Quer ressignificar? Você pode aprender com o Conselho.

Moacir Rauber

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ECOS DA PALAVRA

A INTELIGÊNCIA POSITIVA E A ESPIRITUALIDADE NA COMUNICAÇÃO AFETIVA PARA SER EFETIVO.

“Bem-aventurados aqueles que usam com sabedoria as ferramentas de desempenho vindas do conhecimento.”

ECOS DA PALAVRA!

EU AFETO O MUNDO. O MUNDO ME AFETA.

COM AFETO O MUNDO É MELHOR!

Espiritualidade é a Sabedoria para usar as Ferramentas vindas do Conhecimento com AFETO!

ECOS DA PALAVRA!

TENDO COMO BASE:

Conhecimento: a ciência para organizar e compartilhar teoria e prática

Ferramentas: para operacionalizar a ciência

– Inteligência Positiva para o autoconhecimento.

– Comunicação Não-Violenta para Resultado Efetivos.

Sabedoria: a espiritualidade que permite usar as Ferramentas vindas do Conhecimento com AFETO.

Os participantes vão aprender a usar Ferramentas construídas a partir do Conhecimento com a sabedoria presente na Espiritualidade:

  • encontrar o sentido daquilo que se faz alinhando espiritualidade, conhecimento e sabedoria por meio de ferramentas de desempenho: Inteligência Positiva e Comunicação Não-Violenta.
  • comunicar-se com efetividade diminuindo a tensão nas relações, aumentando a produtividade e o desempenho nos ambientes pessoal e profissional;
  • exibir competências relacionais, como a confiança, a autenticidade e o domínio próprio;
  • mostrar competências de desempenho, como a produtividade, a competitividade, o resultado, a aprendizagem, a excelência, o espírito de equipe e a resiliência;
  • manifestar competências de conduta, como a ética, o propósito, a liberdade, a flexibilidade, a autonomia e o respeito;
  • pausar para distinguir o sábio do sabotador com os passos da CNV ao (1) observar sem julgar; (2) reconhecer as emoções e os sentimentos; (3) identificar as necessidades e os pontos de convergências; (4) fazer pedidos de forma objetiva e direta. 

Para onde o mundo vai? Com ou sem você ele vai…

– Disrupção e exponencialidade

– Revoluções biológicas e tecnológicas

– Forças Motrizes no mundo

– Tendências e megatendências comportamentais e de negócios

– Singularidade: o nome da nova era!

– Onde a Inteligência Positiva, a Espiritualidade e Comunicação Não-Violenta se conectam?

Sábio ou sabotador: qual é a tua escolha?

– Inteligência Positiva e Comunicação Afetiva como estratégias de desemepnho e resultados

– Espiritualidade e transcendência para entender o sentido da vida

– As Bem-Aventuranças: inspiração que conecta conhecimento, sabedoria e ferramentas de desempenho

Conhecimento, ferramentas ou sabedoria?

– Conhecimento: a ciência para organizar e compartilhar teoria e prática

– Ferramentas: para operacionalizar a ciência

                Inteligência Positiva para o autoconhecimento

                Comunicação Não-Violenta para Resultado Efetivos.

            -Ação e intenção para produzir resultados: bem-aventurados os alinhados.

– Sabedoria: a espiritualidade que permite usar as Ferramentas vindas do Conhecimento com AFETO.

O resgate da Espiritualidade a partir da Inteligência Positiva e do uso da Comunicação Não-Violenta tem a pretensão de levar os participantes a alcançar a satisfação pessoal e os resultados esperados por meio do alinhamento da espiritualidade com as competências socioemocionais e técnicas. Para isso é essencial:

PAUSAR para OBSERVAR. O que vejo?

PAUSAR para SENTIR. O que sinto?

PAUSAR para identificar as NECESSIDADES. O que necessito?

PAUSAR para PEDIR. Como e o que peço?

Uma PAUSA para escutar o MESTRE dos MESTRES!

Eu AFETO o mundo. O mundo me AFETA. Com AFETO o mundo é melhor.

A oficina se fundamenta na relação entre o conhecimento (inteligência emocional, psicologia positiva e storytelling reunidas na Inteligência Positiva) e a sabedoria presentes na espiritualidade que possam ser usadas por meio de ferramentas de desempenho. Assim, a Inteligência Positiva e a Comunicação Não-Violenta convergem ativamente para estimular a gestão das competências socioemocionais e técnicas no caminho transcendental humano. Ação e Intenção produzindo resultados!

A oficina foi pensada para pessoas que:

– desejam alinhar a espiritualidade e as competências socioemocionais e técnicas;

– pretendem alinhar as ações e as intenções com os resultados;

– querem alcançar altos patamares de desempenho na carreira;

– dão os primeiros passos para se desenvolver e se destacar profissionalmente;

– buscam qualificação para voltarem ao mercado de trabalho (lifelong learning);

– aspiram potencializar seus projetos e ter mais confiança em si mesmos;

– ambicionam melhorar a sua comunicação para se relacionar melhor com sua equipe;

 Espiritualidade é a Sabedoria para usar as Ferramentas vindas do Conhecimento com AFETO!

ECOS DA PALAVRA!

E-mail: mjrauber@gmail.com

Whatsapp: 48 998578451

Sympla: https://www.sympla.com.br/ecos-da-palavra-inteligencia-positiva-e-espiritualidade-na-comunicacao-afetiva-para-ser-efetivo__1619935

Miriam Moreno crê que é importante incorporar informações ao nosso mundo, porém é visível a necessidade de identificar o que acontece dentro de nós, com nossas emoções, sentimentos e pensamentos para facilita um processo de ajuda. Assim, sente-se motivada e comprometida em difundir a Comunicação Não-Violenta (CNV) por meio de oficinas, grupos de estudo de aprofundamento e de prática para as pessoas que queiram se conectar com as suas qualidades humanas mais profundas, naturalizando-as. Miriam entende que a CNV propõe um nova maneira de escutar, de receber e de dar desde um foco que facilita o encontro com o outro a partir do coração, criando um espaço seguro e livre para reconhecer o que se sente.

Miriam também é Counselor em Logoterapia, Professora de Física e membro ativo na promoção da Comunicação Não-Violenta com formação no IIT Intensive International Training em Comunicação Não-Violenta no Chile e organizadora do IIT Intensive International Training de Buenos Aires. Tem larga formação complementar, como Taller Intensivo Residencial CNV Argentina, “Vacío Existencial y los Vínculos Actuales” – UCA , Taller Jornada de formación de profesionales de la salud: “La Importancia de la Espiritualidad y el Conocimiento en la Atención al Paciente”, além de Diversas jornadas de ECP e focusing.

Miriam é uma aprendiz por natureza.

Moacir Rauber acredita que tem “muitas razões para viver bem!” e que a “Disciplina é a Liberdade” de fazer as escolhas conscientes para “fazer tudo que possa compartilhar com os pais e que tenha orgulho de contar para os filhos”.

Também tem doutorado em Ciências Empresariais e Mestrado em Gestão de Recursos Humanos na Europa e Mestrado em Engenharia de Produção pela UFSC. Tem MBA em Marketing, Pós-Graduação em Teoria do Pensamento Complexo e Certificado Nonviolent Communication International Intensive Training. Tem formação internacional em Coaching Executivo Organizacional reconhecido pela International Coaching Communitty – ICC e pela European Mentoring and Coaching Council – EMCC. Atualmente trabalha como Palestrante e Escritor.

Foi remador da Seleção Brasileira e ainda hoje segue praticando o remo como lazer. Também faz trabalhos voluntários em instituições que desenvolvem projetos de inclusão social.

Autor dos Livros:

  • Olhe mais uma vez! Em cada situação novas oportunidades (2010).
  • Perguntar não ofende… Coaching para o profissional de Secretariado (2013).
  • Superação, a marca do Ser Humano! (2013).
  • Ladrão de si mesmo (2016).
  • No reino de logo ali ao lado (2019).

Mantém o Blog FACETAS! Somos únicos. Somos Múltiplos. (www.facetas.com.br), é colunista de diferentes jornais e revistas na área de Gestão de Recursos Humanos e de Educação.

Quem é o homem à beira da estrada?

Pai e filho cruzavam de carro uma pequena cidade do interior e viram um senhor sentado tranquilamente numa cadeira a beira rodovia. O filho, com seus 10 ou 11 anos, olhou e disse:

– Que cara preguiçoso, não é pai? Sentado aí sem fazer nada…

O pai escutou. Não concordou nem discordou. Eles eram de uma família que tinha suas posses oriundas de trabalho. Desde pequeno todos estudavam, trabalhavam e acreditavam que cada um podia fazer o seu destino. Entretanto, o pai também sabia que não se pode julgar alguém por um momento observado na sua vida. Assim ele contou uma história para o seu filho. Disse que havia um pai com quatro filhos que estavam no auge de sua juventude. Todos com boa formação, porque estudaram nas melhores escolas e universidades e, por isso, acreditavam que, quase sempre, tinham uma resposta pronta para tudo. Da família receberam bons exemplos, assim acreditavam que estavam preparados para os desafios da vida. O pai desses jovens, queria estimulá-los a seguir no caminho da aprendizagem, porém com humildade. Assim, desafiou-os para que realizassem uma aventura para conhecer uma árvore que estava muito distante. O filho mais velho chegou até a árvore no inverno. O segundo se encontrou com a árvore na primavera. O terceiro no verão e o filho mais novo a encontrou no outono. Ao regressar à casa cada um descreveu o que viu. O primeiro disse que viu uma árvore seca e com os galhos retorcidos. Era feia para os seus padrões. O segundo disse que viu uma árvore cheia de folhas novas e flores que se abriam. Era linda, segundo o seu entendimento. O terceiro comentou que viu uma árvore carregada de folhas viçosas, exuberantes e com muitos frutos em formação. Era bela pelo que havia observado. O filho mais jovem não concordava com os demais, porque disse que viu uma árvore carregada de frutos maduros. Era simplesmente, maravilhosa. Assim, o pai pode explicar que cada um deles, em parte, tinha razão, porque eles haviam observado a mesma árvore em diferentes temporadas. Por fim, o pai que seguia o caminho com o seu filho pequeno, perguntou:

– O que você viu quando observou aquele homem sentado à beira da estrada?

O filho ficou intrigado. Não tinha uma resposta, assim como nós não temos uma resposta. Às vezes, somos muito rápidos ao julgar o outro. Creio que a essência, os valores e os princípios nos acompanham no inverno, na primavera, no verão e no outono de nossas vidas. Entretanto em cada temporada são diferentes as experiências pelas quais passamos até que encerramos a jornada. O caminho percorrido por qualquer pessoa, com as suas alegrias e as suas dores, não se pode ver numa única temporada de sua vida, muito menos numa cena.

Quem era o homem à beira da estrada? Pai e filho no seu carro não tinham a mínima ideia. Portanto, antes de julgar é essencial lembrar que não sabemos as histórias vividas por detrás das folhas, dos galhos ou dos olhos que se veem. Ao trazer a analogia da árvore para o filho, o pai quis deixar a mensagem para que as inúmeras tentativas que a vida exigir ou para o sofrimento e as derrotas que a vida lhe impuser, sejam motivos que o mantenham forte e humano como um duro inverno; que os momentos de felicidade o tornem agradável como uma linda primavera; que os sucessos que na vida alcançar o levem para o caminho do crescimento como num exuberante verão; que a maravilhosa oportunidade que é a vida possa dar frutos com a humildade de que podemos encerrar a jornada e voltar para Casa. O caminho é você que escolhe. O julgamento somente será no final!

Moacir Rauber

Blog: www.facetas.com.br

E-mail: mjrauber@gmail.com

Home: www.olhemaisumavez.com.br

Inspirado: Pe. Jorge Nardi

ECOS DA PALAVRA!

A Inteligência Positiva e a Espiritualidade na Comunicação AFETIVA para ser EFETIVO.

“Bem-aventurados aqueles que usam com sabedoria as ferramentas de desempenho vindas do conhecimento.”

ECOS DA PALAVRA!

EU AFETO O MUNDO. O MUNDO ME AFETA.

COM AFETO O MUNDO É MELHOR!

Espiritualidade é a Sabedoria para usar as Ferramentas vindas do Conhecimento com AFETO!

ECOS DA PALAVRA!

TENDO COMO BASE:

Conhecimento: a ciência para organizar e compartilhar teoria e prática

Ferramentas: para operacionalizar a ciência

– Inteligência Positiva para o autoconhecimento.

– Comunicação Não-Violenta para Resultado Efetivos.

Sabedoria: a espiritualidade que permite usar as Ferramentas vindas do Conhecimento com AFETO.

Os participantes vão aprender a usar Ferramentas construídas a partir do Conhecimento com a sabedoria presente na Espiritualidade:

  • encontrar o sentido daquilo que se faz alinhando espiritualidade, conhecimento e sabedoria por meio de ferramentas de desempenho: Inteligência Positiva e Comunicação Não-Violenta.
  • comunicar-se com efetividade diminuindo a tensão nas relações, aumentando a produtividade e o desempenho nos ambientes pessoal e profissional;
  • exibir competências relacionais, como a confiança, a autenticidade e o domínio próprio;
  • mostrar competências de desempenho, como a produtividade, a competitividade, o resultado, a aprendizagem, a excelência, o espírito de equipe e a resiliência;
  • manifestar competências de conduta, como a ética, o propósito, a liberdade, a flexibilidade, a autonomia e o respeito;
  • pausar para distinguir o sábio do sabotador com os passos da CNV ao (1) observar sem julgar; (2) reconhecer as emoções e os sentimentos; (3) identificar as necessidades e os pontos de convergências; (4) fazer pedidos de forma objetiva e direta. 

Para onde o mundo vai? Com ou sem você ele vai…

– Disrupção e exponencialidade

– Revoluções biológicas e tecnológicas

– Forças Motrizes no mundo

– Tendências e megatendências comportamentais e de negócios

– Singularidade: o nome da nova era!

– Onde a Inteligência Positiva, a Espiritualidade e Comunicação Não-Violenta se conectam?

Sábio ou sabotador: qual é a tua escolha?

– Inteligência Positiva e Comunicação Afetiva como estratégias de desemepnho e resultados

– Espiritualidade e transcendência para entender o sentido da vida

– As Bem-Aventuranças: inspiração que conecta conhecimento, sabedoria e ferramentas de desempenho

Conhecimento, ferramentas ou sabedoria?

– Conhecimento: a ciência para organizar e compartilhar teoria e prática

– Ferramentas: para operacionalizar a ciência

                Inteligência Positiva para o autoconhecimento

                Comunicação Não-Violenta para Resultado Efetivos.

            -Ação e intenção para produzir resultados: bem-aventurados os alinhados.

– Sabedoria: a espiritualidade que permite usar as Ferramentas vindas do Conhecimento com AFETO.

O resgate da Espiritualidade a partir da Inteligência Positiva e do uso da Comunicação Não-Violenta tem a pretensão de levar os participantes a alcançar a satisfação pessoal e os resultados esperados por meio do alinhamento da espiritualidade com as competências socioemocionais e técnicas. Para isso é essencial:

PAUSAR para OBSERVAR. O que vejo?

PAUSAR para SENTIR. O que sinto?

PAUSAR para identificar as NECESSIDADES. O que necessito?

PAUSAR para PEDIR. Como e o que peço?

Uma PAUSA para escutar o MESTRE dos MESTRES!

Eu AFETO o mundo. O mundo me AFETA. Com AFETO o mundo é melhor.

A oficina se fundamenta na relação entre o conhecimento (inteligência emocional, psicologia positiva e storytelling reunidas na Inteligência Positiva) e a sabedoria presentes na espiritualidade que possam ser usadas por meio de ferramentas de desempenho. Assim, a Inteligência Positiva e a Comunicação Não-Violenta convergem ativamente para estimular a gestão das competências socioemocionais e técnicas no caminho transcendental humano. Ação e Intenção produzindo resultados!

A oficina foi pensada para pessoas que:

– desejam alinhar a espiritualidade e as competências socioemocionais e técnicas;

– pretendem alinhar as ações e as intenções com os resultados;

– querem alcançar altos patamares de desempenho na carreira;

– dão os primeiros passos para se desenvolver e se destacar profissionalmente;

– buscam qualificação para voltarem ao mercado de trabalho (lifelong learning);

– aspiram potencializar seus projetos e ter mais confiança em si mesmos;

– ambicionam melhorar a sua comunicação para se relacionar melhor com sua equipe;

 Espiritualidade é a Sabedoria para usar as Ferramentas vindas do Conhecimento com AFETO!

ECOS DA PALAVRA!

E-mail: mjrauber@gmail.com

Whatsapp: 48 998578451

Sympla: https://www.sympla.com.br/ecos-da-palavra-inteligencia-positiva-e-espiritualidade-na-comunicacao-afetiva-para-ser-efetivo__1619935

Miriam Moreno crê que é importante incorporar informações ao nosso mundo, porém é visível a necessidade de identificar o que acontece dentro de nós, com nossas emoções, sentimentos e pensamentos para facilita um processo de ajuda. Assim, sente-se motivada e comprometida em difundir a Comunicação Não-Violenta (CNV) por meio de oficinas, grupos de estudo de aprofundamento e de prática para as pessoas que queiram se conectar com as suas qualidades humanas mais profundas, naturalizando-as. Miriam entende que a CNV propõe um nova maneira de escutar, de receber e de dar desde um foco que facilita o encontro com o outro a partir do coração, criando um espaço seguro e livre para reconhecer o que se sente.

Miriam também é Counselor em Logoterapia, Professora de Física e membro ativo na promoção da Comunicação Não-Violenta com formação no IIT Intensive International Training em Comunicação Não-Violenta no Chile e organizadora do IIT Intensive International Training de Buenos Aires. Tem larga formação complementar, como Taller Intensivo Residencial CNV Argentina, “Vacío Existencial y los Vínculos Actuales” – UCA , Taller Jornada de formación de profesionales de la salud: “La Importancia de la Espiritualidad y el Conocimiento en la Atención al Paciente”, além de Diversas jornadas de ECP e focusing.

Miriam é uma aprendiz por natureza.

Moacir Rauber acredita que tem “muitas razões para viver bem!” e que a “Disciplina é a Liberdade” de fazer as escolhas conscientes para “fazer tudo que possa compartilhar com os pais e que tenha orgulho de contar para os filhos”.

Também tem doutorado em Ciências Empresariais e Mestrado em Gestão de Recursos Humanos na Europa e Mestrado em Engenharia de Produção pela UFSC. Tem MBA em Marketing, Pós-Graduação em Teoria do Pensamento Complexo e Certificado Nonviolent Communication International Intensive Training. Tem formação internacional em Coaching Executivo Organizacional reconhecido pela International Coaching Communitty – ICC e pela European Mentoring and Coaching Council – EMCC. Atualmente trabalha como Palestrante e Escritor.

Foi remador da Seleção Brasileira e ainda hoje segue praticando o remo como lazer. Também faz trabalhos voluntários em instituições que desenvolvem projetos de inclusão social.

Autor dos Livros:

  • Olhe mais uma vez! Em cada situação novas oportunidades (2010).
  • Perguntar não ofende… Coaching para o profissional de Secretariado (2013).
  • Superação, a marca do Ser Humano! (2013).
  • Ladrão de si mesmo (2016).
  • No reino de logo ali ao lado (2019).

Mantém o Blog FACETAS! Somos únicos. Somos Múltiplos., é colunista de diferentes jornais e revistas na área de Gestão de Recursos Humanos e de Educação.

Aceitar ou converter?

Aceitar ou converter?

Um amigo meu iria levar a filha para o trabalho. Não o fazia muitas vezes, porque eram apenas dez minutos de caminhada. Porém, naquele dia começava a chover a fazia frio. Desceu do apartamento para a garagem e encontrou o seu carro bloqueado pelo carro do vizinho. Subiu e tocou a porta do vizinho. Ninguém atendia. Nada. Nenhuma resposta. A filha teve que caminhar até o trabalho para não chegar atrasada. O meu amigo ficou furioso com a situação. Um tempo depois o vizinho aparece pedindo desculpas pelo inconveniente. O que fazer? Olhou para a esposa e decidiu não se incomodar com algo que já não poderia modificar. Criticar não ajudaria em nada. De todas as formas, o casal aproveitou para sair de casa e ir ao supermercado.

Todas as situações apenas são o que são. A interpretação daquilo que elas significam depende de cada um. Com o bloqueio do veículo e não poder levar a filha ao trabalho gerou a emoção de raiva num primeiro instante. Entretanto, o pai e a mãe optaram por aceitar aquilo que já não poderia ser mudado. Aceitar pode ser entendido como receber algo, como concordar com uma situação ou como resignar-se com aquilo que não pode ser mudado. Ao sair para ir ao supermercado, contornaram o edifício e quando passavam em frente da portaria viram a entregadora de uma empresa de encomendas tocando a campainha. Pararam e perguntaram:

– Para quem é a entrega?

A moça deu o nome da filha que havia feito uma compra pela internet. A compra estava programada para ser entregue dali a dois dias, porém a empresa se adiantou. Dessa forma, os pais puderam receber o pedido que a filha havia feito e que aguardava com ansiedade. Nesse momento, a situação se converteu num presente, porque caso não houvesse ocorrido o bloqueio do carro pelo vizinho a entregadora não encontraria ninguém em casa, o que geraria transtorno e frustração para a filha. Aceitar para converter as dificuldades e os desafios em oportunidades pode nos trazer paz de espírito e tranquilidade. Não se trata de negar nem de rejeitar o ocorrido e, muito menos, se ressentir. Trata-se de entender que o fato uma vez ocorrido não há como voltar atrás. É clichê. É óbvio. Por que então gastamos tanto tempo e energia com aquilo que não pode ser mudado? Por isso, aceitar é um convite para receber determinadas situações com a consciência de que posso concordar ou não e que posso resignar-me com aquilo que não pode ser mudado para converter a situação numa oportunidade. Esse pode ser um movimento consciente de aceitar algo aparentemente ruim para entendê-lo como uma oportunidade, ainda que as emoções como a raiva, o medo, a tristeza, a surpresa e o nojo surjam no momento em que ocorre a situação. O movimento é a ação de não ficar capturado pelas emoções e bloqueado no fato, mas usá-lo como aprendizagem e oportunidade. Gastar tempo e energia martirizando-se com a culpa, alimentando a raiva, remoendo arrependimentos ou afligindo-se com as preocupações é improdutivo e irracional. Desse modo, aceitar e converter é uma maneira de olhar mais uma vez para ver novas oportunidades.

Aceitar ou converter? No caso do meu amigo bastou ele aceitar que a vida já tratou de converter uma situação aparentemente chata em uma oportunidade, num presente. O simples fato de não se deixar levar pelas emoções preservou a sua relação com o vizinho e ainda lhe proporcionou receber uma entrega que criaria outros incômodos. Imagine fazer o movimento consciente de aceitar e converter, muito mais do que aceitar ou converter, é REAPRENDER ao mudar o seu olhar sobre aquilo que já sabíamos. Fazer o movimento consciente de aceitar e converter igualmente permite REDESCOBRIR sem preconceitos fazendo da vida uma eterna aventura de descobertas. Finalmente, o movimento de aceitar e converter é a capacidade de RESSIGNIFICAR para transformar e ser transformado como um ato de amor a si mesmo e aos outros.

O que você pode aceitar para converter em oportunidades? Olhe mais uma vez…

O FISEC está na porta!

Moacir Rauber

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E-mail: mjrauber@gmail.com

Home: www.olhemaisumavez.com.br

ECOS DA PALAVRA – Ação e Intenção produzindo resultados!

A Inteligência Positiva e a Espiritualidade na Comunicação AFETIVA para ser EFETIVO

Ação e Intenção produzindo resultados! 

“Bem-aventurados aqueles que usam com sabedoria as ferramentas de desempenho vindas do conhecimento.” 

EU AFETO O MUNDO. O MUNDO ME AFETA. 

COM AFETO O MUNDO É MELHOR! 

Conhecimento, ferramentas ou sabedoria? 

Conhecimento: a ciência para organizar e compartilhar teoria e prática 

Ferramentas: para operacionalizar a ciência 

Sabedoria: a espiritualidade que permite usar as Ferramentas vindas do Conhecimento.

 Um curso de 12h para explorar:

  1. Inteligência Positiva para o autoconhecimento 
  1. Comunicação Não-Violenta para Resultado Efetivos. 
  1. Ação e intenção para produzir resultados: bem-aventurados os alinhados.

O resgate da Espiritualidade a partir da Inteligência Positiva e do uso da Comunicação Não-Violenta tem a pretensão de levar os participantes a alcançar a satisfação pessoal e os resultados esperados por meio do alinhamento da espiritualidade com as competências socioemocionais e técnicas. Para isso é essencial: 

PAUSAR para OBSERVAR. O que vejo? 

PAUSAR para SENTIR. O que sinto? 

PAUSAR para identificar as NECESSIDADES. O que necessito? 

PAUSAR para PEDIR. Como e o que peço? 

Uma PAUSA para escutar o MESTRE dos MESTRES! 

Eu AFETO o mundo. O mundo me AFETA. Com AFETO o mundo é melhor.