Cada um tem as suas justificativas

Frases do livro Ladrão de si mesmo. Veja mais informações sobre o lançamento aqui.

Os medrosos, os preguiçosos e os sem caráter também têm as suas justificativas para não fazer o que deve ser feito ou para fazer o que não deveria ser feito. Está tudo elaborado e justificado pela mente daqueles que mentem para si mesmo.

Justificativas
As pessoas conseguem manter a mente sob controle apenas em curtos períodos. Depois a mente quase sempre controla as pessoas. Como vai a sua relação com a sua mente?

Dia da Mulher!

 
 
Para muitas mulheres a vida é simples e complexa! 
A vida é simples quando se deixa que ela flua com as situações sucedendo-se naturalmente. 
E como a vida, as mulheres sabem deixá-la fluir!
A vida também é complexa pelas alternativas que ela nos oferece. 
E como a vida, elas sabem oferecê-las!
E simples não quer dizer simplista, assim como complexa não quer dizer complicada
Quando se gosta, basta dizer que se gosta. 
Quando não se gosta, basta dizer que não se gosta. 
Com amor e respeito, tudo fica mais fácil.
Aprendi isso com uma mulher!
 
Moacir

 

Você é um ladrão!

Nas próximas semanas publicarei frases do livro Ladrão de si mesmo. Veja mais sobre o lançamento aqui.

Dimas, o bom ladrão, ainda não sabia o quanto a mente lhe mentia, o que fazia com que ele mentisse com a convicção de quem fala a verdade.
Você é um ladrão
Todos somos especiais! Sendo todos especiais não seríamos então todos comuns? É certo que todos somos únicos e singulares como característica humana de dessemelhança. Por outro lado, é a pluralidade e a multiplicidade de cada uma das nossas facetas que nos garante tal dessemelhança. Somos especiais porque somos comuns. Somos comuns porque somos especiais.

Ladrão de si mesmo

Agende uma palestra de lançamento 
entre 18-04-16 e 28-05-16!
Lançamento
Na palestra exploram-se as ideias subjacentes nas estórias contadas no livro Ladrão de si mesmo”. 

Acompanhe a trajetória de um homem acusado publicamente de ser um ladrão. Esse homem é Dimas, que sempre se referia a si mesmo como o bom ladrão numa alusão ao criminoso crucificado do lado direito de Jesus Cristo e que tivera os seus pecados perdoados. No desenrolar da estória, após a acusação que ele jurava ser falsa, Dimas descobre que na realidade ele fora sistematicamente roubado e sabotado nas diferentes esferas da sua vida. O pior de tudo é que ele não sabe quem o acusa nem quem o rouba. E quando Dimas descobre não quer acreditar quem é o seu inimigo. Ele fica literalmente paralisado com a descoberta do verdadeiro ladrão. Afinal, quem é o ladrão?

As situações neste livro levam o leitor a diferentes reflexões sobre como descobrir, conviver e enfrentar o ladrão, seu inimigo. Entra-se no mundo do desenvolvimento pessoal, ficando bastante claro que há uma diferença imensurável entre aquilo que as pessoas acreditam que podem fazer e aquilo que realmente fazem. Os diálogos e as estórias contadas promovem no leitor as reflexões que o ajudam a desenvolver o seu potencial, transformando-o em talento. Considere que potencial é tudo aquilo que alguém imagina que possa ser. Talento é explorar esse potencial, colocando-o a serviço de si e dos outros.

Por isso a pergunta: quem é o ladrão? As reflexões se aplicam àquilo que ocorre em âmbito pessoal e organizacional: (1) o que acontece numa relação quando as pessoas roubam? (2) Quais os resultados para uma equipe de trabalho quando há um ladrão? (3) Qual a influência de um ladrão numa organização? (4) Como prender o ladrão?


MANTENHA CONTATO:


INDICTO EDITORA
Rosan Luiz do Prado
Fone: 4532771888

Moacir Rauber
Skype: mjrauber


AUTOR
Moacir Rauber acredita que tem “MUITAS RAZÕES PARA VIVER BEM!” porque “MELANCOLIA NÃO DÁ IBOPE”. Também considera que a “DISCIPLINA É A LIBERDADE” que lhe permite fazer escolhas conscientes, levando-o a viver de forma a “NÃO FAZER NADA QUE NÃO POSSA COMPARTILHAR COM OS PAIS OU QUE TENHA QUE OCULTAR DOS FILHOS”. Por isso a pergunta: frente a um dilema qual é o seu lema?

Moacir faz doutorado em Ciências Empresariais, é mestre em Gestão de Recursos Humanos (UMINHO-PT) e em Engenharia de Produção (UFSC). Fez MBA em Marketing, Bacharelado em Secretariado Executivo e Letras (Português/Espanhol), além de larga formação complementar. Também tem formação internacional em Coaching Executivo Organizacional reconhecida pela FIACE e pela ICC. Tem experiência profissional nas áreas Administrativa, Secretariado, Gestão de Recursos Humanos, Vendas e Planejamento Estratégico. Também foi professor universitário no Paraná e em Santa Catarina e atualmente trabalha como Coach, Palestrante e Escritor.


Foi remador da Seleção Brasileira entre os anos de 2004 e 2008 e ainda hoje segue praticando o remo como lazer. Também faz trabalhos voluntários em instituições que desenvolvem projetos de inclusão social.

Livros publicados:
(1) Olhe mais uma vez! Em cada situação novas oportunidades (2010)
(2) Perguntar não ofende… Uma abordagem de coaching para o profissional de Secretariado (2013)
(3) Superação, a marca do Ser Humano! (2013) (Disponível gratuitamente em pdf na página www.olhemaisumavez.com.br)
(4) Ladrão de si mesmo (2016) PRÉ-VENDA DIGITAL


Gratidão virtual e real…

A menina acordou, pegou o tablet ao seu lado e postou uma mensagem na rede social:
– Bom dia, meus amigos, gratidão por mais um dia!

­Saiu da cama, fez a rotina da higiene pessoal e, enquanto tomava o café, curtia as curtidas dos amigos na sua mensagem de gratidão. E ela estava feliz porque conseguia mostrar para os outros como é importante que se expresse a gratidão pelo que se tem. Terminou o seu café e se dirigiu para a universidade. Agora já estava atrasada e teria uma prova na primeira aula. Gastara mais tempo do que imaginara na rede social. Enquanto saía de um ônibus para pegar o outro trombou com uma senhora. A bolsa dela caiu. Ela não ligou. Continuou na sua pressa para pegar o seu ônibus. Afinal estava em cima da hora. Correu. Furou a fila, mas conseguiu entrar na frente de outras pessoas. Ufa! Ainda bem… Suspirou. Ela continuava grata.

Concordo que a gratidão é um dos sentimentos mais elevados que um ser humano pode manter. Porém, há uma diferença muito grande entre expressar gratidão e ser realmente grato. E cada idioma tem uma determinada expressão para representar o sentimento da gratidão. Segundo Santo Tomás de Aquino a gratidão se expressa em três níveis. O inglês e o alemão, por exemplo, mantêm-se no nível da razão, uma vez que thank e danke tem origem no pensamento em que reconhecem o benefício. Já o espanhol e o italiano avançam para o segundo nível da gratidão em que se reconhece e se louva o benefício ao usar as expressões gracias e grazie. Contudo, é no português que a palavra gratidão tem a sua representação mais profunda. Quando se agradece na língua portuguesa se diz obrigado ou muito obrigado. Ao usar essas expressões nós não só agradecemos como nos comprometemos a efetivamente fazer algo, a retribuir em algum momento a dádiva recebida. Isso realmente configura-se o compromisso de uma ação de gratidão. Particularmente acredito que é apenas nesse nível de gratidão que teremos a chance de modificar o mundo para melhor.

No exemplo acima, o tempo gasto para expressar a gratidão virtual foi motivo para uma pequena maldade real. Ajuntar a bolsa da senhora não seria nem exemplo de gratidão, seria apenas o mínimo para reparar um comportamento pouco educado. Infelizmente, vejo mais e mais apenas a gratidão virtual. Ela está na moda. Logicamente que é bom receber as mensagens de gratidão das redes sociais e a positividade presente nelas, mas não pode se esquecer de ser grato na vida que acontece no dia a dia. A verdadeira gratidão se dá nas ações resultantes do encontro com as pessoas.

Isso me lembra de outro exemplo. Uma mãe, quando via o seu filho de mau humor, perguntava, o que foi meu filho? Tá de mau humor hoje? Então porque você não sai e vai ajudar alguém? Tenho certeza que você vai se sentir melhor… E é fato. Nada melhor do que ajudar alguém para melhorar o próprio humor. Nada mais efetivo para se ajudar do que ajudar aos outros. Isso é gratidão.


Qual a ação de gratidão real que você já fez hoje?
http://www.opregadorfiel.com.br/2014/07/como-receber-mais-de-deus.html

Você já inticou consigo hoje?

A palavra inticar foi muito comum na minha infância. Era como caracterizávamos o momento em que provocávamos alguém com o intuito de estimular a sua ação ou reação. Na maioria da vezes era para irritar mesmo… Porém, o inticar, quando feito de forma lúdica, serve para despertar as emoções nos outros, levando-os a entenderem os seus compromissos. O ato de inticar pode ser uma maneira de fazer com que o outro se mova. Trata-se de desafiar ou estimular.

Enfim, a provocação também pode ser feita para si mesmo ao inticarmos conosco desafiando-nos a agir ou reagir. Você já inticou consigo hoje?
Fonte: http://www.desenhoonline.com/site/como-provocar-um-desenhista/smile-como-provocar-um-desenhista/

Somos únicos. Somos múltiplos.