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¡SER MADRE ES ESTAR DE PIE!

¡SER MADRE ES ESTAR DE PIE!

Ya había cumplido con todas las asignaturas de la universidad y solo faltaba el trabajo de conclusión de curso, un momento solitario. Depende de las elecciones individuales, de la propia iniciativa y de la disciplina necesaria para concluirlo. Fue el momento más desafiante, porque, como muchos, conciliaba los estudios universitarios con el trabajo. Mi madre me preguntaba sobre la facultad y lo que aún faltaba. Le dije que no terminaría ese año.

La reacción fue inmediata:

—¿Qué? ¿Ni pensarlo? ¡Si empezaste, tienes que terminar!… y siguió una serie de argumentos y justificaciones para no dejar para después lo que podía hacerse ahora.

Sus palabras fueron respetuosas, pero con la fuerza de quien ama y tiene autoridad. Seguramente, al escucharme, ella llevaba dentro una mezcla de amor, frustración y esperanza.

Para mí, era un período de agotamiento, porque trabajaba de lunes a sábado hasta las 18 horas. Tendría los domingos para hacer el trabajo final. Al principio, me irrité con mi madre. Luego, me quedé pensativo sobre lo que dijo. Por último, tuve que darle la razón.

Ella tocó tres puntos esenciales para quien quiere mantenerse de pie en los caminos de la vida:

  1. Elección: había sido mi elección entrar a la universidad, porque era importante para mi trabajo y para mi progreso profesional. Ella me dejó una pregunta: ¿la elección ya no es importante para ti?
  2. Iniciativa: es más fácil iniciar nuevos proyectos que concluir los que ya se empezaron. Así, me dejó otra pregunta: ¿tienes capacidad de concluir lo que comienzas?
  3. Disciplina: si la elección hecha generó la iniciativa de comenzar algo, la disciplina es el camino para concluirlo. Otra pregunta: ¿quién dirige tus elecciones?

Tal vez no haya sido exactamente así, pero en mis recuerdos fui desafiado en puntos clave que marcan la diferencia entre el fracaso y el éxito de cualquier proyecto. El estudio está en el centro de eso, porque es una elección; exige iniciativa; y demanda disciplina, además de darnos la posibilidad de estar de pie frente a los desafíos de la vida.

Al responder la primera pregunta, sabía que era importante, en el presente y en el futuro, concluir la universidad. Así, detenerse, pensar y evaluar la importancia de la elección hecha es un proceso que nos ayuda a permanecer en el camino, a desarrollar competencias de pensamiento crítico, inteligencia emocional y alineación de propósitos. Un empujón para Estar de Pie.

La segunda pregunta, sobre la capacidad de terminar lo que se empieza, tocó mi orgullo, porque no quería quedar marcado como alguien que inicia todo y no termina nada. De ese modo, al evaluar la elección hecha, tendría que desarrollar la automotivación para mantenerme en el camino elegido, con el coraje de salir de la zona de confort. Un estímulo para Estar de Pie.

La pregunta sobre quién comanda mis elecciones trataba de la disciplina, que entiendo como el ejercicio de la libertad que nos lleva a cumplir con las elecciones hechas y con las iniciativas tomadas. De esa manera, tener disciplina para gestionar el tiempo, mantener rutinas y ser perseverante me llevaría a no abandonar la universidad. Un motivo más para Estar de Pie.

Al reencontrarme con mi madre al día siguiente, la irritación había pasado, pero aún llevaba el cansancio de concluir la universidad en el plazo establecido. Sin embargo, ya no tenía dudas de que lo haría. El miedo a arrepentirme por abandonar el proyecto iniciado era ahora motivo de motivación personal.

El semestre terminó. Escuché mi nombre ser llamado para recibir el diploma. Al subir la rampa en silla de ruedas pude mirar a mi madre y ver su sonrisa de felicidad. Ella cumplía, conmigo, el sueño de concluir un curso superior. Ella no tuvo la oportunidad; yo sí.

Por lo tanto, al desafiarme, ella me mostró que Estar de Pie es un Estado de Espíritu, así como para Ser Madre es necesario Estar de Pie para incentivar y disciplinar; orientar y exigir; dar y recibir.

Por último, entiendo que las responsabilidades son condicionales, pero el AMOR DE MADRE ES INCONDICIONAL. ¡Él nos pone de Pie!

Moacir Rauber

Blog: www.facetas.com.br

E-mail: mjrauber@gmail.com

Home: www.olhemaisumavez.com.brIn Memoriam: Noêmia Rauber

SER MÃE É ESTAR DE PÉ!

Formatura 1996

SER MÃE É ESTAR DE PÉ!

Já havia cumprido todas as disciplinas da faculdade e faltava o trabalho de conclusão de curso, um momento solitário. Depende das escolhas individuais, da própria iniciativa e da disciplina mantida para concluir. Foi o momento mais desafiante, porque, assim como muitos, conciliava os estudos na universidade com o trabalho. Minha mãe me perguntava sobre a faculdade e o que ainda faltava. Eu disse que não concluiria naquele ano.

A reação foi imediata:

– O que? Nem pensar? Começou tem que terminar… e seguiu uma série de argumentos e justificativas para não deixar para depois o que se poderia fazer agora.

A fala foi respeitosa, mas com a força de quem ama e tem autoridade. Certamente, ao me ouvir, ela teria em si uma mistura de amor, de frustração e de esperança.

Para mim, era um período de esgotamento, porque trabalhava de segunda à sábado até às 18h. Teria os domingos para fazer o trabalho de conclusão. Inicialmente, fiquei irritado com minha mãe. Em seguida, fiquei pensativo sobre o que ela disse. Por fim, tive que dar razão a ela.

Ela tocou em três pontos essenciais para quem quer estar de pé pelos caminhos da vida:

  1. Escolha: havia sido escolha minha entrar na faculdade, porque era importante para o meu trabalho e para a progressão profissional. Ela deixou-me uma pergunta: a escolha não é mais importante para você?
  2. Iniciativa: é mais fácil iniciar novos projetos do que concluir aqueles iniciados. Assim, ela me deixou outro questionamento: você tem capacidades conclusivas?
  3. Disciplina: se a escolha feita gerou a iniciativa de começar algo, a disciplina é o caminho para sua conclusão. Outra pergunta: quem comanda as tuas escolhas?

Talvez não tenha sido exatamente assim, mas nas minhas lembranças, fui desafiado em pontos chave que marcam a diferença entre o fracasso e o sucesso de qualquer projeto. O estudo está no centro disso, porque é uma escolha; exige iniciativa; e cobra disciplina, além de nos dar a possibilidade de estar de pé frente aos desafios da vida.

Ao responder a primeira pergunta sabia que era importante no presente e no futuro a conclusão da faculdade. Assim, parar, pensar e avaliar a importância da escolha feita é um processo que nos ajuda a permanecer no caminho, a desenvolver as competências de pensamento crítico, inteligência emocional e alinhamento de propósitos. Um empurrão para Estar De Pé.

A segunda pergunta sobre a capacidade de terminar as coisas começadas tocou nos meus brios, porque não queria ficar marcado como alguém que começa tudo e não termina nada. Desse modo, ao avaliar a escolha feita, teria que desenvolver a automotivação para me manter no caminho escolhido com a coragem de sair da zona de conforto. Um estímulo para Estar De Pé.

A pergunta sobre quem comanda as minhas escolhas tratava da disciplina, que entendo ser o exercício da liberdade que nos leva a cumprir com as escolhas feitas e das iniciativas tomadas. Dessa maneira, ter a disciplina para gerir o tempo, manter rotinas e ser perseverante me levaria a não desistir da faculdade. Um motivo a mais para Estar De Pé.

Ao reencontrar minha mãe no dia seguinte, a irritação havia passado, mas ainda carregava o cansaço sobre concluir a faculdade no prazo estabelecido. Porém, já não tinha dúvidas de que o faria. O medo de me arrepender ao abandonar o projeto iniciado agora era motivo de motivação pessoal.

O semestre terminou. Ouvi o meu nome ser chamado para receber o diploma. Ao subir a rampa em cadeira de rodas pude olhar para minha mãe e ver o seu sorriso de felicidade. Ela cumpria, comigo, o sonho de concluir um curso superior. Ela não teve a oportunidade, eu sim.

Portanto, ao desafiar-me ela me mostrou que Estar De Pé é um Estado de Espírito, assim como para Ser Mãe é preciso Estar de Pé para incentivar e disciplinar; orientar e cobrar; e dar e receber.

Por fim, entendo que as responsabilidades são condicionais, mas o AMOR DE MÃE É INCONDICIONAL. Ele nos põe De Pé!

Feliz Dia das Mães!

Moacir Rauber

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In Memoriam: Noêmia Rauber que sempre esteve De Pé!

Falar de empatia…

Antes de finalizar o curso de dois dias sobre empatia, o facilitador saiu da sala para buscar as apostilas que prometera nos entregar. Deixou a porta entreaberta e ouvimos a sua conversa como a secretária:

– Onde estão as apostilas?

– Elas não ficaram prontas. Só vão chegar amanhã… Respondeu a secretária de forma tímida e receosa.

– O que? Como assim? Mas que &$%@*. Como você faz uma %&*$#@ comigo?

Mais alguns impropérios e o facilitador retornou para a sala. Respirou fundo e acalmou-se. Retomou a aula e pediu desculpas por não poder entregar as apostilas como havia prometido. Nós estávamos boquiabertos. As suas desculpas deveriam ir muito além das apostilas, considerando que o curso que fazíamos era sobre empatia. Entenda-se empatia como sendo a competência para sentir o que o outro sentiria caso se estivesse vivendo a mesma situação, envolvendo aspectos sentimentais e emocionais. Considero fundamental adotar tal perspectiva, porque nós, como indivíduos, somente nos realizamos com a presença do outro. Por isso, é importante procurar entender o mundo a partir de uma visão interna do outro. É possível? Não sei, mas sei que tem muitas pessoas ensinando sobre empatia, que talvez seja apenas uma das palavras da moda. Como descrito, o esforço de quem ensinava não passou no teste da prática de se colocar no lugar do outro.

Após a bronca dada pelo facilitador na secretária, nós nos questionávamos como ele se dedicava a ensinar sobre empatia se não conseguia usar o conceito? Apontaríamos a questão ou exercitaríamos a empatia com a situação do facilitador? E como ser empático com ele se ele não o fora com a secretária? Logo, o facilitador se apercebeu que nós ouvíramos a sua conversa com a secretária e o ambiente ficou pesado, fazendo com que o evento terminasse de forma lúgubre. Porém, o aprendizado ficou com aquilo que o facilitador nos ensinou nas aulas e, principalmente com o seu comportamento com a secretária: falar de um conceito não é o mesmo que viver um conceito. E isso se estende a outras áreas comportamentais, porque acredito nunca ter visto tantas pessoas ensinando sobre empatia, amor, gratidão, paz e autenticidade como nos dias de hoje. Entretanto, faz-me falta ver os seus reflexos no cotidiano. Fala-se dos conceitos e exemplifica-se a prática na sala de aula, porém não se aplica na rua. Ensina-se sobre os conceitos, porém não se vive o conceito no comportamento do dia a dia.

Naqueles dois dias aprendi que: falar de Amor não é o mesmo do que viver amorosamente; falar de Gratidão não é o mesmo do que viver gratamente; falar de Paz não é o mesmo do que viver pacificamente; falar de Autenticidade não é o mesmo do que viver autenticamente; e que falar de Empatia não é o mesmo do que viver empaticamente. É possível exercitar a empatia no dia a dia? Ainda não sei, porque entendo que para ser genuinamente empático eu deveria ter tido a vida que o outro teve e isso não creio ser possível. Entretanto, o exercício da empatia poderá nos levar a respeitar o outro como um verdadeiro outro, fazendo com que se tenham relações mais amorosas, autênticas, pacíficas e sendo gratos por isso. Por fim, aprendi que viver o conceito é a escolha que trará reflexos no dia a dia e isso depende de cada um! Também percebi que o caminho do aprendizado ainda é longo… É uma luta diária!

Moacir Rauber

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Eu?

Ao terminar a paixão, gradual e paulatinamente, as fronteiras do Eu assumem a sua posição no indivíduo.

Ao terminar a paixão a pessoa deixa de levitar enquanto está com o ser amado. Ela volta a entender que já não é um corpo, uma mente e uma alma com o outro. Repentinamente, os seres apaixonados voltam a ser indivíduos. É justamente no momento em que os laços da paixão se dissolvem que o verdadeiro amor aparece. Quando o amor aparece o trabalho começa.

O verdadeiro amor do Eu mostra a sua força quando respeita o Eu do verdadeiro amor.

Que em 2017 o AMOR seja inevitável!

Desejo que em 2017 o AMOR seja inevitável!

Olhar para trás é um bom começo para voltar atrás. Voltar atrás pode ser uma oportunidade para desistir, mudar de direção ou pegar impulso para seguir em frente. Voltar atrás pode simplesmente revelar o AMOR!

Desistir consiste no ato de abandonar uma ideia, um projeto ou mesmo uma relação. Desistir é a atitude de jogar a toalha frente às dificuldades e abster-se da luta. Isso é fácil, qualquer um pode fazer. Nesse caso, desistir é o desamor para consigo e para com os outros. Porém, desistir pode ser positivo! Como? Sim, isso mesmo, porque o desistir também pode ser um ato de sabedoria, de discernimento e de renovação para seguir em frente. Desistir de uma ideia que nos leva para onde não queremos ir: é preciso ter sabedoria para abandoná-la. Desistir de um projeto que nos prejudica: exige-se discernimento para pará-lo. Desistir de uma relação familiar, de trabalho ou de amizade que causa dor e sofrimento: é imprescindível que haja renovação para reconstruí-la ou largá-la.

Voltar atrás consiste em reconhecer as falhas numa ideia, num projeto ou numa relação. Voltar atrás exige a força do caráter, a humildade e o afeto para fazê-lo e seguir em frente. Voltar atrás é o amor para consigo e para com os outros. Voltar atrás para seguir em frente? Exatamente! Voltar atrás nas ideias fixas que geram preconceito: é preciso a força de vontade do bom caráter para mudar para melhor. Voltar atrás em projetos mal elaborados: exige-se a humildade para reconhecer que pode ser mais bem feito. Voltar atrás numa relação familiar, de trabalho ou de amizade: é imprescindível que se tenha afeto para com aqueles com quem se discorda para construir uma relação saudável.

Voltar atrás pode ser um ato de sabedoria, de discernimento, de renovação, de caráter, de humildade e de afeto. O ano já começou, VOLTE ATRÁS e DESISTA das coisas certas para fazer a coisa certa, porque assim o AMOR é inevitável. E com o impulso do AMOR é só SEGUIR EM FRENTE!

Um ano com muito AMOR!

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Carta de recomendação: serve para o amor?

A separação doeu para uma amiga minha, porque acreditava que mantinha um relacionamento estável e feliz dentro do que se espera de um casamento. Por isso, inicialmente se surpreendeu quando o marido, repentinamente, apresentou-lhe o pedido de divórcio. Logo depois se conformou ao saber que a sua rival tinha vinte e cinco anos a menos do que ela. Enfim, tudo isso não é novidade e tem acontecido cada vez com mais freqüência. O que é novo e inusitado foi o que lhe aconteceu há poucos dias. 
Ela reconstruiu uma rotina diferente daquela até então vivida em companhia de seu marido. Nos últimos anos, antes de ir para casa depois do trabalho, ela passa por um café no centro da cidade onde se encontra com alguns amigos para jogar conversa fora. Depois de 40 ou cinqüenta minutos já está descontraída o suficiente e vai para casa. Certo dia, ao sair do café, um homem muito bem vestido, abordou-a dizendo:
– Desculpe-me a audácia, mas faz meses que eu a vejo chegar, conversar com seus amigos e sair daqui sozinha. Sei que você está separada, por isso que tomei a liberdade de lhe falar. Gostaria de a convidar para sair comigo e quem sabe…
Ele suspendeu a conversa neste momento, muito provavelmente pela cara de espanto da minha amiga que tinha então seus 45 anos. Ela estava um pouco assustada pela abordagem repentina, assim como pela figura do homem que com ela conversava. Apesar de estar bem vestido, tratava-se de um homem com bem mais de oitenta anos, fisicamente alquebrado e com uma voz totalmente debilitada. 
Perante a surpresa de sua interlocutora o pretendente mudou o rumo da conversa, dizendo:
– Bem, mais uma vez me desculpe o modo repentino como falei contigo, mas trago aqui comigo uma carta de recomendação de minha ex-esposa para que você possa analisar…
Neste momento, mais do que rapidamente ela o dispensou seguindo o seu caminho. 
Lamentei profundamente foi o fato de ela não ter aceitado a carta de recomendação. Pergunto-me: o que poderia conter uma carta de recomendação de uma ex-esposa sobre o seu ex-companheiro? Alguém gostaria de arriscar algumas ideias sobre o que seria possível escrever?
Por essas e por outras que cada vez mais concordo com a afirmativa de um professor de filosofia que dizia, “Tudo o que você pensar ou imaginar, sobre qualquer assunto, certamente alguém, em alguma parte do planeta já o terá feito”.
Fonte da imagem: http://www.concatenasys.com/

Dia da Mulher!

 
 
Para muitas mulheres a vida é simples e complexa! 
A vida é simples quando se deixa que ela flua com as situações sucedendo-se naturalmente. 
E como a vida, as mulheres sabem deixá-la fluir!
A vida também é complexa pelas alternativas que ela nos oferece. 
E como a vida, elas sabem oferecê-las!
E simples não quer dizer simplista, assim como complexa não quer dizer complicada
Quando se gosta, basta dizer que se gosta. 
Quando não se gosta, basta dizer que não se gosta. 
Com amor e respeito, tudo fica mais fácil.
Aprendi isso com uma mulher!
 
Moacir