Cadê o dinheiro?

Tarde da noite um assaltante mascarado intercepta o caminho de um cidadão muito bem vestido e anuncia:
– É um assalto…Passa a tua grana. Agora!!!

O homem fica indignado com a situação e responde:
Você não pode fazer isto. Eu sou uma autoridade, eu sou Deputado Federal!!!

O assaltante responde prontamente:

Ah é! Então devolve a grana. Eu quero o MEU dinheiro!!!

Peso morto

O trabalho em equipe tem suas particularidades, entre elas o respeito, a confiança, a colaboração entre os membros da equipe. Também é indispensável que cada um faça a sua parte. Quando alguém não faz há um peso morto a ser carregado pelos demais. Lamentavelmente, é uma situação comum que se vejam outras pessoas apenas disfarçando que estão cumprindo com a sua função. Nesses casos a situação já é difícil. Porém, pode-se interferir e avisar, apesar do incômodo. Pode-se ignorar e trabalhar um pouco mais para carregar o peso excedente. Entretanto, a situação pode ser pior quando esse papel é desempenhado por você. Ou melhor, quando você não desempenha o seu papel sendo o sujeito do faz de conta, o peso morto.

Para se preparar para um trabalho em equipe o exercício de uma atividade isolada, solitária e feita por livre espontânea vontade pode ser um bom começo. Não há como transferir a responsabilidade. Impossível culpar outrem. Não se pode disfarçar. Ou você sua ou ninguém mais o fará por você.

Ou então vá fazer remo, pois não dá para fazer de conta que se está remando. O exercício é forte. O percurso é longo. Pode ser em equipe ou sozinho que ninguém vai remar por você. O suor é visível. Num exercício de equipe se todos suarem e você não, automaticamente vão se dar conta de quem é o peso morto. E quando você está sozinho e não remar o barco não anda.
Simples, não é?

E você, por acaso pode ser o peso morto da sua equipe? Alguém pode estar suando por você?
Para remar em Pelotas-RS: 

Academia de Remo Tissot



Nem melhores nem piores…

Nós somente somos o que somos pelo histórico de vida que tivemos.

Quando olhamos para aqueles com os quais não concordamos nós vemos exatamente aquilo que seríamos caso nós tivéssemos vivido a vida que eles viveram. Por isso, não somos melhores do que ninguém, mas podemos fazer melhor aquilo que está ao nosso alcance, sem querer fazer as escolhas pelos outros por nos crermos iluminados. Porque é justamente na pretensão de sermos melhores que deixamos de sê-lo, da mesma maneira como a presunção da humildade nada mais é do que a arrogância se manifestando.

Nem melhores nem piores, apenas somos!

Uma linda mulher…

Dois gays homens estavam parados numa esquina conversando alegremente. De repente eles olham para o lado e veem uma mulher linda e maravilhosa. Ela se aproximava deles com aquela exuberante beleza feminina, sensual!!! Ao passar por eles ainda deu-lhes uma piscadela, seguindo o seu caminho segura de si e com a certeza de que o mundo estava a seus pés.

Um dos gays olhou para o outro e disse:
– Nessas horas eu gostaria de ser uma lésbica!!!

Sinal dos tempos…

Adaptada do livro: Plato and Platypus walk into a Bar… Understanding Philosophy – through jokes (Thomas Cathcart & Daniel Klein)

O advogado e a loira…

Num voo uma loira estava sentada ao lado de um advogado. Ele logo começou a mexer com ela. Começou a brincar com a loira um jogo de perguntas e respostas. Ele, pressupondo-se um sujeito inteligente e com amplo conhecimento geral. Ela, na opinião dele, parecia não ser dotada de muita inteligência. Passou a viagem incomodando a loira com as suas perguntas, muito mais para provar o quão inteligente era do que qualquer outra intenção. Já quase chegando ao destino ele pensou que poderia ganhar alguma coisa  com a situação. Assim, propôs uma aposta: ele pagaria a ela 500 dólares por cada acerto às perguntas feitas por ele, enquanto ela lhe pagaria 50 dólares para cada acerto seu para as perguntas feitas por ela. A loira topou.

O advogado começou com a pergunta:
– Qual é a distância entre o sol e a terra?

A loira não soube responder e lhe pagou 50 dólares. Na sequência era a vez da loira.

Ela perguntou ao advogado:
– O que é que sobe uma montanha com três pernas e desce com quatro pernas?

O advogado pensou, ponderou, imaginou mil e uma situações e não pode chegar a nenhuma conclusão. Ele não sabia a resposta. Não teria jeito, teria que pagar… Pegou a sua carteira e pagou 500 dólares para a loira. Ela pegou o dinheiro e o colocou na sua bolsa sem dizer nada. A aeronave aterrissou. O advogado ainda estava intrigado, pois não sabia a resposta. Devolveu a pergunta para a loira:
– Então, diga-me o que é que sobe uma montanha com três pernas e desce com quatro?

A loira, novamente sem nada dizer, abriu a sua bolsa, pegou 50 dólares e pagou o advogado… 

Cada um seguiu o seu destino.

Cuidado com os estereótipos!!!

Não só de loiras, mas de advogados, de médicos, de contadores, …


Extraída do livro: Plato and Platypus walk into a Bar… Understanding Philosophy – through jokes (Thomas Cathcart & Daniel Klein)

Hoje vou para as ruas…

… dentro de mim!


Vou percorrer os recantos da minha alma, avaliar os meus princípios, os meus valores e os meus anseios. Analisar as minhas ações, reações e omissões. Vou me indagar se sou tão bom a ponto de protestar contra uma realidade que também é meu reflexo?

Não sair às ruas seria mais uma omissão?
Jorge Reiner

Cuidado com as entrelinhas…

Um caçador liga em pânico para o 190 para pedir ajuda:
– Eu estava voltando de uma caçada e encontrei uma pessoa toda ensanguentada no caminho. Acho que ela está morta!, diz ele apavorado…

– O que devo fazer?

A atendente solícitica responde:
– Fique tranquilo, vai dar tudo certo…
– Primeiro, baixe o seu telefone e veja se a pessoa está realmente morta…

Há um breve silência no telefone e logo em seguida a atendente houve um tiro. A voz do caçador retorna:
– Certo. O que eu faço agora?

A comunicação se dá com o que falamos e também com o que não falamos. A comunicação se concretiza com as ações decorrentes daquilo que aquele que ouve escuta. Cuidado com o que as entrelinhas falam!


Extraída do livro: Plato and Platypus walk into a Bar… Understanding Philosophy – through jokes (Thomas Cathcart & Daniel Klein)

Sutileza 2! O aleijadinho do seu marido…

Moacir Rauber

Tem uma prainha no litoral de Santa Catarina que minha esposa e eu costumamos frequentar. Nem sempre conseguimos ir juntos. Às vezes vai um. Às vezes vai o outro. Outras vezes vamos os dois.

Uma praia onde quase não tem gente. Só praia. Pode-se ficar um dia inteiro e não ouvir mais do que dois ou três carros passando de um lado a outro. Uma comunidade pequena. Alguns vizinhos. Pessoas que nasceram e sempre viveram nesse mesmo local. Sair de casa e ir até Tubarão, cidade mais próxima é um acontecimento. Muda-se o visual e usam-se as roupas de domingo. Pensar numa ida até Florianópolis, a 150km, é uma viagem, uma verdadeira aventura. Mas é ali que nós encontramos o que procuramos: calma e tranquilidade.

Há duas semanas a Andreia e eu estivemos juntos por lá. Eu tive que vir para casa e ela permaneceu por mais alguns dias. Temos um vizinho que tem lá seus 70 e tantos anos. Sempre curioso. Sempre pensando em comprar e vender alguma coisa. Chegou até ele o boato que estaríamos vendendo a casinha. Ele viu a Andreia caminhando pela varanda, aproximou-se e “delicadamente” perguntou:
– O aleijadinho do seu marido está?

A Andreia ficou em estado de choque. Só porque eu era um usuário de cadeira de rodas passei a ser o aleijadinho da praia… Logo teve que rir e respondeu que não, que eu já havia ido para casa.
E então, posso falar com a senhora mesmo?

Ele continuou:
Vocês querem vender a casa?

A Andreia respondeu que não. Mesmo assim ele insistiu em falar com o aleijadinho do marido quando eu voltasse, porque afinal… isso não é assunto para tratar com mulher…, deveria estar passando na cabeça dele.

­

Isso sim é sutileza!!!

Liderança: uma questão de bom senso

Moacir Rauber
Muito tem se debatido, estudado e analisado sobre as características do líder dentro de uma organização ou mesmo na condução de diferentes projetos. Veja abaixo uma carta de despedida quando do encerramento de um projeto linguístico realizado dentro de uma grande empresa de tecnologia.
Querida …,
Chega ao fim uma das etapas profissionais mais bonitas que já vivemos. Num momento em que todos nós estávamos precisando de um estímulo e, por que não, de um sentimento de “recompensa” por tantos anos de estudo, surge uma oportunidade única de aplicar nossos conhecimentos linguísticos em um projeto extremamente útil para os brasileiros, em uma grande empresa. Foi com muito entusiasmo que todos nós iniciamos esta nova fase, e desde o primeiro dia foi possível perceber uma energia muito positiva, um entrosamento talvez maior do que o esperado para uma primeira semana. A partir de então, vivemos juntos momentos inesquecíveis e nos tornamos uma espécie de família…
Só uma família passaria, junta, por um mico colossal como fazer ginástica laboral no meio da cantina, sem dar a mínima para os demais presentes. Ou riria, quase em uníssono, das entradas triunfais da nossa estrela-mor, que chegava “chegando” com o topete bem engomado e os óculos de sol super discretos. Sem falar dos almoços chiques no restaurante “primo rico” do começo do mês, e dos menos chiques depois no “primo pobre”, quando sobrava mês e faltava cartão. Ah, tem também o rodízio pelo sofá quando batia aquele sono irresistível no meio da tarde… Mas também nos momentos mais difíceis nossa família se uniu e ficou provado, mais uma vez, o quanto nosso sentimento é forte.
Durante este período, você nos mostrou na prática as diferenças entre ser uma chefe e uma líder. Em vez de inspirar medo, gerou entusiasmo. Em vez de dizer “eu”, sempre disse “nós”. Em vez de criticar nossas falhas, corrigiu e ensinou. Em vez de ordenar, perguntou. Soube valorizar e aplicar os talentos de cada um de nós que, somados, fizeram a grande diferença. Foi compreensiva com nossos horários malucos, pois depositou a confiança de que daríamos sempre conta do recado.
Não podemos deixar de dizer que você não é só especial como nossa líder, mas como pessoa. Você impulsionou todos nós, preocupou-se com o nosso destino pós-projeto e só se sentiu aliviada quando viu o rumo que cada um iria tomar depois desse período. Ele foi curto, sim, mas inesquecível! Vamos levar conosco todo o carinho que temos uns pelos outros para todo o sempre. E quem plantou a semente que se transformou nessa linda flor foi você, nossa líder.
Mais do que gratos pelos ensinamentos e oportunidades, estamos muito felizes por ter compartilhado com você esse período lindo que vai ajudar a compor a nossa história de vida. E desejamos a você toda a felicidade e todo o sucesso que você merece. Que sua generosidade traga a você frutos maravilhosos tanto pessoal quanto profissionalmente. E embora não nos vejamos mais com a mesma frequência daqui para a frente, estaremos sempre juntos de uma forma muito especial: em nosso pensamento e em nossos corações.
Um grande beijo, querida amiga, irmã e líder!
Não se precisaria dizer mais nada, certo? Está tudo aí… Os conceitos e a prática da liderança estão explícitos nos exemplos descritos.

Trata-se de uma carta real, escrita por um grupo de colaboradores que se despediam ao final da realização de um projeto que tinha data de início e de fim para o qual haviam sido contratados. São profissionais altamente qualificados, mas que em sua formação não tiveram conteúdos sobre aspectos de gestão, não estando assim contaminados pelos jargões e clichês de quem atua na área. Por isso a relevância desse depoimento.

Com isso em mente, tomo a liberdade de comentar o seu conteúdo porque tive a oportunidade de acompanhar o desenrolar de todo o período em que essa equipe de seis pessoas esteve reunida. Ler e analisar a carta somente confirma aquilo que presenciei no transcorrer da execução do projeto: a relevância do papel do líder se fundamenta no bom senso.

Outros aspectos são importantes destacar sobre o formato do grupo em análise. Não havia a possibilidade de permanência na organização após a conclusão do projeto. O contrato era por prazo determinado. Não havia plano de carreira. Cada um fora contratado para realizar uma tarefa específica e ponto final. Não havia estabilidade. O prazo final já estava dado. Mas pode-se depreender do texto pela fala expressa que houve comprometimento, desempenho, recompensa, trabalho em equipe, resultado e motivação. E mais, tudo feito com bom humor.

O comprometimento aparece no momento em que o relato dá destaque para os horários malucos de cada um dos integrantes da equipe. O líder que consegue inspirar na sua equipe o compromisso com o fato de cumprir com tarefas muito mais do que com horários estabelecidos certamente deu um grande passo em direção à autonomia que cada ser humano deve ter no desenvolver de suas atividades. Cada um dos integrantes da equipe sabia a importância da entrega das atividades dentro dos prazos previstos, porque elas eram interdependentes com outras tarefas. Falar de visão sistêmica? É isso. Conceituar comprometimento? Aqui é fato. A confiança depositada pela liderança nos integrantes da equipe, juntamente com a cumplicidade, fez com que a colaboração e a cooperação estivessem sempre presentes. Isso é bom senso! Ao acompanhar o desenvolvimento do projeto, ficava encantado ao perceber o engajamento de todos quando se davam conta que alguém poderia estar correndo o risco de não atingir as metas. Um alertava, os outros se mobilizavam e todos se uniam em torno do problema para encontrar a solução. O comprometimento individual para com o projeto geral existia porque todos sabiam que ninguém estava fazendo corpo mole. O bom senso da líder gerou bom senso entre os liderados.

Qual o projeto que se mantém ou se conclui sem desempenho? Não me ocorre nenhum. E mais uma vez o conteúdo da carta demonstra na prática como o papel da líder foi fundamental para que o desempenho se mantivesse impecável. Eles disseram, “Em vez de criticar nossas falhas, corrigiu e ensinou. Em vez de ordenar, perguntou”.Trata-se de uma abordagem diferente daquela comumente encontrada nas empresas em que os líderes se valem simplesmente de sua autoridade como forma de manter o desempenho. Porém, exibir o comportamento descrito não exige mais do que bom senso. Mais do que isso, um líder também deve saber e conhecer sobre a área em que atua, o que seguramente conduzirá a que o resultado final seja uma soma ampliada dos talentos individuais.

A recompensa é outro aspecto que sem o qual ninguém trabalha, não é? Você trabalharia sem essa perspectiva? Para alguns pode ser dinheiro. Para outros pode ser reconhecimento. Há uma tendência de que as pessoas aliem essas duas vertentes somando-se a elas um propósito de contribuir para algo relevante também para a comunidade. Aquilo que se produz deve fazer sentido. Também cabe ao líder deixar saber o impacto na vida das pessoas do trabalho que cada um exerce. É o bom senso que cada vez mais faz com que as pessoas compartilhem as informações e gerem ambientes mais produtivos. Isso gera recompensas imediatas e futuras. Mais uma vez os integrantes da equipe também demonstraram que a recompensa não seria algo meramente financeiro, pois o salário de todo o período já estava definido no início do contrato, ou seja, cada um sabia exatamente o quanto ganharia até o seu término. O que ainda não sabiam era o quanto o trabalho que cada um estaria realizando impactaria no dia a dia dos cidadãos. A líder conseguiu mostrar que os conhecimentos teóricos obtidos no mundo acadêmico, numa área cujas pesquisas muitas vezes não têm sentido prático, seriam finalmente postos a serviço da população em geral. O sentimento de contribuir para um propósito foi muito maior do que a simples manutenção da vaidade individual, comum entre teóricos. O conhecimento produziria algo prático. A recompensa estava garantida!

O trabalho em equipe permeia todo o relato feito pelos integrantes. O exemplo dado da prática colaborativa e cooperativa entre os integrantes do projeto deixa claro que havia uma equipe. Muitas empresas passam anos e anos de trabalho árduo para sair do estágio de grupo e alcançar o status de equipe. Muitas nunca o conseguem. Essas pessoas tinham somente o espaço de seis meses para fazê-lo. Chegaram de diferentes partes do país sem se conhecerem. Juntaram-se, reuniram-se, aproximaram-se e formaram uma equipe que produziu os resultados esperados pela organização contratante. Mais uma vez o bom senso esteve presente. E muito mais… O bom senso produziu amizades e respeito que serão levados para uma vida.

Após discorrer sobre os aspectos anteriores, já ficou claro que os resultados foram alcançados. Uma equipe com as características descritas somente poderia dar nisso, não é? Mas pode-se deduzir que na sua base a motivação esteve presente. Um líder motivado tem mais chances de conseguir realizar os projetos nos quais se envolve. Mas a motivação ser somente do líder de pouco resolve. O indivíduo deve estar motivado. Somente assim se tem uma equipe motivada. Sabe-se que não são poucos os líderes que reclamam da baixa motivação de seus liderados. Organizações gastam fortunas em eventos motivacionais. E nesse particular, essa equipe demonstrou e comprovou que a motivação é algo intrínseco, pessoal, mas que está conectada com o ambiente externo, sofrendo influência direta na maneira como cada um desempenha a sua função. Fosse o discurso da líder diferente de sua prática, qual seria o comportamento de cada um dos integrantes da equipe? Revelaria a falta de bom senso. Não houvesse uma preocupação real do líder para com os liderados, como ficaria a motivação? Quando isso não ocorre, o bom senso não está presente. Cabe a cada líder entender que o entusiamo presente no início de cada projeto faz parte de nossa motivação, mas para mantê-la ao longo do tempo é necessário bom senso. E o bom senso da líder que deu autonomia fez com que o trabalho fosse excelente na busca do propósito individual e da equipe. Por isso, o bom senso é o melhor resultado que ele mesmo produz.

E como produzir bom senso? Um ponto sobre o qual não há consenso e renderia uma enorme discussão. Mas o que cabe destacar, realmente, é a necessidade de que um líder para desempenhar o seu papel com a humildade que o cargo requer deve entender um preceito básico: cada indivíduo é o centro do seu universo. Não há nada mais importante para cada um do que cada um. Não há líder, não há projeto, não há absolutamente nada que importe mais do que o indivíduo para o indivíduo. Entender isso gera bom senso. E bom senso tem o líder que consegue perceber que o seu papel de liderança não lhe dá direitos e prerrogativas, mas sim o compromisso de criar um ambiente em que cada indivíduo possa se realizar como pessoa e contribuir para o objetivo comum. Ao olhar para a sua equipe sob esta perspectiva, o líder também cumprirá com o seu papel em si, uma vez que ele também é o centro do seu próprio mundo. Basta caminhar juntos. Mais uma vez se fala em bom senso.

Poderia um líder esperar recompensa maior do que a descrita no relato? E os liderados encontraram a sua própria recompensa? Precisa-se de outra definição para o papel de um líder como a descrita no texto?

Certamente o líder que conseguir alcançar o que foi descrito nesta breve carta será o líder estratégico, o líder visionário, o líder gestionário ou qualquer outro conceito que são revelados em palavras como sendo o ideal de liderança.


Não passa de bom senso!
Não ande atrás de mim,
talvez eu não saiba liderar.
Não ande na minha frente,
talvez eu não queira segui-lo.
Ande ao meu lado,
para caminharmos juntos.
Provérbio Ute

Somos únicos. Somos múltiplos.