Em silêncio nos é concedido o privilégio de ouvir sua voz.
O silêncio dos nossos olhos.
O silêncio dos nossos ouvidos.
O silêncio de nossas bocas.
O silêncio de nossas mentes.
No silêncio do coração Deus falará.
O silêncio do coração é necessário para que você possa ouvir Deus em todos os lugares – no fechar da porta, na pessoa que precisa de você, nos pássaros que cantam, nas flores, nos animais.
Se tivermos cuidado com o silêncio, será fácil orar.
LOFT DO AFETO – EU AFETO O MUNDO. O MUNDO ME AFETA. COM AFETO O MUNDO É MELHOR!
Perto da praia oferece os benefícios de quem quer se conectar consigo mesmo e com a natureza: pode-se ouvir o som do mar e sentir o cheiro da maresia; basta caminhar alguns metros para sentir a água, a areia na pele e ver o vaivém das ondas arrebentando na praia. É lindo! Essa beleza faz com que cada um possa se perceber como um verdadeiro milagre da natureza em que o privilégio da vida é valorizado.
As inscrições para a Oficina: Comunicação Afetiva para ser Efetiva vão se encerrar nos próximos dias.Últimas vagas!
Os encontros ao vivo vão acontecer já na próxima semana com Moacir Rauber e Pepita Soler como co-facilitadora.
Veja abaixo tudo o que você vai ter acesso:
4 Encontros Ao Vivo
Ferramentas práticas para desempenho e gestão de conflitos
Grupo de Whatsapp para Suporte
E-book: Perguntar Não Ofende, Uma abordagem de coaching para o profissional de Secretariado, Autor: Moacir Rauber
E-book: Demasiadamente Humano, por Moacir Rauber
A Jornada do Assistente Executivo Inovador: High Purpose, High People Skills, High Creativity: Pepita Soler, Presidente da Academia Global de Inovação em Secretariado
Painel Universo do Secretariado do Tempo Presente
Flow of Life: Mestre em Mindfulness, Dani Wang, Fundadora da Escola de Consciência Plena
Felicidade integral com Forças em Ação: Juliana Carneiro, especialista psicologia positiva
Conexões Autênticas, Um Pilar para os Relacionamentos Saudáveis: Cinthia Suplicy, Designer de Organizações Positivas
A conversa se repetia. O filho já havia ouvido o seu pai pela enésima vez contando a história de que eles eram mais do que irmãos. Eles compartilhavam tudo, desde as dores e os amores; os fracassos e as conquistas; as tristezas e as alegrias, assim como os medos e as convicções. Era uma amizade que se estendia ao longo dos anos. Quando o filho de um adoecia era o outro que cuidava daqueles que ficavam em casa. Quando se precisava de um recurso urgente era o amigo a quem cada um deles recorria, antes mesmo de qualquer outro familiar. Porém, ouve uma noite em que tiveram uma divergência. O pai dizia para o filho:
– Eu não o perdoo. Ele não poderia ter dito aquilo pra mim. Ele me acusou… e dizia outra vez o motivo.
Para quem escutava, o motivo parecia irrelevante. Entretanto, para ele era um ponto de divergência que o mantinha preso ao rompimento de uma amizade que dizia ser importante. Ele escolhia não perdoar. Considere-se aqui perdoar como o ato de desculpar, absolver ou remir de uma ofensa. É importante ter em mente que se sentir ofendido sequer é um sentimento. Como não é um sentimento se eu me sinto ofendido? Há uma diferença entre sentimentos e falsos sentimentos, porque os sentimentos vêm de dentro, enquanto os falsos sentimentos vêm de fora. Uma suposta ofensa vem de onde? Do outro. Assim, quando entendo que alguém me ofendeu posso ficar com raiva ou constrangido, que vem de dentro, ao acreditar que não fui respeitado ou valorizado. Dessa forma, o meu entendimento de ter sido ofendido é um julgamento sobre como o outro se comportou que não está de acordo com aquilo que eu acreditava ser o correto. Assim, eu faço um julgamento do outro ao me sentir ofendido. A raiva, por exemplo, é minha e é sobre ela que devo trabalhar. A raiva se origina da emoção natural em qualquer ser humano, sendo rápida e inevitável. Porém, deixá-la se transformar em sentimento a partir de entender que o outro me ofendeu é uma escolha. Daí vem o rancor e o ódio que são sentimentos relacionados a eventos externos que produzem malefícios internos. É o tradicional tomar veneno e desejar que o outro morra. A minha escolha não se refere a perdoar, ela antecede a isso. A minha opção se trata de não julgar, que está presente no primeiro passo da Comunicação Não-Violenta (Marshal Rosenberg): observar sem acrescentar nenhuma avaliação ou julgamento sobre aquilo que vemos, ouvimos ou tocamos. No momento em que não julgamos damos um enorme passo a que não necessitemos perdoar. Diminuímos os sabotadores e resgatamos o sábio com o primeiro dos seus poderes: a empatia (Inteligência Positiva de Shirzad Chamine). Aqui há um encontro entre a Comunicação Não-Violenta como ferramenta, a Inteligência Positiva como conhecimento e a Espiritualidade como opção de fazer com que as Ferramentas criadas pelo Conhecimento sejam usadas com Sabedoria. A Espiritualidade regata o Sábio de cada um que não perdoa, porque não julga.
Por fim, o pai relembrava a suposta ofensa, trazia boas lembranças do seu antigo amigo e escolhia seguir a sua vida sem reatar a amizade. Por quê? Porque ele escolhia julgar o amigo e, consequentemente, não o perdoar. “Observar sem avaliar é a forma mais elevada de inteligência humana” (J. Krishnamurti) e talvez um dos nossos maiores desafios como seres relacionais. Levar essa postura para o ambiente organizacional permite que todas as situações se convertam em oportunidades. Seremos menos rápidos e mais brandos ao julgar o outro e a nós mesmos. Seremos menos críticos das situações que fogem do nosso controle. Qualificaremos e sentenciaremos com menos facilidade, não permitindo que nos sintamos ofendidos pelos outros, pelas situações e por nós mesmos. Ao julgarmos menos precisaremos perdoar menos. Lembrando que Jesus não precisou perdoar ninguém, simplesmente porque Ele viveu sem julgar o outro, mesmo com sua natureza humana. Inclusive, na cruz Ele dizia, “”Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo” (Lucas, 23-34). Isso foi sublime. Isso é ser Sábio!
Recomendo que tome sua decisão rapidamente, pois as 3 primeiras inscritas irão ganhar de presente uma consultoria individual com o Moacir! (é provável que esse grande bônus já tenha acabado na hora de você ler este e-mail)
El encuentro estaba tenso con acusaciones presentes en el discurso de los interlocutores. El CEO observaba, dándose cuenta de que las personas no se escuchban entre si. Cada persona tenía en mente una respuesta para dar mientras el otro hablaba para demostrar que tenía la razón. Finalmente, el CEO dijo:
– ¡Por favor, hagamos un minuto de silencio!
Todos se callaron, el silencio reinó en la sala. Al principio, el silencio era incómodo. El CEO señaló que cada uno pensara en lo que había dicho el otro. El silencio ya no molestaba tanto. Era el Poder del Silencio y la Magia de la Pausa que empezaban a funcionar. ¿Por qué el Poder del Silencio? ¿Cuál es la Magia de Pausa? El Silencio que sucede cuando callas, privándote de hacer gestos o movimientos que expresen juicios, te permite escuchar y escuchar a los demás. El silencio hace eco y expande la capacidad de escuchar. De esta forma, el silencio puede producir una Pausa (en la que momentáneamente interrumpimos una acción). A partir de ahí se produce la magia de la Pausa, haciendo que todos se escuchen entre sí, dando sentido a la reanudación del movimiento. A veces es la pausa que lleva al silencio. Así, se entiende que los ecos del silencio se potencian en la PausaProgramada, en la Pausa de Alineación y en la Pausa Estratégica. ¿Qué sucede y cómo sucede en cada una de las pausas? La (1) Pausa Programada es un momento de introspección más amplia con el objetivo de realizar una planificación individual a medio y largo plazo. Jesús hizo su Pausa Programada de cuarenta días en el desierto en los que luchó con las tentaciones a las que estuvo expuesto (Lucas, 4 1-13). Sin embargo, Él sabía cuál era su intención y cuáles serían sus acciones. Y tú, ¿cuál es tu intención? El silencio acompañado de la pausa produce ecos en la vida. Luego viene la (2) Pausa de Alineación que puede ser representada por la meditación a través de una oración o un ritual en el que cada uno rescata sus intenciones y las proyecta en acciones rutinarias. “Y se levantó muy de mañana, cuando aún estaba oscuro, y salió y se fue a un lugar desierto, y allí oraba” (Marcos 1:35), muestra que la oración o meditación era una práctica común para Jesús. En ella, esbozas: ¿cuáles serán tus acciones? ¿Están alineadas con tu intención? Una vez más, es el silencio el que da sentido a la pausa, produciendo ecos en sus acciones. Finalmente, está la (3) Pausa Estratégica que ocurre en la vida cotidiana sin previo aviso, revelándose como la capacidad de autocontrol, requiriendo un alto grado de inteligencia emocional. Es la capacidad de hacer una pausa ante una situación divergente; es la aptitud de guardar silencio frente a opiniones contradictorias; es la habilidad de no reaccionar instintivamente en un entorno donde sabiduría ejerce su rol para tomar la mejor decisión. Las personas de alto rendimiento toman pausas estratégicas cuando se enfrentan a situaciones difíciles, inesperadas o engañosas. El director ejecutivo lo hizo. Jesús, en Juan 8, 1-11, fue puesto a prueba con la pregunta: “¿Tú qué dices?”. Hizo una pausa estratégica mientras se inclinaba y escribía en el suelo con el dedo. Él usó el Silencio. Él supo pausar. El poder y la magia sucedieron: “Si alguno de vosotros está libre de pecado, que sea el primero en arrojarle la piedra”. ¿Tú logras guardar silencio durante diez segundos ante la provocación?
Finalmente, el silencio solicitado por el CEO comenzó a producir los ECOs que esperaba, tambien anhelaban los interlocutores. Al pedir a cada una de las partes que eligiera un punto de la propuesta de la otra a la que estaban de acuerdo, el silencio produjo la magia. Así lo hicieron. ¿Resultado? Lo que pudo haber sido una discusión improductiva terminó con puntos de convergencia entre ideas, haciendo que la suma de las partes resulte en un todo mayor. Al final, aplicar los conocimientos ofrecidos por distintas cienciass, con afecto, para transformar el mundo a un mundo mejor es la SAbiduría al servicio de la Espiritualidad.
El Silencio y la Pausa producen ECOs y sus frutos afectan con AFECTO.
O Poder do Silêncio e a Magia da Pausa presentes na Comunicação AFETIVA!
Não ocupéis a mente com bobagens e não percais o tempo em vão. (Buda)
A reunião estava tensa com acusações presentes na fala dos interlocutores. O CEO observava percebendo que ninguém escutava ninguém. Cada um tinha em mente uma resposta a ser dada enquanto o outro falava para provar que estava certo. Por fim, o CEO disse:
– Por favor, vamos fazer um minuto de silêncio!
Todos se calaram e o silêncio reinou na sala. O CEO ressaltou para que cada um pensara naquilo que o outro havia dito para que o Silêncio e a Pausa pudessem atuar. Por que o poder do silêncio? Qual é a magia da Pausa?
O Silêncio que acontece no momento em que se cala, privando-se de fazer gestos ou movimentos que expressem julgamentos, permite que se escute e escute aos outros. O silêncio ecoa e amplia a capacidade da escuta. Desse modo, o silêncio pode produzir uma Pausa em que interrompemos momentaneamente uma ação. A partir daí acontece a magia da Pausa que faz com que cada um se escute dando sentido a que se retome o movimento. Por vezes, a pausa conduz ao silêncio.
Assim, entende-se que os ecos do silêncio são potencializados na PausaProgramada, na PausadeAlinhamento e na PausaEstratégica. Como se dá e o que acontece em cada uma das pausas?
A (1) Pausa Programada é um momento de introspecção mais extenso com o objetivo de fazer um planejamento individual de médio e longo prazo. Jesus fez a sua Pausa Programada de quarenta dias no deserto em que travou as suas lutas com as tentações a que foi exposto (Lucas, 4 1-13). Entretanto, Ele sabia qual era a sua intenção e quais seriam as suas ações. E você, qual é a sua intenção? O silêncio acompanhado da pausa produz ecos na vida.
Em seguida vem a (2) Pausa de Alinhamento que pode ser representado pela meditação por meio de uma oração ou de um ritual em que cada um resgate as suas intenções e as projete nas ações rotineiras. “E, levantando-se de manhã, muito cedo, ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava” (Marcos 1:35), mostra que a oração ou a meditação era uma prática comum para Jesus. Nela, você delineia: quais serão as suas ações? Estão elas alinhadas com a sua intenção? Depois do silêncio Ele escolheu os seus apóstolos.
Por fim, está a (3) Pausa Estratégica que ocorre no dia a dia sem um aviso prévio, revelando-se como a capacidade de domínio próprio com inteligência emocional. É a capacidade de pausar frente a uma situação divergente; é a aptidão de silenciar diante de uma opinião conflitante; é habilidade de não reagir instintivamente num ambiente em que se necessita de sabedoria para fazer a melhor escolha. Pessoas com alto desempenho fazem as pausas estratégicas quando confrontados com situações difíceis, inesperadas ou capciosas. O CEO fez uma pausa. Em João 8, 1-11, Jesus foi posto à prova com a pergunta: “Tu, pois, o que dizes?” sobre a mulher flagrada em adultério. Ele fez uma Pausa Estratégica ao se inclinar e escrever no chão com o dedo. Usou o silêncio. O poder e a magia aconteceram: “Se algum de vocês estiver sem pecado, seja o primeiro a atirar uma pedra”. Você consegue manter o silêncio por dez segundos diante de uma provocação?
Desse modo, o silêncio pedido pelo CEO começava a produzir os ECOs que ele esperava e que os interlocutores desejavam. Ao pedir que cada uma das partes escolhesse um ponto na proposta alheia com a qual concordasse o silêncio produzia a magia. Assim o fizeram. Resultado? Aquilo que poderia ter sido uma discussão improdutiva terminou com pontos de convergência entre as ideias, fazendo com que a soma das partes resulte num todo maior. Particularmente, entendemos que a Espiritualidade permite que se use as Ferramentas vindas do Conhecimento com a Sabedoria da consciência de afetar o mundo. O CEO foi AFETIVO e EFETIVO na sua Comunicação.
O Silêncio e a Pausa produzem ECOs e os seus frutos afetam com AFETO.
Aquele que deseja fazer bem o seu trabalho deve começar por afiar os seus instrumentos.
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