Todos os posts de Moacir Rauber

Moacir Rauber acredita que tem "MUITAS RAZÕES PARA VIVER BEM!" porque "MELANCOLIA NÃO DÁ IBOPE". Também considera que a "DISCIPLINA É A LIBERDADE" que lhe permite fazer escolhas conscientes, levando-o a viver de forma a "QUE POSSA COMPARTILHAR TUDO COM OS PAIS E QUE TENHA ORGULHO DE CONTAR PARA OS FILHOS".

A DANÇA E O MOVIMENTO NO BAILE DA VIDA

Fonte da imagem https://ensaiosdedanca.weebly.com/valsa

A Dança e o Movimento no Baile da Vida

A filha não queria estudar porque lhe parecia chato. O pai havia tentado argumentar usando o bom senso, a autoridade, a coação e nada ajudou. Por fim, optou pela recompensa, o que provocou uma breve mudança antes que voltasse a ser como antes. A filha não queria estudar, porque era tudo muito demorado e não terminava nunca. Um dia eles foram a uma apresentação de danças de salão. A filha ficou encantada em como os bailarinos dançavam alinhados e sincronizados cada um exibindo diferentes passos. O pai fez a conexão e disse:

– Filha, o que você está vendo?

Ela não disse nada.

– De fora parece meio confuso, mas todos estão no mesmo ritmo. E as pessoas não começam a dançar para chegar no fim. Elas dançam para aproveitar o baile. Assim é a vida. Assim são os estudos…

Num mundo que nos parece caótico, porque não sabemos para onde ele vai, a dança de salão faz um paralelo perfeito. Ao se observar de fora parece que cada um está fazendo o movimento numa direção diferente. É o caos. Não entendemos. Ao participar da dança o caos continua, mas constata-se a existência de várias ordens dentro de uma ordem maior. Igualmente, cada participante sabe que é preciso dar o passo seguinte. Não se pode parar. É preciso acompanhar o movimento com as habilidades e competências próprias. Porém, a escolha do movimento é individual e deliberada, podendo ser desenvolvida e aprimorada. O que representa o movimento no nosso dia a dia pessoal e organizacional? É a escolha de participar da dança ou ficar como espectador. Para participar é fundamental estudar e desenvolver as capacidades para aproveitar o baile, a vida. Os estudos são um começo para entender o movimento, o ritmo e a direção. Fazer uma faculdade nos formatos presenciais ou virtuais é uma escolha para aprender os passos da dança. São muitas as danças na vida. Nas organizações cabe a cada um observar o todo organizacional para saber a direção do passo e as competências a serem desenvolvidas para se alinhar num mesmo objetivo. Portanto, o MOVIMENTO é uma escolha deliberada para sair da imaginação para a realidade, motivando a que cada um desenvolva os seus recursos (hard skills e soft skills) para exibir um lindo passo na dança, no baile e a vida. A consciência do movimento faz com que se ampliem as capacidades individuais produzindo resultados coletivos por meio da expansão da imaginação, do exercício da criatividade e da implementação da inovação. O movimento que você faz ajuda a que você transforme o abstrato em realidade? Ele contribui a que você deixe de ser espectador para participar do espetáculo da dança?

A filha continuava a olhar encantada para os dançarinos daquela valsa. Havia a sincronia do movimento na dupla, alinhados com a direção do movimento dos demais bailarinos. Ter a possibilidade de escolha não quer dizer fazer o que eu quero independentemente dos outros. É fazer o que eu quero respeitando os outros. Por isso, os corpos de cada dupla se moviam de uma maneira que revelavam o gozo da execução do movimento e o prazer de estar presente. Nos bailarinos se podia ver a fruição de cada passo da dança, com a mente aberta para aprender, colaborar, construir e seguir o movimento no baile. Assim, os bailarinos dançavam e aprendiam a cada passo dado, inclusive ao observar os outros. O pai pergunta:

– Você gostou, minha filha?

– Adorei!!! Respondeu a filha.

– Participar ou ficar de fora depende de você fazer o movimento para aprender a dançar e participar do baile da VIDA!

É o movimento agitando o corpo, estimulando a mente e alimentando o espírito. Com o movimento participamos da vida entendendo que “a meta não se alcança no final do caminho, mas cada passo é a meta” (Monge David Steindl-Rast).

Qual é o MOVIMENTO que você faz no BAILE da VIDA?

Moacir Rauber

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EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA

Expansão da consciência!

Em 1986 fiquei paraplégico e parecia que o mundo tinha acabado. As possibilidades pareciam reduzidas e acreditava que não poderia mais dançar, que não seria possível jogar futebol, que não teria mais uma vida amorosa e que a vida, talvez, não valesse mais a pena. A ideia de suicídio rondava a cabeça. Precisava expandir a consciência sobre as possibilidades, porque eu somente via as limitações. O que fazer? Enveredar pelo caminho do álcool e das drogas para fugir da realidade? Tomar um alucinógeno? Foi nesse momento que tive uma oportunidade de ouro: passar três meses no hospital. Como assim?

Num esforço de minha família e da clínica de fisioterapia me levaram para um hospital de reabilitação. Não se tratava de recuperação. A missão do hospital era ensinar a cada um dos pacientes a viver com as capacidades disponíveis. Ao chegar no hospital via outros jovens, que assim como eu, estavam paraplégicos ou tetraplégicos. A primeira reação foi a de rejeição, porque eu queria a recuperação. Na condição física de paraplégico, parecia que não conseguia fazer nada sozinho. A vida seria muito limitada. Será? A interação com os médicos, enfermeiros, colegas de reabilitação e os voluntários, devagarzinho, expandiu a consciência. Comecei a perceber que podia sair da cadeira para a cama sozinho. Era diferente do que fazia antes, mas era possível. Exigia mais esforço. Tomar banho sozinho, igualmente, era possível, embora precisasse mais espaço. Todos os novos movimentos precisavam da consciência plena. Num segundo momento, me convidaram para jogar basquete sobre rodas e praticar a natação. Vi que o esporte era uma possibilidade. Os voluntários mostravam as possibilidades, fazendo que o processo de expansão da consciência me mantinha em contato com a realidade ordinária das coisas e das pequenas conquistas. Dançar também estava ao meu alcance, assim passei a ter a sensação de que eu podia tudo! Voltava a olhar para o céu e agradecer o privilégio da vida. As limitações existem? Sim, é óbvio. Existem para mim e existem para você. Existem para quem usa cadeira e para quem vai de bicicleta. Existem para quem vai de carro ou de ônibus. Existem para quem vai de avião ou para quem vai de trem. Depende de como você olha para o ambiente que te rodeia. O que você quer ver? Trata-se de uma escolha que vai permitir que você veja as possibilidades ainda que com diferentes capacidades, sem comparações. Não é utopia, para expandir a consciência basta observar aquilo que se tem. O que você tem? Lembre-se: você é incomparável, você é humano, você é DIVINO!

Você quer expandir a consciência? Não é preciso recorrer a nenhuma droga ou alucinógeno, basta se manter em contato com a realidade que as possibilidades são inúmeras, independentemente de suas capacidades. Destaco um exercício infalível para a expansão da consciência: o trabalho voluntário em instituições de caridade. Contribua numa instituição que ajuda no combate a fome que a tua fome de expansão da consciência será atendida. Voluntarie-se num hospital psiquiátrico de pessoas sem família que a tua consciência sofrerá um processo de expansão irreversível com a gratidão pelos dons e capacidades que tem. Doe parte do seu tempo para uma instituição que atende idosos abandonados que as histórias contadas e escutadas te levarão para outra dimensão expandindo qualquer limitação que você pense ter. Não se compare, porque você é singular e plural; você é único e múltiplo. A expansão da consciência é uma opção individual. Use a sua imaginação de forma consciente. Faça um movimento deliberado. Tenha na imaginação e no movimento o AFETO. De carro? A pé? Em cadeira de rodas? Não importa. Para expandir a consciência saiba que você afeta o mundo e com AFETO o mundo é melhor.

Depois, caso queira, tome uma taça de vinho e durma com a consciência tranquila.

Moacir Rauber

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UM MUNDO COMPARTILHADO

Um mundo compartilhado

Os espaços compartilhados por aplicativos mudaram o patamar das relações entre as pessoas. Ainda que a alguém pague pelo espaço, ele está na casa, no apartamento ou no quarto de outra pessoa, que, quase sempre, é igualmente usuária do sistema. Ora hóspede, ora anfitrião. Nunca amo ou lacaio. Uma lástima que nem todas as pessoas entendem assim. Na última semana o aplicativo nos enviou jovens que, aparentemente, tinham a intenção de mudar o mundo. Enquanto escolhia a chave para abrir o portão, minha esposa e eu escutávamos a conversa dos dois jovens que tocavam a campainha. Não, porque não é possível que a praia esteja poluída, porque as pessoas não respeitam o meio ambiente… e o outro concordava demonstrando a indignação comum. Abrimos o portão, falei boa tarde em alto e bom tom, expressando-me com um sorriso de boas-vindas, enquanto estendia a mão para cumprimentá-los. Qual não foi a nossa surpresa ao ver os dois passarem por nós, dirigindo-se diretamente para a casa onde se hospedariam? Da soleira da porta um deles olhou para trás e disse:

– Ei, traga a minha mala!

A descrição da cena é um fato. Minha esposa e eu, inicialmente, fomos ignorados e em seguida veio a ordem, porque não a escutei como um pedido. Isso é minha interpretação. Olhei para a minha esposa com cara de espanto, indagando-me: qual é o mundo que esses jovens querem mudar? O comportamento deles criou em mim um sentimento de frustração, porque tive a necessidade de respeito não satisfeita. Aqui se fala da perspectiva da Comunicação Não-Violenta (CNV) sobre a cena. Do prisma da Inteligência Positiva pude observar na mente e sentir no corpo a força dos meus sabotadores subjugando o sábio. O meu Crítico apoiado pelo Controlador gritou dentro de mim, Quem esses pentelhos pensam que são? Vai deixar por isso mesmo? Logo o meu Crítico associado ao Esquivo pensou, Deixa quieto. Não compre uma briga agora. Em seguida o meu Crítico já escutava a Vítima, Que @#$, tudo acontece comigo. A interpretação, os pensamentos e os sentimentos ocorreram nesse espaço de tempo em que não reagi. Seria o momento de reagir? O que fazer? Como me expressar? O quarto passo da CNV é o pedido, que deve ser claro, positivo, factível, no presente e que expresse uma necessidade. O que eu diria caso dissesse algo sob o domínio dos sabotadores? Muito provavelmente, não seria nada positivo. Sugere-se a Pausa, o Passo 0, para resgatar o contato com a realidade ao diferenciar os fatos de sua interpretação. A interpretação da realidade viaja na imaginação, que pode nos levar ao julgamento e a fazer um movimento que afete sem afeto. A Pausa diminui a influência dos sabotadores e traz à tona o Sábio com os seus poderes de empatia ao explorar, navegar, inovar e ativar para saber o que traria os melhores resultados. Naquele momento nada estava claro. Ainda assim, fechamos o portão e saímos em silêncio, sem mover a mala. Era a Pausa em Ação, porque o silêncio e o movimento foram eloquentes. Foi um movimento sábio? Não sei, foram usados os recursos que tínhamos.

Ao pesquisar um pouco mais sobre os visitantes descobrimos que eles eram ativistas ambientais. Fatos. A imaginação me leva a pensar que eles têm serventes em casa, mas querem mudar o mundo da porta para fora. Interpretação. Oxalá esses jovens possam repensar o seu papel para afetar com afeto, fazendo movimentos a partir da imaginação de um mundo melhor com a humildade para realizar as atividades ordinárias.  que gerem resultados extraordinários. Entendo que entre pessoas não há mais espaço para amos e lacaios a partir do momento em que cada um carregue a sua mala, arrume o seu quarto, responsabilize-se pelo seu lixo e cuide do seu jardim. Com esse movimento se pode imaginar um mundo em que todos afetem com a consciência do AFETO. Não se trata de aprender a compartilhar uma casa, mas de entender que compartilhamos o mundo no qual somos hóspedes e anfitriões.

Moacir Rauber

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DA IMAGINAÇÃO AO MOVIMENTO: O AFETO!

Da Imaginação ao Movimento: o Afeto!

A chegada estava prevista para às 18h, mas o meu amigo chegou às 22h. Não havia imaginação capaz de prever o movimento das rodovias. Vi o amigo descer do carro, mas desceu alguém mais que a minha IMAGINAÇÃO não podia prever. Não acreditava, apenas sabia que o MOVIMENTO feito por ela para estar presente requeria AFETO!

Imaginação, Movimento e Afeto: como as palavras se conectam com o mundo real? A imaginação singular cria disrupção em tecnologia que produz crescimento exponencial em organizações e mudança de comportamento nas pessoas. Entretanto, como imaginar o Afeto nesse movimento? Creio ser a presença do Afeto que dá sentido à Imaginação e ao Movimento. Quem poderia imaginar que ela fizesse o movimento de vir à minha casa?

Comecemos com a IMAGINAÇÃO que se refere à faculdade dos seres humanos de criar, inventar ou conceber algo com informações, situações e conhecimentos a partir de dentro de si mesmo. Desse processo podem resultar coisas reais ou idealizadas numa representação mental. Portanto, a imaginação contribui para tornar reais tecnologias, processos e comportamentos que antes não existiam. A INOVAÇÃO vem da IMAGINAÇÃO. Igualmente, a imaginação permite que qualquer pessoa invente histórias que podem resultar em lindos livros ou na alienação da realidade. O que você vai fazer? Agora eu a via na minha frente, lembrando-me das vezes que falávamos de nos visitar e ficávamos na imaginação sem movimento. Permanecer na abstração ou transformar a imaginação em realidade?

Avancemos para o MOVIMENTO, uma escolha individual e deliberada para sair do abstrato para a realidade, para “colocar em marcha, mover, fazer, deslocar-se”. O movimento rompe com a monotonia, o sedentarismo e a inércia; não permite que a mesmice assuma o comando da vida, porque o movimento agita o corpo, estimula a mente e alimenta o espírito. O movimento cria tendências, concebe equipes e mantém organizações; origina doutrinas, gera correntes e dissemina pensamentos; ele é o impulso para a ação que está conectado com a disposição de se mover na família, nos estudos, no trabalho, na música, na dança e na vida. O movimento permite que cada um use os recursos físicos, intelectuais, financeiros ou emocionais que tem. Portanto, qual foi a razão para ela fazer o movimento de transformar a imaginação em realidade? Qual é a sua razão para se mover em 2023?

Chegamos ao AFETO, porque é ele que dá sentido à IMAGINAÇÃO e ao MOVIMENTO, incorporando conceitos que ditam as tendências como a Singularidade com homens e máquinas mais inteligentes que produzem Disrupção e Exponencialidade. Pode ser mais inteligente sem AFETO? Não creio. Afeto corresponde a afetar e significa fazer algo a alguém, influir sobre. Entende-se o afeto como a base de sentimentos e emoções. Aqui, porém, fala-se do AFETO substantivo, intenção, e do AFETO verbo, a ação da perspectiva positiva. Nós somos intenção e ação. Nós somos emoção e podemos escolher o sentimento que nos move. Nós temos IMAGINAÇÃO, o MOVIMENTO e o AFETO são escolhas. Portanto, sempre que o AFETO acompanhar a nossa IMAGINAÇÃO, o MOVIMENTO produzirá uma organização melhor, uma equipe mais eficaz, uma família mais unida e manterá a lealdade dos amigos. Essa consciência coloca o AFETO no comando da IMAGINAÇÃO e do MOVIMENTO. Enfim, pergunte-se: colocar em movimento a imaginação fará deste um mundo melhor? Se não o fizer, por que mover ou imaginar?

Não pude imaginar, mas a minha amiga imaginou e fez o movimento. Cruzou o país para que pudéssemos nos encontrar. Entendo que a ligação entre singularidade, disrupção e exponencialidade com a imaginação e o movimento é extrínseca. Essa relação nos leva a criar novas tecnologias e a mudar comportamentos, porém sem afeto, qual é o sentido? Por isso, ver a minha amiga na minha casa na véspera do Ano Novo me AFETOU com alegria e felicidade, porque pude presenciar o MOVIMENTO originado da sua IMAGINAÇÃO fundada no AFETO que está presente em nossa amizade.

A sua imaginação e o seu movimento têm o AFETO no comando para 2023?

Nossa vida espiritual consiste inteiramente em nossos movimentos afetivos.

Francisco de Sales

Moacir Rauber

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Inspirado na amizade de Pepita Soler e Victo Hugo Montalvo

EN 2023: ¿acelerar o desacelerar?

En 2023: ¿acelerar o desacelerar?

Las fiestas de fin de año son hermosas, a veces raras. Me parece que la gente acelera para desacelerar. ¿Contradictorio? El observado, no. El comportamiento, sí. Yo explico.

En Nochebuena estuvimos en el supermercado para una compra diaria. El espíritu navideño de satisfacción debiera estar presente. El Supermercado estaba abarrotado de clientes con sus carritos llenos de un lado a otro. Algunos sonrientes, otros parecían apurados y retrasados como si les esperara una cita profesional. Nos acercamos al cajero en el que había una cola. Ya habíamos disminuido la velocidad, no teníamos prisa. A un lado se acercan un hombre, una mujer y un niño. Parecían acelerados. La caja que les tocó parecía trabajar a un ritmo más lento que las demás. El hombre comenzó a mostrar impaciencia y gruñó a la mujer que estaba a su lado. Al niño aparentemente no le importaba nada porque estaba ocupado con su teléfono celular. La tarjeta de la señora frente al hombre no fue aprobada y el cajero llamó al supervisor. Fue entonces cuando él explotó:

– ¿Qué clase de supermercado es este? Una @#$ en caja y una @#$ que no tiene saldo. Y nosotros perdiéndonos la fiesta por culpa de ustedes…

El lío estaba hecho y, en ese escenario, no estaba presente el Espíritu de la solidaridad, la generosidad y la alegría que expresa la satisfacción por la Navidad. Se manifestó el espíritu navideño de insatisfacción, revelando frustración, tristeza y conflictos. ¿Qué nos muestra esto? Que tendemos a acumular compromisos para luego disfrutar de unos momentos de paz y tranquilidad. Me parece que las personas aceleran y luego buscan desacelerar. ¿Es importante desacelerar? Entiendo que si ¿Acelerar es indispensable? Yo creo que es una elección. De esta manera, creo que solamente necesita desacelerar el que optó por acelerar. ¿Qué hacer? Aquí se propone una Pausa para establecer el Destino y luego elegir el Camino y el Ritmo del Movimiento con equilibrio. ¿Adónde quiero ir? ¿Tú sabes? Si no, tal vez sea hora de hacer una pausa para establecer el destino. Existen diferentes tipos de pausa, entre ellas la Pausa Estratégica vista como una herramienta de discernimiento para estar en silencio por un momento para restablecer la conexión con la realidad y comunicar lo importante. El hombre de arriba aparentemente no supo hacerlo. También está la Pausa de Alineación entendida como un recurso de conexión entre las intenciones y las acciones cotidianas. Probablemente, al inicio del día ese hombre no tenía la intención de agredir verbalmente al cajero del supermercado. El hombre de la escena no alineó intenciones y acciones. Finalmente, está la Pausa Programada, que hace referencia a un período en el que cada uno busca establecer el destino para elegir el camino, determinar el ritmo y decidir el movimiento necesario para realizar el viaje de manera equilibrada. ¿Problemas, confusión y conflictos? Vendrán, pero la Pausa Programada nos puede acercar a la espiritualidad que más fácilmente nos trae la sabiduría para establecer, elegir, determinar y decidir con discernimiento al saber utilizar la Pausa de Alineación y la Pausa Estratégica.

De todos modos, entiendo que nuestra elección de acelerar para poder desacelerar es contradictoria. En general, estamos acelerados incluso cuando desaceleramos, como el ejemplo anterior que se repite en las fiestas de fin de año. Nos falta el equilibrio que nos da la espiritualidad. Amontonamos una fiesta sobre otra y lo que debería darnos satisfacción nos deja insatisfechos. La búsqueda desenfrenada e inconsciente por reducir la velocidad genera tristeza, frustración y conflictos. Terminamos peleando con el cajero que no tuvo nada que ver. Por lo tanto, el desafío es hacer una pausa para elegir si acelerar o no. Pregúntate: ¿tienen sentido el destino, el camino, el ritmo y el movimiento?

De todos modos, deseo que en 2023 puedas hacer una pausa para elegir si vas acelerar o no. Con esto, que cada uno logre mantener el foco en la solidaridad y la generosidad para vivir con alegría hacia el destino a lo largo del camino, al ritmo y con el movimiento elegido.

¿Qué tal una oración?

¿Por qué no una meditación?

¿Quién conoce un retiro?

¡Un excelente 2023!

Moacir Rauber

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Inspirado en la charla con Miriam Moreno

Em 2023: acelerar ou desacelerar?

As festas de final de ano são lindas, por vezes estranhas. Parece-me que as pessoas aceleram para desacelerar. Contraditório? O observado, não. O comportamento, sim. Explico.

Na Véspera de Natal estávamos no supermercado para uma comprinha diária, não era a compra de Natal. O Espírito Natalino da satisfação deveria estar presente. O Supermercado estava lotado de clientes com os seus carrinhos cheios de um lado ao outro. Alguns sorridentes, outros pareciam apressados e atrasados para um compromisso profissional. Aproximamo-nos do caixa em que havia uma fila. Já tínhamos desacelerado, estávamos sem pressa. Ao lado, aproximam-se um homem, uma mulher e um menino. Pareciam acelerados. A caixa que os iria atender parecia trabalhar num ritmo mais lento que as demais. O homem começou a demonstrar impaciência e resmungava com a mulher ao seu lado. O menino, aparentemente, não ligava, porque estava entretido com o celular. O cartão da senhora que estava à frente do homem não aprovou e a caixa chamou o supervisor. Foi aí que ele explodiu:

– Que @#$ de supermercado é esse. Uma @#$ no caixa e uma @#$ que não tem saldo. E nós perdendo a nossa festa por culpa de vocês…

O circo estava armado e, naquela cena, o Espírito Natalino, que resgata a solidariedade, a generosidade e a alegria que expressa a satisfação, não estava presente. Manifestava-se o espírito natalino da insatisfação que revela a frustração, a tristeza e os conflitos. O que isso nos mostra? Que tendemos a empilhar compromissos para depois desfrutar de alguns momentos de sossego e tranquilidade. Parece-me que as pessoas aceleram para depois desacelerar. Desacelerar é importante? Entendo que sim. Acelerar é indispensável? Creio ser uma escolha. Desse modo, penso que precisa desacelerar aquele que escolheu acelerar. O que fazer? Aqui se propõe uma Pausa para estabelecer o Destino para em seguida escolher o Caminho e o Ritmo do Movimento com equilíbrio. Para onde quero ir? Você sabe? Se não, talvez seja o momento de fazer uma Pausa para estabelecer o destino. Há diferentes tipos de pausa, entre elas a Pausa Estratégica vista como uma ferramenta de discernimento para se calar por um momento para restabelecer a conexão com a realidade e comunicar aquilo que é importante. O homem acima, aparentemente, não o soube fazer. Há também a Pausa de Alinhamento entendida como um recurso de conexão entre as intenções e as ações diárias. Provavelmente no início do dia aquele homem não tinha a intenção de agredir verbalmente a caixa do supermercado. O homem da cena não alinhou intenções e ações. Por fim, tem a Pausa Programada que se refere a um período em que cada um busca estabelecer o destino para escolher o caminho, determinar o ritmo e decidir pelo movimento necessário para se realizar a viagem de modo equilibrado. Problemas, tumultos e conflitos? Virão, porém a Pausa Programada pode nos aproximar da espiritualidade que mais facilmente nos traz a sabedoria para estabelecer, escolher, determinar e decidir com discernimento ao saber usar a Pausa de Alinhamento e a Pausa Estratégica.

Enfim, entendo ser contraditório a nossa escolha de acelerar para poder desacelerar. Em geral, estamos acelerados até quando desaceleramos, como o exemplo acima que se repete nas festividades de final de ano. Falta-nos o equilíbrio que a espiritualidade nos proporciona. Empilhamos uma festa em cima da outra e aquilo que nos deveria trazer satisfação nos deixa insatisfeitos. A busca desenfreada e não consciente de desacelerar nos gera tristeza, frustração e conflitos. Terminamos por brigar com o caixa que não tem nada a ver com isso. Portanto, o desafio é fazer a Pausa para escolher se vai acelerar ou não. Pergunte-se: o destino, o caminho, o ritmo e o movimento fazem sentido?

Enfim, desejo que em 2023 você possa pausar para escolher se vai acelerar ou não. Com isso, que cada um consiga manter o foco na solidariedade e na generosidade para viver com alegria em direção ao destino pelo caminho, no ritmo e com o movimento escolhidos. Que tal uma oração? Por que não uma meditação? Quem sabe um retiro?

UM EXCELENTE 2023!!!

Moacir Rauber

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Inspirado na conversa com Miriam Moreno

No Natal: quem pode imitar você?

No Natal: quem pode imitar você?

– Pai, vamos cortar a grama, arrumar o jardim e fazer um pinheirinho para o Natal? Vamos, vamos… falava empolgado o menininho de 5 anos.

O pai assentiu com a cabeça. Logo, perguntou para o filho, ou talvez para si mesmo:

– Você sabe o que é o Natal?

O filho empolgado deu todas as respostas que escuta na televisão, dos amiguinhos, na internet e todo o entorno social. A empolgação era contagiante. Para o pai, os motivos eram um pouco frustrantes. Na reta de final de ano todos respiram festas, comércio, comparações e movimento. Tudo parece que envolve barulho, espetáculo e vaidade. Pensava, É muito movimento e pouca direção.

No seu diálogo interno pensava no Natal com o sentimento de saudades da sua infância. A ingenuidade, a inocência e a boa vontade de fazer desse período algo especial eram lindas, igual a de seu filho agora. Porém, ele acreditava que no seu tempo ela estava conectada com a essência do espírito natalino. As festas eram para celebrar, não para comprar e nem comparar. A preparação começava com o silêncio do período chamado de advento para a chegada de um Ser Humano Divino que mudou para sempre a história da humanidade. Culminava com efusivos abraços e o compartilhar das boas intenções que se mostravam nas ações no Natal. Havia barulho, mas era de amor. Havia espetáculo, mas era da fé. A vaidade? Não entrava nas portas das casas porque não se tratava de comparação. Assim, ele pensava que o Natal é um período em que as pessoas são invadidas pelas boas emoções humanas que, muitas vezes, precisam uma pausa e de silêncio para desvendar as intenções, convertendo-as em ações. Surgem a compaixão, a caridade e o amor.

Desse modo, se no Natal as pessoas estão mais propensas a ser compassivas, caridosas e amorosas, elas também precisam da pausa e do silêncio para dar a direção do seu movimento, porque:

No silêncio nós nos escutamos e escutamos ao outro.

No silêncio aprofundamos o conhecimento com a conexão entre a mente e o coração.

No silêncio entendemos o que sentimos e o que podem estar sentindo o outro.

No silêncio identificamos as necessidades minhas e as do outro.

No silêncio podemos escolher como nos expressar com autocuidado e cuidado com o outro.

Portanto, a pausa vai permitir que AQUELE que nasce para a humanidade nesse dia nos fale ao coração no SILÊNCIO, porque nele existe diálogo. O diálogo exige reciprocidade que acontece no silêncio que nos permite escutar e ser escutado para AFETAR O MUNDO COM AFETO. O silêncio nos conecta com a espiritualidade. A espiritualidade nos traz o discernimento. O discernimento nos brinda com a sabedoria. A sabedoria está no silêncio.

No silêncio a autenticidade se revela com amor.

No silêncio a alegria é autêntica.

No silêncio a comunicação é exigente porque revela a natureza das intenções.

Natal é tempo de resgatar as intenções para transformá-las em ações que podem ser ruidosas, desde que valha a pena romper o silêncio. Desse modo:

Natal é tempo de abraçar.

Natal é tempo de amar.

Natal é tempo de afetar com AFETO porque com AFETO o mundo é MELHOR!

O Pai pensava em tudo isso enquanto olhava com todo o amor para o seu filho e emendou:

– Vamos fazer uma oração de agradecimento ao Menino Jesus?

O menininho, na sua inocência, ingenuidade e boa vontade, ajoelhou-se, rezou e agradeceu. Essa postura de ajoelhar-se frente ao desconhecido nos traz a humildade. Para ser humilde se requer sabedoria. A sabedoria nos leva a espiritualidade. A espiritualidade nos leva a rezar e a agradecer como um gesto natural que dá direção ao movimento. O menino estava pronto para dar direção ao movimento e repetir o comportamento de um Ser Humano adulto e Divino em busca de um mundo melhor. Ele pode imitar você no Natal? E no restante do ano?

Desejo que no silêncio dos corações brotem os sorrisos que revelem a alegria da Felicidade em construir um mundo melhor.

FELIZ NATAL E UM EXCELENTE 2023!!!

Moacir Rauber

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O CARECA E O CADEIRANTE: ONDE ESTÁ A DIFERENÇA?

O careca e o cadeirante: onde está a diferença?

Marcos e Jonas seguiam pelos corredores do shopping depois de jantar. Marcos tinha a particularidade de ser careca, ainda que bastante jovem. Jonas, ainda mais jovem, era um usuário de cadeira de rodas. No caminho, cruzam com as pessoas e a grande maioria não dá a mínima para eles nem para as suas particularidades. Disse que a “grande maioria” não liga, porque quando se tem alguma característica que foge daquilo que se entende como padrão um comentário estranho sempre pode acontecer. Naquele dia não foi diferente. Os dois amigos cruzaram por uma família, pai, mãe e um filhinho de mais ou menoss três anos. Ao ver os dois, o menininho já ficou alvoroçado. Puxou a mãe pela mão e disse:

– Olha lá, mãe. Olha lá! Disse o menino apontando o dedo em direção aos dois.

Jonas, o usuário de cadeira de rodas, calejado de tantos comentários infelizes que já ouvira nos muitos anos em que usava a cadeira, captou o comentário e já ficou mentalmente preparado: o que será que esse moleque vai falar?

A mãe ainda procurava localizar qual era fonte da admiração do filho. Finalmente a mãe se vira na direção para onde o filho apontava o dedo, ficando imediatamente corada. Não teve tempo para mais nada, porque o menino concluiu o seu pensamento, dizendo:

– Um careca, mãe! Um homem careca!

O Jonas a princípio não entendeu, mas logo em seguida olhou para o seu amigo careca e caiu na gargalhada. O Marcos, instintivamente passou a mão na cabeça calva, sorriu contrariado e continuou seu caminho. Enquanto isso a mãe tentava puxar o seu filhinho para longe, embora ele continuasse a olhar admirado para o homem careca.

O que é diferente para você pode não ser para outro. As particularidades de uma pessoa podem ser mais visíveis do que a de outros, mas não menos marcantes. Nós identificamos as particularidades das pessoas e dos ambientes com a naturalidade de quem dá uma informação e usa como referência a diferença. Quem nunca esteve numa rua quando alguém tenha lhe perguntado:

Onde fica a relojoaria? Por exemplo.

Você sabe onde é e olha na direção da relojoaria, mas momentaneamente fica com dificuldade de descrever o caminho até lá. De repente, no meio da multidão você vê um careca e não tem dúvidas para dizer:

Tá vendo aquele careca? Pois é, logo depois dele à direita…

Situação comum, não é? O mesmo poderia se aplicar a uma pessoa mais gorda, mais magra, mais alta ou mais baixa do que a maioria ali presente. Poderia ser usado como referência àquele que usa óculos, cadeira de rodas ou uma muleta, entre outras particularidades que usamos no dia a dia para interagir e nos localizar nos ambientes em que circulamos.

Não vejo maldade nisso, assim como não há nada de errado em estranhar pessoas e culturas diferentes. Para uma criança que nunca conviveu com um careca, ele é diferente. Isso é normal. O que não é normal é a associação que muitas pessoas fazem entre diferente e ruim. Isso não é bom. Ver a diferença e emitir uma opinião que denigra o que não se conhece é o problema. Aproximar-se, conhecer e entender o que é diferente vai nos ampliar a perspectiva de mundo.

Enfim, somos singulares e plurais; somos únicos e múltiplos. Somos DIVINOS! É a nossa natureza humana. Por isso, nesse período em que as pessoas estão mobilizadas pelo amor, pela compaixão e pela busca da transcendência identificadas no Divino evidenciado pelo nascimento do Menino Jesus, fica o convite para fazer a diferença e afetar o mundo com AFETO. E a diferença está naquilo que você faz com o que é diferente, uma vez que ser diferente é a nossa semelhança. O que você faz com a diferença? Afete com AFETO que o mundo será melhor!

Moacir Rauber

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O QUE VOCÊ CARREGA NAS SUAS BOLSAS?

O que você carrega nas bolsas?

Os três anciãos viajavam em ritmos diferentes, embora cada um deles carregasse igualmente duas bolsas. Uma bolsa estava pendurada na parte da frente do corpo, próxima ao peito, enquanto a outra estava atrás, nas costas. Ao ser perguntado sobre o que levava em cada uma delas, o primeiro homem respondeu que nas costas ele carregava as boas coisas da vida, as lembranças dos amigos e da família. No peito ele trazia as coisas desagradáveis, os erros cometidos, as críticas recebidas e os problemas pelos quais havia passado para poder analisá-los com mais frequência. Ele se movia pesaroso. O segundo homem disse que na bolsa do peito trazia todas as boas ações que havia feito para poder exibi-las. Nas costas levava os seus erros. que o acompanhavam por todos os lados. Ele se movia impaciente. O terceiro homem revelou que na bolsa pendurada em seu peito ele trazia as boas ações dos amigos e as memórias de tudo de bom que havia vivido. A bolsa era enorme. Enquanto isso, nas costas ele colocava todas as ofensas, as maledicências e os infortúnios enfrentados. A bolsa era gigante. Ainda assim, ele se movia com ligeireza, suavidade e paciência. Qual a diferença entre os homens e as suas bolsas?

O primeiro homem priorizava analisar os erros cometidos e os momentos desagradáveis para, supostamente, entendê-los. A inteligência Positiva vê a presença do Crítico, o sabotador regente, que se fixa na crítica aos outros, às situações e a si mesmo. Provavelmente, tem como aliados outros sabotadores, como o prestativo, o hiper-racional, o insistente, a vítima ou o hipervigilante que levam o homem a quase não se mover. Além disso, mantém nas costas, longe de sua visão, as partes boas da vida. Aparentemente, a Comunicação Não-Violenta está ausente dos diálogos internos do primeiro homem com reflexos no ambiente externo, porque ele atua com a interpretação dos fatos. Assim, ao entender que as necessidades não são atendidas, ele alimenta sentimentos de insatisfação, expressando-se pesarosamente. Os sabotadores sequestram o seu sábio e a comunicação é violenta.

O segundo homem prioriza as realizações e os momentos de glória num movimento de afirmação. Da perspectiva da Inteligência Positiva o Crítico, sabotador principal, está no comando de um grupo de sabotadores como o inquieto, o hiper-realizador, o controlador ou o esquivo para se afirmar no mundo. Longe de sua vista, nas costas, trazia os erros. Não os via, mas não os largava, deixando-o impaciente. Igualmente, a Comunicação Não-Violenta não se manifesta no comportamento do homem que se vangloria para atender algumas de suas necessidades. Desse modo, termina por criar sentimentos de frustração e de impaciência. Os sabotadores mais uma vez sequestram o sábio.

Por fim, o terceiro homem com suas bolsas gigantes flutua com suavidade ligeireza e paciência pelos caminhos da vida. Onde está a diferença? A gratidão pelas ações dos outros e pelo privilégio da vida ocupa espaço sem ser pesado. Para ele, a bolsa no peito serve de vela para velejar sereno pelas águas da vida. A grande bolsa nas costas, na qual ele coloca as ofensas, as maledicências e os problemas enfrentados, poderia ser um peso insuportável, porém ele adotou uma estratégia inteligente: fez um grande buraco no fundo. Portanto, ao pôr as frustrações na bolsa, ela balança e as deixa cair. Assim, ainda que a bolsa seja grande, ela sempre está vazia. Isso o ajuda a seguir o seu caminho com a suavidade, a paciência e a positividade que o mantém feliz com as escolhas. É a manifestação da inteligência positiva e da comunicação não-violenta com o sábio no comando que se reflete interna e externamente.

Por fim, acredita-se que a diferença é estar presente. Furar a bolsa das decisões que não produziram os resultados esperados deixa para trás o passado e permite que cada um esteja presente no presente. Desse modo, acredita-se que a sabedoria está presente na espiritualidade que nos permite usar as ferramentas vindas do conhecimento com a consciência de afetar o mundo com AFETO.

O que você carrega nas suas bolsas?

Moacir Rauber

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Perto da praia oferece os benefícios de quem quer se conectar consigo mesmo e com a natureza: pode-se ouvir o som do mar e sentir o cheiro da maresia; basta caminhar alguns metros para sentir a água, a areia na pele e ver o vaivém das ondas arrebentando na praia. É lindo! Essa beleza faz com que cada um possa se perceber como um verdadeiro milagre da natureza em que o privilégio da vida é valorizado.

VOCÊ AFETA O MUNDO. COM AFETO O MUNDO É MELHOR!