Todos os posts de Moacir Rauber

Moacir Rauber acredita que tem "MUITAS RAZÕES PARA VIVER BEM!" porque "MELANCOLIA NÃO DÁ IBOPE". Também considera que a "DISCIPLINA É A LIBERDADE" que lhe permite fazer escolhas conscientes, levando-o a viver de forma a "QUE POSSA COMPARTILHAR TUDO COM OS PAIS E QUE TENHA ORGULHO DE CONTAR PARA OS FILHOS".

O que você está fazendo?

Texto de Michael Angler

Precisamos ser muito claros sobre o que estamos fazendo, a razão do que fazemos e nos certificarmos de que aquilo que fazemos ainda seja relevante para aqueles a quem servimos.

Muitas vezes, fazemos as coisas simplesmente porque sempre as fizemos. Agora, mais do que nunca, precisamos avaliar constantemente nossos processos, sistemas, produtos e políticas para garantir que eles ainda alcancem os resultados pretendidos.

As necessidades de nossos clientes mudam. Nossas habilidades para atender nossos clientes se transformam. E as prioridades daqueles a quem servimos podem mudar.

O número 43 das “101 coisas que aprendi em minhas 50 viagens ao redor do sol” é: “Ganhar dinheiro é difícil. Encontrar maneiras de servir o outro não é difícil. Se você colocar sua ênfase em servir em vez de ganhar, o dinheiro virá. “

Reserve um tempo para determinar o que seus clientes e consumidores realmente desejam. Pergunte a eles. Descubra quais problemas que eles estão enfrentando. Sugira soluções para esses problemas. Inove as maneiras de tornar suas vidas mais fáceis, mais recompensadoras, menos frustrantes, menos onerosas e mais confortáveis.

Quando você serve, e quando você serve bem, você será recompensado por seus esforços. Lembre-se, todos nós temos clientes. Eles podem não parecer clientes ou típicos clientes. Eles podem ser um colega de trabalho, um vendedor ou fornecedor. Todos nós servimos a alguém. Vamos fazer o nosso melhor para atendê-los bem.

Texto de Michael Angler

Você quer autonomia? Qual é a sua escolha?

Manter-se na mente do aprendiz é fundamental para garantir a sua autonomia e aumentar a capacidade de inovação pela expansão das escolhas.

Você quer autonomia? Qual é a sua escolha?

Meu sobrinho estava com dezesseis anos e gostava muito da atividade do pai, agricultor. Levantar pela manhã e pegar um trator para preparar a terra ou uma colheitadeira era fascinante. Dava àquele jovem a sensação de autonomia e de liberdade. Entretanto, algo o incomodava, porque sempre ao final da tarde tinha que ir à escola. “Não vejo a hora de terminar”, falava sobre concluir o Ensino Médio para não precisar estudar mais. Deixei-o falar mais um pouco e perguntei:

– Por que você não quer estudar mais?

– Para ser agricultor não preciso de faculdade.

Ele tinha razão. Para ser agricultor, e as demais atividades relacionadas, não se precisa curso superior, como veterinária, agronomia ou outro qualquer. Concordei com ele que qualquer pessoa que tenha disposição física para o trabalho pesado da vida no campo pode exercer a atividade, porque tudo pode ser aprendido por repetição. Entretanto, a diferença é que o agrônomo ou o veterinário podem ser um agricultor, enquanto um agricultor sem formação não pode ser um veterinário ou um agrônomo. Nesse ponto o não estudo tira a autonomia, reduz a liberdade e, consequentemente, diminui as possibilidades de inovação. Isso tudo limita as escolhas. Como assim?

Comentei com o sobrinho que o pai dele era um dos melhores agricultores que eu conhecia e que, certamente, tinha muito mais conhecimento prático do que muitos agrônomos ou veterinários iniciantes. Entretanto, o fato de não ter feito uma faculdade de agronomia, por exemplo, tirava a sua autonomia. Ainda que ele tenha a capacidade para elaborar um projeto detalhado para o plantio de uma cultura agrícola, ele precisaria da assinatura de um engenheiro agrônomo para conseguir um financiamento de custeio. A escolha das sementes, da adubação e de tudo que está relacionado ao plantio pode ser feito pelo agricultor, mas o projeto requer uma responsabilidade técnica que não pode ser dele. A não formação, se não tira, diminui a autonomia, a independência e a liberdade ao restringir a autogovernação com a perda da autossuficiência.  Igualmente, um agricultor sem uma formação superior tem diminuída a sua capacidade de inovação. Ainda que o agricultor conheça o seu negócio, ao estudar ele amplia o entendimento do seu lugar nesse mundo interdependente. O sítio pode continuar sendo um sítio, mas também pode ser um hotel fazenda, uma agroindústria ou um centro de formação por meio de atividades rurais que desestressam os cidadãos urbanos. Conectar-se com outros mundos permite que aquele que estuda se abra para a inovação ao se apropriar de hábitos e tradições, renovando-os para que sejam apreciados por outras pessoas. A inovação é um movimento interno que o conhecimento potencializa. Por fim, um agricultor, ou qualquer outro profissional, sem a devida formação fica refém da falta de reconhecimento da própria comunidade. Por isso, manter-se na mente do aprendiz é fundamental para se manter atualizado no mundo, garantindo a sua autonomia, aumentando as possibilidades de inovação pela expansão das escolhas.

Desse modo, um agrônomo sempre poderá ser um agricultor, mas um agricultor não pode ser um agrônomo. E isso se aplica as demais áreas de conhecimento. Um médico pode ser um voluntário social, mas um voluntário social sem formação não pode ser um médico. Um arquiteto pode ser um jardineiro, mas um jardineiro sem a formação acadêmica não pode ser um arquiteto. Um engenheiro pode ser um mestre de obras, mas um mestre de obras sem formação não pode ser um engenheiro.

Fica a pergunta: qual é a sua escolha?

Moacir Rauber

Blog: www.facetas.com.br

E-mail: mjrauber@gmail.com

Home: www.olhemaisumavez.com.br

Roda de conversas

Vem aí o primeiro encontro de rodas de conversa com alguns dos palestrantes do FISEC SP 2020!

Confira este time sensacional: Jefferson SampaioCynthia MichelsMoacir Rauber e Minoru Ueda!

O FISEC é o maior Fórum de Inovação em Secretariado Executivo da América Latina!

Este ano a tríade será:

Humanizar – Transformar – Inovar.

Para entrarmos no clima do evento, que este ano será em modelo híbrido: presencial + virtual, o Pepitas Secretaries Club promoverá encontros via Zoom com conteúdos e experiências integrativas.

Inscreva-se gratuitamente aqui: https://lnkd.in/dRpP-M6.
Vagas limitadas! Aproveite!

Spoiler alert: terão surpresas para quem participar! Uma promoção única e imperdível.

Conheça sobre o evento de secretariado mais aguardado do ano aqui: http://fisecsp2020.com/.

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Um cego no Vaticano. E no mundo?

Um cego no Vaticano. E no mundo?

Martin Descalzo trabalhava no Vaticano como jornalista e um dia recebeu um telefonema de um amigo que lhe pedia um favor:

Posso indicar você para mostrar a Basílica de São Pedro para um amigo meu?

– Claro que sim!

– Mas não é um amigo qualquer. Ele que “ver” a basílica, mas ele é cego.

Martin fica boquiaberto. Como um cego poderia “ver” a Basílica de São Pedro com suas obras, colunas, abóbadas e vitrais? Seria para ele, que era padre, o maior desafio de sua vida fazer alguém ver a basílica pelos seus olhos, o que terminou sendo o dia mais marcante da sua vida. Bastava Martin se lembrar de uma das frases do seu ilustre visitante cego: Os homens são bons, embora, às vezes, seja preciso ser cego para ver a bondade. Uma das principais crenças do visitante Lorenzo Tapia era a de que os homens eram bons, ainda que estava ciente de que o lado não bom estava presente em cada um. Ele dizia que para ser mau é preciso estar louco, o que não quer dizer que todos os loucos sejam maus.

O padre Martin estava nervoso pela insegurança de não saber como fazer para que Lorenzo pudesse “ver” a Basílica de São Pedro. Começaram o passeio pelos espaços que ele acreditava que conhecia muito bem. Ao passar pelos lugares que caminhava todos os dias descrevendo os detalhes para o seu amigo, percebeu que, muitas vezes, não enxergava aquilo que olhava e via. Marque-se a diferença entre olhar, ver e enxergar. Alguém pode olhar sem ver nem enxergar. Alguém pode olhar e ver, mas não enxergar. E naquele momento o Pe. Martin entendeu que finalmente estava exercitando a plenitude dos sentidos, porque olhava, via e enxergava o ambiente que acreditava ser tão conhecido para ele. Em todas as visitas que fizera acompanhado de pessoas que olhavam e viam ele não havia realmente enxergado. Agora que acompanhava um cego que olhava, mas não via, era ele quem enxergava. Da mesma forma, ao descrever a basílica para um cego, Martin compreendia que Lorenzo olhava e não via, mas que enxergava de fato, porque sentia.

A visita transcorreu maravilhosamente bem. O seu novo amigo Lorenzo lhe deu uma aula sobre bom humor, humanidade, amor, perseverança, coragem, compaixão e visão. Nas conversas que tiveram Lorenzo revelou que ficou cego aos 11 anos de idade. Foi um choque. Veio a tristeza. Por fim, ele escolheu a vida. Lorenzo decidiu não se encurvar nem se ocultar das dificuldades que encontraria na vida. Viver era um privilégio e ele iria aproveitar a oportunidade por si e pelos que o amavam. Daí nasceu o bom humor de onde vem a crença e a fé nas as pessoas. Dizia Lorenzo, “Posso me perder nas minhas viagens, mas sempre tem alguém que me orienta”. Isso o levou a amar sem medida as pessoas e a vida. Nesse amor está presente a perseverança, porque coisas não tão boas também acontecem. “Eu tropeço e caio. Pessoas que veem também tropeçam”. É a hora de se ter forças para se levantar e seguir. É a perseverança que lhe dá a coragem de não desistir. Desse modo, com bom humor, amor, perseverança e coragem vem a compaixão por si e pelos demais que revelam a própria humanidade. O visitante cego do Vaticano pode não ter o sentido da visão, mas tem a visão plena da vida que lhe permite ter uma vida plena. Enfim, ao terminar o passeio com Lorenzo, o Padre Martin escreve que ao reencontrar as pessoas do seu convívio percebeu que ele estava rodeado de cegos. Diz Martin, “Todos somos cegos de algo. Cegos do coração, da fé, da coragem ou do Amor”. Por isso, tantas pessoas, entre elas eu, muitas vezes, olham e veem, mas não enxergam.

Quem é o verdadeiro cego?

Moacir Rauber

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E-mail: mjrauber@gmail.com

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Fonte: Contos do Padre José Luis Martín Descalzo

Otimista, realista ou algo mais?

Quando confrontados com as circunstâncias mais difíceis da vida, como devemos responder: como otimista, realista ou algo mais? Em uma conversa inesquecível, o explorador Mark Pollock e a advogada de direitos humanos Simone George exploram a tensão entre aceitação e esperança em momentos de tristeza – e compartilham o trabalho inovador que estão realizando para curar a paralisia.

Mentes Inovadoras: uma chuva de ideias

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Mentes Inovadoras: uma chuva de ideias

A pergunta foi jogada para a plateia:

– O smartphone que você tem é uma inovação? É a tecnologia uma inovação?

Boa parte das pessoas responderam que sim, que o smartphone, assim como a internet, a inteligência artificial, a realidade virtual entre outras tantas tecnologias disponíveis para os seres humanos eram uma inovação. Eu discordei. Isso aconteceu em 2018 no Fórum de Inovação em Secretariado – FISEC que tinha como eixo temático Crie, Conecte, Inove. Tive o prazer de participar com o Victor Hugo e o Álvaro Ibañez numa oficina vivencial na qual “fizemos chover” por meio de uma atividade de grupo. Por que discordo da pergunta de que a tecnologia seja inovação? Porque acredito que todas as tecnologias que desenvolvemos e que usamos todos os dias sejam apenas o resultado de mentes inovadoras. E vocês provaram isso!

Ler o E-book Mente Inovadora nos mostra a partir de seu título que a inovação é um estado de espírito e as suas criações são apenas os resultados. São doze pessoas trabalhando num movimento colaborativo e cooperativo com o propósito comum de entregar reflexões que possam mudar comportamentos e que tendem a produzir novas soluções. Por isso, entender que num momento em que se produz tanta informação, estamos sujeitos a sofrer de “infoxicação” revela a curadoria como inovação. Olhar para 2020 como um ano atípico e dele extrair positividade nos mostra que a imprevisibilidade continuará presente em nossas vidas e que a humildade é uma competência básica. Isso nos leva a uma imersão em si mesmo para se encontrar a saída, uma vez que a saída é para dentro e nós somente podemos pôr para fora o que temos dentro. Tudo isso é uma inovação que muitas vezes não está no script, mas exige de nós que visitemos nossa casa para encontrar a solução. Saber que as parcerias estabelecidas servem para a realização própria e a do outro nos oferece uma compaixão inovadora e nos permite compreender o sinal dos tempos como sendo um presente, porque é o único tempo que temos. A consciência temporal é uma inovação libertadora. Dominar a arte de assessorar para fazer fluir equipes e organizações é uma inovação de protagonismo em segundo plano (?), assim como construir um arsenal de habilidades técnicas exige uma mente inovadora aberta para se reinventar constantemente. Da mesma forma, usar o tempo, que anda mais devagar na pandemia, para reflexão num movimento de entendimento de que nós somos reflexo das ações das nossas reflexões é uma inovação reflexiva para um mundo melhor. Por fim, compreender que a existência precede a essência nos dá a oportunidade explorar as mentes inovadoras.

Desse modo, reunir um grupo de doze coautores para um trabalho colaborativo numa ação cooperativa com um propósito em comum expõe as mentes inovadoras. As reflexões presentes no livro são inovadoras ao estimular mudanças comportamentais que impactarão a realidade individual e coletiva. É um movimento integrado e coordenado que acolhe, conecta e desenvolve pessoas que inovam com as suas ideias para um mundo melhor deixando o seu legado. Tudo o que vemos materializado é um legado e um dia já esteve na mente de alguém, exatamente como o livro Mente Inovadora, que hoje é uma realidade. E ele vai “fazer chover” ideias inovadoras nos seus leitores. Parte dessas ideias vão dar as caras no FISEC SP 2020 ao HUMANIZAR, TRANSFORMAR e INOVAR.

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