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Estereótipos, preconceitos e conceitos
Olhar para as fotos desses meninos e meninas sentados nas cadeiras de rodas para jogar basquete provoca-me uma sensação de alegria indescritível. Logicamente que não é pelo fato de vê-los numa cadeira de rodas, mas sim pela inocência da ausência de preconceitos e de estereótipos. Enquanto o Ricardo, técnico, explicava como se praticava a modalidade, podia-se ver claramente o brilho nos olhos daqueles pequenos cidadãos ávidos por conhecer e ter novas experiências. No momento em que o Ricardo disse, Olha, primeiro nós vamos mostrar para vocês como se manobra a cadeira, a cadeira e a bola e depois vocês poderão jogar sentados nas cadeiras… a turma foi ao delírio. Sim, eles não só poderiam ver como se joga basquete em cadeira de rodas, mas eles também poderiam experienciar. A cada cinco minutos entrava um novo grupo cada vez mais animado com a hipótese da diversão. A felicidade estampada na cara. Aqueles pequenos cidadãos usaram a cadeira de rodas como elemento de diversão. Tenho a certeza de que alguns conceitos foram mudados na cabeça daquelas crianças e adolescentes que um dia tomarão as decisões hoje por nós tomadas. Eles serão adultos com menos preconceitos porque já não têm os estereótipos negativos sobre os usuários de cadeira de rodas. - Parabéns à APD e à sua diretoria por investir tempo e recursos nessa estratégia para diminuição de preconceitos.
- Parabéns ao técnico Ricardo pela disponibilidade em sempre partilhar a sua experiência com os jovens nas escolas.
- Parabéns ao CLIP e aos seus professores e colaboradores pela iniciativa de dar a oportunidade aos seus alunos para uma experiência transformadora.
Olhe mais uma vez!
Onde nós estamos?
E “aquelas” perguntas:
Dúvidas… Porém, hoje ouvi da Andréia, pessoa com quem compartilho bons momentos da vida:
– Ah, mas nós estamos aproveitando o caminho!
Fiquei feliz com isso!!!
Então é isso… Estamos no presente! Pensou nele? Aproveite, porque já é passado…
Inteligência masculina…
– Vocês sabem como fazer para saber quem gosta mais de você, se é o seu cachorro ou é a sua mulher? Pergunta um.
– Não, respondem alguns enquanto outros preferem não se manifestar e ficam a olhar desconfiados. Uma resposta não bem pensada pode levar a que se pague um mico. Ficar calado, quase sempre, é mais seguro.
O dono da pergunta continua:
– É muito fácil. Prenda o seu cachorro e a sua mulher no carro num dia de sol quente por duas horas. Depois vá até lá, abra e veja quem sai de lá feliz…
Acabei de almoçar…
Há um ditado que diz, perde-se o amigo, mas não a piada. Nesse caso ela garante gargalhadas, um bom almoço e reforça a amizade. Hábitos podem ser bons e divertidos.







