Os meninos ferem os sentimentos para salvar as regras; as meninas quebram as regras para salvar os sentimentos.
(Gilligan)
Somos meninos e somos meninas.
Cada um é um ser integral!

(Gilligan)

É duro constatar que muitas pessoas pensam, “Eu valho tanto quantos likes recebe a minha página”; “Se não estiver postado não aconteceu” e “Vale muito mais parecer bem do que estar bem”. É triste saber que isso é real. Para um grande número de pessoas a exposição é o que realmente importa. Os pensamentos mencionados representam a cultura da superficialidade e estão subjacentes ao comportamento de grande parte das pessoas. O que importa é aparecer. O que vale é o espetáculo! Antigamente esse comportamento era apontado como algo pejorativo e se dizia da pessoa que ela também poderia amarrar uma melancia no pescoço e subir num poste. Hoje basta tirar uma selfie e postar nas redes sociais.
Cada pessoa tem uma história. Cada pessoa é uma história. E é no juntar das histórias das pessoas que se forma a história da comunidade, do bairro, da vila, da cidade, do país e da própria humanidade. Porém, cabe a pergunta: a história valerá a pena ser contada? Com relação a história individual somente cada um poderá responder. Assim, podem-se propor outras perguntas: quando a pessoa olhar para a sua rede social poderá ela afirmar que aquilo que ali está é a sua história? Ou aquilo que está na rede social é apenas uma representação daquilo que ela queria que a sua história fosse? Os questionamentos nos levam a constatar que há uma realidade fora da realidade. As pessoas mais e mais acreditam que deveriam ser atores, que a sua vida deveria virar um livro ou um filme e que a própria vida deveria ser um espetáculo. No meu ponto de vista, a vida é um espetáculo, porém nós não somos atores da vida. No dia a dia, nós somos os trabalhadores da nossa vida. Por isso, deixem que os atores sejam atores para atuarem nas peças de teatro e nos filmes, isso porque na realização diária das pequenas atividades que compõe a vida do indivíduo não há espaço para a representação. Aquele que trabalhar na sua própria vida vai entender que a vida é um espetáculo. Essa pessoa vai entender que a vida não precisa ser espetacularizada e com isso conseguir expressar o que realmente é, podendo contar uma história muito mais próxima da realidade por meio das ações que realizou. Essa é a história que valerá a pena ser contada, porque valeu a pena ser vivida na realidade profunda das ações ordinárias que formam a vida real. É esse o sujeito que se busca em meio a um mundo de superficialidades.
Pode-se ter um comportamento egocêntrico, que é voltado para si mesmo; um comportamento etnocêntrico, que é dirigido para o seu grupo; ou um comportamento mundicêntrico, que tem uma perspectiva universal. Quem você gostaria que tomasse decisões que afetam a sua vida? Reflexão extraída do livro A Visão Integral de Ken Wilber.
Outras perguntas: qual o seu comportamento quando você toma decisões que afetam a vida de outras pessoas? Elas são tomadas com AFETO?
Conversava com um amigo, pai de uma garotinha de seis anos. Falávamos sobre algumas tendências de mercado na indústria, no comércio nos serviços e sobre o comportamento das pessoas. O que elas estão buscando? Foi então que ele se lembrou de um fato vivido no sábado anterior. Ele e a sua filhinha estavam assistindo a um filme na TV aberta. Algo que ele não se lembrava de ter feito com ela. Num determinado momento, a menina olhou para o pai e disse:
– Pai, dá um pause. Eu preciso ir ao banheiro.
O meu amigo ficou estupefato. Como assim dar um pause? Indagou-se. Lógico. A filha dele já é da geração que nasceu tendo outras mídias presentes em casa em que cada um pode escolher aquilo que quer assistir. Ele ficou pensando como explicar a situação para a sua filha e respondeu:
– Minha filha, isso aqui é televisão. Não dá para dar um pause. Você precisa esperar para ir ao banheiro quando der intervalo.
– Como assim, pai?
A pergunta da filha trás em si outros tantos questionamentos. Ao perguntar como assim? ela não estava entendendo porque a programação da televisão na sua frente não era comandada por ela. O pai mais uma vez tentou explicar. Ele disse que a programação era feita num outro lugar e que as pessoas assistiam de acordo com o horário proposto por essas pessoas. Assim, todos assistiam a mesma coisa em casas diferentes. A menina deu uma resposta marcante:
– Que bobo, né pai?
Enquanto o meu amigo relatava o fato eu concordava com a menina, que bobo, não é? Como é que nós passamos tanto tempo deixando que outras pessoas determinem o que é ou não importante para nós? E esse raciocínio vale para a indústria, o comércio, os serviços e para os profissionais em suas vidas organizacionais. Muito mais, vale para a vida como ser integral que nós somos.
Para que não sejam os outros a determinar aquilo que você vai fazer, DÊ UM PAUSE! e participe do Workshop de Autoconhecimento (Re)Encontro com o AFETO: o despertar da unidade. A intenção é a de que cada um tome consciência de COMO ESTÁ no planeta. Saiba QUEM É na vida. Entenda O QUE CRIA onde vive. E seja protagonista daquilo que MANIFESTA no mundo. Assuma o controle da sua vida com AFETO, que é a Força da Esperança no Trabalho de Orientação para o Amor.
Eu AFETO o mundo. O mundo me afeta. Com AFETO o mundo é melhor.
Pode parecer estranho, mas muitos não sabem quem são, confundindo-se com o seu trabalho ou com os seus papéis na sociedade.
Vá para o ECO HOTEL Vila Fátima, um dos pontos mais lindos de Florianópolis, a Ilha da Magia, em que o silêncio urbano e a música dos sons da natureza facilitam o início de uma viagem para reconhecer o lugar mais incrível do mundo: VOCÊ!
O exercício de olhar para dentro para melhorar por fora!
Introjetar para projetar!
Eu AFETO o mundo. O mundo me afeta. Com AFETO o mundo é melhor!
Autenticidade? Força? Esperança? Tolerância? Orientação para Resultados?
“Hoje, em nosso primeiro vídeo gratuito vou te ensinar como modificar a sua vida. Vou te ensinar como alcançar o sucesso que você tanto quer…” e com essa abordagem a mensagem segue propondo o milagre da vida perfeita e feliz a que todos nós aspiramos.
Recebi o e-mail de um profissional da área comportamental que parece ter todas as respostas para os problemas alheios. A mensagem me fez sentir como um perfeito idiota ao não saber viver e conviver com os meus problemas existenciais. A abordagem simplista dada pelo milagroso resolvedor de problemas alheios me fez parecer um total incompetente para a vida. Entendo que os meus problemas podem ser simples, mas são tão complexos como são os problemas de todos os seres humanos. A abordagem simplista proposta pelo profissional que me enviou a mensagem certamente deixará os problemas complicados. Na sua mensagem o resolvedor de problemas alheios continua explicando como ele vai ensinar a que cada um seja um sucesso imediato. Agora eu pergunto: como ele pode me dar as respostas se ele sequer sabe quais são as minhas perguntas?
Nunca se produziu tanta informação como no momento atual e ela está por todos os lados. Com relação ao conhecimento pode ser um pouco diferente. O conhecimento coletivo é enorme, mas o conhecimento individual pode estar diminuindo. A humanidade tem muito conhecimento que hoje está fora do indivíduo. Assim, aquele que quiser aumentar o seu conhecimento precisa saber garimpar para encontrar e desenvolver o conhecimento no meio de tantas informações. Por isso, em minha opinião, nada substitui o processo de observação e de reflexão para se construir um conhecimento sólido com benefícios para quem o detém e para aqueles a sua volta. Para que o processo de construção do conhecimento seja eficiente é preciso que aquele que quer construí-lo tenha a curiosidade de aprender. Para isso as perguntas são essenciais e as respostas serão uma consequência. Entretanto, hoje mais do que nunca, as pessoas tem oferecido as respostas, inclusive profissionais que trabalham com a suposta construção do conhecimento como aquele que me enviou o e-mail oferecendo todas as respostas sem saber quais são as minhas perguntas.
Desse modo, antes de se oferecer para me ensinar a pessoa deveria estar disponível para aprender e também investigar se eu quero aprender. Quando descobrir se eu quero aprender deveria se preocupar em descobrir para que eu quero aprender. Assim, se eu quero aprender para alcançar o sucesso, a pergunta deveria ser o que significa sucesso para mim e não a garantia de que pode me oferecer o sucesso como resposta. Por tudo isso, particularmente não tenho simpatia pelas respostas e sim pelas perguntas, porque são elas que vão me permitir construir a minha resposta. E a construção da minha resposta é que é, para mim, o verdadeiro sucesso.
Quais são as suas perguntas? As respostas serão consequências.
Mais e mais vejo pessoas querendo diminuir o ritmo de vida nas questões ligadas ao trabalho. Ouço-as dizerem com convicção, Quero dedicar um tempo para mim, melhorar minha qualidade de vida… entre outras justas justificativas. Realmente acredito que as pessoas queiram reencontrar-se, saber quem são, entender o que fazem, como o fazem e para que o fazem. Muitas pessoas simplesmente fazem sem saber para que o fazem. São tantas as atividades, as obrigações sociais e profissionais que terminam por perder a identidade e o ritmo. Finalmente começam a sentir a necessidade de dar um sentido ao que fazem e a própria vida.
PERGUNTE-SE:
Qual é o seu ritmo?
O que fazer?
Por onde começar?
Comece fazendo a viagem para reconhecer o lugar mais incrível do mundo: VOCÊ!
Muitas pessoas têm dúvidas sobre quem é a pessoa mais importante para uma organização. A pergunta nem sempre é verbalizada, mas ela sempre está lá. Há as comparações entre as pessoas de um mesmo setor e de uma mesma área. Existem as comparações entre as pessoas de diferentes setores, assim como são feitas as comparações entre as pessoas que ocupam diferentes cargos ou funções.
Tendo isso em mente, outro dia verbalizei a pergunta num evento:
– Quem é a pessoa mais importante nesta organização?
As pessoas inicialmente ficaram em silêncio. Dali a pouco começaram a se cutucar e a murmurar entre si. Nesse momento eu retomei a palavra e fiz uma nova pergunta:
– Quando alguém vai fazer um Raio-X quem é mais importante: o cabo de energia que alimenta a máquina ou a máquina?
Novo silêncio. Momentos depois alguns se aventuraram a responder, dizendo que era a máquina. Outros discordaram acreditando que era o cabo o elemento mais importante da situação. Um terceiro grupo disse que não era nem um nem outro, que ambos eram importantes para que o serviço fosse executado. É verdade. A máquina não faz radiografias sem o cabo de energia. O cabo de energia sem a máquina não tem serventia, a não ser para amarrar algo. Desse modo, tanto o cabo quanto a máquina são igualmente importantes para que as pessoas possam fazer as suas radiografias.
Voltando a pergunta inicial sobre quem é a pessoa mais importante na organização e mesmo para a pergunta que indaga sobre quem é mais importante, o cabo de energia ou a máquina, há um elemento a mais. Somente existem o cabo, a máquina e os seus operadores porque há alguém que precisa fazer uma radiografia. Por isso, em todas as atividades o elemento que merece destaque é aquele que dá a razão para a sua existência: o cliente. Sim, o cliente que pode ser você ou posso ser eu, mas invariavelmente é um ser humano, pouco importando se ele é o jardineiro ou o diretor.
Quem é a pessoa mais importante para a sua organização? Cada um é o mais importante para si mesmo, mas nós somente podemos ser importantes quando há o outro. Cuide de si. Ocupe-se do outro.

MoacirRauber.
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