Do que você faz parte?

A semana acadêmica estava programada para acontecer durante quatro dias com um palestrante por noite. Eram nomes das respectivas áreas de conhecimento que podiam efetivamente contribuir com a formação dos acadêmicos. Porém, os organizadores pensaram em oferecer algo a mais. Para cada dia de evento, antes de começar os trabalhos acadêmicos, eles convidaram artistas locais para fazer apresentações culturais. Na primeira noite, apresentou-se uma dupla de cantores que interpretaram maravilhosamente um repertório de músicas internacionais, passando por Frank Sinatra, Elvis Presley e outros cantores que marcaram época. Na segunda noite, a semana acadêmica foi brindada com as apresentações artísticas de um Centro de Tradições Gaúchas que contou com o encanto de dançarinos infantis e adultos. Na terceira noite, a última em que estive presente, foi a vez de uma banda de Rock Nacional que fez um show resgatando os grandes sucessos da década de 1980. Até aí tudo normal. O que há de diferente em tudo isso? A particularidade dos artistas. Tocaram e se apresentaram como profissionais, mas eles eram amadores. Todos eles mantinham a sua rotina de trabalho numa empresa que incentiva os colaboradores a desenvolverem novas habilidades e a descobrirem novos talentos.

Entende-se que a participação em algo mais do que somente a empresa deixa as pessoas mais felizes porque fazem parte de algo maior.

Por isso a pergunta: do que você faz parte?

Penso que trabalhar faz parte das nossas vidas, assim como a participação na comunidade, em associações, em clubes, em grupos de amigos e nas nossas famílias. É essa sensação de pertencimento que contribui para a realização individual, uma vez que a vida do indivíduo somente tem sentido na participação do coletivo. São raras as pessoas autossuficientes que conseguem se realizar sozinhas. Um ou outro ermitão alcançou tal feito. Chamou-me a atenção ao conversar com um dos integrantes da banda de rock, porque ele estava em horário de trabalho. Ele conseguiu permissão do chefe para sair da empresa, deslocar-se até a universidade, participar da apresentação e, posteriormente, retornar ao trabalho.

A empresa incentiva a que as pessoas participem de atividades extra laborais para estimular a construção de laços entre as pessoas que ultrapassem o ambiente de trabalho.

É um discurso e uma prática que busca fomentar e promover a qualidade de vida dos colaboradores em todas esferas de suas vidas, porque eles entendem que nós somos seres sociais feitos para viver com as pessoas, para as pessoas e pelas pessoas. Entretanto, aqueles que querem participar escolhem pagar o preço. Ensaiam em horários pós laborais. Comprometem-se consigo mesmos e com os demais participantes de cada projeto. Fazem uma escolha que exige esforço, dedicação e disciplina. Qual é o retorno? A satisfação com a vida!

A pergunta do título do texto, do que você faz parte?, é uma provocação para demonstrar que todos nós somente temos sentido com o outro. Por isso, é importante que participemos e que contribuamos nas organizações às quais pertencemos.

Por fim, acrescento mais algumas perguntas: a tua equipe é melhor porque você está nela? Qual é o ganho da tua organização por você estar nela? E a tua família, a tua comunidade, o teu país e o mundo são melhores porque você está nele?

Se ainda não são melhores, é bom começar a fazer parte de algo e contribuir positivamente, caso contrário, seja um ermitão…

Moacir Rauber

Blog: www.facetas.com.br

E-mail: mjrauber@gmail.com

Home: www.olhemaisumavez.com.br

De vento em “POPA”?

Quais são os seus papéis sociais?

Existem os diferentes papéis que cada um desempenha na vida. Tem alguns que são para sempre, como ser pai, mãe ou filho. Tem outros que podem mudar, como ser marido, esposa ou a profissão. Normalmente, tem um momento na vida que tende a mudar o nosso papel social profissional: a aposentadoria.

O que fazer depois?

Muitas pessoas ficam com medo, inseguras e não sabem como enfrentar o fim de um papel social profissional que tomava uma grande parte do tempo da sua vida. Não há uma receita, mas também não há razão para ter medo ou ficar inseguro. Basta continuar embarcado no barco da vida com as mãos no leme como seu protagonista. Certamente que um vento pela Popa pode ajudar. E esse é o papel do Programa de Orientação Para a Aposentadoria – POPA coordenado pela Professora Cláudia Maria Messores da UDESC. Trata-se de um período de formação e de reflexão sobre as alternativas e possibilidades que cada um tem, que pode criar, desenvolver ou aprimorar para o novo papel social que começa com a aposentadoria. Alternativas e possibilidades? Sim, todas aquelas que cada um acreditar ser possível e agora com a segurança dos proventos da aposentadoria.

Fiquei feliz e emocionado de participar do momento de encerramento de duas turmas do programa: em Lages e em Florianópolis (Obrigado pelo convite Cláudia Maria Messores). Pessoas com coragem para se expor e compartilhar as inseguranças, as pretensões e os anseios individuais nessa nova jornada. Cada um no seu barco. Cada um sabendo que é importante navegar na companhia de outros barcos.

E o vento? Vindo pelo POPA vai levar cada um na direção certa!!!

INFORMAÇÕES: https://www.udesc.br/popa

Qual é o seu negócio?

O cliente estava em negociação com o vendedor da farmácia para o atendimento de uma ´prescrição médica que envolvia um grande número de medicamentos e um valor considerável. O cliente pediu um desconto e o vendedor disse:

– Bem, pode pesquisar na concorrência e para o preço que você encontrar mais baixo nós faremos uma oferta melhor.

É frequente ouvirmos esse tipo de proposta por parte de empresas de diferentes ramos, assim como é comum nós pensarmos que estamos diante de uma organização que faz o melhor pelo seu cliente. Porém, caso paremos e pensemos um pouco mais sobre a oferta pode-se questionar: se as empresas sabem que podem fazer melhor por que não o fazem logo? Acredito que seja porque elas ainda não sabem qual é o negócio delas e mantém o foco nas metas financeiras. Normalmente, elas lutam para alcançar o faturamento estabelecido para que cada colaborador embolse seu bônus e a organização, aparentemente, seja lucrativa. Na oferta de melhor preço fica claro que o foco dessas organizações é o lucro imediato e não a resolução de um problema do cliente que atenderia o propósito do negócio. Porém,

…acredito que as organizações focadas no lucro a qualquer custo tendem a perder espaço no mercado num futuro bastante curto, porque estão surgindo organizações em que o foco se volta ao seu negócio: resolver o problema do cliente, uma abordagem que tem a lucratividade financeira como consequência e não como prioridade.

  • Qual é o negócio da tua organização?
  • Ela está resolvendo o problema do cliente que a sustenta?

Responder as questões anteriores é importante para que as pessoas entendam qual é o negócio da organização. Recentemente, identifiquei uma situação em que a empresa mudou o foco do dinheiro para o negócio. Uma amiga minha tinha uma farmácia bastante convencional em que a preocupação com a concretização das vendas era importante para que as metas fossem alcançadas. Por isso, sempre que alguém entrava na farmácia os vendedores eram orientados a encontrar oportunidades para vender outros produtos nas entrelinhas da fala do comprador. A principal preocupação não estava em resolver o problema do cliente, mas em alcançar a meta financeira. A fala inicial do texto era constantemente usada na empresa para fechar uma venda e a farmácia sempre batia as metas. Porém, a proprietária não estava feliz com o seu propósito de vida e com a missão da empresa. Ela tinha expressado no nome da farmácia a preocupação com a saúde integral dos seus clientes, mas a realidade era determinada pelo faturamento. Ela não estava fazendo o melhor que podia fazer. Foi isso que a levou a ajustar a sua atuação para o real foco do seu negócio que era o de resolver os problemas do seu cliente. A farmácia continuou a vender os remédios prescritos e necessários para tratar os seus clientes? Sim, mas olhou para as necessidades do cliente. A minha amiga desenvolveu uma série gratuita de cursos que tratam de temas como: a orientação para uma alimentação saudável; a importância da prática de exercícios físicos; o cuidado com a mente; e o resgate da espiritualidade. São todos temas que podem contribuir de uma forma sustentável para que as pessoas resolvam os seus problemas. Ela está contra o próprio negócio? Não. Ela está no foco do negócio que é o de resolver os problemas dos seus clientes. A farmácia passou a também trabalhar com “remédios para a alma” dos clientes. O preço dos remédios? Já não era o foco. O faturamento? Depois do primeiro ano, superou as metas. A satisfação dos clientes? Aumentou a satisfação dos clientes externos com o atendimento ampliado e dos clientes internos que passaram a perceber o sentido daquilo que fazem. E a minha amiga? Tem a certeza de que está fazendo o seu melhor (Fabiane Dier – Farmacêutica, Coach e Thetahealer).

Por isso as perguntas:

qual é o seu negócio?

Você está fazendo o melhor para o seu cliente?

O que você está resolvendo para ele?

Quatro estratégias para evoluir seu negócio agora.
Fonte: http://profap.com.br/quatro-estrategias-para-evoluir-no-seu-negocio-agora/

Moacir Rauber

Blog: www.facetas.com.br

E-mail: mjrauber@gmail.com

Home: www.olhemaisumavez.com.br

Homens e mulheres: juntos ou separados?

Homens e mulheres: juntos ou separados?

Nos dias de hoje, homens e mulheres têm mais acesso e permissão para expressar seus lados masculinos e femininos, mulheres podem mais facilmente alcançar o seu lado masculino e homens podem mais facilmente alcançar o seu lado feminino, perder a atração de um pelo o outro pode ser um resultado. Sem tomar consciência disso, homens e mulheres não tem ideia porque eles estão crescendo separados. Ainda assim, mesmo tendo consciência dessa realidade não é uma tarefa fácil crescer juntos.

John Gray

(Beyond Mars and Venus – p. 78)

Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/cerebro_de_homens_e_mulheres_reage_a_medicamentos_de_maneira_diferente.html

Somos únicos. Somos múltiplos.