Promessa sem ação é ou não é um roubo?

Na palestra exploram-se as situações de um Ladrão de si mesmo”.

Acompanhe a trajetória de um homem acusado publicamente de ser um ladrão. Na verdade ele descobre que  fora sistematicamente roubado e sabotado nas diferentes esferas da sua vida. O pior de tudo é que ele não sabe quem o acusa nem quem o rouba. E quando ele descobre não quer acreditar quem é o seu inimigo. Ele fica literalmente paralisado com a descoberta do verdadeiro ladrão. Afinal, quem é o ladrão?

As situações levam o participante a diferentes reflexões sobre como descobrir, conviver e enfrentar o ladrão, seu inimigo. Entra-se no mundo do desenvolvimento pessoal, ficando bastante claro que há uma diferença imensurável entre aquilo que as pessoas acreditam que podem fazer e aquilo que realmente fazem. Os diálogos e as estórias contadas promovem no leitor as reflexões que o ajudam a desenvolver o seu potencial, transformando-o em talento. Considere que potencial é tudo aquilo que alguém imagina que possa ser. Talento é explorar esse potencial, colocando-o a serviço de si e dos outros.

Por isso a pergunta: quem é o ladrão? As reflexões se aplicam àquilo que ocorre em âmbito pessoal e organizacional: (1) o que acontece numa relação quando as pessoas roubam? (2) Quais os resultados para uma equipe de trabalho quando há um ladrão? (3) Qual a influência de um ladrão numa organização? (4) Como prender o ladrão?

MANTENHA CONTATO:

Moacir Rauber

E-mail: mjrauber@gamil.com

Skype: mjrauber

Fone: 048 998578451

ABORDAGENS

(1) Palestras para público organizacional geral:

(2) Para o público de Secretariado Executivo:

Como usar as ferramentas de coaching no ambiente do Profissional de Secretariado?

A palestra oferece um novo olhar sobre o conhecimento usado no processo de coaching para ampliar as competências do profissional de Secretariado, apresentando técnicas de uso cotidiano.

AUTOR

Moacir Rauber acredita que tem “MUITAS RAZÕES PARA VIVER BEM!” porque “MELANCOLIA NÃO DÁ IBOPE”. Também considera que a “DISCIPLINA É A LIBERDADE” que lhe permite fazer escolhas conscientes, levando-o a viver de forma a “NÃO FAZER NADA QUE NÃO POSSA COMPARTILHAR COM OS PAIS OU QUE TENHA QUE OCULTAR DOS FILHOS”.

Moacir faz doutorado em Ciências Empresariais, é mestre em Gestão de Recursos Humanos (UMINHO-PT) e em Engenharia de Produção (UFSC). Fez MBA em Marketing, Bacharelado em Secretariado Executivo e Letras (Português/Espanhol), além de larga formação complementar. Também tem formação internacional em Coaching Executivo Organizacional reconhecida pela FIACE e pela ICC. Tem experiência profissional nas áreas Administrativa, Secretariado, Gestão de Recursos Humanos, Vendas e Planejamento Estratégico. Também foi professor universitário no Paraná e em Santa Catarina e atualmente trabalha como Coach, Palestrante e Escritor.

Foi remador da Seleção Brasileira entre os anos de 2004 e 2008 e ainda hoje segue praticando o remo como lazer. Também faz trabalhos voluntários em instituições que desenvolvem projetos de inclusão social.

Livros publicados:

(1) Olhe mais uma vez! Em cada situação novas oportunidades (2010)

(2) Perguntar não ofende… Uma abordagem de coaching para o profissional de Secretariado (2013)

(3) Superação, a marca do Ser Humano! (2013) (Disponível gratuitamente em pdf na página www.olhemaisumavez.com.br)

(4) Ladrão de si mesmo (2016)

Disponíveis em www.olhemaisumavez.com.br.

 

Ano Novo é tempo de gratidão!

Gratidão é uma das palavras mais usadas na atualidade e ela é empregada com ainda mais intensidade quando um ano se finaliza e um novo ano começa. As pessoas estão naturalmente mais sensíveis e emotivas. Chegar ao final do ano velho e iniciar o ano novo nos leva a ser gratos e a agradecer ao lembrar que tantos que imaginavam estar aqui não o conseguiram. É um bom motivo para realmente nos sentirmos assim. As manifestações de gratidão são visíveis nos encontros, nos abraços e nas redes sociais. Mas o que significa realmente ser grato? O que é agradecer de verdade? Com o que se compromete aquele que fala “Muito obrigado”? Nessas perguntas está aquilo que quero destacar: gratidão não é só emoção. Gratidão é ação.

O desafio para 2017, ou mesmo agora, é vencer a inércia da emoção presente nas palavras de gratidão e partir para a ação. Ao abrir o navegador em qualquer uma das redes sociais logo se veem mensagens realmente tocantes e que emocionam quem as lê de alguém que se sente grato por algo. É comum ler uma mensagem como, “Muito obrigado por sempre me apoiar e estar ao meu lado quando eu preciso”. Ou outra, “Sou imensamente grato a todos que me estenderam a mão na minha caminhada de sucesso”. Ou então, Muitas coisas bonitas não podem ser vistas ou tocadas, elas são sentidas dentro do coração. O que você fez por mim é uma delas e eu agradeço do fundo do coração. Obrigado! As mensagens são lindas! Acredito realmente que é muito bom que as pessoas expressem esse sentimento que de alguma forma chega àquele que fez algo para que o outro se sentisse grato. Porém, apesar de não ser uma moeda de troca, quando se diz “Obrigado” ou “Muito obrigado” a língua portuguesa nos leva um pouco além da emoção de se sentir grato, ainda que seja do fundo do coração. O “Obrigado” nos compromete com alguma ação efetiva para com aquele que nos levou a pronunciá-lo. O agradecimento da língua portuguesa é de um comprometimento não presente nos agradecimentos dos outros idiomas. Quando se fala “thank” ou “danke” nas línguas inglesa ou alemã o agradecimento permanece no nível da razão. Quando se fala “gracias” ou “grazie” em espanhol ou italiano louva-se o fato. Porém, quando se fala “Muito obrigado” na língua portuguesa a gratidão extrapola o mundo das ideias e do louvor para se comprometer com uma ação real e efetiva em favor daquele que te fez algo que o motivasse a gratidão por ele. O que você vai realmente fazer para atender o “Muito obrigado” que você disse?

A língua portuguesa tem nos alertado e nos cobrado um posicionamento mais efetivo desde muito tempo. O ano termina e um novo ano começa e que seja agora a hora de fazermos algo de fato. Sejamos gratos. Distribuamos abraços. Expressemos nossos bons sentimentos para com nossos familiares e amigos. Porém, o grande desafio será o de lembrar de que ao dizer “Muito obrigado” nós estamos nos comprometendo com uma ação. Temos que ser gratos, mas quais as ações que resultarão dessa gratidão? O que eu vou fazer agora e em 2017 para demonstrar que realmente agradeço? A gratidão é realmente um dos sentimentos e uma das emoções mais sublimes do ser humano, mas ela só faz sentido quando vier acompanhada de uma ação de fato. Assim, 2017 é tempo de Ação!

Submissão e Renascimento

Submissão e Renascimento

A grandeza pode ser encontrada na submissão e no renascimento. Numa ruptura social ou espiritual não há como voltar no tempo. Não há como reviver o passado feliz, porque ele é passado. Porém, a submissão na ruptura pode gerar o renascimento. É o renascimento não do antigo, mas de algo novo que o nascer de novo traz consigo. Para isso é preciso submeter-se ao renascimento.

O renascimento pode significar a longevidade que anula a morte. Começar de novo na vida que já existe é vencer a morte.

É a grandeza da submissão ao renascimento!

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Faxina mental e emocional

Todo final de ano uso a última semana para separar documentos, notas fiscais, pagamentos e recebimentos. Existem aqueles que precisamos guardar e aqueles que são dispensáveis. Existem aqueles para os quais olhamos que nos trazem bons sentimentos e outros nem tanto. Para mim é o momento de limpar as gavetas para organizar as contas, fazer e refazer planos e projetos para o ano que se inicia. Também é o momento de limpar as gavetas mentais para saber o que continuaremos a carregar conosco. Para isso é preciso olhar para trás e olhar para dentro para também poder olhar para frente. Olhei para trás e relembrei de perdas de pessoas queridas, de sofrimentos e de decepções. Ao olhar para dentro e vi que foi um ano de crescimento e de aprendizado.

Desse modo, a faxina mental e emocional consiste em olhar para trás e para dentro para limpar as gavetas de memória. Jogue fora as mágoas e os ressentimentos, porque manter essas emoções é como tomar veneno e esperar que o inimigo morra. Conserve tudo o que for positivo para si e para os outros e siga em frente. Entre as emoções a serem mantidas e estimuladas está a confiança em si e nos outros, sem, contudo, ser trouxa.

Para mim, esse final de ano também tem servido para essa faxina. A semana quase parada também me permitiu esse exercício de silenciar um pouco o meu interior para entender que o outro tem lá a sua perspectiva. Com isso, podem-se identificar fatos e situações vividas que são perfeitamente descartáveis, sem que isso represente nenhum prejuízo para mim ou para os outros. As mágoas e decepções são alguns exemplos. Nessa faxina também se pude reforçar as razões da própria existência e da relevância que se tem na vida dos outros. Elas vão representar o combustível para que continuemos a nossa jornada confiando nas pessoas e em nós. Isso eu também encontrei ao olhar para trás e para dentro de mim mesmo.

Como exemplo, na minha faxina encontrei entre a minha agenda e um livro a carta que recorto abaixo:

Por esse trecho que a Vanessa me dedicou já valeu ter vivido cada dia do último ano. Por essa perspectiva valeu a pena ter olhado para trás e para dentro para ter limpado as gavetas das minhas recordações e ter feito uma faxina, descartando tudo aquilo que não faz nem bem para mim e nem para os outros. Com isso, poderei seguir em frente com o foco naquilo que faço bem e que faz bem para mim e para os outros.

Uma faxina mental é indispensável!!!

Natal é tempo de Amor!

Ele estava na sala preparando o material que levaria para doação. Era época de Natal e as boas ações sempre foram prioridade para ele. Embrulha daqui e arruma dali. Ao seu lado passa a esposa e derruba um dos objetos que ele havia separado. A bronca é rápida:

– Sai daqui! Não tá vendo que eu tô arrumando as coisas?

O diálogo apenas representa a ausência do diálogo naquela casa. A esposa se ressentia de que o marido não lhe dava atenção. O filho com seus dezessete anos já estava mais do que envolvido com bebidas e drogas. E o marido estava com todo o seu tempo empenhado nas ações de caridade e de amor ao próximo, desde que não fossem tão próximos. Durante o dia ele tinha a sua rotina de trabalho. À noite e nos finais de semana ele participava de associações de caridade que recolhiam fundos para as crianças carentes. Ele era membro efetivo de diferentes clubes e grupos de amigos que providenciavam suprimentos para clínicas de dependentes químicos. Eram todas boas ações em nome de uma sociedade melhor, mais humana e mais amorosa. E agora era Natal, um tempo especial em que as pessoas estão naturalmente mais carentes de amor. Ele entendia que precisava fazer a sua parte, por isso andava estressado ralhando com a esposa e sem saber o que fazia o filho. Isso é amor ao próximo?

Não há consenso sobre o que é amor. Para alguns o amor é um sentimento quase sempre relacionado com a paixão para com outra pessoa ou mesmo para com uma causa. Para outros o amor não é um sentimento, mas uma construção diária resultado de suas escolhas. Particularmente me alinho mais com aqueles que acreditam que o amor é uma construção, porque ela exige contato, esforço, dedicação e comprometimento por longos períodos. A paixão é fugaz, impulsiva e passageira. O amor é duradouro, paciente e exigente. O amor é a vontade de expandir-se por meio da construção de relações próximas e saudáveis. Porém, para se expandir é necessário possibilitar que o outro também cresça. No exemplo acima, onde está o amor?

Às vezes, é muito fácil enviar presentes para outros, mobilizar-se numa campanha e participar ativamente de uma causa. São atitudes necessárias para que realmente consigamos construir um mundo melhor e com mais amor. Porém, nem sempre essas atitudes representam o amor como uma construção. Na época de Natal, enviam-se presentes, cartões e reforçam-se os desejos de que o Natal seja maravilhoso e com muito amor. Onde está a dedicação nisso? No período natalino, mobilizam-se recursos para as pessoas carentes, lar de idosos e orfanatos. Nas justificativas internas cada um se diz, Eu abracei a causa! Fazem-se as doações e depois se volta para a ceia de Natal no aconchego do lar. Onde está o comprometimento nisso? Sem dedicação e sem comprometimento é fácil amar o próximo que não é próximo. No meu entendimento amor é construção. Construção exige contato e mão na massa. O esforço de aceitar o outro como um verdadeiro outro. E esse é o primeiro passo. Só assim para fazer as ações ao próprio alcance para amar um próximo não tão próximo e desenvolver a capacidade de amar o próximo mais próximo. Dar a devida atenção à esposa e entender as necessidades do filho é construção. Envolvê-los nos seus projetos de melhorar o mundo é construção.  Isso é amor!

Você ama o próximo? É bom e importante amar o próximo, esteja ele longe ou próximo. Porém, é indispensável amar o próximo mais próximo, porque só assim todos os próximos serão amados pelos próximos, incluindo cada um. E amar o próximo que está próximo exige esforço e dedicação. É uma construção. Natal é tempo de amor, assim como todos os dias é tempo de amar. Acima de tudo, Natal é tempo de construir!

O que você está construindo?

Preciso me encontrar…

Preciso me encontrar! É uma frase pronunciada muitas vezes num mesmo dia por diferentes pessoas. Aí pergunto:

  • Como é que se faz para se encontrar?

Lembro-me da piada do Manuel e da Maria em que ela reclama:

Manuel, tu não me procuras mais.

Ele responde:

Maria, tu também não te escondes.

Caso usássemos o mesmo raciocínio teríamos que nos perder para depois podermos nos encontrar. Não sei como fazer para me encontrar, mas para me perder eu sei. Vou me perder um pouco nesse final de ano para me encontrar só no ano que vem.

Até lá!!!

Que em 2017 o AMOR seja inevitável!

Desejo que em 2017 o AMOR seja inevitável!

Olhar para trás é um bom começo para voltar atrás. Voltar atrás pode ser uma oportunidade para desistir, mudar de direção ou pegar impulso para seguir em frente. Voltar atrás pode simplesmente revelar o AMOR!

Desistir consiste no ato de abandonar uma ideia, um projeto ou mesmo uma relação. Desistir é a atitude de jogar a toalha frente às dificuldades e abster-se da luta. Isso é fácil, qualquer um pode fazer. Nesse caso, desistir é o desamor para consigo e para com os outros. Porém, desistir pode ser positivo! Como? Sim, isso mesmo, porque o desistir também pode ser um ato de sabedoria, de discernimento e de renovação para seguir em frente. Desistir de uma ideia que nos leva para onde não queremos ir: é preciso ter sabedoria para abandoná-la. Desistir de um projeto que nos prejudica: exige-se discernimento para pará-lo. Desistir de uma relação familiar, de trabalho ou de amizade que causa dor e sofrimento: é imprescindível que haja renovação para reconstruí-la ou largá-la.

Voltar atrás consiste em reconhecer as falhas numa ideia, num projeto ou numa relação. Voltar atrás exige a força do caráter, a humildade e o afeto para fazê-lo e seguir em frente. Voltar atrás é o amor para consigo e para com os outros. Voltar atrás para seguir em frente? Exatamente! Voltar atrás nas ideias fixas que geram preconceito: é preciso a força de vontade do bom caráter para mudar para melhor. Voltar atrás em projetos mal elaborados: exige-se a humildade para reconhecer que pode ser mais bem feito. Voltar atrás numa relação familiar, de trabalho ou de amizade: é imprescindível que se tenha afeto para com aqueles com quem se discorda para construir uma relação saudável.

Voltar atrás pode ser um ato de sabedoria, de discernimento, de renovação, de caráter, de humildade e de afeto. O ano já começou, VOLTE ATRÁS e DESISTA das coisas certas para fazer a coisa certa, porque assim o AMOR é inevitável. E com o impulso do AMOR é só SEGUIR EM FRENTE!

Um ano com muito AMOR!

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Estou com medo…

Estou com medo…

Há um ano presenciei uma cena comovente. Vi uma jovem atleta de treze anos na tentativa de aprender a remar. Depois das aulas teóricas e práticas acompanhadas chegava o grande dia para remar sozinha. Ela usou o colete salva-vidas, preparou-se no canoe, um barco escola e começou a dar algumas remadas bem leves. A insegurança lhe era visível. As remadas eram um pouco descompassadas, mas mesmo assim ela atingiu o meio do rio. De repente ela parou, levantou os olhos e se apercebeu da distância que a separava da terra firme. Quis fazer o barco dar meia volta, mas atrapalhou-se com os remos. Nesse momento ela abaixou a cabeça, soltou os remos e dizia:

– Não vou conseguir, não vou conseguir…

Teve um ataque de pânico. A instrutora a partir da margem procurava tranquilizá-la, porém nada do que ela dizia surtia efeito. A jovem atleta voltava a repetir:

– Não vou conseguir, não vou conseguir. Estou com medo!

Não havia nada de mal que pudesse lhe acontecer. A jovem atleta tinha conhecimento teórico e prático o suficiente para realizar a tarefa proposta. Ela usava o colete salva-vidas e o barco era completamente seguro sem risco de virar ou afundar. A instrutora a acompanhava da margem a não mais de dez metros de distância. Mas era visível que a menina estava apavorada. O medo a havia paralisado. Por fim, a instrutora entrou na lancha e rebocou o barco juntamente com a atleta até a margem. Ao colocar os pés em terra firme, a menina passou a chorar convulsivamente. Uma longa sessão de conversas, abraços e carinho da instrutora. Naquela noite tivemos a palestra intitulada Superação, a marca do Ser Humano. Na palestra foram explorados temas relacionados às emoções, entre elas o medo. Num dos momentos foi dito que o medo pode transformar as pessoas em verdadeiros paraplégicos mentais, que são aquelas pessoas que andam, mas não se movem. Elas ficam paralisadas e deixam de fazer o que querem e o que gostariam por não saber gerir o medo. Havia o receio de que aquela atleta realmente desistisse da atividade, porque desistir é uma opção e quase sempre a mais fácil.

Assim, este ano quando retornei ao mesmo clube de remo logo nos lembramos do incidente do ano anterior. Ao conversar com a instrutora sobre a jovem atleta que havia tido um ataque de pânico ela me disse:

Ela é uma atleta incrível! Está conseguindo resultados impressionantes. Perdeu completamente o medo da água, desenvolveu uma boa técnica de remada e está muito bem física e emocionalmente. Transformou-se numa líder autêntica!

Fiquei imensamente feliz com a novidade. Aquela jovem atleta havia vencido o medo. A afirmação de que o medo pode transformar as pessoas em paraplégicos mentais talvez tenha repercutido na sua mente, fazendo com que ela se movesse.

Medo todos tem, a diferença está naquilo que cada uma faz ou deixa de fazer apesar dele.

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Somos únicos. Somos múltiplos.