Moacir Rauber acredita que tem "MUITAS RAZÕES PARA VIVER BEM!" porque "MELANCOLIA NÃO DÁ IBOPE". Também considera que a "DISCIPLINA É A LIBERDADE" que lhe permite fazer escolhas conscientes, levando-o a viver de forma a "QUE POSSA COMPARTILHAR TUDO COM OS PAIS E QUE TENHA ORGULHO DE CONTAR PARA OS FILHOS".
AÇÃO E INTENÇÃO PRODUZINDO RESULTADOS! Desenvolver competências de conduta, competências de desempenho e competências relacionais unindo a intenção à ação para produzir os resultados esperados. Recomendar é uma estratégia!
RECOMENDO PRIME 4ª FEIRAS – ÀS 08:20 AM BARRA DA TIJUCA
Os alunos estavam ali porque haviam escolhido estar e queriam aproveitar ao máximo as ideias expostas, bem como a visão de mundo do professor. Ele tinha muita clareza naquilo que falava e de como o mundo seria impactado por algumas tecnologias que surgiam e por aquelas que delas derivariam que ainda eram inimagináveis. Ele falava de um mundo disruptivo e exponencial em que a necessidade de aprendizagem seria uma constante na vida daqueles que queriam gozá-la em sua plenitude. Era o lifelong learning! Nas aulas ele explorava conceitos que ajudariam a predizer um futuro imprevisível em que competências aprendidas, muitas delas, se tornariam obsoletas antes mesmo de as usar. Era paradoxal. Era provocativo. Logo, um dos alunos perguntou:
– Então, aprender, pra quê?
Um sorriso se estampou no rosto do professor, porque a provocação surtira efeito. Em seguida, ele explorou a ideia que está presente nos movimentos disruptivos e exponenciais como o momento vivido. As pessoas mudam de hábitos mais rapidamente. Crenças são quebradas com menos resistência. Isso gera disrupção que possibilita movimentos exponenciais. Entenda-se disrupção como o movimento que altera drasticamente a sequência de um processo existente e exponencial como a escalada geométrica de negócios que não seguem o crescimento linear, comum até o presente. É nesse mundo que vivemos, por isso a pergunta “aprender pra quê?” é impactante. O professor estava entusiasmado com a oportunidade de respondê-la. Destacou a importância de aprender a desaprender para poder aprender a inovar, a empreender e a transformar com humanidade. Por trás da ideia de aprender a desaprender estava presente a importância de resgatar conceitos, ideias e práticas que um dia foram relevantes para aproveitá-las com as tecnologias que antes não existiam. “O que importa é o sentido daquilo que se fazia em busca daquilo que se queria”, dizia o professor. Para ele a energia eólica não é inovação, porque sempre foi usada, assim como energia solar que faz parte da história. O professor destacava que sequer a tecnologia existente hoje, como IA, CRISP CAS9 ou computação quântica são inovações. Ele dizia que essas…
…tecnologias são apenas o resultado de uma inovação que já aconteceu no interior de um ser humano que a imaginou de maneira abstrata para torná-la uma realidade concreta.
Moacir Rauber
Aprender, pra quê?, voltava a pergunta e ressaltava que aprender leva a que uma pessoa possa empreender. O aprendizado amplia as possibilidades de interpretação da realidade, de abstração e de inovação. Empreender é colocar isso em ação, é a capacidade de realização. “De boas intenções e de sonhos o inferno está cheio”, arrematou. Por fim, aprender, inovar e empreender levam a que a pessoa transforme o mundo. Atuar na própria área de ação num momento em que a disrupção e a exponencialidade batem à porta é a possibilidade de que cada um transforme o seu mundo e o mundo todo. Muitas competências técnicas se tornarão obsoletas num piscar de olhos, porque a disrupção tecnológica num movimento exponencial as deixarão no passado rapidamente. Entretanto, as competências socioemocionais que exploram o pensamento sistêmico, a capacidade de abstração e de imaginação de futuros alternativos numa realidade que faça sentido são relevantes no presente e no futuro. Portanto, as ferramentas que uma vez estudadas e aprendidas, como a análise SWOT, Plano de negócios, CANVAS, IKIGAI, entre outras, devem considerar se a transformação do empreendedor que inova pela aprendizagem faz sentido.
Enfim, aprender pra quê? Uma pergunta simples e complexa, porque nela está presente a intenção, a finalidade e o objetivo daquilo que se aprende. É um pergunta que uma vez respondida nos mostra o caminho, alinhando intenção e ação.
Aprender é uma intenção e uma ação. A intenção vai nos dar o caminho. Inovar é uma abstração. Empreender é a ação que vai revelar a intenção da inovação que gerará a transformação.
Por fim, as perguntas: o mundo é melhor com aquilo que você aprende, inova, empreende e transforma? O que você faz, faz sentido? Senão, por que você faz o que faz?
O professor desligou o celular e entrou na sala. Um minuto a mais e ele estaria atrasado. Foi uma aula tranquila dada com a consciência de ter feito um bom trabalho. Terminou a aula, ligou o celular e olhou as mensagens. Muita movimentação nos grupos e uma mensagem lhe chamou a atenção: “Quem é o irresponsável que não sabe usar um espaço comum? Sujou, lavou para que os outros possam usar. Incrível como tem gente sem noção!”. A mensagem lida parecia que lhe ia direto ao coração. Ele sabia que era para ele. A raiva veio de forma descontrolada e a resposta do professor que deixou a xícara na pia não demorou a chegar no grupo:
– Irresponsável é quem não consegue fazer algo simples como lavar uma xícara quando um colega está no limite para chegar no horário. A falta de colaboração e de cooperação mostra quem é sem noção. Quantas vezes eu lavei a xícara de colegas… e seguiu com as justificativas.
Cada um com as suas interpretações e com os sentimentos gerados por um mesmo fato. Cada um com as suas necessidades, nesse caso não atendidas, e com a escolha das estratégias, talvez não a melhor, para expressar um pedido. Os danos relacionais que impactam diretamente o ambiente de trabalho das pessoas envolvidas na situação estavam feitos. Seguramente, os prejuízos não se limitavam aos envolvidos, porque eles se estendem as partes que compõem o cenário das relações, como os demais professores, os alunos, os pais dos alunos e a comunidade como um todo. Nada acontece de forma isolada. Tudo está interconectado, porque o “bater de asas de uma borboleta pode provocar uma tempestade do outro lado do planeta” (teoria do caos). A situação pela perspectiva da Comunicação Não-Violenta (CNV), seria: (1) observa-se uma mensagem num grupo, que ao ser lida por um professor gera um (2) sentimento de raiva ao identificar que não teve atendidas as suas (3) necessidades de cooperação e de colaboração. A partir dessa leitura, o professor fez o (4) pedido para atender as suas necessidades com a estratégia de responder no grupo. Estratégia apropriada para as necessidades exibidas? Provavelmente, não. A busca por colaboração e cooperação dificilmente será atendida com uma resposta que ao ser lida possa ser entendida como crítica e agressão. Ao se analisar as duas interações dos professores, as necessidades de ordem e respeito de um estavam alinhadas com as necessidades de colaboração e de cooperação do outro, apenas as estratégias de um e de outro não foram compatíveis. Assim, a CNV como ferramenta de comunicação compassiva e afetuosa, demanda a implementação do PassoZero: PARE! (Miriam Moreno). É essencial parar para observar a situação com a isenção de julgamento. Com isso, se pode entender as necessidades envolvidas, em mim e no outro, os sentimentos vivos, em mim e no outro, para escolher uma estratégia que se revele num pedido que atenda a mim e ao outro. Simples? Não. Complicado? Tampouco. Possível? Sim, com prática, prática e prática de CNV com a consciência de que eu AFETO o mundo e de que o mundo me AFETA.
Enfim, a xícara suja pode representar a necessidade cooperação e colaboração de um, assim como pode, aparentemente, colocar em oposição às necessidades de ordem e de respeito de outro. Porém, o mais provável, é que elas estejam alinhadas na busca individual por um mundo melhor. O bem-estar de um não está no mal-estar do outro. Provavelmente, o bem-estar de um se complementa e se renova com o bem-estar do outro. Muitas vezes, apenas falta a clareza daquilo que está por detrás da xícara de um e de outro. A CNV com a consciência de que eu AFETO o mundo e de que o mundo me AFETA pode ser um caminho.
A área de Gestão & Negócios da Regional Sul está lançando o Centro de Inovação e Gestão Ânima (CIGA), que chega para conectar ainda mais o conhecimento e mundo do trabalho.
O CIGA vai apoiar as atividades de ensino, pesquisa e extensão por meio dos projetos que poderão ser realizados de forma extra e durante a realização das Unidades Curriculares (UCs) promovendo a inovação na gestão dos negócios.
O lançamento será nesta quinta-feira, às 19h, ao vivo pelo Youtube da UniSul. Vamos nos conectar? Acesse: www.youtube.com/watch?v=mZaRVXvkA-0
O grande desafio são as pequenas coisas, como as manias, os chiliques e os descuidos para consigo e com os outros que acabam com muitos relacionamentos. Nas famílias aguentamos ou explodimos. Nas amizades toleramos. No trabalho explodimos ou aguentamos. Quase sempre é assim. A sala dos professores é um lugar em que se iniciam muitas guerras por pequenas coisas. Os escaninhos têm nomes, porém, o restante do espaço é compartilhado. O café é um espaço quase sagrado, porque é onde se diminui o estresse e a ansiedade e se aumenta a confiança e a sensação de controle. As xícaras são de uso comum, por isso a regra é “usou, lavou, guardou”. Deveria ser assim, mas nem sempre é assim. E aí começam os problemas. Uma professora, que se considerava organizada e cuidadosa, por vezes, se deparava com uma xícara suja na pia da sala. Quando queria tomar o seu café, olhava para a pia e lá estava a xícara, suja. Ela sabia quem era o responsável por essa “falta de respeito” e não aguentou. Assim, tirou uma foto com o seu celular e compartilhou no grupo dos professores com o comentário:
– Quem é o irresponsável que não sabe usar um espaço comum? Sujou lavou para que os outros possam usar. Incrível como tem gente sem noção!
Alguém já vivenciou alguma situação semelhante? Pode parecer caricato, mas acontece.
Uma xícara suja, uma porta aberta, uma luz ligada ou os livros fora de ordem são as pequenas coisas que desencadeiam grandes problemas. Como enfrentar uma situação, aparentemente, simples sem deixá-la se transformar num problema? Pode ser simples, porém não sejamos simplistas. A situação pode ser complexa, entretanto não é necessariamente complicada. O que fazer?
Quando a olhamos detalhadamente, ela traz todos os passos da Comunicação Não-Violenta de Marshall Rosenberg: a (1) observação do fato de encontrar a xícara suja gerou um (2) sentimento de raiva pelas (3) necessidades de ordem e respeito da professora que verbalizou o seu (4) pedido com a estratégia de reclamar no grupo virtual dos professores. Para Miriam Moreno (Facilitadora de CNV), é fundamental acrescentar um passo a mais, que é a capacidade de parar. Com esse movimento é possível observar sem julgar: o que estou vendo? Descrever aquilo que se vê de maneira que seria retratado por uma câmera fotográfica faz com que se tenha uma perspectiva isenta daquilo que se vê. O que estou sentindo? Registrar acuradamente o sentimento gerado com a consciência de que ele não é bom nem ruim, apenas indica que há uma necessidade atendida ou não. Quais as necessidades atendidas ou não nessa situação? Identificar quais as minhas necessidades e a do outro que podem estar envolvidas no fato observado. Por fim, o que vou pedir? Escolher qual a estratégia usar para atender as minhas necessidades que geraram um sentimento decorrente de um determinado fato. Enfim, entende-se que toda manifestação é uma estratégia, acertada ou não, de atender uma necessidade, reconhecida ou não, que gerou um sentimento, bem identificado ou não, a partir de um fato, observado ou não. Desse modo, o ponto fundamental é entender qual a necessidade que quero atender e como ela se relaciona com a necessidade do outro para escolher a estratégia mais adequada. Tirar uma foto e compartilhar no grupo a xícara suja foi a melhor estratégia? Atendeu as necessidade de respeito e de ordem? Provavelmente, não. O que você faria?
Se nas famílias aguentamos, ainda que explodamos*, nas amizades toleramos, ainda que nos incomodemos, no trabalho, se aguentamos ou explodimos, rompemos. O que fazer?
É preciso lembrar que uma xícara suja pode impedir que alguém tenha as suas necessidades de ordem e respeito atendidas, porém com a consciência de que o meu comportamento pode ser “a xícara suja” de alguém. Qual é a “tua xícara”?
* Alguns gramáticos consideram explodir um verbo defectivo, não sendo conjugado em todas as pessoas ou tempos verbais. Alguns dicionários conjugam explodir como um verbo regular, aceitando essas duas opções como formas conjugadas no presente do subjuntivo, salientando que exploda é a forma mais utilizada no português falado no Brasil e expluda é a forma mais utilizada no português falado em Portugal. (https://duvidas.dicio.com.br/exploda-ou-expluda/)
Nasci e me criei na roça, com muito orgulho. Ser agricultor me dava prazer, mas não impedia de sempre ouvir umas piadas dos amigos que moravam na cidade. Diziam eles que os agricultores somente iam à cidade para chupar picolé e levar susto de carro. Essa teoria se explica. Até o final da década de setenta a maioria dos colonos não tinha energia elétrica e as pessoas tampouco possuíam carros. Mesmo aqueles que dispunham de tais luxos tinham em sua rotina poucos encontros com pessoas que não fossem do círculo familiar e não consumiam muitos dos produtos comuns para quem morava numa cidade. Muitos agricultores iam uma ou no máximo duas vezes ao mês para cidade e nessas idas encontravam mais novidades que os curiosos olhos podiam acompanhar. Com isso, a cabeça girava para todos os lados para poder admirar uma casa linda, um edifício enorme, pessoas bem-vestidas e carros, muitos carros. Eram carros novos, velhos, bonitos e feios, uma imensidão de variedades. Assim, muitas vezes ao cruzar a rua os olhos se dirigiam para o lado contrário ao fluxo de veículos, que resultava em frequentes quase atropelos e muitos sustos. Ao finalizar o dia de aventura na cidade, antes de retornar para casa, invariavelmente se comprava um sorvete ou um picolé, afinal, esse era um prazer de que não se podia usufruir na roça.
Esse sujeito que se admira com as novidades, com diferentes costumes, impressionando-se, espantando-se e apaixonando-se pela vida continua muito vivo em mim, apesar de já de ter deixado a roça há um bom tempo e circulado por muitos lugares exóticos deste nosso pequeno grande mundo. Lembrei-me desse período da minha vida com muita força recentemente. Numa saída de casa passeando com minha cadeira de rodas pelas redondezas, fiquei zanzando e admirando a beleza dos jardins e das ruas, além de observar as pessoas caminhando pelas calçadas, muitas delas ensimesmadas. Tantas coisas acontecendo que não conseguia prestar atenção em tudo. A cabeça continuava girando, ansiando por ver coisas que não havia visto ou situações não presenciadas, resultado daquela curiosidade nunca completamente saciada oriunda lá da minha infância e adolescência agrícola. Às vezes eu ia bem devagarzinho, outras acelerava minha cadeira de rodas. Numa dessas aceleradas, com os olhos buscando algum detalhe antes não percebido, as pequenas rodas dianteiras da cadeira se toparam com uma saliência na calçada. Foi um impacto e um tombo. A cadeira parou, mas eu deslizei para frente, estatelando-me no chão. Antes que eu a pudesse segurar ela correu para trás, distanciando-se uns cinco metros de mim. Lá estava eu esparramado na calçada sem alcançar a minha cadeira. Nisso vem uma mulher completamente distraída, mexendo em seu celular e chupando um picolé. Ela aproximou de mim a minha cadeira e me ofereceu um picolé.
A curiosidade pode nos causar impactos que nos assustam, mas ela nos amplia a expectativa de vida. A curiosidade nos traz conhecimento, o conhecimento nos dá alternativas, as alternativas nos fazem aprender a usar o conhecimento que se transforma em experiência. Por fim, viver é experimentar e para experimentar é essencial ser curioso. Se não se pode viver muito mais do que 80 ou 90 anos é possível experienciar mais. É preciso estar disponível para se assustar. Qual foi o susto que você levou a partir da sua curiosidade? O que você aprendeu? Nada? Então pelo menos se sente e chupe um picolé ou tome um sorvete.
Tenho muitos rituais incorporados no meu dia a dia. Para dirigir tenho toda uma sequência de movimentos que repito todas as vezes que eu utilizo o carro. Basta que eu não cumpra com um deles para ter um momento de confusão. Além de ser um ritual, trata-se de um procedimento de segurança e de organização, tendo como função a de manter o foco naquilo que é importante. Assim, entendo que no ritual a pessoa, inicialmente, (1) para, (2) olha para si, (3) contextualiza, (4) reflete e (5) expande. No esporte, antes de remar, me alongo e nesse período me preparo mentalmente para o desafio. Na saída de casa me pergunto: para onde vou? O que vou fazer? Ao repetir esse ritual consigo sair sem deixar a metade daquilo que preciso para trás. No trabalho ao me questionar, “qual é o sentido daquilo que faço?” cumpro um ritual que deixa tudo mais claro. No retorno para casa me indago: o que levei? O que trago? Antes de entrar em casa faço uma limpeza emocional para não contaminar um ambiente que é sagrado para mim. Ao cumprir com os rituais tenho um dia melhor com a minha família, com os meus colegas de trabalho, com os meus amigos e, principalmente, comigo mesmo. Desse modo, com os rituais tudo fica mais sereno, tranquilo e produtivo com relação aquilo que importa. Algumas perguntas: todos os rituais são convenientes? Quais rituais manter e quais os rituais que não contribuem para você e sua organização? Qual é o ritual mais importante para você?
Para muitos pode parecer estranho, até piegas, mas o meu ritual preferido ocorre ao entrar numa igreja, templo ou sinagoga. Para mim, estar nesses espaços, que nós culturalmente denominamos como sagrados, representam os passos perfeitos de um ritual de expansão das possibilidades de Ser Humano a partir da centelha divina que nos acompanha. Minha crença. Ao entrar numa igreja e me por de joelhos (simbolicamente) diante daquilo que não entendo, percebo a minha dimensão humana de reconhecer-me pequeno e de me valorizar com a importância da individualidade. Assim, nesse momento, (1)parar é um exercício de humildade ao discernir que muitas das minhas ações poderiam ser melhores. Isso permite me (2)ver para (re) conectar-me com o outro na autêntica intençãode contribuir. Os textos lidos nesse espaço me chamam para a responsabilidade de contribuir ao (3) contextualizar o passado, o presente e o futuro com a minha presença no mundo: o mundo é melhor porque você está nele? É uma pergunta que me leva a (4) refletir sobre o meu papel no mundo e ao compartilhar com os demais tomo consciência de que eu sem o outro não tenho sentido. E a benção final é um convite para (5) agir e expandir deixando a minha marca no mundo do que qual faço parte.
Enfim, é essencial entender os rituais para que as pessoas encontrem o sentido daquilo que fazem e do que acontece nas famílias, na sociedade e nas organizações. Assim, o meu ritual mais importante é o tempo que uso para refletir e entender que nem todos os rituais são convenientes, fazendo com que eu exclua da minha rotina os contraproducentes. Da mesma forma, alguns rituais organizacionais devem ser revisados. Os rituais de passagem nos ajudam ou nos paralisam? Os rituais de renovação engajam ou afastam? Os rituais de integração homogeneízam ou mantém a unicidade? Os rituais de valorização estimulam ou diminuem? Portanto, é preciso observar e entender para avaliar se o ritual cumpre com a sua função. Ao parar vocêse conecta de forma contextualizada? A sua reflexão tem levado a que você aja e se expanda? Enfim, dogmas e crenças a parte, o fundamental é assimilar que o único pecado na nossa conduta é a ausência de amor nas ações e isso está dentro de cada um, nas intenções. Qual será a minha ação? Isso é comigo. Isso é com cada um.