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(Re)Encontro com o AFETO: o despertar da unidade

Workshop de Autoconhecimento

Reencontro com o AFETO: o despertar da unidade

Faça a viagem mais incrível do mundo!

Para Tudo!

Pergunte-se: quem é você?

Pode parecer estranho, mas muitas pessoas terminam os seus dias sem responder a questão, confundindo-se com o seu trabalho ou com os seus papéis na sociedade.

Caso você seja um daqueles que gostaria de dedicar algum tempo para pensar sobre QUEM É VOCÊ e sobre O QUE VOCÊ QUER  a proposta é que você FAÇA A VIAGEM MAIS INCRÍVEL DO MUNDO!

Vá para o ECO HOTEL Vila Fátima no Morro das Pedras em Florianópolis-SC e participe do programa:

(Re)Encontro com o AFETO: o despertar da unidade!

Somos um: Corpo, Mente e Espírito.

VISITE VOCÊ MESMO!

Eu afeto o mundo. O mundo me afeta.

Com AFETO eu sou melhor.

Com AFETO o mundo é melhor!

Clique aqui e veja a programação completa!

O workshop de autoconhecimento (Re)Encontro com o AFETO: o despertar da unidade! será desenvolvido no ECO HOTEL Vila de Fátima, um dos lugares mais lindos da Ilha da Magia, Florianópolis-SC.

No local, o silêncio urbano e a música dos sons da natureza facilitam o início de uma viagem para reconhecer o lugar mais incrível do mundo: VOCÊ!

Introjetar para projetar!

Olhar para dentro para melhorar por fora!

Domínio próprio? Força? Esperança? Resultados?

De 16 a 18-06-17 (reserve estas datas).

Clique aqui e veja a programação completa!

Informações e inscrições:

Skype: mjrauber ou rosanprado

E-mail: ethosfera@ethosfera.com.br

E-mail: mjrauber@gmail.com

Fone: 45 32771888 (Rosan ou Eide)

Celular/whatsapp: 48 998578451

Se resolver estraga…

Sempre que um problema atinge um número relativamente grande de pessoas a possibilidade de que surja uma associação derivada da situação é enorme. Entre as pessoas com deficiência trata-se de uma iniciativa comum. Existem associações para todos os gostos, cores e amores. Associação dos Amputados do dedo Minguinho, Associação dos Carecas, Associação de cadeirantes da rua tal e da rua tal. É impressionante como existem motivos para se criar uma associação que, muitas vezes, não resolve nada. E nem querem resolver. Junta-se um grupo de pessoas que parecem ter objetivos comuns, como trabalhar para a inclusão das pessoas, diminuir os preconceitos e criar uma sociedade mais justa. No papel é tudo muito bonito, mas a realidade quase sempre é outra. Surgem alguns que realmente querem resolver os problemas, porém eles são a minoria. Muitos dos reais interessados terminam por se afastar. Permanecem aqueles que não querem que os problemas sejam resolvidos, porque se por acaso forem, eles perdem a função. Tive algumas experiências nesse sentido, entretanto uma me veio à mente na semana que passou.
Estava eu a trabalhar num evento com diferentes entidades que visam promover a inclusão social de pessoas com deficiência. Um tema importante num evento completamente informal. A informalidade não diminuía a relevância do assunto tratado. No início buscava levantar a questão sobre quem é cidadão ou não. Fiz algumas perguntas para destacar que não há a exigência de uma característica física para ser ou não cidadão. Aproveitei a presença de um grande amigo que participava do evento para fazer uma brincadeira, uma vez que ele trajava a camiseta de um clube de futebol. Por ser a camiseta de um time rival ao qual eu era torcedor, brinquei com ele dizendo que talvez quem vestisse tal camiseta fosse apenas “meio” cidadão. Uma abordagem politicamente incorreta, mas com a certeza de que a liberdade da amizade me permitia fazê-la. A real  intenção era estimular o humor, ainda que o assunto fosse sério. Terminei por aproveitar a ocasião para destacar o trabalho feito pela entidade que ele representava. O recado fora dado e entendido por todos os presentes. A sessão continuou e terminou de forma completamente satisfatória. Para o meu espanto, o meu amigo levou uma reprimenda do presidente da sua associação. Explico.
 
O meu amigo é funcionário de uma entidade que trabalha com a inclusão de pessoas com deficiência. Ele representa a entidade em várias ocasiões. Naquele dia ele fora assistir à minha palestra por livre iniciativa O presidente da associação, logo após o evento, telefonou para os organizadores para saber como tudo transcorrera, uma vez que a entidade também era uma das promotoras. Ele não pudera ir, mas soube da presença do colaborador pelos organizadores que disseram:
– O fulano esteve aqui. Inclusive o palestrante fez uma brincadeira com ele porque ele vestia a camiseta de um time… e blá, blá, blá.
 
O “zeloso”presidente da associação, que tem entre seus objetivos lutar pela inclusão social de pessoas com deficiência e a diminuição dos preconceitos, não se conteve e imediatamente telefonou para o seu colaborador. Dele exigiu explicações sobre a imagem da associação que fora denegrida pela sua participação inapropriada. Inicialmente, o meu amigo ficou sem palavras. Depois, explicou-lhe que fora ao evento com trajes mais esportivos porque o evento ocorria em horário pós-laboral. O presidente não aceitou a explicação. O meu amigo ainda justificou que o palestrante e ele eram amigos de longa data. Nada disso serviu ao presidente. Considere-se que o presidente da associação é uma pessoa com deficiência e deveria muito bem saber o que é ser discriminado pela aparência, seja ela marcada pelas roupas ou pela condição física. Entretanto, parece que ele não sabia. 

Confesso que no meu entendimento, uma pessoa com uma atitude tão preconceituosa revela que não poderia trabalhar numa entidade que luta para que os efeitos dos preconceitos sejam minimizados. A menos que seja mais um que jamais queira que os problemas sejam resolvidos, por que uma  vez que eles fossem solucionados ele simplesmente perde a função, o emprego e a própria razão da existência.

O metal pode ser vil?

As conversas com o meu amigo, muitas vezes, voltavam ao mesmo ponto. Ele dizia:

– O problema do mundo é o dinheiro. Eu fico pensando que se tirássemos o dinheiro deixaríamos de ter tantos problemas. As pessoas se deixam influenciar, deixam-se levar e se deixam corromper pelo dinheiro…

E ele continuava toda a sua argumentação de que a ganância e a ambição desmedidas têm a suas origens no dinheiro. Em tempos de corrupção é uma argumentação fácil. Particularmente eu não concordo, mas já não exporia para o meu amigo as minhas razões para essa discordância. Em parte, vou escrevê-las.

Concordo que a ambição e a ganância podem levar as pessoas a buscar o dinheiro de forma desmedida, porém não entendo que o dinheiro seja a verdadeira razão. Pessoalmente acredito que o dinheiro seja tão somente o símbolo daquilo que as pessoas gananciosas e ambiciosas em demasia procuram. Elas querem o poder que o dinheiro proporciona. Elas querem o prestígio e a influência que o dinheiro em grande quantidade aparentemente assegura. A vilania não está com o dinheiro tão maldosamente taxado de “vil metal”.  Por outro lado, lembro de que o dinheiro também pode ser usado para cumprir com a sua função social primária de atender as necessidades dos cidadãos, assim como para ações de bondade e de caridade. A generosidade também não está com o dinheiro. Desse modo, se por um lado o dinheiro pode comprar um iate, por outro lado é o dinheiro que paga o leite das crianças. Se por um lado o dinheiro pode comprar uma mansão, por outro lado também é o dinheiro que paga a conta de energia das casas humildes. Se por um lado o dinheiro pode comprar um terno Armani, por outro lado também é o dinheiro que paga os materiais para se fazer os exames médicos que nos preserva a saúde. Se por um lado o dinheiro pode ser associado a ganância e a ambição, por outro lado ele pode ser associado a bondade e a caridade. O dinheiro apenas é o símbolo, ele não é a coisa em si. O uso que se dá as coisas, o dinheiro, é diferente das coisas em si, ambição e ganância ou bondade e caridade. As coisas em si que o dinheiro pode fazer depende de cada um.

Em toda a história da humanidade foram criadas e desenvolvidas tecnologias as mais variadas que podem ser símbolos de evolução ou de retrocesso; de vida ou de morte; de construção ou de destruição. Para o bem ou para o mal, aquilo que a humanidade criou depende do seu uso. O uso é determinado pelo comportamento. O comportamento é determinado pelo caráter. E o caráter é individual. Dessa forma, entendo que ambição e ganância são questões comportamentais de cada indivíduo, assim como a bondade e a caridade. O dinheiro pode ser apenas o símbolo de quem cada um é. O dinheiro não é vil. O dinheiro não é generoso. Cada um de nós pode ser um ou outro.

Ouvir e Escutar

Ninguém deve prescindir de ouvir e escutar o seu EU, manter a autoestima ou buscar a autossatisfação na própria caminhada.

Porém, para ouvir e saber escutar há que se entender que o outro também não pode prescindir do seu EU, da manutenção da sua autoestima e da sua busca pela autossatisfação.

Ouvir e escutar o próprio EU é um ato de dar amor para si mesmo.

Ouvir e escutar o EU do outro é um ato de doar amor.

 Promessa sem ação é ou não é um roubo?

Na palestra exploram-se as situações de um Ladrão de si mesmo”.

Acompanhe a trajetória de um homem acusado publicamente de ser um ladrão. Na verdade ele descobre que  fora sistematicamente roubado e sabotado nas diferentes esferas da sua vida. O pior de tudo é que ele não sabe quem o acusa nem quem o rouba. E quando ele descobre não quer acreditar quem é o seu inimigo. Ele fica literalmente paralisado com a descoberta do verdadeiro ladrão. Afinal, quem é o ladrão?

As situações levam o participante a diferentes reflexões sobre como descobrir, conviver e enfrentar o ladrão, seu inimigo. Entra-se no mundo do desenvolvimento pessoal, ficando bastante claro que há uma diferença imensurável entre aquilo que as pessoas acreditam que podem fazer e aquilo que realmente fazem. Os diálogos e as estórias contadas promovem no leitor as reflexões que o ajudam a desenvolver o seu potencial, transformando-o em talento. Considere que potencial é tudo aquilo que alguém imagina que possa ser. Talento é explorar esse potencial, colocando-o a serviço de si e dos outros.

Por isso a pergunta: quem é o ladrão? As reflexões se aplicam àquilo que ocorre em âmbito pessoal e organizacional: (1) o que acontece numa relação quando as pessoas roubam? (2) Quais os resultados para uma equipe de trabalho quando há um ladrão? (3) Qual a influência de um ladrão numa organização? (4) Como prender o ladrão?

MANTENHA CONTATO:

Moacir Rauber

E-mail: mjrauber@gamil.com

Skype: mjrauber

Fone: 048 998578451

ABORDAGENS

(1) Palestras para público organizacional geral:

(2) Para o público de Secretariado Executivo:

Como usar as ferramentas de coaching no ambiente do Profissional de Secretariado?

A palestra oferece um novo olhar sobre o conhecimento usado no processo de coaching para ampliar as competências do profissional de Secretariado, apresentando técnicas de uso cotidiano.

AUTOR

Moacir Rauber acredita que tem “MUITAS RAZÕES PARA VIVER BEM!” porque “MELANCOLIA NÃO DÁ IBOPE”. Também considera que a “DISCIPLINA É A LIBERDADE” que lhe permite fazer escolhas conscientes, levando-o a viver de forma a “NÃO FAZER NADA QUE NÃO POSSA COMPARTILHAR COM OS PAIS OU QUE TENHA QUE OCULTAR DOS FILHOS”.

Moacir faz doutorado em Ciências Empresariais, é mestre em Gestão de Recursos Humanos (UMINHO-PT) e em Engenharia de Produção (UFSC). Fez MBA em Marketing, Bacharelado em Secretariado Executivo e Letras (Português/Espanhol), além de larga formação complementar. Também tem formação internacional em Coaching Executivo Organizacional reconhecida pela FIACE e pela ICC. Tem experiência profissional nas áreas Administrativa, Secretariado, Gestão de Recursos Humanos, Vendas e Planejamento Estratégico. Também foi professor universitário no Paraná e em Santa Catarina e atualmente trabalha como Coach, Palestrante e Escritor.

Foi remador da Seleção Brasileira entre os anos de 2004 e 2008 e ainda hoje segue praticando o remo como lazer. Também faz trabalhos voluntários em instituições que desenvolvem projetos de inclusão social.

Livros publicados:

(1) Olhe mais uma vez! Em cada situação novas oportunidades (2010)

(2) Perguntar não ofende… Uma abordagem de coaching para o profissional de Secretariado (2013)

(3) Superação, a marca do Ser Humano! (2013) (Disponível gratuitamente em pdf na página www.olhemaisumavez.com.br)

(4) Ladrão de si mesmo (2016)

Disponíveis em www.olhemaisumavez.com.br.