GATILHOS MENTAIS PARA PRENDER OS PRÓPRIOS LADRÕES

Cada um se dá o presente que quiser. Escolhi o meu. Ao completar 49 anos me dei 49km de remada de presente. Porém, ao analisar o que acontece na mente de quem se desafia se percebe muita coisa…

Para alguns, loucura. Para mim, um desafio. O que ganho com o presente? O presente pode me dar alguns dias a mais no futuro, embora não haja nenhuma garantia nisso. Tenho por hábito fazer aproximadamente 6km diários de remoergômetro, um aparelho simulador de remo. É um exercício completo que exige disciplina, porque ele é repetitivo e cansativo. No dia que completei mais um ano de vida resolvi dar-me de presente o exercício diário multiplicado por quatro. Por que quatro? Nenhuma razão em especial, mas resumi em quatro minutos o exercício de mais de quatro horas. Presente estranho? Sei lá. Tem gente que se dá um relógio, mas não sabe gerir o tempo. Tem gente que se dá férias, mas não desliga. Tem gente que se dá um carro, mas não tem necessidade. Também pode parecer estranho, não pode? Cada louco com as suas manias…

Cada um com os seus GATILHOS MENTAIS para prender os seus LADRÕES. Em qualquer projeto você vai passar por diferentes momentos, por isso é importante estabelecer alguns gatilhos que o mantenham na sua busca.

O jogo interior que acontece na mente de qualquer pessoa durante a execução de um projeto:

  • Empolgação inicial pode nos dar a impressão de que será mais fácil do que imaginado. GATILHO MENTAL: “Estou aqui só para isso” – faça o que tiver que ser feito.
  • Constatação de que a realidade é diferente do planejado. GATILHO MENTAL: “Um não é uma benção” – trata-se de avaliar quem está a minha volta para saber quem vai permanecer.
  • A percepção de que é necessário adaptar-se sem perder o foco. GATILHO MENTAL: “Hoje eu fui um exemplo?” – trabalhe mais e com a mente aberta.
  • Os conflitos sobre o que se está fazendo: o que eu estou fazendo aqui? GATILHO MENTAL: “Aqui é o meu limite” – seja autenticamente respeitoso nas colaborações que não derem certo.
  • A necessidade de reforçar-se mentalmente. GATILHO MENTAL: “Qual é o meu foco?” – muitas oportunidades vão aparecer para quem está na estrada.
  • O objetivo está visível: não perecer pela arrogância. GATILHO MENTAL: Eu sou humano” – fazer o que precisa ser feito sem querer ser herói.
  • A conclusão de uma meta deve ser comemorada. GATILHO MENTAL: “Nós merecemos!” – comemorar os sucessos de uma etapa.
  • O planejamento e execução da próxima etapa devem prosseguir. GATILHO MENTAL: “Não consegui, ainda” – o fracasso faz parte do aprendizado ou “Qual será o próximo desafio?”.

A VIDA SEGUE!

O DESAFIO É OLHAR PARA SI MESMO PARA IDENTIFICAR E PRENDER OS LADRÕES INTERIORES!

LADRÃO DE SI MESMO. É DE GRAÇA!!!

Sempre me roubei de graça! Na verdade, paguei muito caro para ser o meu ladrão…

No livro, acompanhe a trajetória de um homem acusado publicamente de ser um ladrão. Esse homem é Dimas que descobre ter sido sistematicamente roubado e sabotado nas diferentes esferas da sua vida. O pior de tudo é que ele não sabe quem o acusa nem quem o rouba. Afinal, quem é o ladrão?

As reflexões se aplicam àquilo que ocorre em âmbito pessoal e organizacional: (1) o que acontece numa relação quando as pessoas roubam? (2) Quais os resultados para uma equipe de trabalho quando há um ladrão? (3) Qual a influência de um ladrão numa organização? (4) Como prender o ladrão?

Na Amazon, até 16-10-21, sai de graça!

Na página OLHE MAIS UMA VEZ você pod ecomprar a versão impressa!

PERGUNTAR NÃO OFENDE… É DE GRAÇA?

Perguntar não ofende? Depende.

Depende da intenção.

Depende da relação.

Depende da habilidade em perguntar sem ofender que pode ser desenvolvida e aprimorada.

Quer ler o livro? Depende da sua vontade de fazer click aqui… Até dia 16-10-21.

Versão impressa disponível na página OLHE MAIS UMA VEZ!

O REINO DE LOGO ALI AO LADO! ONDE?

Você pode encontrá-lo GRATUITAMENTE logo ali ao lado na amazon… ATÉ 16-10-21!

A fábula se desenvolve no Reino de Logo Ali ao Lado onde sete habitantes com características e personalidades muito diferentes resolvem viver num casarão para se proteger dos demais habitantes do reino. Eles criam um ambiente seguro dentro de um reino caótico fazendo do casarão a sua própria fortaleza. Nele ninguém mais entra. A segurança e a abundância do casarão chamam a atenção dos demais habitantes do reino que lutam para entrar. Eles querem entrar no casarão, porém os habitantes não querem deixar que isso aconteça porque não confiam em ninguém. Até que um dia o casarão é invadido. O pior pode acontecer! Ou não…

Versão impressa disponível na página OLHE MAIS UMA VEZ!

OLHE MAIS UMA VEZ… gratuito!!!

Leitura grátis na Amazon

Este livro traz uma proposta simples, clara e objetiva para se perceber as oportunidades de forma natural em diferentes situações para você empresário, estudante, professor, enfim a qualquer pessoa. O texto é apresentado por meio de uma linguagem acessível, que enlaça conhecimento e sabedoria (ou não) ao longo de uma vida. Desafios, vitórias, fracassos e superações fazem parte deste entorno. Você, leitor, estará em contato com uma fonte de inspiração e reflexão para muitas circunstâncias do nosso cotidiano. E, em algum momento, será o protagonista da história ou sentir-se-á parte dela, relembrando situações vividas e refletindo sobre como poderá aproveitá-las para conduzir a sua vida rumo aos objetivos sonhados.

Versão digital disponível gratuitamente na página OLHE MAIS UMA VEZ!

A VIDA É UM SOPRO…

A vida é um sopro…

Há seis anos escrevo semanal e ininterruptamente uma coluna aqui. Na primeira falei sobre idade e maturidade. Feliz daqueles que conseguem alcançar a idade com maturidade, uma vez que um não é sinônimo do outro. Idade avançada não é escolha, ela pode chegar ou não. Maturidade é eleição, posso apresentar ou não. Oxalá consiga avançar na idade fazendo eleições maduras, porque a vida é um sopro. Isso ficou claro para mim em setembro/21 em que dois amigos na casa dos cinquenta anos partiram. De um lado, a intensidade. De outro, a calidez. Ambos os amigos com pouca idade e, a sua maneira, maturidade.

O primeiro dos meus amigos foi como um vento forte que espalha as boas notícias pela intensidade com que viveu. Era sinônimo de alegria e de bom humor pela facilidade com que se desenrolava de situações difíceis e pela presença que contagiava positivamente as pessoas. Era sinônimo de companheirismo pelas ações que contribuíam para a comunidade que participava, assim como foi leal com aqueles que conviveu. O segundo dos meus amigos que partiu era a expressão da calidez da brisa constante que faz com que a vida seja mais agradável. O cuidado com o outro sempre esteve presente nas ações e intenções, assim como o companheirismo, igualmente, era uma marca sua. Da mesma forma, a lealdade de suas atitudes foi exemplar em cada momento vivido e compartilhado com as pessoas de seus relacionamentos. O respeito para com a família, os amigos e a comunidade se revelavam na sua presença colaborativa. Ambos eram sinônimos de amizade. Para aqueles que tiveram o privilégio de conviver com a força vigorosa da presença de um e com a força da calidez da presença do outro sabem o que significa a palavra AMIGO. Meus amigos viveram a plenitude da beleza do seu significado. E mais. Eles tinham a clareza daqueles que atingem a maturidade que se revelava na sabedoria de sua conduta. Eles não precisaram da idade. Os meus amigos haviam entendido que a presença autêntica os conectava com os outros por meio das ações de suas intenções de fazer com que tudo ficasse bem.

A vida é um sopro e, como dizem os monges Cartuxos, “a morte já a temos, isso sabemos”. O ininterrupto um dia se interrompe, assim o desafio é viver com a realidade da finitude da vida no plano que conhecemos. A nossa própria finitude? Nada a fazer. A finitude da vida daqueles que amamos? Nada a fazer, mas a dor e o luto são reais. Conforta o fato de saber que o mundo era melhor com a presença dos meus amigos, deixando-nos a responsabilidade de fazê-lo melhor com a nossa presença, uma vez que ele não vai parar pela ausência de ninguém. Por isso a pergunta: o mundo é melhor com a minha presença? Preciso melhorar muito! Vocês, meus caros amigos, cumpriram a sua parte e agora vão exibir a alegria e o cuidado; o bom humor e o companheirismo; a lealdade e o respeito com a força da intensidade de um vento forte e com a força da calidez de uma brisa agradável da amizade em outras paragens. Algum lugar estará melhor com a presença de vocês.

Qual lugar está melhor com a sua presença?

Moacir Rauber

Blog: www.facetas.com.br

E-mail: mjrauber@gmail.com

Home: www.olhemaisumavez.com.br

In memoriam:

Beto Engel

Silério Schmidt

APRENDER, PRA QUÊ?

Os alunos estavam ali porque haviam escolhido estar e queriam aproveitar ao máximo as ideias expostas, bem como a visão de mundo do professor. Ele tinha muita clareza naquilo que falava e de como o mundo seria impactado por algumas tecnologias que surgiam e por aquelas que delas derivariam que ainda eram inimagináveis. Ele falava de um mundo disruptivo e exponencial em que a necessidade de aprendizagem seria uma constante na vida daqueles que queriam gozá-la em sua plenitude. Era o lifelong learning! Nas aulas ele explorava conceitos que ajudariam a predizer um futuro imprevisível em que competências aprendidas, muitas delas, se tornariam obsoletas antes mesmo de as usar. Era paradoxal. Era provocativo. Logo, um dos alunos perguntou:

– Então, aprender, pra quê?

Um sorriso se estampou no rosto do professor, porque a provocação surtira efeito. Em seguida, ele explorou a ideia que está presente nos movimentos disruptivos e exponenciais como o momento vivido. As pessoas mudam de hábitos mais rapidamente. Crenças são quebradas com menos resistência. Isso gera disrupção que possibilita movimentos exponenciais. Entenda-se disrupção como o movimento que altera drasticamente a sequência de um processo existente e exponencial como a escalada geométrica de negócios que não seguem o crescimento linear, comum até o presente. É nesse mundo que vivemos, por isso a pergunta “aprender pra quê?” é impactante. O professor estava entusiasmado com a oportunidade de respondê-la. Destacou a importância de aprender a desaprender para poder aprender a inovar, a empreender e a transformar com humanidade. Por trás da ideia de aprender a desaprender estava presente a importância de resgatar conceitos, ideias e práticas que um dia foram relevantes para aproveitá-las com as tecnologias que antes não existiam. “O que importa é o sentido daquilo que se fazia em busca daquilo que se queria”, dizia o professor. Para ele a energia eólica não é inovação, porque sempre foi usada, assim como energia solar que faz parte da história. O professor destacava que sequer a tecnologia existente hoje, como IA, CRISP CAS9 ou computação quântica são inovações. Ele dizia que essas…

…tecnologias são apenas o resultado de uma inovação que já aconteceu no interior de um ser humano que a imaginou de maneira abstrata para torná-la uma realidade concreta.

Moacir Rauber

Aprender, pra quê?, voltava a pergunta e ressaltava que aprender leva a que uma pessoa possa empreender. O aprendizado amplia as possibilidades de interpretação da realidade, de abstração e de inovação. Empreender é colocar isso em ação, é a capacidade de realização. “De boas intenções e de sonhos o inferno está cheio”, arrematou. Por fim, aprender, inovar e empreender levam a que a pessoa transforme o mundo. Atuar na própria área de ação num momento em que a disrupção e a exponencialidade batem à porta é a possibilidade de que cada um transforme o seu mundo e o mundo todo. Muitas competências técnicas se tornarão obsoletas num piscar de olhos, porque a disrupção tecnológica num movimento exponencial as deixarão no passado rapidamente. Entretanto, as competências socioemocionais que exploram o pensamento sistêmico, a capacidade de abstração e de imaginação de futuros alternativos numa realidade que faça sentido são relevantes no presente e no futuro. Portanto, as ferramentas que uma vez estudadas e aprendidas, como a análise SWOT, Plano de negócios, CANVAS, IKIGAI, entre outras, devem considerar se a transformação do empreendedor que inova pela aprendizagem faz sentido.

Enfim, aprender pra quê? Uma pergunta simples e complexa, porque nela está presente a intenção, a finalidade e o objetivo daquilo que se aprende. É um pergunta que uma vez respondida nos mostra o caminho, alinhando intenção e ação.

Aprender é uma intenção e uma ação. A intenção vai nos dar o caminho. Inovar é uma abstração. Empreender é a ação que vai revelar a intenção da inovação que gerará a transformação.

Por fim, as perguntas: o mundo é melhor com aquilo que você aprende, inova, empreende e transforma? O que você faz, faz sentido? Senão, por que você faz o que faz?

O aluno agradeceu a resposta!

Moacir Rauber

Skype: mjrauber

Blog: www.facetas.com.br

E-mail: mjrauber@gmail.com

Somos únicos. Somos múltiplos.